E o show continua

Quem diria que, 17 anos depois, Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Marin Cilic novamente estariam juntos na terceira rodada do Australian Open. Os três mais icônicos “velhinhos” do circuito atual avançaram de formas distintas: enquanto Nole e Cilic passaram com muita autoridade, Stan lutou 4h33 e só foi ganhar no supertiebreak de um adversário 19 anos mais jovem. Magnífico.

O melhor resumo sobre a exibição firme e tranquila de Djokovic veio de seu próprio adversário, o pouco experiente italiano Francesco Maestrelli, que agradeceu a “aula” e disse que viveu um “momento inesquecível”. A vitória econômica foi certamente importante para o sérvio, que agora terá pela frente um raro adversário que não tem saldo negativo contra ele, o holandês Botic van de Zandschulp, para quem perdeu no ano passado em Indian Wells e venceu uma vez em 2022.

Wawrinka continua a roubar todas as cenas. Em sua despedida do Slam que ganhou em 2014. ele deu show de intensidade, controle emocional e físico em dia, tendo ficado sob pressão de derrota tanto no quarto como no quinto sets. Aliás, agora é o recordista absoluto de quinto sets disputados (49, com 26 vencidos) da Era Profissional e se torna o tenista de maior idade a vencer dois jogos seguidos em qualquer Slam desde Ken Rosewall em 1978.

O suíço foi um show à parte. No começo da partida, pegou uma lata de cerveja caída na quadra e fingiu tomar um gole. Depois, cumprimentou o público antes de começar o quarto set e fez jogadas espetaculares. Questionado por Mats Wilander como iria se recuperar para enfrentar Taylor Fritz, perto dos 41 anos, ele não titubeou: “Vou começar por uma cerveja, eu mereço”.

Cilic, por sua vez, atropelou o canhoto Denis Shapovalov mesmo sem um saque tão matador e completa duas vitórias no torneio com apenas 15 games perdidos. Tenta repetir as oitavas de final que atingiu em Melbourne em 2020, mas encara verdadeiro desafio, já que perdeu todos os quatro confrontos já feito diante do norueguês Casper Ruud.

Ah, e a aula de Djokovic continuou pouco depois… na entrevista à ESPN, em que optou pelo espanhol para dizer que Stan e Gael Monfils são inspiração para seguir na luta.

Bencic cai em rodada de bate-boca

A primeira grande ‘zebra’ da chave feminina deste Australian Open se chama Nikola Bartunkova. Saída do quali para jogar seu primeiro Slam, a tcheca de 19 anos e 126ª do ranking interrompeu a série de 13 vitórias da suíça Belinda Bencic com uma atuação notável no terceiro set depois de levar “pneu” da top 10. Ela enfrentará agora Elise Mertens.

Mas quase toda a atenção da rodada ficou para a polêmica e bate-boca entre Naomi Osaka e Sorana Cirstea. Tudo começou com um “come on” de autoincentivo da japonesa depois da adversária errar o primeiro saque. O cumprimento final foi seco, o que pegou Osaka de surpresa seguida de acusação ríspida de Cirstea: “Você joga há tanto tempo e não sabe o que é fair-play”. A bicampeã respondeu com alguma ironia em quadra, mas na coletiva oficial se desculpou. Veja toda a confusão.

Favorita contra Maddison Inglis, Osaka se aproxima do confronto com Iga Swiatek, que passou sem sustos por Marie Bouzkova e é favorita frente a Anna Kalinskaya. Única tenista a chegar ao menos na terceira rodada de todos os Slam disputados desde 2020, agora com 24 seguidos, Iga também se envolveu em lance curioso. Conseguiu uma “mexicana” e levou um susto ao ver Bouzkova chegar na bola. Tentou atrapalhar a tcheca, que só não ganhou o ponto porque tocou na rede.

E mais

– Enquanto isso, o bicampeão Jannik Sinner segue seus treinos de luxo: cedeu sete games ao veterano James Duckworth e vai encarar aquele Eliot Spizzirri que tirou João Fonseca. O americano tirou o quali chinês Yibing Wu no quinto set.
– Ben Shelton parece motivado e totalmente recuperado fisicamente, com direito a um dos melhores lances do torneio até agora.
– O canhoto vai enfrentar Valentin Vacherot, que disparou a curiosa frase: “Pela primeira vez na minha vida, perdi o terceiro set e não fui eliminado”. Ele é o primeiro monegasco na terceira rodada de um Slam desde 1948.
– Campeão em Adelaide, Tomas Machac ganhou jogo apertado de Stefanos Tsitsipas, que por muito pouco não foi ao quinto set, e agora desafia Lorenzo Musetti, após atuação muito boa contra o amigo Lorenzo Sonego.
– Desde que fez quartas em Roland Garros de 2024, Tsitsipas só ganhou quatro jogos de Slam e não fez uma única terceira rodada.
– Jabuk Mensik teve desta vez jogo tranquilo contra o jovem espanhol Rafael Jodar e inesperadamente não terá Hubert Hurkacz pela frente: o polonês caiu em sets diretos para Ethan Quinn, 21 anos e 80º do ranking.
– Ruud já avisou mais de uma vez: a filha está perto de nascer na Noruega e ele abandonará o torneio assim que acontecer.
– Elena Rybakina encarou um começo de jogo duro contra Varvara Gracheva, depois embalou e agora pega Tereza Valentova.
– Forte candidata a mais uma final de Slam, Amanda Anisimova passou por Karolina Siniakova, encara Payton Stearns e deve enfrentar Linda Noskova. A lógica diz que Jessica Pegula e Madison Keys lutarão entre si por vaga nas quartas nesse quadrante imprevisível.
– E segue a polêmica nas redes: o que Mirra Andreeva falou exatamente na comemoração de terça-feira? “Fuck you” ou “Thank you”. Veja a cena e palpite.

Subscribe
Notificar
guest
93 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
Paulo F.
Paulo F.
26 dias atrás

E o “cracaço” Shapovalov?
Tomou um laço do vovô Cilic.
kkkk
Que jogadorzinho patético, realmente ainda vive de ter eliminado o Rafa aquela vez no M1000 do canadá.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
26 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Impressionante que PF e LF 1, realmente formam uma dupla incrível rs . O Masters 1000 a que se refere foi em 2017 . Jura que vive disso ???. Bateu Nadal de novo no Saibro do Masters 1000 de Roma 2022 . Foi TOP 10 em 2020 . E levou ATP 500 de Dallas 2025 em Sets diretos para cima de Casper Rud . Repetem juntos as mesmas groselhas , e Nadal pesquisam … Rsrsrs, Abs !

Paulo F.
Paulo F.
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Imagina se SR não viria defender o “Magistral 2” Shapovalov, só para aziar. Kkkkk

Ronildo
Ronildo
26 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Shapovalov é um tenista diferenciado. Ele tem o backhand mais estiloso de todos os tempos, embora este backhand esteja entre os menos eficientes na relação dos tenistas que já foram top 10 e usaram backhand de uma só mão.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
26 dias atrás
Responder para  Ronildo

Bom, se for para avaliar a beleza do golpe, de canhoto, é o mais bonito que já vi.
Se for para avaliar o conjunto da obra, tenista de ponta, putz!
E sempre torci muito para que ele atingisse o topo, mas, acho que já passou da idade.

Ronildo
Ronildo
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sim, muito belo Luiz Fabriciano. Creio que ele esteja bastante contente com este pacote. Lembra um pouco do goleiro Leão quando o pessoal dizia que ele fazia pose nas defesas. Porém ele foi um dos melhores.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Ronildo

Leão foi mesmo. E como treinador também.
Já o Shapo…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Ronildo

Djalminha é mais estiloso e plástico do que Pelé jogando futebol. No entanto….

Ronildo
Ronildo
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, não creio que ele esteja disposto a trocar esta exuberante plasticidade por alguns slans. Lembra que ele ficou incomodado quando Federer comparou a eficiência do backhand de duas mãos com o de uma mão? Kkkkk

Realista
Realista
26 dias atrás

É ótimo ver os velhinhos, da uma nostalgia boa de quando o tenis era melhor.
Nao imaginava o wawrinka na terceira rodada, mas isso só reforça o quanto o circuito está frágil.

Ma Long
Ma Long
26 dias atrás
Responder para  Realista

Quando você vê jogadores que já entram derrotados em quadra e agradecem a “aula” depois de uma partida, sem demonstrar o mínimo de contrariedade, você vê que boa parte da turma tem sangue de barata.

Marquinhos
Marquinhos
26 dias atrás

O melhor back de todos os tempos continua afiado. Parabéns Stan Wawrinka!

Realista
Realista
26 dias atrás
Responder para  Marquinhos

O Wawrinka teve um grande backhand, mas eu ainda considero o do Federer o melhor. Por dois critérios: conquistas de títulos e porcentagem de efetividade contra o Nadal. Contra ele, o Stan venceu 15% das partidas e o Roger 40%. Eu acredito ser uma boa base o confronto contra o Nadal pois é sabido que quando ele jogava contra backhand de uma mão, entre 95 e 99% das bolas ela direcionada na esquerda. Acho que não havia teste melhor para um one handed backhand do que jogar contra o Nadal. Hehe

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
26 dias atrás
Responder para  Realista

Não somente isso , meu caro. Stanimal na paralela, se aproximava de Kurten,ou seja , devastador. No resto : Slices , bate prontos geniais , idem para voleios , Backhand Simples de Federer levava com sobras . Assistindo os jogos entre ambos é que se tem a verdadeira noção. O Back chapado pegando tudo na subida, deu ao Craque , uma invencibilidade de 2015 até aposentadoria sobre Touro Miura, fora do Saibro. Wawrinka não chegou nem perto disto. Abs !

Ronildo
Ronildo
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Perfeito Sérgio. Ótima explicação!

Davi Poiani
Davi Poiani
26 dias atrás
Responder para  Realista

Realmente, era o teste mais brutal para o one-handed backhand. Não está escrito o quanto Nadal castigou one-handers em sua carreira.

O forehand cruzado de um canhoto (que geralmente vai ao backhand do oponente), cheio de spin e veneno… e ainda mais com quique super alto, já era um pesadelo em si que empurrava o adversário para trás. Um desafio para todos, tanto para one-handers como two-handers.

Mas para quem tem o backhand de uma mão, isto fica mais difícil ainda quando a bola vem acima da linha do ombro. Muito difícil controlar sem o apoio da mão esquerda. Pior ainda no saibro, onde a bola quica ainda mais alto.

Foi belíssimo ver em 2017 como Federer lidou com isto na grama e quadra dura (neste ano ele pulou a temporada de saibro). Entrou um pouco mais na linha de base para bater o backhand com a bola na subida (depois do quique).

Vejam só, 2017 foi o melhor ano do Federer no histórico contra o Nadal. 4 confrontos, 4 x 0 no H2H, nenhuma derrota para o espanhol. Tanto é que o pessoal na época falava de Federer e seu “novo backhand”. Foi um baita de um ano para se acompanhar. O que dizer daquela final Federer vs Nadal, no Australian Open? Uma das melhores finais de todos os tempos. Atuação impecável do suíço.

Paulo F.
Paulo F.
26 dias atrás
Responder para  Davi Poiani

A final do Aberto da Austrália de 2017 foi a ÚNICA vez que Federer não foi um frouxo contra o Nadal.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Não acredito que li este comentário. O Trio parada dura está no desespero ou não conhecem nada da história do Esporte. Fico com as duas … Rsrsrs, Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
26 dias atrás
Responder para  Realista

Caraca, vai ser torcedor assim lá na China.
Então, o back do Federer era melhor por que ganhou mais títulos ou por que venceu mais vezes o Nadal que Stan?
Cruzes!
Não esqueças que o back do Federer, aventado por seus próprios fãs foi seu calcanhar de Aquiles até ter Ljubicic como treinador e que, fora isso, é muito superior de forehand, saque, voleio e físico que o Stan. Daí a grande superioridade em conquistas.
Ou apenas um golpe seria o responsável por formar um tenista?
Se somente ser sacador fosse necessário, ninguém teria ganhado de Ivo Karlovic.

Realista
Realista
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Exagero seu. Nunca foi calcanhar de Aquiles… ou vc acha que um tenista conquistaria tudo que ele conquistou sem backhand?
Leia a descrição do Davi que detalha bem pq jogar contra o Nadal é o maior teste para um jogador de backhand de uma mão.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Realista

Eu nunca concordei que o Ljubicic fosse o “salvador da pátria do backhand” de Roger Federer. Aliás, isso sempre foi dito por seus diversos fãs.
Mas, seu calcanhar era mesmo esse golpe, tanto que fala-se do upgrade feito em 2017, donde reduziu bastante o déficit que tinha para Nadal.
E Federer conquistou tudo que conquistou porque tinhas inúmeras outras armas e o confronto direto com Nadal foi vergonhoso até a maior parte de suas carreiras.

Vinicius
Vinicius
25 dias atrás
Responder para  Realista

O Backhand dele era bom mas era o golpe mais fraco dele, te garanto que se ele batesse um backhand de duas mãos ele teria ganho muito mais do Nadal e do Djoko até se ele tivesse o backhand do Stan ele teria ganho mais, o Federer foi tentar trocar backhand com o Guga e tomou um pau, o backhand do Guga era melhor que o dele isso com o Guga decadente das lesões e jogando 50 % das condições dele e o Federer já era numero 1, o Federer fez o que fez apesar do backhand dele e não por causa do backhand dele se ele tivesse um backhand de 2 mãos supersólido ele teria ganho uns 30 slams.

Vinicius
Vinicius
25 dias atrás
Responder para  Realista

O backhand do federer foi justamente o que fez ele perder tanto pra Nadal quanto Djoko pq eles exploravam ele todo o tempo se ele dependesse só do backhand dele nao teria ganho um jogo dos 2, o desempenho dele é melhor que do Stan contra o Nadal pq ele é um tenista bem melhor no geral e não pq o backhand dele é melhor.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Vinicius

Exatamente isso que tento escrever desde cedo.
Perfeito!

Marquinhos
Marquinhos
26 dias atrás

Novak tem quebrado vários recordes. Mas tem um que ninguém citou: É o tenista que mais tomou 3×0 em finais de slam para tenistas diferentes. Perdeu de 3×0 para Federer, Medvedev, Nadal, Murray e Alcaraz…. Alguém mais?

SANDRO
SANDRO
26 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Você esqueceu de acrescentar no seu comentário de frustrado, que o excelentíssimo Senhor Novak Djokovic venceu “todas” as finais contra o Roger Freguêser em Wimbledon… Kkkkkkkkkkkkkkkkkk Como é sofrido ser “hater” do GOAT Djokovic!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Arcanjo
Arcanjo
26 dias atrás
Responder para  SANDRO

Que goat???

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
26 dias atrás
Responder para  Arcanjo

O único tenista da história a vencer tudo.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Arcanjo

O que tem 24 slam

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
26 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Fato.
Mas em finais daquele torneio que você diz ser o mais importante, está 3×0 para o sérvio.
Fato também.
O saldo de vencer três finais é maior que perder uma de 3 sets a 0.
Contra Medveved, talvez não saiba, mas as três finais entre os dois, foi de 3×0 e está 2×1 para o sérvio.
O confronto com Murray é vergonhoso para o britânico.
Nadal tomou um 3×0 na Austrália 2019 que o tiraram da quadra no final, pois não sabia onde era a porta. Sei que não foi em GS, mas após a final de Doha, o espanhol falou que jamais havia visto alguém jogar daquela forma em toda sua carreira. E olha que ele conhece bem Mr. Federer.
Alcaraz jamais deveria perder nenhum jogo para Djokovic, mas, em seu primeiro encontro com o sérvio em GS, tremeu tanto que travou as pernas, ao ponto de dar um game, mesmo sem jogar.
Traga mais argumentos na próxima. Esse foi fraco.

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Fala Marquinhos!
Sabia que Andy Murray também é tetravice pro GOAT na Austrália?
E vice em RG também.

João Nestor
João Nestor
26 dias atrás

Os velhinhos passaram e logo mais na próxima rodada os novinhos também serão testados:
– Mensik e Tien, os dois mais promissores tenistas (técnica e fisicamente falando) terao oportunida única de seguir por mais uma rodada no AusOpen.

Djokovic corre um risco real de “ficar” na próxima rodada – frustrando sua cega torcida – enquanto de Cilic e Wawrinka nao podemos esperar muito.

Última edição 26 dias atrás by João Nestor
José Afonso
José Afonso
26 dias atrás
Responder para  João Nestor

‘Djokovic corre um risco real de “ficar” na próxima rodada’

Sonho ou piada? Kkkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  José Afonso

Esse é Lupin, o rei dos disfarces.

José Afonso
José Afonso
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Kkkkk, na próxima vitória a gente ri deles de novo, Paulo Sérgio.

Jonas
Jonas
26 dias atrás

Se os três estivessem na flor da idade, era papo de título para o Djokovic, que segue dando aulas, como o próprio adversário admitiu.

Tecnicamente está impecável, mas não dá pra afirmar o mesmo sobre o físico visto que o torneio está só começando.

Navratilova anda impressionada com o sérvio: “Pensávamos que ele pudesse estar um pouco enferrujado. Não sei como ele consegue ser tão preciso na idade dele, sem ter jogado nenhuma partida este ano. Mas o golpe que me impressionou foi o backhand paralelo dele, de uma posição aberta. A potência, a flexibilidade e a força física necessárias para executar esse golpe”

Djoko é um gênio e nunca vi alguém jogar em um nível tão alto aos 38 anos.

Dito isso, do jeito que a chave se desenha não me surpreenderia com o Cilic fazendo QF contra o Sinner. Acho bem possível ele passar de Ruud e Shelton.

O reencontro de Wawrinka e Djoko nas quartas seria espetacular, mas acho bem improvável que aconteça. Não vejo o suíço passando por Fritz e Machac/Musetti, enquanto o sérvio tem chave exigente com Botic e Mensik.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
26 dias atrás
Responder para  Jonas

Estavas aonde na FInal de Wimbledon 2019 e no ATP Finals 2019 ( eliminou ” goat” em Sets diretos) , com Federer aos 38 , jogando bem mais que Djokovic nesta idade . Apanhou feio em todas as 3 Semis que enfrentou Sinner e Alcaraz. Na Semi contra Zverev , no AOPEN 2025 , deixo por tua conta rs . Esse moleque falar em aula neste jogo , imagina quando enfrentar Sinner e/ ou , Alcaraz. Repetindo esta estorinha 500 vezes Mestre Jonas, quem sabe um dia não cola … PS : Jogando tudo isso , somente 3 ATPs 250 mas duas últimas temporadas. Não vence Sinner desde novembro de 2023 … Rsrs, Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djoko não perdeu um tenista de 32 anos tenho 40-15 para fechar no seu principal slam. Djoko perdeu apenas para o tempo, mas mesmo assim é o tenista mais bem-sucedido após os 30 anos com 12 slam e 2 atp finals.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

*para um tenista

SANDRO
SANDRO
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O problema é que você sempre esquece que o Roger Freguêser perdeu “todas” as finais de Wimbledon contra Djokovic… Kkkkkkkkkkkkkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  SANDRO

Novamente. O Sr equivocadamente se dirigiu a pessoa errada

Jonas
Jonas
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Saindo da realidade paralela, vamos aos fatos:

– Wimbledon 2019: terceira derrota consecutiva do Federer para o Djokovic em uma final de Wb, suíço tinha 37 anos nesse jogo.

– Quem venceu o ATP Finals em 2019 foi o Tsitsipas, que bateu Federer também pra variar e já havia tirado o suíço do Australian Open 2019, zero surpresa.

Agora entra minha opinião: se o cara não conseguia bater o grego mimado, Zverev, Dimitrov, Millman etc etc, duvido muito que estivesse fazendo frente na atualidade. Estaria levando aula do Djokovic até hoje.

Na verdade você esqueceu do Ouro em cima do Alcaraz, do Finals em cima de Sinner/Alcaraz. Esqueceu da temporada 2023, em que o sérvio se torna o tenista mais velho a encerrar uma temporada como número 1, mais velho campeão do ATP Finals e por aí vai, abs.

João Nestor
João Nestor
26 dias atrás
Responder para  Jonas

A funal das Olimpíadas foi artanjada. E Alcaraz ainda não havia se tornafo o superbig que é hoje.

Portanto, nao conta.

Jonas
Jonas
26 dias atrás
Responder para  João Nestor

Puxa, baita argumento. O Alcaraz discorda de você e chorou bastante após o jogo.

Aliás, na minha opinião esse é o maior título da carreira do sérvio, abs.

Última edição 26 dias atrás by Jonas
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Lembrando que Alcaraz já era campeão de slam em 2022, 2023 e 2024 antes da realização das Olímpiadas.

Jonas
Jonas
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Pois é, levou um 2 x 0 de um senhor de 37 anos, longe do auge. Foi uma atuação absurda do sérvio.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  João Nestor

Artanjada é um clone de laranja com tangerina?
Só pode ser e não fez bem a tu, para falar uma barbaridade dessas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Parei de ler nos 37 anos . Federer é de 08/08/81 . Veja a data de Wimbledon 2019 , do ATP Finals 2019 . Federer terminou como N 3 do Mundo ao Final da Temporada. Abriu 2020 fazendo Semi no AOPEN 2020, esta que foi sua última partida na Temporada. Fez nova Cirurgia nos joelhos. Djokovic tem passado vergonha nas Semis contra Sinner e Alcaraz. Jogou 12 Torneios em 2025 e perdeu 10 . Para oponentes de Ranking baixo , não somente para os dois . Levou apenas 2 ATPs 250 . Não atinge o N 3 desde 2023. A nível ATP , esta é a maravilhosa campanha de ” goat” . Os garotos levaram 8 Slam consecutivos. Nem contra Zverev na Semi do AOPEN 2025 , jogou o que dizem fanáticos. Aguardemos as próximas rodadas. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Por que Mr. Federer ser mais velho que Djokovic pode e o mesmo ser quase mais velho que a soma das idades de Alcaraz e Sinner não pode?
Diz aí, Sr. Dois Pesos, Duas Medidas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Onde está escrito que não pode ? . Não perdes a mania de ler o início e como conhecido preguiçoso , pular para o final . Daí não ter discernimento para entender comentário algum . Resumindo: Federer aos 38 jogou mais bola que Djokovic está apresentando agora Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não me lembro dele fazendo 4 semis de GS no mesmo ano, nessa idade.
Terá sido minha preguiça em assistir jogos?
E seus novos Bigs, não podem perder para o vovô de forma alguma. Isso sim, será vergonhoso.

Jonas
Jonas
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Verificado.

Federer completou 38 anos em agosto de 2019, mais alguma fake news?

Em 2019 “não havia” Sinner e Alcaraz e sim Djokovic e Nadal. Naquele ano, Djoko venceu 2 Slams e Nadal também. É irrelevante o ranking do Federer no período, assim como o ranking do Djoko hoje, isso demonstra apenas que são grandes tenistas, que se cuidam.

No mais, não muda o fato dele ter sido eliminado por Tsitsipas no AO e Finals, por Dimitrov no US Open e perdido novamente uma final de Wimbledon para seu pai Djoko.

Imagine o Federer hoje em dia contra esses caras, tendo 37-38 anos. Não vencia o Millman, o Tsitsipas… não faria nada hoje, simples assim.

Você cobra do sérvio uma regularidade, um desempenho, que seu ídolo não teve nessa faixa etária, visto que estava passando vergonha contra os citados acima. Seja mais coerente, abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Pai Djokovic ???. Se Sérvio no seu auge , não tivesse levado um 3 x 1 na Semi de Wimbledon 2012 , ele é que seria Octa e não Craque Suíço . Aos 32 , levar 94 Winners de alguém com os mesmos 38 que Djokovic possui hoje , mostra a diferença do nível de ambos na mesma idade. De quebra, foi eliminado em Sets diretos no Finals perdendo N1 para Nadal . Será que amarelou como fez com Murray em 2016 no mesmo Torneio?. Abs !

Jonas
Jonas
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sim, Djoko é pai do Federer em Wimbledon. Suíço perdeu 3 finais seguidas para o sérvio ou nunca ganhou nenhuma final dele, dá no mesmo.

Não acho que 2012 tenha sido o auge do Djoko, jogou muito mais em 2011. Um dado interessante: em 2011 ele venceu 4 de 5 jogos contra Federer e 6 de 6 contra Nadal. Nunca vi um domínio parecido com isso.

De todo modo, 2012 foi um ano interessante, nenhum membro do big 4 estava decante e o Djoko fechou a temporada como número 1.

Nadal ter terminado como número 1 em 2019 foi mérito dele, mas não muda o fato do Djoko ter fechado 8 temporadas no topo. Isso inclusive é um recorde, próximo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Nadal caiu novamente cedo no ATP Finals , quando lutava pelo N 1 . Federer entregou no colo do Touro , eliminando Djokovic, que brigava novamente cabeça a cabeça, como com Murray em 2016. Ali novamente tudo foi decidido. Abs !

Jonas
Jonas
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Wimbledon 2019 ocorreu em julho, Federer fez 38 anos em agosto.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Quanta diferença rs . Na sequência eliminou o mesmo ” goat ” em Sets diretos no ATP Finals.E tome de mais Winners… rsrs. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tomou winners e levantou a taça rs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

94 winners e uma bandeja.
Uma bela fábula!

Marquinhos
Marquinhos
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não perca tempo com esse rapaz, caro Sérgio. Não vale a pena!

Jonas
Jonas
26 dias atrás
Responder para  Marquinhos

De fato não vale a pena entrar em uma discussão comigo sem ter argumentos. Mas já que acabou fugindo e não respondeu na pasta passada, segue a pergunta: qual sua análise sobre os 31 jogos seguidos entre Djoko e Federer de 2011 a 2020, em que o suíço venceu apenas 10? Freguesia, surra, paternidade? …

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Estragou o velório…..

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Não para dar pelota para alguém que precisa externar que sai com modelos (imaginárias) de Santos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

Jogaram 50 e Federer levou 23 . Pegas um recorte no auge do Sérvio. Este não conseguiu sair do N 3 de 2007 a 2011 no auge do Suíço. Não conseguia superar também N 2 apenas 1 ano mais velho. Daí levar seu primeiro Slam em 2008 e o segundo somente em 2011. Até o momento, Sinner e Alcaraz jogam muito mais que ” goat ” na mesma idade . Abs !

Jonas
Jonas
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aprenda a ler: “qual sua análise sobre os 31 jogos seguidos entre Djoko e Federer de 2011 a 2020”

A pergunta vale para você também, que vai fugir. São 10 temporadas consecutivas, 31 jogos e apenas 10 vitórias do suíço, uma surra.

Se o recorte de 10 temporadas seguidas não vale, por que o recorte de 2 temporadas (2024-2025) vale? Fé que você consegue.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Jonas

O auge do Suíço ( 2006 ) tem 5 anos de diferença para 2011. Se Federer conseguiu 237 Semana consecutivas no Topo ( imbatível ) com Djokovic como N 3 desde 2007 , o que interessa o período citado. No total foram 23 x 27 , diferença de apenas 4 partidas. Somente fanático para estorinha de” pai ” , meu caro. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

“Jogaram 50 e Federer levou 23”.
No meu caderno de notícias está escrito assim:
Jogaram 50 e Federer perdeu 27.
É isso que te deixa maluco e tu não pode fazer nada para mudar.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Marquinhos,

Sumiu após a supremacia do goat e retorna agora no final da carreira do sérvio. No entanto, não consegue refutar os argumentos do colega e ainda dá uma de desentendido. Que tistreza!!!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

E eu achei que o bloco de recibos já tinha acabado.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Olha quem fala … kkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aponte um meu…
Me diz onde estou há 7 anos contando vantagem em uma derrota?
Não eu nem ninguém faz isso.

SANDRO
SANDRO
26 dias atrás

Sinceramente, sem qualquer tipo de patriotada e sem puxar sardinha para o lado de ninguém, não consigo imaginar o João Fonseca vencendo uma partida como o excelentíssimo Senhor Wawrinka venceu hoje, nem psicologicamente e muito menos fisicamente…

Paulo F.
Paulo F.
26 dias atrás

O GOAT economizando uma bela energia para uma possível segunda semana.
Excelente.

Will, de Stranger Things
Will, de Stranger Things
26 dias atrás

Dalcim, se Raducanu se aposentasse hj, ela se tornaria uma figura muito mais mítica do q se continuar jogando até os 30 ou 35?
A mulher não conseguiu absolutamente mais nada de relevante depois do US Open, e não tinha consigo nada de relevante antes.
Seria vista como a “menina do US Open”, ou invés de com 35 anos ser vista como uma “jogadora de Challenger”

rafael luis
rafael luis
26 dias atrás

Enquanto isso, para desespero de alguns fanaticos sonhadores , Learner Tien, sem midia e mkt e treinado pelo experiente ex-jogador e tecnico Michael Chang, arrasando os adversarios, demonstrando excelente capacidade fisica, tecnica e mental.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
26 dias atrás
Responder para  rafael luis

Acorda camarada. Tien já possui 20 anos e ainda não atingiu os feitos de JF aos 19 . A nível de Conquistas, apenas o ATP 250 de Metz em novembro de 2025 no apagar das luzes . Já atingiu o TOP 24 no Ranking ? . Num SLAM ( AOPEN 2025 ) , já bateu um jogador como Rublev ???. Arrasando quem , rapaz ? . Perdeu as 3 que jogou contra o Brasileiro, e no momento é TOP 35 atrás de Fonseca 33 . JF mostrou muita maturidade não escondendo a verdade da lesão. Desespero de fanáticos ???. Se liga , meu caro !!!. Abs !

evaldo moreira
evaldo moreira
26 dias atrás

Rapaz,

Se Stan chegar nas oitavas-de-final, será top demais, mas tem que passar pelo cara de choro Frizt, se passar e chegar lá, será lindo de ver, e não custa sonhar, já pensou, Stan em plana quartas-de fnal, seria pedir muito, mas acho que não chega…gosto demais deste tenista, backhand, o mais belo que já vi até hoje.

Rodrigo
Rodrigo
26 dias atrás

O show dos veteranos continua. Em parte, sinal da grandeza delas. Em parte, sinal da temeridade que virou esse circuito atual. Como fã de Djokovic, admiro seus feitos e seu nível de tênis nesse momento, ao mesmo tempo que lamento o fato do tênis ter se tornado um esporte muito mais sem graça.

A tecnologia, o novo aumento de velocidade das quadras tornou tudo de repente tão entediante e a falta de espírito/determinação dos novos jogadores, salvo é claro a dupla top 2 do mundo, tornou tudo muito ruim. Imaginem então se não existissem os dois craques? O tênis estaria já mergulhado numa crise de época. Mas se ficarem só os dois, isso vai acontecer de toda maneira, pois sempre que um se lesionar ou se machucar antes, é fim de torneio. Pra não falar dos torneios que os dois desistem… quem quer assistir?

Tulio
Tulio
26 dias atrás
Responder para  Rodrigo

Vc tem toda razão, Djokovic é muito fora da curva, mas ele e Nadal tem seus números inflados devido ao fato de não ter surgido uma geração forte depois! Se nao tivesse surgido esses dois ele estaria ganhados uns tres Sland por ano até hoje!

Jonas
Jonas
26 dias atrás
Responder para  Tulio

Concordo. Federer jovem, Murray, Delpo, Wawrinka, Thiem, Zverev, Medvedev, Tsonga, Berdych etc etc, tenistas muito fracos realmente.

Tiago Santana
Tiago Santana
26 dias atrás

Que coisa linda ver Wawrinka e Musetti desfilando o back de uma mão nesse torneio. Aliás, é bonito demais ver o italiano jogar.

Berg
Berg
26 dias atrás

Muito bom assistir o Djokovic ainda competitivo e o Stanimal com seu jogo belíssimo, graças a melhor esquerda de 1 mão que já vi. Estou torcendo muito para uma surpreendente, mas imperdível quarta de final entre Djokovic e Wawrinka. o Australian Open merece esse jogo. Até porque a final desse torneio me parece cada vez mais definida. Pelo menos eu duvido que exista alguém nessa chave que tire o Sinner da final. Já o Carlitos, pode se complicar com Zverev ou Medvedev, mas é muito favorito. Sendo assim, vamos curti os jogos até lá.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
26 dias atrás

Li essa discussão sobre os backhands dos dois suíços, e vou opinar aqui com a devida justiça.

Vamos lá.

Inicialmente não posso esquecer que o slice do Federer foi melhor que eu já vi.

Isso dito, o backhand batido do Federer só foi se tornar comparável ao do Stan, depois de 2017. Como demonstrado pela inesperada supremacia do Federer sobre o Nadal naquele ano.

E em todas aquelas partidas, o espanhol também levou uma saraivada de winners de backhand.

Acho até que isso deve tê-lo deixado meio confuso.

Já que atacar a esquerda do Roger, com bolas altas e muita rotação, era uma tática que funcionava bem até demais para Rafa.

Mas considerando as carreiras como um todo, e não apenas parte delas, considero justo que o backhand batido do Stan mereça o 1° lugar.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Assinado.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Considerando a carreira como um todo ? . Exatamente desde 2017 , Wawrinka não vence um único ATP 250 , exatamente o de Genebra na Suiça. LF 2 que adora h2h , 23 x 3 para Federer até 2021 , comprova o todo da carreira . Nem citei as incríveis curtinhas do Craque de Backhand, golpe que Stan também não dominava . Stan The Man tinha um grande golpe , a ponto de levar RG pra cima do ” goat ” . Mas também um outro freguês de carteirinha do Touro Miura não só no Saibro. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Vai ser chato assim la na China.
A questão que o Rodrigo S. Cruz traz e eu concordo é que o back de Wawrinka é melhor que Federer! Ponto final.
Para quem se diz o maior entendedor do esporte, deveria saber que uma andorinha só não faz verão, ou, apenas um backhand não sustenta uma carreira.
Nem sei porque estou dando aulas de graça.
Não darei mais.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Aula de falta de conhecimento . Não seja preguiçoso e leia mais acima que Backhand não é somente na paralela. O de Federer superou o de Stanimal, em vários outros quesitos. Difícil para ti pois não entendes o golpe. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Backhand é backhand.
Ninguém está falando de paralela ou de cruzada.
Falamos que o golpe em si do Wawrinka é melhor que o do seu ídolo, porém, com o conjunto de armas que possuia Mr. Federer, ele sobressaiu, e muito, sobre Stan. Ou tu achas que apenas o back do Mr. Carisma foi o fiel da balança para que ele chegasse a mais de 300 semanas no #1 enquanto que seu compatriota jamais chegou a apenas uma?
Aula extra. Não haverão outras.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Juro que dessa vez não entendi o descontentamento do Sérgio Ribeiro.

Afirmar que o backhand simples do Federer é o 2° melhor da história não é nenhum demérito, é uma honra.

Obviamente que tendo em vista todo o arsenal dos suíços, o Federer foi um tenista superior.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
23 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Exatamente isso.

João Nestor
João Nestor
26 dias atrás

Enquanto “o pau está torando” na Australia, o tênis brasileiro que ameaçava deslanchar no começo de 2025 com Fonseca, Bia Luiza, Wild, e outros ali sempre beirando o Top100, de repente cai num buraco sem saída, salvos pela pequena grande Luiza, que alguns insistem.em olhar se é ou não é bonita “apenas”.

Última edição 26 dias atrás by João Nestor
Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
26 dias atrás

Dalcim, atualmente no Ranking Live, Musetti está em terceiro no ranking. Isso mostra a qualidade do tênis atual?
Pq na época de Federer, Berdych nunca conseguiu ser n3 do mundo, por exemplo.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

Comunicar erro

Comunique a redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nessa página.

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente ao TenisBrasil.