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Sinner é recebido em sua cidade natal e inaugura livro de ouro

Jannik Sinner e o prefeito de Sexten, Thomas Summerer. (Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour)

Sesto (Itália) – Jannik Sinner retornou à sua cidade natal, Sesto, no norte da Itália, nesta terça-feira, onde foi recebido calorosamente pela imprensa e moradores. O número 1 do mundo foi recebido em cerimônia especial pelas autoridades locais, incluindo o prefeito de Sesto, Thomas Summerer. Sinner assinou o livro de ouro da cidade reservado para eventos significativos. Ele foi o primeiro a assinar.

O superstar também visitou o Centro de Tênis de Sesto, o centro de tênis onde começou a jogar. Sinner se encontrou com diversas crianças presentes para cumprimentá-lo, respondeu perguntas da multidão e também falou com a mídia.

“É sempre uma sensação incrível voltar para onde nasci, onde minha família me criou. É sempre uma sensação especial”, disse Sinner. “Chegando em casa, sempre tenho minhas lembranças na cabeça, de ir esquiar e de me ver com os amigos brincando. “Isso me faz sentir em casa, me faz sentir muito feliz de onde venho e muito orgulhoso. Retribuir algo a este lindo lugar é algo realmente incrível.”

Sinner se tornou o primeiro jogador italiano de simples, homem ou mulher, a alcançar o topo desde o início de ranking computadorizado em 1973.

“Compartilhar esse momento com eles e com todas as pessoas que me apoiam é incrível”, disse Sinner. “Sempre tive vontade de retribuir às pessoas que me ajudaram e compartilhar o sucesso com elas. E agora posso partilhar este número 1 do mundo, que é o objetivo final de todo jogador, com todo o país. É uma das melhores sensações.”

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Paulo H
Paulo H
1 mês atrás

Merecido, grande jogador!

Renato B
Renato B
1 mês atrás

Grande pessoa, grande jogador. Apenas um detalhe para correção: Sexten é na Itália e não na Áustria.

Zan
Zan
1 mês atrás
Responder para  Renato B

E verdade, mas se o novo n°01 der um pulo mais forte já cai na Áustria, que faz fronteira com a cidade. Ao fundo da foto, no imóvel, da ate pra ver escritos em alemão (“Zur Post”), o que leva a crer que a cultura local é menos italiana e mais alemã (ou austríaca, o que dá quase na mesma)

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