PLACAR

Assim estava escrito

Ainda que a Copa Davis atual seja bem menos competitiva e atraente do que seu formato secular, a conquista do bicampeonato pela Itália foi uma questão de justiça, a mesma aliás que levou o Canadá ao título do ano passado, ambos em cima da Austrália. Sim, porque tanto o tênis italiano como o canadense vêm há anos fomentando a base. Dão apoio financeiro e ferramentas, o que inclui até apoio psicológico. E aí erguer troféus é um caminho natural.

Há 15 meses, escrevi neste mesmo Blog um longo texto que procurava mostrar como a Itália havia se tornado um exemplo para o tênis em termos de organização, passando por profunda reformulação estrutural e elevado conceito de empresa, pilares essenciais para investimento na base e na transição. E tudo no espaço incrivelmente curto de 20 anos. Basta lembrar que, em 2003, o país chegou a cair para terceira divisão da Davis ao perder para o Zimbábue.

E a virada de rumo passou por um aspecto essencial: a prospecção de talentos. E sabem que era o responsável? O mesmo Filippo Volandri, que conquistou neste domingo a Davis como capitão. Em 2016, ele aceitou o cargo de diretor técnico da Federtennis e focou o trabalho na turma de 16 a 24 anos. Transformou o centro de alto rendimento de Tirrenia num ponto central e por lá passaram nada menos que Matteo Berrettini, Lorenzo Sonego, Lorenzo Musetti… e Jannik Sinner.

Ao atingir o bicampeonato da Davis e encerrar um jejum de 47 anos, as palavras que mais se ouviram de Volandri foram ‘grupo, união e família’. E isso tem tudo a ver com sua filosofia de trabalho. Lá naquele artigo de agosto, eu citava algumas passagens em que o ex-profissional insistia na necessidade do trabalho em conjunto. “Nunca substitua o papel do treinador pessoal de um garoto, ele é o ponto de referência do tenista”, ou “Fornecemos as melhores ferramentas porque queremos que se tornem independentes. Quando andarem com as próprias pernas, teremos atingido nossa meta”.

Em Tirrenia, a filosofia é “compartilhar métodos”, a palavra de ordem é “colaboração” e o objetivo constante é “trabalhar em conjunto”. Se os talentos forem descobertos e a eles dadas oportunidades, é muito improvável que o tênis não avance. Note-se que a Itália também decidiu a BJK Cup deste ano. Para completar, o extenso calendário de ITFs e challengers facilita a vida e “um resultado bom de um tenista puxa o outro”.

Enfim, erguer a Ensaladera parece natural para um país que tem quatro nomes no top 50, dos quais três estão no máximo com 22 anos. Sinner é o carro-chefe e seu jogo não para de crescer. A segunda vitória em 10 dias sobre Novak Djokovic, ainda por cima tendo de salvar três match-points, e a surra que deu no número 12 Alex de Minaur são a melhor forma de se fechar uma temporada cheia de evoluções técnicas e numéricas. Confiança é o nome do tênis. E isso está sobrando a ele.

92 Comentários
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Jonas
Jonas
3 meses atrás

Dalcim, vc fala do interesse da Davis, você acha que se o Brasil tivesse na final a sensação que você teria em relação a Davis seria diferente?

Independente Futebol do Fluminense
Independente Futebol do Fluminense
3 meses atrás

Sabe o que o Botafogo me lembra, Federer contra Djokovic.
É aquela situação, você pode dar o show que for, mas no fim você vai perder, é basicamente isso que o Botafogo demonstrou. Deu show até começar a ver que iria ganhar, e então vem o show de amarelagem.
Federer podia dar o show que fosse, no fim ele iria segurar o braço e Djokovic iria ganhar, é basicamente a mesma coisa do Botafogo.

Eric
Eric
3 meses atrás

Putz… é sério isso? Você perde tempo pra escrever isso? Cara… o h2h dos dois é 27 a 23. Ou seja… em 23 jogos Federer foi o vencedor, sacou?

Marcelo Costa
Marcelo Costa
3 meses atrás
Responder para  Eric

O problema não é a sandice em tom de óbvia ironia do troll, sao vocês pegar ar e ficar respondendo, dando alimento a quem não se deve

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 meses atrás

Aí já acho um grande insulto.

Federer deu suas amareladas contra o Djokovic, mas é o terceiro da história, o famoso Terceirão, enquanto o Botafogo é um micróbio mesmo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Se superando todo dia , não é mesmo caríssimo Piloto ? . imagino a tua cara em WIMBLEDON 2023 com o Craque Suíço sendo aplaudido de pé na Quadra Central, em homenagem que nem Sampras teve , e o “ goat “ apanhando na FINAL pro Tourinho Assassino kkkkkk. Até na China a palavra ÍCONE fez parte das homenagens. Esta semana até Papai Novak jogando culpa na imprensa pelo não reconhecimento ao filho , pelo menos até agora . Ps : Como vai lançar marca própria em 2024 , o “ guerreiro de Mônaco “ resolver participar de Todos os eventos da ATP começando pela Copa de Nações mista em Janeiro. Acho que agora vai … kkkkkkkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não entendi sua revolta. Eu defendi o suíço, ao invés de dizer que ele é tão pequeno quanto o Botinha.

Sr. SR sempre insatisfeito!

Rsrsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

É porque ele não entendeu!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Novidade ele não entender quase nada, rsrs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Tu que é o “Rei” de entender as coisas , satisfeitíssimo com o cara comparando o Botafogo a um micróbio . És um baba ovo do SR Almeida maior que o L.F. 1 …kkkkkkk. Abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

E vc é um confuso q não entende mesmo as postagens kkkk…

Paulo F.
Paulo F.
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Mas que novidade!
hahahahahaha

Groff
Groff
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Quem seria o segundo, então, Paulo? Se for Nadal, com todo o respeito, você está de sacanagem, né?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Groff

Groff,

Se estou de sacanagem com um cara que tem 22 Slams, 36 Masters, 1 ouro olímpico, 5 year-end e larga vantagem no h2h, aí você se entenda com os torcedores do espanhol, rs. Federer tem vantagem em semanas #1 e ATP Finals, mas vejo a disputa equilibrada e com pequena vantagem pro Nadal.

Abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Se entenda com os torcedores de Nadal … Sei … Os 14 RG do Touro e as 237 Semanas CONSECUTIVAS no Topo do Craque Suíço, são recordes IMBATÍVEIS. Lembrando que o único que não possui Ouro Olímpico é o tal “ goat “ . Tens muitas dificuldades em cravar Terceirão, caro Piloto . Roger Federer de longe e’ quem mais incomoda os Kombistas kkkkkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

14 títulos de um mesmo Slam não valem mais do que o TOTAL e tampouco semanas consecutivas valem mais que as TOTAIS. Contar ouro de duplas então chega a ser mais engraçado do que falar que o Botafogo é grande.

Só o Sr. SR mesmo.

Rsrsrs, abs!

Groff
Groff
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu já disse outras vezes aqui, e com todo o respeito que tenho pelo Nadal e seus fãs, ele não entra, em minha opinião, nem na lista dos 3 primeiros (Laver é mais relevante, penso; acho até que Sampras carrega mais peso na discussão, tendo em vista a dominância que estabeleceu sobre o circuito em seu tempo). O espanhol, veja-se, não teve muito domínio do circuito fora do saibro, seu número de slams, por mais impressionante que seja, ocorre por conta de um torneio, majoritariamente, e, mais do que qualquer coisa, ele nunca venceu aquele que é o torneio mais importante da ATP, sua associação profissional, quando Nole agora tem sete e Federer (anterior recordista), seis. H2H é circunstancial (se valesse, Roddick seria maior que Nole, o que seria uma piada) e tem a questão do “encaixe” do jogo também. Enfim, opiniões, mas não acho que Federer possa ficar atrás do espanhol numa lista que leva fatores como esse em consideração. Abraço!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Groff

Ok, respeito seu argumento, mas seria interessante algum nadalista tentar contra-argumentar contigo, rs.

Abs!

Marcelo Costa
Marcelo Costa
2 meses atrás
Responder para  Groff

Nadal venceu federer na grama, tem mais slams que o suíço e você o deixa atrás de laver e sampras?? Por favor não dá, onde vencer deixou de ser relevante? Ser soberano em um piso parece ser demérito, sobre legado antes de todo RG a babolat lança a nova raquete do Nadal, vendia aqui feito água, isso é legado, é algo plausível, mensurável, técnico e prático, nem vou falar da marca miura em parceria com a Nike.
Enquanto houver tanto malabarismo, haverá indignação, achar laver maior que Nadal devia ser crime de lesa quadra

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 meses atrás
Responder para  Marcelo Costa

Concordo com você, Marcelo.
Se subtrair da conta de Nadal 14, restam 8. Quantos dos grandes superam essa marca?

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás
Responder para  Groff

Rafael Nadal possui 08 GS FORA DO SAIBRO e eu tenho que ler que ele não possui grande dominância fora dele.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Pois é, o nosso grande Guga possui 3 GS e todos, só no saibro.
A história de Nadal é como se ele fosse um grande tenista que faturou 8 GS na carreira.
Ahh, de lambuja, tem outros 14 em RG, porque ali foi a casa dele, então, nada mais normal que isso.

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás
Responder para  Groff

ÓBVIO que é o Nadal.

Gustavo
3 meses atrás

Engraçadíssimo . Galera passando mal de rir.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás

Exato. Não sei qual a idade do parceiro e o tempo que acompanhas o Esporte, mas onde o rapaz estava nas VINTE e TRES derrotas do Sérvio para o Craque Suíço ? Seria no antigo FakeTenisBrasil??? … kkkkkkk. Abs!

Evaldo Moreira
3 meses atrás

“Sabe o que o Botafogo me lembra, Federer contra Djokovic”
Hein, que compração é essa mesmo?

Jorge Miguel
Jorge Miguel
3 meses atrás

20 anos e já produziram um tenista do calibre do sinner ,acreditar no longo prazo é a chave do sucesso

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás

Brava Italia!
Sobre o sorteio do qualificatório, penso que o Brasil deu sorte na Davis (Suécia, lá) e na BJK (Alemanha, aqui).
Na Davis, aliás, Argentina e Chile também tiveram sorte. Jogarão contra Cazaquistão e Peru em casa, respectivamente. Portanto, um sul-americano já está garantido nas finais e será ótimo para o tênis deste continente se três passarem.
Concessão de wild cards para a fase final da Davis já é, por si só, bastante questionável do ponto de vista esportivo. E o que dizer então do terceiro convite para a Grã-Bretanha e do segundo para a Espanha em cinco edições da Copa depois da mudança do formato? A justificativa do convite para a Espanha é por ela ser novamente a anfitriã das finais, mas e para a GB?
Há alguma explicação para esse favorecimento, Dalcim?

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Concordo com a sua ideia de abolir os wild cards e simplesmente classificar os quatro semifinalistas de um ano para a disputa das finais do ano seguinte, cada um deles sediando um grupo da etapa de setembro (round-robin). Esportivamente falando é o mais justo e inteligente, na medida em que atrairia mais público local para os estádios durante aquela fase.
Note que nem o critério alegado de ser anfitrião p/ ganhar convite é observado, uma vez que Áustria, Alemanha e Croácia nunca o receberam, apesar de já terem co-sediado a fase ‘round-robin’. Enquanto isso, em 2024 a Espanha receberá o seu segundo WC e a Grã-Bretanha, pasmem, o terceiro!
Como se dizia antigamente, durma-se com um barulho desses!

Rossini
Rossini
3 meses atrás

Que boa sintonia encontrou a equipe italiana. Construiu um time fortíssimo. E que bom trabalho do Volandri, paciência por parte dele, era um jogador pra lá de mediano, com saque pífio, mas conseguiu se reinventar como técnico e alcançar grandes objetivos.

Evaldo Moreira
3 meses atrás
Grazi Grazi in Itália, Bambinos cosa ci interessa
Pedro Pellegrino
Pedro Pellegrino
3 meses atrás

Excelente artigo! Dalcim, como faço pra ver as suas outras colunas? Não tô achando. Obrigado!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
3 meses atrás

JOSÉ NILTON, mediante sua postagem a mim direcionada, dizendo que “Basta você parar de escrever bobagem”, eu lhe pergunto: Você não acha “bobagem” um termo vago demais, para quem quer dizer alguma coisa específica? Ou não há especificação coisa nenhuma? O que é “bobagem”, no que concerne à minha forma de escrita nesta casa? Vai seguir com a mesma lenga-lenga sobre que ofendo meus pares de confraria e que digo palavrões? Cadê as manifestações em quantidade dos tais ofendidos, em desagravo às minhas supostas ofensas? Arranja outro modus operandi para a sua perseguição sistêmica à minha pessoa, JOSÉ, que este já não cola mais…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
3 meses atrás

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, campeão paulista de 2023. Salve as Brabas!!

Pedro Amorim
3 meses atrás

É notável a paixão que o tênis desperta, tanto na análise técnica quanto nas comparações divertidas com outras áreas esportivas. A conquista da Itália na Copa Davis destaca não apenas o sucesso atual, mas também a importância de investimentos na base. A discussão sobre critérios de seleção para a fase final evidencia a busca por equidade, algo fundamental em competições esportivas. Esta diversidade de perspectivas é essencial para a evolução e a integridade do esporte, proporcionando debates enriquecedores sobre seu futuro.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
3 meses atrás

Conforme já mencionei tempos atrás, continuo sem entender por que a CBT não tenta pelo menos copiar algumas coisas dos trabalhos que estão sendo feitos na Itália. E nem precisamos atravessar o Atlântico. A Argentina, com essa inflação galopante e na maior crise, está no momento com 6 tenistas no Top 100 e com 15 tenistas entre os 200 primeiros.
Essa CBT está ” deitada eternamente em berço esplêndido”. E os nossos tenistas que nem faquir: deitados numa cama de pregos.

Refaelov
Refaelov
3 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

Perfeito Maurício, aqui no Brasil claramente o problema já começa com as guerras de ego e total incapacidade de colaboração entre diferentes centros locais..

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás

Durante a pandemia, o maior ícone da história do tênis, Roger Federer, veio em defesa da modalidade enfatizando a necessidade e seu apoio a uma fusão entre a ATP e a WTA. Todos sabem que a WTA tem mais dificuldades em gerir o esporte e oferecer as mesmas condições que a ATP oferece aos seus atletas. A pandemia trouxe grandes obstáculos aos negócios de entretenimento. No entanto mostrou ser o momento ideal, talvez unico no curso da história, para esforços sérios em torno de uma possível fusão entre a ATP e a WTA. Infelizmente a própria ATP estava preocupada com a sua própria existência diante da sombra ameaçadora da PPTA, uma ideia que apareceu no contexto errado, atrapalhando as conversações para o que seria a maior evolução do esporte tênis em todos os tempos: a fusão da ATP e WTA. Sabemos que a centenária Davis sofreu um pesado revés quando a ITF assinou com a Kosmos. Porém mesmo neste formato atual seria um grandioso espetáculo se a Taça Davis fosse uma competição que contasse com atletas masculinos e femininos defendendo seus respectivos países, sob a tutela de uma só entidade que gerisse o tênis profissional. Por isso a meu ver os defensores da PPTA foram retógrados e não se deram conta do momento sensível e único que a pandemia trouxe, mas que ofereceu a oportunidade do tênis como esporte de entretenimento evoluir e oferecer uma verdadeira condição de igualdade entre os gêneros.

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás
Responder para  Ronildo

Meu caro Ronildo, prazer em lhe dirigir a palavra pela primeira vez. Em minha opinião, você fez uma ótima argumentação até “os defensores da PPTA foram retógrados”. A PPTA tentou dar mais condições aos tenistas do que a ATP, que como qualquer entidade, pensa apenas em lucro. Eles (ATP) nunca cogitaram uma fusão com a WTA exatamente porque necessitariam dividir este bolo com uma entidade muito menos lucrativa. Para piorar o quadro, a PPTA enfrenta desconfiança dos próprios tenistas, sem falar do cartel gerido pela ATP e parceiros comerciais. Os mesmos tenistas que criticam a entidade pela imensa variedade de bolinhas, responsáveis por contusões e porque os organizadores dos Slams repassam muito pouco dos lucros aos tenistas.

Estes dois temas foram abordados pelo Wawrinka em recente entrevista. Foi irônico e deixou no ar uma possível revolta dos tenistas em um futuro próximo. Agora só nos resta saber quando isto acontecerá, pois a geração dele nunca transformou a teoria e a revolta um ato prático e duvido que os mais jovens assumirão esta bandeira.

Sobre a fala de Roger Federer me pareceu simplesmente uma maneira de se posicionar midiaticamente, sem efeito prático algum. Tanto o suíço como Rafael Nadal sempre ficaram ao lado da “causas certas” para a melhoria do esporte, porém, apenas em entrevistas. Na prática, pouco ou nada fizeram. Nada surpreendente, pois anualmente faturam muito mais com imensos contratos publicitários dos parceiros da ATP do que com as premiações dos torneios. A maior prova disso é que o já aposentado suíço segue sendo um dos 10 esportista que mais fatura no mundo.

A destruição do clássico formato da Davis – jogos sem cinco sets não faz o menor sentido – é a própria banalização do esporte, como será a Copa do Mundo de 2030 da Fifa, que contará com seis países sedes e 48 partcipantes. A ideia é lucro, lucro e mais lucro. Mais jogos, mais euros e tanto faz se técnicos e jogadores protestam contra esse massacre.

A própria Copa do Mundo corre o risco de virar uma “nova Davis”, pois os árabes sonham em comprar os direitos definitivos da Copa do Mundo. Ficaram entusiasmados com o sucesso do último mundial e já conseguiram a Copa de 2034. Agora querem os direitos comerciais para explorar o torneio a cada 4 anos, sempre em seu solo, com intuito de higienizar a imagem autoritária e cruel perante ao planeta. Por isso, os príncipes injetaram bilhões de euros nos clubes, tirando vários jogadores dos maiores clubes europeus, para mostrar que há interesse local. No momento, a Fifa se recusa cogitar tal negócio, mas alguém duvida isto acontecerá mais cedo ou mais tarde?

É isso, Ronnie!
É isso, Ronnie!
3 meses atrás

Dalcim, ainda tem interesse em assistir a Next Gen?
Uma idea boa talvez fosse colocar a Next Gen e a Laver CUp em uma mesma semana em um mesmo estádio, tipo, Next Gen de domingo a quinta, e sexta até domingo a Laver CUp

Tender
3 meses atrás

A Itália mandou bem demais na Copa Davis, levando o bicampeonato e mostrando que a parada deles tá muito bem organizada. O Filippo Volandri, ex-jogador e agora capitão, foi o cérebro por trás desse rolê. Em 20 anos, saíram da terceira divisão pra bicampeões, e tudo graças a um trabalho forte de Berrettini, Sonego, Musetti e o Sinner, que tá detonando geral.

Evaldo Moreira
3 meses atrás

“Você não tem o direito de recusar um teste, essa é a regra. No ciclismo você é submetido a um teste e, se recusar, é automaticamente positivo. Se for esse o caso, você é punido”, disse o ex-ciclista francês e atual chefe da equipe Groupama-FDJ ao RMC. Para ele, a violação das regras deve ser punida. “Se a autoridade antidopagem fizer o seu trabalho, Novak Djokovic deve ser suspenso”, acrescentou.
Madiot justificou o seu pedido da seguinte forma: “Entre as substâncias dopantes existem aquelas que só podem ser detectadas por um período de tempo muito limitado. Se você não se testar antes do início ou durante o jogo, seus vestígios no corpo podem ser apagados. O fato de ele ter recebido apenas um aviso é surreal”, falou o chefe da equipe profissional francesa.
Dalcim,
Sou leigo nesse aspecto, como funciona esses teste de antidoping, na matéria diz, que foi feito pedido a cerca de 01:30 antes do jogo, para mim, mais que suficiente, mas para o sérvio não…e olha que vi matérias em que os caras am até nas casas dos atletas, Serena williams que o diga, e novak deu a sua justificativa, em que pese, quem tá certo, ou quem está errado, e ai Nole deve ser suspenso, e eles pedirem a contra prova?

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás

É muito curioso e triste perceber que a matéria sobre Thomaz Koch passou batida, sem comentário algum. Isto apenas reforça minha ideia de que a atual geração ignora completamente o esporte e apenas se preocupa com o tedioso e ridículo papo de goat.
Para aqueles verdadeiros apaixonados pelo esporte e que conheceram o tênis no final dos anos 1970, início dos 1980, esses eram nossos verdadeiros ídolos. Uma época em que Slams e números 1 do mundo ficavam restritos aos semideuses Borg, Connors, McEnroe, Lendl e alguns poucos imortais.
Para nós, os meros mortais, Koch, Carlos Kirmayr, Cássio Motta, Ivan Kley, Fernando Roese, Luiz Mattar, Givanildo Barbosa, João Soares, Julio Góes, Marcos Hocevar, entre outros, eram os tenistas acessíveis e fáceis de serem vistos. E como jogavam bonito!
Kirmayr e Motta chegaram a ser uma das 10 maiores duplas do mundo. O “gordinho” Cássio Motta (foi ridicularizado desta forma por Boris Becker após o alemão destroçá-lo numa Davis em um carpete ultrarápido), era de um talento incrível. Quando juvenil rivalizava com McEnroe e Ivan Lendl, com quem dividiu boas histórias e chegou a contar várias em mesas de clubes para riso geral.
Mootta sempre foi simpático, bom de bola (a pequena e a grande, do gramado) jogava uma barbaridade. Ele e Kirmayr possuíam um toque leve, de incrível beleza, criatividade. Eram os tempos mais românticos, ainda amadores, sem toda a tecnologia que fez os tenistas de hoje máquinas perfeitas dentro da quadra e incrivelmente tediosas fora dela.
Luiz Mattar era outro incansável lutador, que dava calor em Yannick Noah, em Roland Garros. Noah, para quem não sabe ainda é o último francês a vencer o Slam de Paris e não apenas o pai daquele jogador de NBA.
Uma época linda, onde as rivalidades entre os fãs de Borg, McEnroe, Lendl, Connors não passavam de umas discussões leves e sem maiores complicações, em uma mesa da lanchonete de seu clube e, que invariavelmente acabava com todos indo para uma quadra se enfrentarem em animadas duplas.
Esses senhores – estou chegando lá, os 60 estão virando a esquina em um par de anos – são parte imensurável de uma linda página do nosso esporte absolutamente ignorada e soterrada por pessoas que nada conhecem ou apreciam o passado. O jogo era muito mais lento, as raquetes de madeira e as primeiras de alumínio hoje são incrivelmente ultrapassadas, os jogadores eram mais baixos, menos físicos, mas os momentos que nos proporcionaram foram incríveis, às vezes, épicos. 
Para quem teve a sorte ver Brasil x Argentina, em São Paulo, em 1980, sabe o que estou dizendo. Eu estava lá, Perdemos de 4×1, mas Villas ficou horas suando feito louco e precisou de 10 sets para vencer Koch e Kirmayr em duas partidas tensas e cheias de grandes lances. E ainda puder ver, os dois “Ks” juntos, derrotarem a dupla Villas e Clerc, fazendo nosso único tempo.  E para quem não sabe José Luís Clerc, foi outro grande do tênis argentino e também top 10 em um tempo que os dois argentinos estavam entre os maiores do circuito.
Que Koch e todos estes exponentes do tênis brasileiro vivam mais 100 anos. Só fiquei curioso em saber quem era a pessoa na cadeira de rodas, seria o Júlio Goes?

André Aguiar
André Aguiar
2 meses atrás
Responder para  Carlos H Mann

Relato sensacional, Carlos. Compartilho das suas impressões. Tive a satisfação de conversar um pouco com o Koch num pro-am há alguns anos. Super simples e simpático, contou algumas histórias hilárias do seu tempo de jogador. Lembro que ressaltou a simplicidade do Borg, que mesmo na época de número 1 super famoso, conversava tranquilamente com os fãs à beira da quadra de treino como se conversasse com amigos.

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Obrigado, André. 

Os jovens cometem um erro fatal: idolatram os tenistas, não o esporte. Quando McEnroe impediu o hexa de Borg em Wimbledon todos nós ficamos chocados, mas não houve essa serie de agressões verbais tão comum e infantil atual. Era apenas um fato da vida: na quadra os dois melhores do mundo se enfrentaram e venceu, quem de fato era o melhor no momento. E pronto: todos íamos para a quadra e o jogo era apenas uma página virada.

Desta forma curtir as incríveis finais e partidas daquela época tinham um caráter meramente de diversão: você assistia, encontrava os amigos nos dias seguintes e discutia despretensiosamente. Hoje já percebo conversas acaloradas e pessoas desdenhando dos tenistas quando um perde. Até troca de socos presenciei.

Pessoas como estas, fissuradas apenas em resultados e vitórias não entendem que o gostoso do esporte é que ele é sempre será uma diversão, um hobby. Seu time foi campeão, foi vice, está na fila? A gozação durava o tempo certo e terminava antes de se tornar agressiva, o que seria inadmissível. Hoje a agressividade é a única “diversão”, especialmente quando se escondem atrás de um teclado.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
2 meses atrás
Responder para  Carlos H Mann

Me lembro de qdo meu irmão chegou em casa com um par de raquete de madeira, e logo no dia seguinte com meu dinossauro na mochila, era por volta de 1988 alumínio era o material usado, com minha lata de bola pzm fui até o paredão começar a me apaixonar por esse esporte.
Cassio mota tinha um revez lindo de se ver, mas em um país que diz que Guga é o maior brasileiro a empunhar uma raquete em detrimento de Esther Bueno, da a dimensão do sei preciso texto

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Marcelo Costa

GUGA , disparado seguido por Thomaz Kock , o melhor no Masculino. Maria Esther Bueno a maior Tenista entre homens e mulheres da história no Brasil. Nunca vi falar diferente a não ser alguns tipo membros da Kombi. Cujo Esporte se restringe ao Sérvio ou ” goat” , como preferir… Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Inventando histórias agora SR?

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás
Responder para  Marcelo Costa

Os eternos paredões onde destroçávamos Borg, McEnroe e Lendl, enquanto tentávamos dobrar os joelhos corretamente ou acertar o saque acima da linha. Dei muitos pneus. Pena que nenhum deles estavam presentes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás

Então Dalcim. Me parecem muito claras as medidas do antidoping para TODOS os Tenistas . Gostaria, se possível, da sua opinião abalisada sobre este caso envolvendo o N 1 do mundo, que está tendo grande repercussão. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tentando encontrar argumento contra o maior de todos? Volta para o tal do legado porque a coisa está feia.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Então Paulinho. Devido ao LEGADO incomparável de Federer , Novak segundo seu próprio Pai , não é reconhecido como deveria rs . Já passou da Época de os membros da Kombi ( milhares rsrs ) , avisarem ao Coroa , que Djokovic é o “ goat “ e não se fala mais nisso kkkkkk. Abs!

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 meses atrás

Essa recusa do Nole de fazer o antidoping antes do jogo vai dar pano pra manga. Se não na ATP, aqui no blog é certeza. E lá vou eu apagar fogo com meu balde de gasolina.
Quer dizer que o Deus não pode descer do Olimpo e ter interrompida sua rotina de preparação por um reles mortal a lhe pedir um teste? Acontece que isto está nas regras. A qualquer hora, em qualquer lugar.
Mas, fiquem os fãs tranquilos. Isto deve acabar em pizza.

Paulo h
Paulo h
2 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

Djokovic é o alvo a ser derrubado. Ele é perturbador. Alimentar o boato sobre doping é, para alguns, a única
maneira de pôr em causa todos os seus títulos.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

Discussão encerrada. Qualquer jogador pode escolher entre fazer o teste antes ou depois das partidas. O desespero de vocês para encontrar um argumento contra o maior e melhor de todos é digno de pena.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Da minha parte, não tem desespero nenhum. Baseei-me na matéria que fala do ex-ciclista. Já hoje apareceu esta outra matéria esclarecendo que ele pode sim escolher fazer antes ou depois. Então retiro o que disse.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

Não, não vai e o assunto já foi encerrado.

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Segundo a Agência Internacional de Integridade do Tênis, Djokovic não recusou a prova. Os jogadores têm a opção de
fazer antes ou depois da partida. Ele fez isso depois e estava dentro de seus direitos. Ponto.
Então, por que incomodá-los antes.
Lógica kafkiana!

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás

Em tempo: título merecidíssimo para a Itália, que vem fazendo um belo, cuidadoso e exemplar trabalho para a formação de tenistas.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Parece que agora as coisas estão ficando mais claras quanto ao retorno de Rafa, pelo menos há alguma lógica, pois não faria sentido após um longo afastamento ir direto p um GS com jogos de 5 sets. Deverá fazer algumas apresentações em Dezembro, depois disputar um dos eventos preparatórios e aí sim seguir p o AO. Tomara q esteja bem, mas em sã consciência ninguém deve esperar grandes resultados.

Groff
Groff
2 meses atrás

Oi, Dalcim! Estou aqui apreciando as mudanças no site. Ia comentar numa resposta do Paulo no outro post, mas acho que agora tem uma “janela” de tempo para tanto, certo? Se for isso, vai ser permanente? Desculpe se esse tema já foi discutido antes. Também vi que comentários anteriores ainda precisam ser recuperados. No mais, muito sucesso na nova fase! Grande abraço!

Groff
Groff
2 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Oi, Dalcim. Obrigado por responder. Acho que não fui claro. Desculpe. O que quis dizer é que fui tentar postar no artigo anterior, do Djokovic, e não abriu a opção de comentar pra mim. É a isso que eu estava me referindo como “janela” (no sentido de que, após algum tempo, os posts antigos parecem não permitir novos comentários). Abraço!!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás

A conquista do sétimo ATP Finals está doendo na alma dos torcedores do “goat” sem nenhum recorde relevante em termos de conquistas. Antes era o tal do legado, agora estão acusando o goat dentro de uma quadra de tênis de doping.
Só para lembrar:
Sem recorde de majors;
Sem recorde de ATP Finals;
Sem recorde de Masters 1000;
Sem recorde de temporadas como número 1;
Sem recorde de semanas totais como número 1.

Jonas
Jonas
2 meses atrás

Achei ótima a mudança no site. Na aba notícias, finalmente conseguiram espantar os mal-educados. Só acho que os comentários mais recentes do blog deveriam aparecer primeiro, senão fica confuso.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás

Dalcim,

Por que os emojis não sendo aceitos? Links do YouTube também estão proibidos?

Abs.

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

ATP Awards Nominees:

COMEBACK OF THE YEAR:
Koepfer
Monfils
Struff
Zverev

MOST IMPROVED PLAYER:
Arnaldi
Eubanks
Shelton
Sinner

NEWCOMER OF THE YEAR:
Fils
Cobolli
Van Asshe
Stricker
Michelsen

SPORTSMANSHIP AWARD:
Alcaraz
Dimitrov
Hurkacz
Sinner

COACH OF THE YEAR:
Craig Boynton (Hurkacz)
Darren Cahill & Simone Vagnozzi (Sinner)
Juan Carlos Ferrero (Alcaraz)
Goran Ivanisevic (Djokovic)
Bryan Shelton (Shelton)

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Meus vencedores

Zverev (ficaria feliz se Monfils ganhasse também)

Shelton

Fils

Carlitos

Treinador do ano: Sinner. Darren transformou Sinner em algo especial. Sinner foi ótimo em 2022, mas os últimos meses de 2023 foram ESPECIAIS.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás

Nada, nada absolutamente nada pode ser menor do que o elétron Botafogo.

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Olha que o Botafogo tem um clube irmão no RS: Sport Club Internacional – outro que não pode ver um fiasco que já quer passar.

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Deixer ver se eu entendi: o senhor está chamando de fiasco um time que, neste século, conquistou as mesmas duas Libertadores que Palmeiras e Flamengo, com o adicional de um Mundial em cima do Barcelona de Ronaldinho, Xavier, Iniesta e Deco? 

Como diria o personagem Macaco Sócrates, do programa O Planeta dos Homens: “não precisa explicar, eu só queria entender”.

Só para deixar bem claro, que não sou gaúcho e nem torço para o Internacional. Mas a falta de memória, de conhecimento histórico e de bom senso destes jovens de hoje é estarrecedor.

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás
Responder para  Carlos H Mann

Acho que tu não assistiu a final da Copa do Brasil de 2019 e menos ainda o Campeonato Brasileiro de 2020.

Carlos H Mann
Carlos H Mann
2 meses atrás
Responder para  Paulo F.

O meu corretor ortográfico me traiu: onde se lê Xavier, o correto é Xavi, grande meio-campista e atual técnico da equipe catalã. E o Internacional é o time brasileiro com mais conquistas internacionais neste século: 6. Além do Mundial e das duas Libertadores já citadas, venceu a Copa Sul-Americana, em 2008 e duas Recopa Sul-Americanas (2007 e 2011).

Que se critique o atual momento do time colorado é uma coisa, mas chamá-lo de fiasco é demais. 

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Sou obrigado a discordar de ti, tocaio. O Internacional tem grandes conquistas no século 21 e ainda pode ser chamado de grande.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu francamente não penso no clube, todos ali vão passar, imagino a dor da torcida, eu como Corinthiano maloqueiro e sofredor graças a Deus, sei como sofre o torcedor.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Marcelo Costa

É, mas fazer o melhor 1° turno da história e uma campanha de rebaixado com 3 vitórias no 2° é um sofrimento jamais visto. E esses últimos resultados então: 2 viradas inacreditáveis e 3 empates no final do jogo; o de ontem logo após fazer o gol. Totalmente inacreditável.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu como botafoguense, depois de tanto tempo, achei que verei outro caneco.
Depois da derrocada do segundo turno, várias tomadas de virada, empatar com Coritiba e ainda querer ser campeão, não vai mesmo.
Ainda bem que aqui somos Djokovicianos!
Só alegria!

Lucas Lopes
Lucas Lopes
2 meses atrás

Excelente matéria

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 meses atrás

Nossa, que bonito! Não sabia que a vó da Bia, já com 90 primaveras, ainda joga tênis. Grande inspiração não só pra ela como pra todos os idosos.
E agora a maioria dos tenistas entra de férias. Só que acho meio incoerente essas tais exibições. Tipo “Enquanto descanso, carrego umas pedras.”
É pra descansar ou não é?
Mas é que o$$ dólare$$$$ falam alto…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Rafa confirmou o retorno em Brisbane 2024, p depois jogar o AO. Fico muito feliz, mesmo estando consciente de q suas chances tendem a ser irrisórias neste reinício!

Evaldo Moreira
2 meses atrás

Gostei de saber, que Rafael Nadal vai participar de Brisbane/2024, um torneio que gosto e aprecio. Acredito eu, que Rafa deva ter feito treinos, simulando uma partida, a principio, para ver como está fisicamente, depois, vem a questão do saque e mobilidade.
A técnica , nem se discute, a grande preoucpação á meu ver, é a parte fisica e ritmo de jogo, avaliando isso, acredito que é essa foi a tese abordada entre o staff e Rafa, como ele vai fazer algumas apresentações em dezembro, resta confirmar se de fato vai.
2024 promete: Djokovic, Nadal, Alcaraz, Daniil M, Sinner e companhia, promessa de grandes jogos, e também no feminino, que promete também, a conferir, estou ansioso e curiso para ver essas partidas no ano que vem.

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
2 meses atrás

Interessante a declaração do Kyrios, mostrando como as pessoas, talvez inclusive nós, podemos passar por momentos de instabilidade e não devemos “atirar a primeira pedra”

Peterson
2 meses atrás

É fascinante como o mundo esportivo transcende as fronteiras específicas de uma modalidade, permitindo comparações divertidas e debates acalorados. A rivalidade entre Federer e Djokovic, tão enraizada no universo do tênis, ganha uma dimensão única quando associada a metáforas futebolísticas, como no caso do Botafogo.
Isso destaca a riqueza das interconexões no mundo esportivo, onde a paixão e as rivalidades podem inspirar comparações inesperadas. A analogia entre Federer e Djokovic e as performances de equipes de futebol adiciona camadas de interpretação e humor ao cenário esportivo. A diversidade de perspectivas é o que torna essas conversas tão enriquecedoras e estimulantes para os fãs. Que continuem as discussões saudáveis e as emoções vibrantes em todos os campos esportivos!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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