Rio de Janeiro (RJ) – A estreia do pernambucano João Lucas Reis em ATP terminou com derrota em sets diretos para o alemão Yannick Hanfmann, de 34 anos e atual 90º do mundo, que derrotou o brasileiro em sets diretos pela primeira rodada do Rio Open, anotando placar final de 7/6 (7-3) e 6/4 depois de 1h58 de confronto.
Na segunda rodada, o alemão terá pela frente o vencedor da partida entre o italiano Luciano Darderi, cabeça de chave número 2, e o argentino Juan Manuel Cerúndolo, que se enfrentam no segundo jogo da quadra 2 na terça-feira.
Convidado da organização, Reis conseguiu fazer um jogo parelho contra o experiente germânico, principalmente no primeiro set, que foi definido apenas no tiebreak. O pernambucano apostou nas trocas mais longas, só que Hanfmann levou a melhor quando conseguia tomar as rédeas do ponto.
Hanfmann também foi mais consistente na parcial inicial, com menos erros não forçados (14 a 17) e mais bolas vencedoras (14 a 11). Foi assim que ele faturou o desempate, atacou nos momentos importantes e saiu na frente.
Antes disso, Reis mostrou poder de recuperação depois de perder o saque logo no primeiro game, no quarto break-point cedido. Ele devolveu a quebra no quarto game e a partir de então se manteve firme até o 11º game, quando enfrentou nova chance de quebra e desta vez se salvou, mantendo o saque para perder só no tiebreak.
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O segundo set também foi parelho, novamente começando do Hanfmann na frente e abrindo 3/0. Quando tudo indicava que ele selaria a vitória sem maiores sustos, Reis reagiu e devolveu o break em seguida, pedindo atendimento médico antes de empatar por 3/3.
Depois disso a partida seguiu no game a game até que o brasileiro encarou 0-40 sacando em 4/5. Ele até salvou o primeiro dos três match-points seguidos que teve contra, mas não sobreviveu ao segundo e acabou eliminado da competição, que lhe rendeu uma premiação de US$ 19.260.













Mais uma derrota honesta, jogo equilibrado
Os brasileiros não fizeram feio nessa r1 contra estrageiros,que eram os favoritos mesmo
João Lucas jogou muito bem. Fez um jogo muito digno, decidido nos detalhes. Se tiver chances de fazer mais jogos contra adversários desse nível, do Top 100, vai-se acostumar e se colocar em condições de participar de mais ATPs 250 e 500 – e até dos Masters 1000 de chaves maiores, de 128.
sempre tem um “mas” pros brasileiros… jogou bem mas… lutou muito mas… equilibra o jogo mas… mas… os adversários eram melhores. fato. Buse. Hanfmann. Kopriva. deu a lógica. 3×0 …apenas chamou a atenção o baixíssimo público no jogo do Reis. e hoje tem João!!!!
O público foi baixo pq todos sabem que o Reis não vai sequer tentar algo diferente…
Partida errática de Reis da Silva, apesar de não desistir em nenhum momento.
Mas obviamente, era bem possível ter vencido.
O Reis é jogador de challengers no saibro… Não tirem ele de lá…
A impressão que passa que só de estar participando, de ter o crachá do torneio, ja está bom… Foi assim nos dois qualis de Grand Slam, na Davis e agora no Rio Open…
Falta aquela vontade de buscar o algo a mais… De tentar uma arrancada para se posicionar entre os grandes…
Tanto falta esse vontade que na Davis,. Mesmo sendo na teoria o R1 do time, vou substituído no segundo jogo…
Vamos torcer que façam um trabalho motivacional com ele para o Quali de Roland Garros… Quem sabe ali ele se encontra e consegue esse algo a mais… Pois ele tem força nosgolpes, velocidade, estatura… Mas ja tem 25 anos… Ja era para ter se posicionado um nível acima….
Reis é bom jogador. Tem lacunas no seu jogo que precisam ser melhoradas. Mas bate bem na bola, tem forehand potente. E só em ser compromissado, já ganha pontos.
A torcida acompanha pouco os jogos dele, porque de certa forma ainda é desconhecido.