PLACAR

Rublev demole sonho australiano

A seca de títulos masculinos australianos em Melbourne, que vem desde 1976, irá continuar. Alex de Minaur deu até sinais de que avançaria para as quartas de final jogando um tênis muito corajoso e consistente, mas não aguentou o ritmo alucinante de Andrey Rublev e amargou um ‘pneu’ no quinto set daquele que foi de longe o melhor jogo do torneio até aqui. Os homens da casa sequer chegam a uma final do Australian Open desde Lleyton Hewitt, hoje técnico de De Minaur, em 2005.

O duelo incluiu três sets extremamente equilibrados e pontos incansáveis e viu até um número baixo de winners, mas tudo por mérito dos dois jogadores, que ainda conseguiam ao menos tocar em bolas que pareciam sem defesa. O australiano chegou a ter 2 sets a 1 diante de uma torcida ensandecida, mas cansou primeiro e levou um ‘pneu’ do russo no final. Quase metade do jogo teve trocas de ao menos cinco bolas e cada tenista venceu 41 pontos em que o rali foi acima de nove rebatidas, com ambos procurando muito mais o backhand do outro.

Rublev – que atinge 300 vitórias na carreira – tentará enfim disputar uma semifinal de Slam, o que já escapou por nove vezes, duas delas em Melbourne e seis nos Slam de piso duro. A má notícia para ele é que o adversário será o embaladíssimo Jannik Sinner, que superou o também russo Karen Khachanov em três sets exigentes mas com apenas um serviço não confirmado pelo cabeça 4. Para piorar, o italiano tem 4 a 2 nos confrontos diretos, incluindo duas vitórias no ano passado, e note-se que as duas derrotas sofridas foram por abandono ao longo da partida por problemas físicos.

Ainda sem perder sets no torneio, Sinner tenta a segunda semi de Slam, o que repetiria o recente Wimbledon. Ele tem quartas nos outros três Slam, tendo perdido nessa fase em Melbourne há dois anos para Stefanos Tsitsipas em um dia pouco feliz. Sinner iguala as seis presenças em quartas dos compatriotas Matteo Berrettini e Adriano Panatta, todos atrás das 10 de Nicola Pietrangeli. Desde o US Open, ele ganhou 24 de 26 jogos.

Djokovic reencontra ‘freguês’ Fritz
Em terrível contraste com o duelo da noite na Rod Laver, Novak Djokovic ganhou uma partida quase sonolenta do também veterano Adrian Mannarino. O francês vinha de três jogos seguidos em cinco sets e foi um fiasco ainda pior do que o esperado, já que optou por trocar bolas com o sérvio e encontrou um verdadeiro ‘paredão’. Perdeu 13 games consecutivos antes de enfim arrancar aplausos da plateia e dar um sorriso amarelado.

Nole precisou se esforçar para manter a concentração – afirmou até que queria perder um game porque sentia a situação tensa – e teve como ponto alto os 70% de acerto do primeiro saque, que incluíram 17 aces. “Joguei meus melhores sets em um bom tempo”, amenizou para Mannarino, dando sinais que a não explicada infecção viral das primeiras rodadas já ficou para trás. O sérvio chega a 58 quartas de Slam e iguala o recorde de Roger Federer, ao mesmo tempo que aumenta para 32 sua série invicta no torneio.

O adversário agora será outro freguês, Taylor Fritz, que perdeu todos os oito duelos mas curiosamente ganhou seus dois únicos sets na terceira rodada do Australian Open de 2021. Quadrifinalista pelo segundo Slam seguido, o americano de 26 anos é outro que sonha com semi inédita deste quilate e, a bem da verdade, fez uma belíssima exibição contra Tsitsipas, em que totalizou 50 winners e apenas 19 erros para ganhar de um top 10 pela primeira vez em Slam depois de 11 tentativas frustradas. Stef ainda se mantém no top 10 graças a Rublev.

Sabalenka e Gauff: ‘girls on fire’
Está bem próximo o aguardado duelo entre as duas campeãs de Slam sobre quadra dura do ano passado. E tanto Aryna Sabalenka como Coco Gauff fizeram até aqui um torneio quase impecável. A bielorrussa e atual vencedora em Melbourne só perdeu 11 games em quatro partidas e faz quartas pelo sexto Slam consecutivo, enquanto Gauff se tornou a segunda tenista abaixo de 20 anos com mais vitórias de Slam (48 contra 64 de Maria Sharapova).

Sabalenka destruiu Amanda Anisimova, contra quem tinha 1-4, e o mais notável é que outra vez a bielorrussa foi muita econômica nos erros, com meros 12. Ela tentará manter a incrível marca de 7 vitórias e nenhuma derrota em quartas de Slam diante da tcheca Barbora Krejcikova, que reagiu de forma notável diante da juvenil Mirra Andreeva. Para chegar às quartas de Melbourne pela segunda vez em três anos, ela saiu de 21 erros no primeiro set para 28 winners no terceiro. O favoritismo de Sabalenka é natural: 5 a 1 no geral, sendo 3 a 1 no ano passado, sem falar que Krejcikova fez três de seus quatro jogos até aqui no terceiro set, estes todos de virada.

Gauff também não perdeu sets até agora, apesar de um jogo duro na segunda rodada, e tem demostrado como Brad Gilbert mexeu bem no seu saque, que hoje fica muito perto dos 200 km/h. A vitória sobre Magdalena Frech foi cristalina e agora terá pela frente Marta Kostyuk, sobre quem teve uma vitória há dois anos. Maria Timofeeva foi outra surpresa que durou bem pouco. Depois de tirar Bia Haddad, só ganhou três games de Kostyuk, que faz maior campanha em um Slam e pode entrar pela primeira vez no top 30.

Boas histórias
– Michael Russell, aquele, é o treinador de Fritz e deu entrevista interessante à ATP. Primeiro, falou que o QI tenístico do seu pupilo é tão elevado que muitas vezes ele analisa demais o jogo em quadra. “Ideal é simplificar a coisa”. Ele diz que a chance contra Djokovic passa por sacar o melhor possível, forçar logo a segunda bola e não pensar muito no adversário. “Terá de ser agressivo, respirar e relaxar antes do saque”. Veremos.
– Oriunda de um país repleto de grandes tenistas, a tcheca Linda Noskova se inspira em Serena Williams. Seu saque foi elogiado por Iga Swiatek e Aryna Sabalenka, mas o circuito a conhece como dona de um ‘poker face’, ou seja, com difícil leitura de suas emoções. “É algo natural, sempre fez parte de mim. Claro que estou fervendo, mas consigo não demonstrar”. Depois de tirar a número 1, ela tenta quartas nesta noite contra Elina Svitolina.
– Kostyuk conta que por muitos anos seus treinadores tentaram conter sua personalidade explosiva em quadra, até que finalmente Sandra Zaniewska a deixou mais livre. “Sou muito emocional, mas tento achar o equilíbrio ideal. Se me contiver demais, acabarei sofrendo uma quebra mental”, argumenta.
– A ucraniana de 21 anos também lembrou que toda sua família permanece em Kiev e sofre as consequências da guerra interminável. “Sinto que tenho a obrigação de lembrar todo mundo que a guerra continua e precisa acabar. As pessoas estão se esquecendo disso, deixou de ser notícia quente para a imprensa”. Tem toda a razão.

46 Comentários
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Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
1 mês atrás

Se o Djokovic chegar a semifinal, Sinner ou Rublev terão que fazer algo inédito. O sérvio nunca perdeu na semifinal do AO. Todas as 10 vezes que chegou na semifinal, foi campeão.

Rodrigo W
Rodrigo W
1 mês atrás
Responder para  Guilherme ES Ribeiro

O que vai acontecer de novo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

E eu achando que o Di Menor ganharia fácil e engrossaria o caldo com o Sinner. A vitória sobre o Craque foi circunstancial mesmo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ganharia fácil ? Estás acompanhando qual Circuito, meu caro Piloto ? . DI Menor jogou barbaridade novamente. Acontece que o melhor Rublev é este atual . Pode aprontar , assim como Alex , pra cima de qualquer um. Fizeram uma partida espetacular…Abs!

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Paulo, eu acho que o DE MENOR tem um gás a mais quando a competição é por equipes representando a Austrália, como na Davis e na UNITED CUP, talvez seja só uma impressão minha… Se fosse outro jogador, mas ganhar fácil do RUBLEV, ultimamente está bem difícil… O cara é muito guerreiro!

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu, particularmente, achei que perder o último set por 6×0, ainda mais jogando com toda a torcida dentro da Austrália, foi muita humilhação… RUBLEV foi muito MALVADO e não teve dó nem piedade do DE MENOR e da torcida AUSTRALIANA….

Rodrigo W
Rodrigo W
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sim, a circunstância foi a lesão no punho

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás

Por tudo que está jogando neste torneio, MARTA KOSTYUK é uma séria candidata ao título….

Sandra
Sandra
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Tomara, gostaria muito que as biolorussas e as russas nso ganhassem nada

Chetnik
Chetnik
1 mês atrás
Responder para  Sandra

Vai ter que engolir o choro.

Rodrigo W
Rodrigo W
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Se não estivessem no torneio as melhores versões de Sabalenka e Gauff, quem sabe?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Bem, caro Dalcim. Coco Gauff fez questão de agradecer a Andy Roddick, o fato deste ter se oferecido e melhorado uma barbaridade seu Serviço. E’ difícil imaginar Brad Gilbert. Abs!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Gauff, Sabalenka, Sinner e outros e outras buscaram a ajuda de especialistas para melhorar o saque. Não sei por que a nossa Bia ainda resiste a essa ideia.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Retiro quando cravei que não haveriam Zebras no masculino até às Semis. O nível apresentado principalmente por Rublev, me faz botar as barbas de molho , embora tenha tido grande desgaste . Já Djokovic parece realmente com presença garantida. Abs!

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rublev vem msm jogando mtoooo tênis nesse início de ano(as duas partidas em 5 sets foram mais mérito dos adversários doq demerito dele), agora pras QF vejo um panorama mto difícil pra ele, além de ser contra o Sinner, q vive momento mágico, tem esse barreira psicológica do Russo com as QF de Slams..

Evandro
Evandro
1 mês atrás

Queridinhos do blogueiro perdem, invariavelmente, por conta de “um dia ruim”, ou “problemas físicos ” que o impediram de, claro, vencer um … desagradável.
Espero que o agente patológico chamado Rublev, que volta e meia ataca o corpo do italianinho, retorne em grande estilo, e ele, tal como Haddad, consiga passar apenas pelo primeiro obstáculo russo, cuja escola é muitíssimo superior à italiana.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás

E OLHA QUE O ESQUECÍVEL Mark Edmondson não chegava sequer numa unha do craque de bola Nick Kyrgios e até dos medianos Patrick Rafter, bi campeão do US Open em 1997/1998, e Lleyton Hewitt, campeão do mesmo US Open em 2001 e de Wimbledon em 2002, ambos reizinhos da Austrália no passado. No que se refere a tenistas nascidos em solo australiano, o tal Mark, campeão por lá em 1976, era apenas um Pat Cash piorado, tenista campeão de Wimbledon em 1987, ou um outro Mark, o Philippoussis. Este, porém, nem piorado e muito menos melhorado, apenas bonito e campeão de porra nenhuma, em se tratando de grand slam. Em linhas gerais, até o vai-não-vai Alex de Minaur pode ser tido como o Pelé do tênis, se comparado ao inexpressivo Mark, o Edmondson. Em tempo: gostei do verbo demolir na terceira pessoa do singular…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

O que mais chamou a atenção no jogo do Craque foram os slices de direita; os de esquerda todo mundo já conhece muito bem.

É muito talento e categoria mesmo, impressionante.

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás

Novak Djokovic vs. Taylor Fritz

Jannik Sinner vs. Andrey Rublev

Quero ver eu trabalhar kkkk

Wilton Bernardes
Wilton Bernardes
1 mês atrás
Responder para  Gustavo

o primeiro é protocolar kkkk
eu escolheria o segundo com ctz

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Só sei que os poderes espirituais vão guiando Djokovic pelo caminho, sempre, rodada à rodada. Oitavas contra Adrian Manarino foi o cúmulo de vários anos nesta senda. Nas quartas ele certamente enfrentará o jogador de menor ranking entre os 8 classificados.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Tava de férias? rs

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Maurício Luís *

Tentei fazer uma pré-temporada mais eficiente buscando mais consistência e voltar forte no AO. Porém me deparei com Djokovic vencendo tudo novamente e adiei meu retorno. Em função disto perdi boas oportunidades pois muita coisa aconteceu neste AO. O torneio está sensacional.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

RONILDO, estou deveras contente por seu retorno…

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Obrigado Valmir

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás

A jogada do Kaschanov já seria incrível sem o lob… com um lob então…

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás

Sinner x rublev: a batalha dos ruivos. Muito cabelo em quadra kkkk

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Bia e a parceira erraram muito. Me parece q a brazuca claramente entrou em quadra abatida pela derrota nas simples. Vida q segue…

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Para reflexão:

– Em outro blog, cujas postagens às vezes leio pq aparecem em chamadas na home do UOL, o blogueiro diz que o argumento que alguns usam, de que “só sabe quem esteve ali”, referindo-se a críticas contra os tenistas por quem nunca jogou demonstra insegurança, falta de empatia e é patético.

– Iga merece críticas tanto quanto Bia. Aliás, se Ashleigh Barty não tivesse se aposentado, creio que dominaria o circuito por pelo menos mais 3 anos.

– Bia não saiu do top 900 para chegar ao top 10-15 por obra do acaso. Fez coisas muito certas. Manter-se nesse patamar, no entanto, é ainda mais difícil, acho.

– Bia pode até ter atingido a marca de prize money que Bellucci atingiu, mas só se considerarmos valores não corrigidos. Se não, Thomaz ainda está bem à frente.

– Vejo que todo mundo que critica Bia por aqui recebe joinhas negativos. Falando de empatia, fico imaginando por que Ballucci não mereceu a mesma.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Bellucci foi um gênio, dentro daquilo que foi capaz de fazer, os críticos dele, são só ressentidos.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

RSRSRSRSRSRSRSRSRSRS…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Rafael creio q Iga decepcionou mais do q a Bia, pq ela era uma das principais postulantes ao título, algo q a brazuca nunca foi. Aqui às vezes parece q voltei aos primórdios do blog, quando falar contra o Federer era heresia, exercer a democracia é difícil…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Heresia ? . Errastes 90% de suas previsões para o cansadao e aposentado em 2013. O freguesao ficou de 2015 até final de carreira sem ser derrotado pelo Touro fora do Saibro . E ainda é o mais velho N 1 da Era Profissional, ou seja, errastes TODAS as tuas previsões que te levaram ao ridículo ” Odeio Roger Federer” em 2017 kkkkkk. Abs!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

AO INVÉS DE SER AVALIADA PELO que diz o final de determinada sequência da infame analogia, Beatriz é tida como melhor que Swiatek porque esta “era uma das principais postulantes ao título” do slam australiano, quando o correto seria a brasileira ser relacionada ao fato de ser “algo q a brazuca nunca foi”, ou seja, num delírio de fertilidade mental dos mais criativos, em que a patriotice corre solta, chega-se à conclusão que Beatriz é melhor que Swiatek na marra, decorrente de um quesito inventado de última hora, fazendo até lembrar a esparrela cunhada por Cláudio Coutinho( 1939 – 1981 ), que decretou que o Brasil foi campeão moral da copa de 1978, vencida pela Argentina. Não dá para levar a sério essa tal moralidade, né, LUIZ?

Evaldo Aparecido Moreira
1 mês atrás

Bom dia a todos…!!!
Esse Alcaraz é brutus, kkkkkkkkkk, valei-me, vai jogar assim na China moço. Excelente atuação, contra um adversário bom, e que esta na crescente no circuito. enfrentará o Zverev, que foi a 5 sets novamente, se conseguir se recuperar, será um jogaço.
Dalcim, esse espanhol é de outro patamar mesmo, e dos grandes, vem para se firmar por um bom tempo(salvo exceções se não tiver problemas de lesão e/ou declínio técnico), e ele vem forte nesta reta, o que vc achou até agora da campanha de Alcaraz?

Evaldo Aparecido Moreira
1 mês atrás

E sobre a BHM e Townsand, fizeram um jogo muito ruim, com escolha não óbvias, e as adversárias, apesar de sólidas na base, mas era jogo ganhável até, e infelizmente não venceram como deveriam.
Gostei do jogo da Stefani, excelente jogadora de duplas, com nivel técnico, e a parceira Shurrs, essa a achei muito estranha, parece que não tem forças nos golpes, e o saque então? Ou será impressão minha mesmo!?
Olha, o pessoal pode até discordar, se Luisa Sefani joga nas simples, acredito eu, que ela estaria em nivel técnico ligeiramente melhor que a Bia, falo isso, por causa dos jogos que vi das duas, nos últimos tempos, claro, ai o povo vai dizer: “cara, ela é duplista, e não joga simples”, até ai concordo, mas para o bom entendor, se observaram a forma como ela joga, a visão e aprouch tático, vejo ela melhor, o saque dela também é bom, já o segundo carece de uma melhora.
Claro, que há pessoas que não vão concordar, os feitos da BHM nas simples é imenso, isso não se pode negar, mas em comparativo em termos normais de jogo, minha opinião de momento, de momento hei galera, a Luisa está ligeiramente um passo a frente, se ela jogasse constantemente nas simples.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Depois destes anos todos acompanhando o Esporte,solta uma destas caríssimo Evaldo ? . A cobertura de quadra é totalmente diferente . Tem grandes de Simples que não jogam nada nas duplas . Em 10 partidas Bia venceria 8 , ao menos a meu ver . Abs!

Evaldo Aparecido Moreira
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Bom dia, kkkkkkkkkk
Caríssimo, com todo o respeito ao seu conhecimento, mas acaso, leu direito, e acaso, imaginou em pensamentos, a forma, como as duas jogam? Acaso chegou a interar dos fatos, e é claro, senhor Sérgio, tem a questão da cobertura de quadra e tal…..pelo amor de Deus, compreenda, entenda, e depois solta as suas análise, vc tem muito conecimento do tenis, tem comentários de colegas ai, que era coisa simples de se analisar, kkkkkkkkkk, poxa vida prezado.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rapaz tenho concordado contigo ultimamente, o bom sergio da prazer em ler os comentários.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Acredito que em 100 partidas, Bia venceria 99.
A diferença entre elas é enorme. Comparável à diferença entre Djokovic e Manarino

Samuel, o Samuca

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás

Alcaraz e Sinner seguindo em frente. Então ao menos dá uma centelha de esperança pra quem não quer ver o sérvio campeão de novo. Uma centelha, mas não muita… porque as vitórias recentes do Sinner foram em melhor de 3 sets e super apertadas. Melhor de 5, a coisa complica.
Já o Alcaraz em tese tem condição de vencer em 5 sets, mas por enquanto só conseguiu a proeza em Wimbledon, que é um piso diferenciado e onde os pontos não costumam se alongar muito.
Taylor Fritz e o polonês Hurkacz tem lá suas poucas chances, e ainda assim, só se estiverem num dia ótimo e o número 1 num dia tenebroso. Fora isso, esquece.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Maurício Luís *

As 4 vitórias de SINNER foram muito apertadas , meu caro ? . Alcaraz já venceu dois SLAM e 5 Sets deixou de ser problema há muito. Ficou de fora do AOPEN 2023 por lesão, e está doido para um tira teima com o Sérvio. O mesmo serve para o Italiano. Abs!

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
1 mês atrás

RUIMblev jogou um bolão, tenho que reconhecer. Do jogo Djokovic x Pecador sairá o campeão. Tévez está abaixo desses dois no momento.
Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

E tu que pegastes a vida inteira ( sem sucesso rs ) no pé do Touro Miura , passastes a bola pro Tourinho Assassino, e que vamos combinar que de Tevez não tem nada. Alcaraz está quebrando todos os recordes de um Tenista aos 20 anos , e no momento já se encontra a apenas 200 pontos no Ranking atrás do Sérvio. Me parece capacitado no momento a bater Zverev e MEDVEDEV na sequência e depois enfrentar o ” sobrevivente ” da outra chave com boas chances, caro conterrâneo…rs . Abs!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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