PLACAR

Bons motivos para uma semana de torcida

Foto: Barcelona Open

Madri não terá Novak Djokovic outra vez e ainda não há absoluta certeza se Carlos Alcaraz e Jannik Sinner estão totalmente recuperados de suas contusões musculares. Mas nada disso impedirá o público brasileiro de viver emoções e gastar os dedos cruzados.

Certamente, o pensamento positivo começa com João Fonseca e Thiago Wild. Conforme o Podcast de TenisBrasil havia antecipado em fevereiro, a sensação carioca recebeu convite para disputar seu primeiro 1000 e, num universo tão categorizado de adversários, tudo que se espera é que aproveite bem a experiência.

Numa chave de 128 lugares mas com ‘bye’ para os 32 cabeças de chave, dá para torcer por um bom sorteio tanto para Fonseca como para Wild, que herdou vaga de última hora e com isso disputará o terceiro 1000 da temporada. Em Indian Wells e Miami, passou o quali e mais duas rodadas, derrubando Karen Khachanov e Taylor Fritz.

Muita torcida também cabe a Bia Haddad Maia, que só jogará no terceiro ou quarto dia do torneio, disputado em duas semanas desde o ano passado e assim dando mais fôlego aos tenistas. O saibro veloz, onde a brasileira caiu logo de cara em 2023, pode ser um aliado, mas a chave é dura, com sequência provável de Carol Wozniacki, Emma Navarro, Maria Sakkari (ou Elise Mertens) e Iga Swiatek.

No entanto, tudo o que Bia precisa no momento é jogar com menor favoritismo e poucos holofotes. Quem sabe, chegue até à ‘freguesa’ grega, ainda que Sakkari tenha recuperado por parte de seu melhor tênis, e reencontre então a número 1. Ainda que a polonesa seja um bicho-papão em qualquer saibro, uma boa atuação, como aquela da semi de Roland Garros, pode ser a chave de virada no momento de baixa da canhota paulistana.

Favoritos e sorteios

A chave masculina sairá nesta segunda-feira e haverá natural atenção em cima de Casper Ruud e Stefanos Tsitsipas, que dominaram a lentidão de Monte Carlo e o piso bem mais veloz de Barcelona, dividindo títulos. A velocidade do piso de Madri também dá chances a Alexander Zverev, Hubert Hurkacz, Grigor Dimitrov e Alex de Minaur. E pode ser momento de reação para Andrey Rublev e Holger Rune, que estão muito abaixo de seus potenciais. Daniil Medvedev? É capaz de qualquer coisa. Inclusive, nada.

Finalistas em Stuttgart, Elena Rybakina e Marta Kostyuk podem se reencontrar incrivelmente na terceira rodada. Quem passar, tem grande chance de semi. Aí pode duelar com Aryna Sabalenka ou Marketa Vondrousova. A parte de cima tem um quadrante com Coco Gauff, Ons Jabeur, Jelena Ostapenko e Veronika Kudemetova. Eu colocaria fichas na americana.

O adeus de Muguruza

Conforme deixou escapar em entrevistas recentes, Garbiñe Muguruza não estava mesmo animada para voltar ao circuito e assim, neste sábado, ainda aos 30 anos, oficializou aposentadoria e deve receber justas homenagens em Madri.

Nascida na Venezuela mas de alma espanhola, Muguruza foi por muito tempo aquelas jogadoras diferenciadas e admiráveis de se assistir. Depois de ganhar Roland Garros em 2016 de forma inesperada, trabalhou duro para ficar ainda mais agressiva e isso lhe rendeu Wimbledon no ano seguinte e a liderança do ranking. Em ambos, venceu uma das Williams, o que aumenta o gabarito dos troféus.

Mas encarou muitos altos e baixos a partir daí. Teve alguns momentos de recuperação, com o vice na Austrália de 2020 e ainda fez um ótimo 2021, que culminou com o título no Finals. Os hiatos se alongaram, veio o noivado em maio do ano passado e isso parece ter sido definitivo para que a espanhola entendesse o outro lado da vida. Felizmente, ainda planeja se manter ligada ao esporte e ao tênis.

E mais
– Rybakina obteve outro grande título no saibro. A campeã de Roma agora faturou no coberto de Stuttgart, deixando Swiatek no caminho. Ela se acha aliás prontinha para tentar ir longe neste Roland Garros.
– Ruud chegou ao 11º título, porém o primeiro acima dos 250, ainda que já tenha feito três finais de Slam, duas de Masters e uma no Finals. Destacou a mudança tática e a opção por ser mais ofensivo do que em Monte Carlo.
– Tsitsipas amargou o quarto vice em Barcelona e a 10ª final de nível 500 perdida. Inegável, voltou a jogar um tênis competitivo.
– Os argentinos somaram grandes campanhas na semana do saibro, mas ficaram sem títulos. A maior chance coube a Mariano Navone em Bucareste, derrotado por Marton Fucsovics, que ganhou seu segundo ATP seis anos depois do primeiro.
– Incrível mesmo foi a conquista inédita de Jan-Lennard Struff. Aos 33 anos, ganhou Munique em cima de Taylor Fritz, uma final decididamente inesperada.
– Sloane Stephens também encerrou jejum e ganhou seu primeiro WTA desde 2022 no novo torneio de Rouen, no saibro coberto.
– Monteiro, Meligeni e Pigossi tentam o qualificatório de Madri. Felipe enfrentará Thiem, Thiago cruza com Pouille e Laura terá pela frente Pera. Nada fácil.

95 Comentários
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Julio Marinho
Julio Marinho
1 mês atrás

Fale, Dalcim, boa noite!
Você já reparou como o Med perdeu muito na eficiência de seu saque? Parece que o jogo dele estagnou, perdendo constantemente para os melhores adversários, mas em muito se deve ao fato de que ele praticamente não ganha mais pontos gratuitos. Os saques não são nem tão fortes mais, nem tão precisos. Confiança no golpe como tinha para enfileirar aces, até mesmo de 2° saque, já ficou em um passado longínquo.
Só para ilustrar, nas semis de Miami, Dimi fez 18 aces, Zverev 14, Sinner 7 e Med 3. Mas é um exemplo, apenas. O saque dele já está pior antes disso.
O que ele (e o Rublev) deveriam parar de fazer é dar piti no jogo e entenderem e porque estão deixando as moedas na mesa.
Med sem um saque diferenciado, passa a ser, a meu ver, um top10 sem muita pretensão para grandes títulos. Ainda está lá na frente porque é sim muito consistente da base, mas o saque sempre foi o pilar de confiança dele.
Abraço!

lEvI sIlvA
lEvI sIlvA
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Caro Dalcim, os russos estão indo longe por conta de a ATP deixar, infelizmente…I
Medvedev deveria ter sido desclassificado naquele lance em que rebateu a bola na torcedora e Rublev teve uma aliviada com pontos e premiação após ter sido desclassificado…
Como diriam os personagens do Casseta e Planeta, “assim não pode, assim não dá”!!!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  lEvI sIlvA

IEVI SILVA, sim, “os russos estão indo longe” demais, afinal de contas, há mais de dois anos invadiram a Ucrânia…

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Dalcim, ‘bye’ na R1 não é dado aos 32 cabeças de chave?

Albert
Albert
1 mês atrás

Dalcim, o que está havendo com o Gustavo Heide? Depressão? Contusão? Desânimo? Ele não joga. Não só ele, tem outros brazucas que não tem jogado nem o minimo. Ou estou equivocado?

Sandra
Sandra
1 mês atrás

Dalcim , a Bia Haddad nas duplas também defende pontos ? Ela foi campeã ano passado com à Azarenka,

Horacio
Horacio
1 mês atrás

Para completar o comentario de Dalcim: os argentinos ficaram com 3 títulos: duplas em Barcelona, challengers de Oieras e Tucumán. Além disso, agora eles tem 8 top 100 e, pelo menos, 10 no quadro principal de RG. E três meninas no top 100.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás

A VENEZUELANA GARBIÑE MUGURUZA, que também possui nacionalidade espanhola, sai de cena como tenista, tenho certeza que por amor à vida, o fazendo com muita dignidade, já que desconsiderou o fato de ser ainda jovem para se ausentar das quadras mundo afora. Fê-lo, conscienciosamente, por ouvir a voz do coração em primeiro lugar, ainda que tivesse muito a oferecer ao tênis enquanto escola para muitos. Fê-lo a exemplo de Ashleigh Barty, que com menos idade que ela, também estava apaixonada pela vida e viu sentido em deixar o circuito doentio, para viver sua paixão. Do alto de uma trinca de slans e de um WTA Finals, dentre outras conquistas como um todo, saiu de cena sobretudo por um bicho estranho chamado amor próprio, um monstro do bem. Com um slam a menos que Barty, Garbiñe( que nome lindo ) talvez tenha feito menos do que poderia, mas é inegável também que fez muito pelo tênis, no sentido do que foi possível fazer, após um furacão devastador chamado Serena Williams ter dominado o planeta terra. A própria Barty e outras duas ou três tenistas top de sua geração não fizeram muito mais que Garbiñe, ou seja, ela cumpriu seu papel de forma eloquente, jogando bola pra caramba. E não, meus diletos colegas de confraria, eu não esqueci de sua brilhante conquista no WTA Finals de 2021, quando nem era favorita para alcançar tal feito. Segue aqui afetuoso reconhecimento e também a merecida reverência, por sua carreira repleta de lume e sua corajosa decisão de jogar( e viver ) o jogo da vida, que é muito mais preciosa e nos coloca num ranking sem distinção quantitativa, diferentemente do espectro tenístico, cujo viés socioeconômico arraigado desconsidera os sentimentos de seus profissionais, no que se refere a tratá-los como máquinas de jogar bola. Por tudo isso, salve a vitoriosa e bonita GARBIÑE MUGURUZA BLANCO!!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Tive o privilégio de assisti-la jogando na Rio 16. O backhand forte e preciso era a sua maior arma.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

ANDRÉ AGUIAR, pena que seu “backhand forte e preciso”, e outras habilidades suas, não serão mais contemplados por nós…

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

André. Vi uma foto dela não sei se atual mas se for ela está completamente fora de forma .acima do peso.teria que fazer uma preparação física muito grande para voltar a jogar em alto nível.embroa a jelena ostapenko esteja nitidamente fora do peso e jogue em alto nível.

Paulo
Paulo
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

Nunca vi vc falando do peso dos tenistas homens fora de forma.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo

E o que tem falar de uma mulher, que provavelmente está assim mesmo, uma vez que tem mais de um ano que não joga?

Paulo
Paulo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não teria nenhum problema se o João não fizesse sempre comentários sobre o peso das tenistas.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Paulo

A última vez que vi uma foto do milos ele nitidamente estava acima do peso….nao sei como está hoje em dia.satisfeito?paulo

Paulo
Paulo
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

Sim

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

JOÃO SAWAO ANDO, você está tentando se redimir só agora, já que o PAULO desceu-lhe a ripa, pela misoginia demonstrada, o que, obviamente, não abstrai o que há de grosseiro em suas mensagens, haja vista ter escolhido o canadense Milos Raonic, isoladamente, para dar um verniz na própria imagem. Deixa essa misoginia de lado…

Última edição 1 mês atrás by Valmir da Silva Batista
João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Paulo

E o Orlando Luz tb está acima do peso….

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

DORAVANTE, JOÃO SAWAO ANDO se dedicará apenas à elaboração de uma lista só com tenistas masculinos obesos, numa clara predileção por assuntos aleatórios, expediente que JOSÉ NILTON certa vez me jurou de pés juntos que iria banir da nossa confraria…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Paulo

PAULO, vai ver que o JOÃO SAWAO ANDO é misógino…

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

E quem tem ódio ou preconceito a mulheres. Não é meu caso Sr Valmir

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

JOÃO SAWAO ANDO, o teor de seus comentários sobre as tenistas reporta o inverso…

Sandra
Sandra
1 mês atrás

Dalcim, esses sorteios não são estranhos ? Como o Nadal solto nas chaves nunca pega um cabeça de chave ? Se bem que Wild e Fonseca não pegaram um começo tão forte ?

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim.como é feito esses sorteios?

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Deu sorte na primeira rodada… porque na segunda pega o Alex de Minaur.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Sandra

SANDRA, há tempos venho notando que teu principal critério de avaliação sobre Rafael Nadal, é pautado na teoria da conspiração. Creio que até o lance de não gostares do espanhol é cabível, mas ficar tentando arranjar chifre na cabeça de cavalo, aí já é demais, não achas? Outro dia mesmo duvidaste da seriedade de suas lesões, aliás, vai ver que o cara ficou sem atuar por mais de um ano por puro capricho, né? Agora inventas, do alto de uma mentalidade fértil e poder de criatividade roteirística, estranheza nos sorteios das competições que Nadal participa, sugerindo manipulação em seu favor. Ainda bem que JOSÉ NILTON, ao menos no que concerne ao Master 1000 de Madrid, esclareceu que “Nadal deu sorte”, em se tratando de seu primeiro adversário neste torneio…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Além do mais, o nome do procedimento é SORTEIO, que advém de SORTE.
Ademais, ninguém jamais foi tão sortudo ao ponto de ganhar um GS dando sorte no sorteio das chaves.
Salvo os GS da antiguidade, onde o campeão do ano anterior, voltava para defender o título apenas na final, podendo dar a sorte de ter um adversário bem menos gabaritado para enfrenta-lo.
Bye.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

LUIZ FABRICIANO, tomara que nossa( sua? ) colega de confraria leia umas dez vezes esse seu comentário…

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Dalcim, o convite ao João em Madrid surpreendeu-me bastante! Houve lobby da IMG ou foram méritos próprios do João?

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás
Responder para  Paulo A.

Os convites q o Fonseca têm recebido de vários torneios são por causa da qualidade de seu jogo e seu potencial ou sua equipe q tem bons contatos?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

E não deu outra: GOAT Djoko PENTA do Laureus!!! Ninguém merecia mais!!!

Boa sorte pro Fonseca em Madri.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

rsrsrsrsrsrs Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás

Esperando ansioso os comentários do Sr. Ribeiro sobre o Prêmio Laureus. A conferir rsrs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Ele falou que vai dar um tempo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sério?
Mais uma boa notícia!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

A conferir kkk…

Paulo H
Paulo H
1 mês atrás

Madri, hora de tirar o foco da Bia e assistir o desempenho de dois tenistas brasileiros que podem nos trazer alegria e orgulho no decorrer das próximas semanas. Avante, Wild e Fonseca, nossa torcida está com vocês!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Vejo Rafa passando pela primeira rodada e fazendo uma partida mais equilibrada contra o Di Menor. Pensar em grandes voos não seria realista, mas quem sabe fazer 3 jogos…

Valdir
Valdir
1 mês atrás

Dalcim, 3 jogadores na chave de um M1000, quando foi a última vez?
Monteiro furou o qualy, espero que defenda a segunda rodada do ano passado.

Willy
Willy
1 mês atrás

Boa noite meu caro.
Uma pergunta: o quanto ser patrocinado pelo Federer ajuda o Fonseca no cenário do tênis? Ganhou o convite pra Madri e agora RG tbm está avaliando um convite ao brasileiro. Será que nos bastidores há uma mãozinha indireta do suíço?

Nando Parrado
Nando Parrado
1 mês atrás

Dalcim, sei que é muito cedo, mas projetando pelo que você está vendo agora, em que nível você vê Fonseca chegando?
Nível um Taylor Fritz? Nível um Zverev? Nível um Federer?

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Preciso e lúcido como sempre.

Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Brilhante resposta! Torcedor brasileiro é de uma imaturidade impressionante. Tem uns achando que ele já vai ser um novo Guga e o garoto nem fez uma temporada inteira ainda…

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 mês atrás

O Nadal deveria ter encerrado a carreira ano passado. Voltar para ficar tomando paulada dessa galera. Está parecendo o Schumacher quando voltou a correr para detonar o currículo dele. Por isso, para mim, o maior de todos é Pete Sampras, foi lá, venceu o US Open e saiu por cima. O último jogo dele, simplesmente, foi a vitória de uma final de Slam. Djokovic ainda pode conseguir isso , mas está cada vez mais difícil. Agora,em termos de rendimento financeiro, o Federer está anos luz à frente de qualquer tenista. Isso mostra que seu nome é o maior de todos.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Senão me engano o Gulbis é filho de banqueiro, sendo assim mais rico e pelo seu pensamento seria o goat.
E Sharapova e suas balas ganhou muito mais dinheiro que Serena, novamente pelo seu racional ela é maior que a americana

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Dizem que a Jessica Pegula tem família bilionária, indo nessa toada.
E Gulbis realmente é muito rico. Viajava de jatinho particular, inclusive levando alguns colegas de carona.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Então Pegula é goat junto do gulbis, caso encerrado.

Alessandro Siqueira
Alessandro Siqueira
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

O tenista mais rico é o romeno Ion Țiriac, que depois do tênis virou um megaempresário, inclusive já foi proprietário do Master de Madri.

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E a interpretação de texto? Federer ganhou esse dinheiro jogando tênis e modelando muito bem seu nome e sua marca. Esses são ricos por procuração. O nome Federer é maior que o do Djokovic mas os recordes incontestavelmente são do Djokovic. E a interpretação de texto?
Encerrar a carreira ganhando um Slam e batendo todos os recordes não é para qualquer um. Depois vieram e bateram seus recordes, mas Pistol Pete é único.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

71 Big Titles renderam muito mais dinheiro do que “apenas” os 54 de Federer.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Se for pelo número de títulos Jimmy connors teve 109.número que não deve ser alcançado por nenhum dos 3.se não me engano

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Sim Rodrigo. Sampras saiu por cima

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Interpretei seu texto corretamente, apenas fiz um adendo ao comentário do Marcelo Costa, que como eu, discordamos de você quanto a Roger Federer estar a anos luz dos outros, porque ganhou mais dinheiro, mesmo que dentro de quadra, ele não ganhou mais que Djokovic, por exemplo.
E Sampras realmente é único, como os outros dois citados aqui, são.
De qualquer forma, o sérvio ainda não encerrou a carreira, o que pode acontecer até esse ano mesmo, depois de levantar mais um Wimbledon, ou RG ou US Open, quiçá o próximo AUS Open.
Forte abraço.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Sim, um cara que se aposenta com 14 Slams é maior do que um que tem 24 ainda número 1 do mundo. Tá serto.

Meu critério financeiro é outro: o maior é quem faturou 182 milhões de dólares dentro de quadra.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Quando esse tal serviozinho que não joga nada ( !?! ), não ganhava nada, tudo o que era mais no tênis era o parâmetro para se definir os melhores.
Hoje, que ele virou a mesa, os parâmetros também fora parar debaixo dela.
Haja apelação.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Com exceção das semanas consecutivas e do dinheiro ganho com patrocínios, rsrsrs.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

O de tênis número 1 mais velho da história também não vale mais kkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

*tenista

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Até outro dia valia muito esse daí.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Certo e com c .e não com s

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

Negativo, é com s mesmo.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

Tá “serto” entre aspas e com “S” significa ironia, ou seja, ele achou graça no texto de quem escreveu, e realmente é engraçado.
Então ele tá ‘serto”, acho que agora está certo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Kkkkkkkkk

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Rafa deve ter feito um curso de como se portar em entrevistas coletivas com o Rogério Ceni (como técnico, claro), só diz coisas depressivas…

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás

Dalcim. O que acontece que mulheres com 36/37 anos conseguem jogar em alto nível como kerber,Tatyana Maria,Laura siegeumd,Sara errani,talvez tenha esquecida alguma. E no caso do masculino param com 33/34 anos.vemos o caso do Nadal que quer fazer uma temporada de despedida mas esta com muita dificuldade. Com 37 anos.Arevane rezai voltou a jogar com 34 anos e elena vesnina voltou a jogar duplas com 37 anos

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Sim.obrigado dalcim

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás

No masculino que me lembre só Roger Federer com 41 anos .jimbo com 42 anos .rosewall com 45 anos jogaram em alto nível.se não estou enganado.

Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  João Sawao ando

Desculpe mas comparar o tênis masculino atual com a época do Connors e, pior ainda, do Rosewall, é um disparate! São praticamente esportes distintos. A evolução foi brutal, não há termo algum de comparação, penso eu…

João Sawao ando
João Sawao ando
1 mês atrás
Responder para  Paulo A.

Realmente como você diz penso eu …esta enganado

Vinícius
Vinícius
1 mês atrás

Dalcim sobre a declaração do nadal dizendo que se RG fosse hj, ele não jogaria porém tem aí intenção de jogar as olimpíadas.
Claro que tem o aspecto físico aqui, porém na sua opinião, é mais sobre legado ou patriotismo essa declaração do nadal?
Pq eu consigo ver dos 2 jeitos, ele não quer jogar RG como está agora pq tem receio de performar mal e ser uma última lembrança ruim em RG, ele prefere ter como título de 2022 ou tentar algo ano que vem se puder, e também consigo ver como patriotismo de ele se importar mais com as olimpíadas, pq assim o aspecto físico pode ser um fator mas eu sinto que o nadal não vai para Paris só para jogar simples, acho que ele joga duplas ou mistas, a não ser que ele queira se aposentar jogando nas olimpíadas, aí eu entenderia ele jogar só simples, mas a sensação que eu tenho é que pode ser às 2 versões que eu trouxe, na sua visão e experiência, o que vc acha que é?

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás

O aguardado romance “Rivais” chegou hoje nos cinemas. No novo filme do diretor Luca Guadagnino, Zendaya divide a tela com Josh O’Connor e Mike Faist ao dar vida a um triângulo amoroso entre três tenistas unidos pela sede por vitórias e por uma paixão fulminante.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás

VITÓRIA HISTÓRICA de Thiago Monteiro sobre o sérvio…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás

SERIA MUITO PROVÁVEL que com as mesmas altas de Federer, de Nadal e de Djokovic, Pete Sampras conquistasse os mesmos números de slans do suíço, do espanhol e do sérvio, já que encerrou a carreira aos 31 anos, ou seja, com dez anos menos que Federer, sete menos que Nadal e seis menos que Djokovic. Fazendo uma simulação sobre o tempo a mais que Sampras poderia ter atuado, tendo como referência o tempo mínimo de distância etária, que são os seis anos em relação ao sérvio, com um slam por temporada o americano chegaria aos 20 de Federer, já que pôs fim à sua brilhante carreira com 14 troféus de nível 2000. A partir destes mesmos seis anos, consideremos que Sampras conquistasse mais de um slam em um ou dois anos isoladamente, ele chegaria, muito provavelmente, aos mesmos 22 de Nadal. Quanto aos 24 de Djokovic, ou seja, dez a mais do que Sampras, basta que se considere a mesma distância etária entre ambos, somada à média anual de slans do americano( algo em torno de dois ), e teríamos, ao final dos anos 90/início dos 2000, um tenista com ao menos os mesmos 24 de Djokovic e de Margareth. Tendo sempre como base o fator etário inferior de Sampras, e principalmente seu inegável talento para jogar bola, teríamos, enfim, o maior recordista de todos os tempos, com suas mais de 24 taças de nível 2000…

Última edição 1 mês atrás by Valmir da Silva Batista
Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Falou muito e nada aproveitável.

Se, se, se, se….

Sampras já estava com o jogo obsoleto, velho para a época e dificilmente teria ganhado outro Slam depois de 2003, muito menos Roland Garros. Terminou sem Career Slam e com míseros 11 Masters 1000.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

*depois de 2002

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

PAULO ALMEIDA, se você tivesse prestado atenção direito no teor do meu comentário, teria percebido que o que fiz foi uma simulação, fazendo uso do próprio termo, o que ajuda bastante no entendimento de quem lê e não manja coisa nenhuma de semântica. De resto, você já viu um tenista “com o jogo obsoleto” ganhar um grand slam sobre seu maior adversário? Pois foi isso que Sampras fez no US Open de 2002, para, posteriormente, encerrar sua brilhante carreira, sem disputar mais nenhum torneio após o slam novaiorquino. Fê-lo porque já estava cansado da rotina exaustiva da ATP e sobretudo por sentir falta de estar mais tempo com a sua família. Ele não ostentava um jogo ultrapassado coisa nenhuma, e se você tivesse um pouco mais de memória, ou se se dignasse a pesquisar a respeito do que não sabe, passaria a saber que Sampras jogou os dois últimos anos de sua carreira apenas de forma sazonal, justamente pelo motivo que acima citei. Entendeu agora o que é simulação e o que é semântica? Entendeu porque Sampras ofereceu “apenas” o que tinha para oferecer no princípio dos anos 2000, mas não pelo “jogo obsoleto” que você atribuiu ele? Pois é…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Jogo obsoleto facilmente marcado pelo pusher Hewitt. Sampras deu sorte no chaveamento do USO 2002.

Sua simulação é fraca, nada convincente e digna de risadas.

Sem choro.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Dalcim, vi q Rafa venceu com tranquilidade, algo esperado. Gostaria avaliasse a qualidade do serviço, acho q esta melhor do q em Barcelona? Creio q esse detalhe é algo essencial nesse momento.

Joaquim Saraiva
Joaquim Saraiva
1 mês atrás

José Nilton, em razão das muitas promessas não vingadas no tênis, sou refratário a qq tipo de oba-oba com nossos prodígios. Preciso ver p crer. Mas, cá entre nós, é impossível n se animar com o João Fonseca, não? Com seus míseros 17 anos, o carioca já desfila um tênis superlativo. Incrível imaginar o que esse garoto pode vir a fazer quando adquirir mais rodagem. Espero que se mantenha saudável e com a cabeça no lugar. Dia feliz p o tênis brasileiro. Saudações, meu amigo.

Joaquim Saraiva
Joaquim Saraiva
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Sem sombra de dúvidas, José Nilton!

Rafael Valença Azevedo
Rafael Valença Azevedo
1 mês atrás

Realmente, uma boa semana para torcida.
Até agora, uma semana perfeita.
Vamos, Brasil!

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás

Rodrigo Lightman:
Para mim, o GOAT é Gaston Gaudio.
Concordo contigo, números de Grand Slams não querem dizer nada.
Quem seria Novak Djokovic perto de Pete Sampras, não é mesmo? “Apenas” possui a mesma quantidade de Wimbledons do americano.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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