Nova York (EUA) – Após três semifinais seguidas na preparação para o US Open, a cazaque Elena Rybakina confirmou o bom momento com uma vitória convincente sobre Emma Raducanu nesta sexta-feira, avançando para as oitavas de final em Flushing Meadows. A número 9 do mundo dominou a britânica, campeã do torneio em 2021, aplicando um placar de 6/1 e 6/2 em apenas 63 minutos, mostrando um tênis agressivo e consistente.
Em conversa com os jornalistas, Rybakina destacou a estratégia para superar a adversária, ressaltando a importância de ser ofensiva e atacar com profundidade. “Não é fácil jogar contra a Emma. Mesmo que às vezes o placar não mostre, eu sei que contra ela preciso jogar de forma muito agressiva e também tentar jogar fundo. Algumas vezes também tive um pouco de sorte, acertando as linhas”, disse.
Satisfeita com seu desempenho e com o preparo físico, a campeã de Wimbledon em 2022 reconhece que ainda pode melhorar alguns aspectos. “O saque está funcionando. Nem sempre, claro, mas isso é algo que ainda preciso trabalhar, porque quanto mais você avança no torneio, mais difíceis são as adversários. Preciso pelo menos controlar o que está ao meu alcance. Fisicamente também estou me sentindo bem”, afirmou.
A cazaque também falou sobre sua evolução física e mental após um período difícil marcado por problemas físicos e um calendário exigente. “O ano de 2023 foi bem difícil para mim. Joguei muito, várias partidas à noite, minha insônia estava lá, e eu tive dificuldades quase o ano inteiro. Mas agora está muito melhor e não tenho mais esses problemas, o que me deixa bem feliz”, disse.
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Ela comentou ainda sobre a importância do suporte da equipe e a presença do técnico Stefano Vukov, que voltou a acompanhá-la nos torneios após restrições da WTA por possível conduta abusiva. “É bom vê-lo no box. Obviamente, temos uma boa comunicação, e nunca tivemos problemas. Ter a equipe ali perto definitivamente ajuda bastante, e acho importante quando todos podem te apoiar”, afirmou.
Com confiança em alta, Rybakina resumiu seu momento atual. “Este ano tentei com um novo treinador. Não funcionou no começo, então os resultados não foram os mesmos dos anos anteriores, mas por enquanto acho que estamos gerenciando e chegando mais perto de onde quero estar”.
Na próxima fase, a cazaque terá um duelo campeãs de Wimbledon contra a tcheca Marketa Vondrousova, que superou em sets diretos a italiana Jasmine Paolini, finalista em Londres no ano passado. No entanto, no momento da entrevista, Rybakina ainda não sabia quem seria sua adversária, mas já projetava um confronto duro pela frente.
“Não vai ser fácil, independentemente de quem for, mas vou tentar me concentrar no meu saque novamente, porque é ali que posso conseguir pontos fáceis ou dominar o rali. Depois, claro, falar com minha equipe e tentar fazer alguns planos, e espero que funcione para mim”, explicou.
Sky diving Rybakina?! Ualás… corajosa! Show !!!!!!!!!!!!!!