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Livre de lesão, Pegula celebra retorno e tenta retomar ritmo

Foto: Libéma Open

‘s-Hertogenbosch (Holanda) – A vitória na estreia do WTA 250 de ‘s-Hertogenbosch, em quadras de grama na Holanda, marcou a primeira partida de Jessica Pegula desde o início de abril. Atual número 5 do mundo, a norte-americana disputou seus últimos torneios no 500 de Charleston e também no confronto contra a Ucrânia na Billie Jean King Cup. A jogadora de 30 anos não disputou Roland Garros e os demais torneios no saibro europeu por lesão nas costelas e deu detalhes sobre o recente afastamento do circuito.

Pegula relatou que estava tendo dificuldade para dormir e sentia dor ao respirar. Depois de uma ressonância magnética e várias visitas aos médicos, Pegula foi diagnosticada com irritação na cartilagem da caixa torácica que poderia causar uma fratura por estresse nas costelas. “O tratamento para ambos é o mesmo. Então vamos seguir o caminho seguro, tratá-lo como uma fratura por estresse”, disse após a vitória por duplo 6/2 sobre Aliaksandra Sasnovich nesta terça-feira.

A tenista ficou quatro semanas sem treinar depois de Billie Jean King Cup. Controlada a lesão na costela, aos poucos ela voltou à rotina, com o objetivo de jogar Roland Garros. Mas preferiu não arriscar, pensando na sequência da temporada e nas Olimpíadas, que também acontecerão em Paris.

“Estávamos treinando como se eu fosse jogar Roland Garros, mas era um pouco cedo. Já estou saudável há algumas semanas. Se o torneio tivesse começado uma semana depois, eu estaria lá, com certeza”, disse. “É um ano muito longo, com as Olimpíadas chegando. Prefiro estar pronta para a grama e o resto da temporada em quadra dura. É por isso que optamos pela opção mais segura”.

Vitória na estreia e planos para sequência do ano

O desempenho na partida de estreia também animou Pegula, ainda mais por conta de todas especificidades que o jogo na grama exige. “Eu estava fazendo muitos movimentos em quadra, o que foi muito bom porque quando voltei a treinar não parecia que não estava jogando. Quando você fica algumas semanas de fora, a primeira semana é sempre difícil, mas desta vez me senti muito bem”, explica a norte-americana, que enfrenta a sérvia Aleksandra Krunic nas oitavas.

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Pegula também falou sobre o objetivo de terminar bem a temporada. “Espero muito jogar nas quadras duras, especialmente na Ásia, depois do US Open. Eu não tive tantas chances de jogar lá nos últimos anos, mas terei que entrar renovada e com a mente aberta”.

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