A deixada cruzada de forehand, nos momentos decisivos de uma intensa partida em Turim, é para mim a imagem mais forte que fica da extraordinária vitória de Jannik Sinner neste domingo sobre o arqui-rival Carlos Alcaraz, que valeu a ele o segundo título seguido do ATP Finals, façanha obtida apenas por outros três homens neste século.
O italiano provou no mais alto nível sua nova disposição de alterar ritmos e improvisar pontos importantes, algo que havia prometido depois do US Open. Esse volume de jogo ainda mais aprimorado se junta a sua capacidade indiscutível de controlar o jogo do fundo de quadra, o que faz melhor do que ninguém no circuito atual.
É difícil saber se a confiança é o que deixou seu saque tão precioso ou se a evolução dos dois serviços foi o que lhe deu soltura tão grande. Por um ou por outro, Sinner subiu mais um degrau de qualidade. Pena que tivesse relaxado no começo do segundo set e enfim perdido o primeiro game de serviço de todo o campeonato, mas ele concluiu a tarefa sem perder uma única parcial, aumentando sua invencibilidade no piso sintético coberto para 31 jogos.
Os líderes do ranking fizeram mais uma tremenda partida nesta temporada, num ritmo alucinante de trocas de bola e velocidades incríveis para alcançar winners. O primeiro set seguiu palmo a palmo, pequenas brechas em dois games mais longos, até chegarmos no momento crucial: ótimas devoluções e postura ofensiva deram o set-point ao espanhol. Eis que Sinner disparou então um segundo saque extremamente profundo e ofensivo, que o backhand não controlou. O tiebreak teve um único vacilo de Sinner, mas a rigor o italiano foi superior o tempo todo, escolhendo muito bem as direções da bola.
Minutos depois de Alcaraz receber novo tratamento para a coxa direita, que acabou enfaixada, veio a quebra inesperada, com duas duplas faltas e um backhand descalibrado de Sinner. A supremacia de Alcaraz durou pouco e o empate chegou num sexto game todo apressado do espanhol. Naquela altura, Carlitos visivelmente tentava evitar ralis, o que lhe custava subidas à rede imprecisas e voleios tortos. Ainda assim, empurrou a decisão até o 12º game, quando então Sinner teve atuação magnífica nos contragolpes.
É justo dizer que Jannik “desempatou” o placar mais relevante da temporada. Cada um deles havia ganhado dois Grand Slam e o Finals ganhou ares de tira-teima, e com enorme peso. De quebra, Sinner entrará 2026 apenas 550 pontos atrás do número 1, numa redução significativa do prejuízo, calcada em três títulos consecutivos na quadra coberta e duas vitórias seguidas em cima de Alcaraz, caso consideremos que a milionária exibição da Arábia Saudita não teve nada de jogo amistoso.
Now this, is SINEMA 🎬
CHEERS TO YOUR CHAMPION 🍾#NittoATPFinals pic.twitter.com/KUfIJWq1gX
— ATP Tour (@atptour) November 16, 2025
E mais
– Este foi o o sexto título de Sinner nesta temporada, dois a menos que Alcaraz, e agora os dois estão empatados com 24 na carreira.
– A Espanha segue o jejum no Finals, que vem desde Alex Corretja, em 1998. A derrota de Alcaraz foi a quinta em decisões desde então, somando-se à de Ferrero, Ferrer e duas de Nadal.
– Ficam duas dúvidas: Alcaraz vai mesmo integrar o time da Copa Davis da próxima semana e Darren Cahill terá feito a última aparição como treinador de Sinner.
– Jannik fecha o ano com a premiação bruta de US$ 19 mi, cerca de US$ 600 mil a mais do que Alcaraz, mesmo tendo jogado 16 partidas e três meses a menos.
– Entre os espectadores da grande decisão, estavam Guga Kuerten, o campeão do Finals de 2000, e a jovem estrela da F-1 Andrea Kimi Antonelli.
– O Brasil ficou bem perto de surpreender a Austrália na repescagem da Billie Jean King Cup, em Hobart. Naná Silva fez outra excelente exibição e tirou set da top 100 Kimberly Birrell, enquanto Laura Pigossi chegou a ter match-point para superar a 32ª do mundo Maya Joint. Se a decisão fosse para as duplas, o equilíbrio tenderia a ser grande.
– Com a queda, o Brasil permanece no Grupo 1 da competição e aguarda adversários de 2026 para tentar de novo chegar na repescagem para o quali mundial.
– Além da Australia, classificaram-se para o quali mundial Bélgica, República Tcheca, Polônia e Suíça.
– Victória Barros também ficou próxima de seu primeiro título profissional de simples. Chegou a vencer o primeiro set no W15 de Antalya e foi batida por uma adversária 11 anos mais velha e com metade de seu ranking. A potiguar deve aparecer perto do 1.100º posto.
– Harri Heliovaara e Henri Patten ficaram com o título de duplas do ATP Finals, terminaram o ano como segunda melhor parceria e devem brigar pela liderança do ranking individual da modalidade em 2026. Joe Salisbury tentava o tri, ao lado de Neil Skupski.








Atuação incrível do novo Djoko. Um campeão precisa ter força mental e saber controlar os nervos. Sinner deu conta do recado em Wb e no Finals, que siga evoluindo.
Detalhe, não fosse a merecida suspensão, seria a segunda temporada consecutiva do gelado italiano no topo do ranking. Essa briga tende a ser bem interessante após o Australian Open.
Detalhe:
– Não fosse a parca suspenção (a menor de um caso de doping que vi em muito anos – leia-se panos quentes..), não teria feito ponto algum e ralvez tivesse até mesmo perdido os do ausOpen…
Azar de quem não se dopou e twm que aturar comentários como esse…
Azar o seu se leu e não gostou… rs. Bom, a suspensão a meu ver foi merecida e na medida certa. Claro que isso impactou no ranking, visto que o Sinner era o número 1 do mundo. Se essa questão é chata de admitir para alguns… paciência.
Você quer pagar de culto falando de porta de Saint-Aloysius, mas segue escrevendo “suspenção” (milésima vez), Carlo VW. Laplace está se revirando no túmulo nesse momento.
Saint-Aloysius não tem nada de “culto”. Entendo tratar-se do orfanato de onde sariam “Os três Patetas” (quem tem mais de 65 como eu, deve saber).
Mas apenas o dono da frase para confirmar o que ele quis dizer com isso.
Ah, entendi a ligação agora. Ele já usou os nomes dos Três Patetas em pastas anteriores para tirar sarro de mim, Paulo F. e Paulo Sérgio, mas de qualquer forma foi pra pagar de culto sim.
Ele não tem argumentos e parte para ataques pessoais.
Pois é.
Bem, pelo menos sofro “apenas” preconseito linguístico. Mas talvez se meu perfil tivesse uma foto ou o bmostrasse o (baicho) salo da minha conta bancária o rol pudesse ser ampliado visto que prec… parece ser o prato do diano cardápio!
Quem partiu pro ad hominen foi você, várias vezes. Nao se faça de vítima agora.
Que legal que você é fã dos Três Patetas, mas não é do meu tempo (nada contra sua idade ou do Marcus Vinícius).
Jonas sobre novo Djoko concordo plenamente e vou além acho ele melhor em quase tudo que o Djokovic faz, mais força mental do servio ele ainda não tem isso vai demorar um pouquinho mais pra chegar lá. Mais quando ele tiver essa força mental que fez do Djokovic o maior tenista de todos os tempos aí sim vou até ficar com medo porque acho que aí os recordes do Djokovic vão estar seriamente ameaçados pelo italiano.
Depende, caro Valdemar… eu não vejo Sinner como uma versão melhorada ou piorada do sérvio. Tem coisas que o italiano faz muito melhor e outras pior como devolução, contra-ataque, controle de bola etc. São dois jogadores geniais, a seu modo.
Sobre recordes, precisamos lembrar que Djokovic não tem apenas um recorde, são muitos… claro que podem ser batidos, mas por um único atleta acho difícil.
Exemplo: Alcaraz no momento é quem mais o ameaça no recorde de Slams (24), mas não vejo o espanhol batendo as 428 semanas no topo ou os 7 troféus de ATP Finals, os 10 Australian Open e por aí vai. Sinner pode vir a ser uma ameaça ao sérvio em outras frentes também, evidente. É algo que só o tempo vai dizer, abs!
Onde assino!!!
Não o vejo como um “novo Djoko”, Jonas. Se não me engano, o próprio italiano disse em entrevista que não vê seu estilo similar ao do sérvio. Para mim, há diferenças marcantes de postura, tanto técnicas quanto táticas, e de prioridades nos jogos de ambos. Abs!
Foi modo de falar rsrs, acho que eles têm semelhanças na forma de jogar, embora Sinner esteja mais próximo de um Berdych.
Um jogo entre Alcaraz e Sinner parece outra divisão do tênis.
Não precisa ser um sábio para notar a intensidade do jogo.
As trocas de bolas são brutais, algumas a 165 km por hora, surpreendentemente, elas voltam, geralmente fundas e incômodas.
Ninguém no circuito consegue manter trocas de bolas como os dois, parece fácil, olhando pela televisão (ilusão).
A ESPN Premium colocou como opção a transmissão das partidas com dados estatísticos em tempo real (trajetória da bola, deslocamento dos tenistas, velocidade de saque, velocidade de backhand ou forehand, altura), tudo com som original e sem narração.
Nunca tinha visto em tempo real, o que coloca em perspectiva a evolução do jogo e seus atores principais.
O tênis hoje é outro, dois atores principais, alguns coadjuvantes e muitos figurantes.
Na arquibancada, torcedores olham para os celulares, buscando o conforto do passado… enquanto a modernidade desfila incontrolavelmente.
Dito isso, Djokovic continua sendo o maior e melhor de todos os tempos desde 2011.
“Na arquibancada, torcedores olham para os celulares, buscando o conforto do passado… enquanto a modernidade desfila incontrolavelmente”.
(O baile da saudade, segue forte)
Pois é… iniciou-se a Era dos Superbigs, ou a era “Onde os Bigs não tem vez!”
E olhe que esses meninos não chegaram sequer aos 24 anos, ou seja, ainda não estão no seu ápice
Iberê… ou seria Carlo V.W? Sinner na verdade tem 24 anos.
Sinner tem 24, informadíssimo VW.
OK. Carlo VW.
Cara na boa, pare se puder, o tênis jogado hoje é magnífico demais pra vocês ficarem vivendo lá em 2011
Eu disse de 2011 até o presente momento. E você não pegou o espírito da coisa: tem a ver com que Claudinho postou ontem nas notícias.
O melhor, talvez. Os números sugerem isso.
Mas, o maior é o Federer.
Isso foi o que o Fonseca disse, rs.
Vejo maior (GOAT) como quem detém os principais recordes (objetivo) e melhor vai ao gosto do freguês (subjetivo), tendo a ver com estilo de jogo, mental, ser completo etc. Pra mim, Djoko é os dois. André Aguiar falou sobre isso contigo há alguns meses.
Concordo. Os últimos torneios no masculino parecem uma procissão cuja final todos sabem qual será. De qualquer forma, Alcasinner estão em outro patamar e 2026 deve seguir na mesma tocada.
Gostei muito também dessa transmissão da Disney com realidade ampliada, a qual aumenta a experiência imersiva audiovisual.
Além das características que você citou, ainda conta com a vantagem de não ter intervalo comercial.
Espero que essa transmissão continue sendo disponibilizada, ao menos nos grandes torneios.
Parabéns ao Sinner e seus torcedores. Jogador espetacular que só faz bem ao tênis. Só discordo do texto em relação a Ryad. Considerar vitória em torneio de dois jogos não dá, ainda mais que Alcaraz costuma ser bem mais forte na ponta final de torneios do que na inicial. Jogaram para vencer, mas tirando a grana, não vale nada em termos de circuito, pressão, prestígio. Nesse cenário se dois jogos acho que Sinner ganhará 9 em 10 vezes em um indoor contra Alcaraz. Em um cenário como de hoje, de torneio, as coisas são parelhas. Ano que vem, esperemos muito mais jogos entre eles. Espero que o saque do Alcaraz avance ainda mais.
Duvidava que o sinner conseguiria colocar novos elementos em seu jogo ,mas ainda vejo o alcaraz um pouco mais versátil.
Dalcim ,projetando a próxima temporada pelo que se viu esse ano ,Draper e Shelton são os que vão incomodar essa dupla e Djokovic , será o último como profissional ,desde já feliz natal e ano novo kkkkkk
Ele nunca vai ter a habilidade do Alcaraz… houve um voleio no primeiro set fácil que deixa isso bem claro. Porém, caso siga melhorando o saque e consiga colocar ainda mais variação em seu jogo teremos um jogador praticamente perfeito.
Se for por isso, nem Nadal e nem Djokovic foram mais habilidosos do que o Federer e ambos fizeram o suíço comendo poeira (e Nadal com requintes de crueldade rs).
Mas Sinner vem melhorando demais neste aspecto, mestre Jonas.
Um lob que ele deu ontem….bah, deu até pena do Ribery Jr.
Exato. Nadal desde 2004 dando trabalho e o Djoko entrou para a seleção em 2011, rs.
Pessoal parece que tem pressa de encerrar a carreira do cotonete. Quem decide é ele.
E com 4 semis seguidas de ‘Slams’, acho que ele ainda se anima de ficar mais um tempinho…
Cadê o Sr. Ribeiro?
Anda sumido rs.
Grande jogo, Sinner obteve uma vitória difícil mas merecida. Se analisarmos boa parte dos jogos de Sinner e Alcaraz, este foi com certeza o único jogo imprevisível.
Como assim? No nível parelho em que estão, todos os jogos entre eles são imprevisíveis. A começar pela final de Roland Garros, com Alcaraz salvando 3 match-points.
A referência é em relação aos demais jogadores do circuito, salvo algo excepcional é certo que Alcasinner são amplamente favoritos. Entre os dois obviamente não existe favorito.
Vendo o jogo novamente, em câmera lenta, é nítido o backswing do italiano muito mais ágil, a raquete ao tocar as costas, ja volta ajustada pro próximo golpe, aparenta ficar ali milissegundos e ele ja a retorna pra posição inicial. Isso da a ele possibilidade de jogar sempre a frente, pegando a bola sempre na subida, tendo tempo de escolher onde, como e qdo jogar.
Essa forma de jogar tênis, nunca havia visto, tamanha intensidade, velocidade, precisão e pouquíssimo tempo de terminação após a batida.
Sinner é a síntese do tênis
O legítimo e verdadeiro número 1 deu um belo chute naquele que é o mais fake da história, só alcançando o posto por forças do destino, não por sua real superioridade no circuito.
Espero que El Torero Naranja siga evoluindo seu jogo para dar muito mais curtinhas e lobs como deu no Boi Miúra Jr. neste jogo de hoje.
Queremos ver muitas mais vaquejadas como esta, mas também que surjam outras forças no esporte capazes de rivalizar com os dois, a começar pelo nosso Fonseca, de preferência.
Mas não vai ter asterisco na vitória do Sinner, depois daquele atendimento médico de 10 minutos logo após a dupla falta? Escolhas…
Pode ter. O espanhol falou em entrevista que não estava bem fisicamente? Ele estava vencendo antes disso?
Estava ótimo, antes e depois. Mas não era essa interrupção. É dessas por motivos alheios que geram asteriscos. Como um torcedor passar mal e o jog ser paralisado por 10 minutos após um dupla falta de Sinner em um set em que l italiano venceu por 42 pontos contra 40 de Alcaraz. Um ponto que muda de lado, o set pode mudar totalmente.
Entendi o raciocínio, Júlio. Está autorizado a botar o asterisco, rs. Ano que vem tem mais. Abs!
Dalcin, essa concentração dos 2 grandes torneios “itinerantes” do Tênis(Finals e fase final da Davis) em solo italiano, durante uma administração majoritariamente italiana da ATP.. entendo q a Davis fica a cargo da ITF, sao entidades diferentes mas, não estaria havendo uma excessiva puxação de sardinha pro lado dos italianos? Ou realmente nenhum outro país esta muito interessado em receber esses eventos?
Saudações!
É sempre uma questão de quem paga mais dentro de uma estrutura exigida. Não me agrada esse concentração, mas temos de entender que o tênis é hoje um grande esporte na Itália, com capacidade de lotar estádios o tempo todo e trazer grandes patrocinadores.
Depois de ver o jogo de hoje, e considerando o que jogaram Alcaraz e Sinner durante o ano, arrisco dizer que se o Big4 fosse contemporâneo destes, Nadal teria lá seus 10 RG, mas jamais teria ganho AusOpen ou USOpen. Wim então… Federer provavelmente biliscaria dois ou trés Wim. Mas jogadores que pautaram sua carreira e fizeram seu nome em USOpen e AusOpen, teriam o mesmo sucesso que teve o berdich (sem menosprezar aqui o Berdich).
Cheguei a conclusão que Alcaraz e Sinner não venceriam nenhum slam se levarmos em consideração o que estão jogando hoje os dois líderes do ranking no ano de 2040.
Tenho a leve impressão que não viu nem o auge de Federer e nem o auge do Nadal.
Exatamente, Paulo. Esses 2 são magníficos, mas ainda precisam de chão para chegar ao nível de tênis de qualquer dos Big3.
Sem a menor dúvida! Sampras só foi questionado quando Federer lhe ultrapassou, como exemplo.
Concordo. São simplesmente 66 Grand Slams para o big 3. Algo absolutamente fantástico. Daqui a uns 10 anos, pelo menos, poderemos pensar nisso.
Por um momento, achei que fosse uma escrita do SR e me assustei.
Me recuperei depois que vi que é apenas Sergio.
Que alívio!
São épocas diferentes, sem comparação. Seria o mesmo que afirmar que Lendl, McEnroe, Borg, Edberg..ou Sampras, Agassi não ganhassem GS se jogassem no período do BIG3. Cada época tem as pessoas e seu devido tempo é trabalho.
Isso é apenas um exercício de desejo.
Não há nada que possa chegar próximo de se projetar esse fato, o que teria acontecido. se…
Basta apenas lembrar que tanto Sinner quanto Alcaraz, só conseguiram realmente se deslanchar do vovô sérvio, de 2024 para cá. Mesmo Alcaraz ainda tendo uma contundente derrota em janeiro de 2025.
Depois de uma geração fraca mentalmente – Zverev, Kyrgios, Tsitsipas, Medvedev, Thiem entre outros – que venceu muito menos o que poderia, finalmente temos dois grandes jogadores que substituirão em alto nível o legado anterior de Federer, Nadal e Djokovic. Esperemos que o nosso Joao possa se juntar a esse rol dentro de uns 2 anos.
Discordo do Thiem, devido aos problemas físicos. Os demais acompanho o relato.
Eu acho a final do USOpen entre ele e o Zverev a mais terrível de todos os tempos…. ambos completamente desnorteados mentalmente
Terrível mesmo. E eu era admirador do Thiem. Sempre fico em dúvida qual final foi pior: essa aí ou a desgraceira que foi RG 2004 entre Gaudio e Coria. Aliás, a gente podia votar kkkk.
Dalcim, qual foi pior entre essas duas? E tem alguma que você lembre que seja ainda mais terrível?
Olha, dos tempos atuais, acho que Roland Garros de 2004 vence. Mas o Australian Open também teve finais bem terríveis nas décadas de 80 e 90.
Valeu, Dalcim!
A final do AO entre Marat Safin e o pavoroso Thomas Johansson também foi um jogo tão saboroso quanto tomar sopa de pedra.
Eu ficaria no mesmo RG, entre Juan Carlos Ferrero e Martin Verkek.
Cada confronto entre eles deixa claro que é um patamar diferente de tudo o que vimos até hoje, mesmo com o Big 3 em quadra.
Um jogo físico num nível absurdo, aliado a técnica apurada e um mental que precisa ser também absolutamente forte, pois a sensação é que é impossível bater o oponente.
Sinner levou nos detalhes, com pontos grandes que Carlitos o obrigou a ganhar se quisesse vencer. O italiano, como o Mestre Dalcim pontuou, vai agregando novas armas ao seu arsenal para reduzir a diferença no confronto direto com o espanhol. Ambos buscam um no outro a evolução que o resto do circuito parece longe de alcançar.
Contra eles, hoje, apenas o físico que pode ruir nesse jogo insanamente intenso, ou uma estafa mental, menos provável se considerar que os demais concorrentes não tem recursos para batê-los e o único potencial rival é Djoko, que já externalizou sua resignação de não acompanhar os dois.
Jogaço para fechar uma temporada incrível de ambos.
Provavelmente podemos dizer que Sinner é Alcaraz são os primeiros jogadores frutos 100% das tecnologias de alto rendimento no tênis. Além das questões técnicas, físicas e mentais que evoluíram nas gerações anteriores, está tem a seu dispor trabalho de biomecânica, a própria IA para auxiliar na melhora de desempenho seu e como explorar os pontos fracos dos adversários.
Acabei esquecendo dos aspectos nutricionais, enfim com o fim do BIG3 , o tênis é outro esporte em termos de dinâmica
Que nível absurdo de tênis nessa final!!! Dois jogadores fenomenais! Sinner lembra um Djokovic turbinado, e Alcaraz parece uma síntese de Nadal e Federer. No mental, Sinner parece mais sólido, Alcaraz às vezes oscila. Se ele tivesse o mental de um Nadal, ninguém segurava.
E pensar que Sinner, na adolescência, estava decidindo entre o esqui e o tênis!
Gostei de um comentário do German (na semi, acho), elogiando a cobertura de quadra do italiano, jogando “… com aquela base de esquiador que só ele tem!”. Concordo 100% que esse centro de gravidade baixo para um cara com 1,91m tem origem nos slaloms montanha abaixo.
Achei um jogão e me impressionou como o Alcaraz jogou bem e pressionou o Sinner, para mim um dos melhores jogos do ano. A rapidez da pancadaria assustadora.
Inegavelmente um jogaço.
Mestre, duas dúvidas:
– Você acha que Alcaraz sentiu algo e passou a encurtar os pontos? Ou foi só uma tentativa de mudar a estratégia?
– o que acha da discussão sobre o finals ser disputado em quadra coberta? Da mesma forma que temos os slams em 4 superficies “definidas” (2 duras, 1 saibro e 1 grama), você vê “problema” no finals ser disputado sempre em quadra coberta?
Não sei o que o Dalcim acha, mas o Alcaraz disse que isto não influenciou e que foi mérito do Sinner. Tanto é que mesmo depois do atendimento médico, foi o único jogador do Finals que conseguiu quebrar o serviço do italiano, isto no começo do segundo ‘set’.
Olha, n verdade o Sinner é que “se quebrou”… rsrs… Duas duplas faltas e um backhand bem para fora. Mas eu acho que o incomodou precipitou um pouco as coisas para o Alcaraz. Ele fez algumas transições à rede muito ruins.
Ah, sim. Faz sentido.
O bom também é que o Sinner vem tirando a diferença nos confrontos diretos. Embora ainda existam inúmeras partidas a serem disputadas entre eles, não é bom ver o rival muito disparado na frente.
Em n° de títulos já empatou…24 para cada um, embora Alcaraz possua mais dos chamados grandes.
GS: Alc 6, Sin 4
Finals: Alc 0, Sin 2
1000: Alc 8, Sin 5
500: Alc 8, Sin 7
250: Alc 2, Sin 6
Dalcim, se o jack draper conseguir se livrar das lesões, você acredita que ele consegue encarar o sinner e o alcaraz e fique entre os primeiros no ranking em 2026?
Vejo muito potencial no Draper, Vinicius, mas realmente a questão física é relevante, porque pode pesar muito nos Grand Slam. Tomara que ele fique totalmente recuperado.
A participação do Brasil na BJK Cup foi super positiva. Venceu Portugal por 3 a 0 e depois perdeu para a favorita Austrália, porém emparelhando os confrontos. Depois de tudo acabado, vejo que houve uma grande falha por parte da CBT no planejamento das convocações. Durante as competições o técnico Peniza colocou a Nauhany Silva para jogar contra a adversária mais fraca e depois a Pigossi contra a mais forte, tanto contra Portugal como contra a Austrália. O maior desafio todos sabiam que seria a Austrália, porém não foi fácil contra Portugal e as garotas estão de parabéns pelo espírito de luta. Todos nós sabíamos como a Nauhany vinha bem das competições anteriores e da preferência dela pelas quadras duras onde o tênis dela flui mais facilmente. Pois então, porque convocar a garota para jogar a BJK Júnior na semana anterior quando havia outras disponíveis como a Pietra Rivoli sempre indo longe nos torneios que participa? Se a Nauhany não estivesse com uma carga de várias partidas seguidas, com certeza teria jogado ainda melhor contra a australiana e talvez nem teríamos terceiro set e com isso aliviaria a carga emocional da Pigossi, pois não seria a última chance.
No emparelhamento das jogadoras, parece que entre as escaladas, consideram a seguinte ordem: segunda melhor rankeada vs segunda melhor rankeada, depois melhor rankeada vs melhor rankeada.
Ok, deve ser uma regra né?
Exatamente!!!
Recordista como top 1, top 2, top 3 e top 4. Goat dos recordes principais e secundários.
https://tenisbrasil.uol.com.br/djokovic-fecha-ano-no-top-4-pela-16a-vez-e-supera-nadal-e-federer.html
Dalcim, vc realmente acha que os tenistas levaram a sério a Kings? Preferiram sacrificar a temporada por um torneio que pra ATP não vale de nada?
Nando, desculpe me intrometer, mas pode não valer nada pra ATP… só que por 6 milhões de dólares, acho que eles iriam até de muletas e com febre de 40 graus.
Creio inclusive que o Six Kings é uma ameaça nada indireta da Arábia Saudita em organizar um circuito paralelo ao da ATP, como fizeram no golfe. O recém-anunciado Masters 1000 naquele país, sem tradição alguma no tênis, nada mais é do que uma tentativa da ATP em conter o ímpeto saudita. Como tivessem entregado os anéis para preservar os dedos, ao menos por enquanto.
Concordo.
Kkkkkkk
Li comentarista aqui dizendo que Alcaraz é número 1 “fake” porque Sinner ficou suspenso.
Ora pitondas, acontece que não tem como todo mundo ficar satisfeito. Porque por outro lado, há muitos que acham que a suspensão do italiano foi “fake”… ou por pouco tempo.
Na minha visão, a coisa ficou bem distribuída. Alcaraz líder do ‘ranking’, e Sinner campeão do Finals.
Foi o que se pode arranjar…
Talvez você precise se informar melhor.
Outro tenista sem nenhuma relevância no mundo do tênis, de ranking bem abaixo e duplista, teve contaminação semelhante à de Sinner (com clostebol) cerca de um ano antes e nem sequer foi punido.
Fontes: https://tenisbrasil.uol.com.br/infelizmente-e-quase-certo-que-sinner-sera-punido-preve-ex-top-50.html
Ouso dizer que provavelmente haveria um merecido e justo terceiro set em Turim se Carlitos não tivesse sentido a coxa, o que lhe fez tentar encurtar alguns pontos com desastradas subidas à rede mas , desde o início, o favoritismo natural era mesmo do Sinner por jogar em casa e ser dominante nos pisos duros e indoors.
A atitude de Carlitos de tirar a proteção da coxa, antes da premiação, é mais uma demonstração de caráter. Hoje diário O Marca , fala que constatada a lesão, é dúvida para as finais da Copa Davis, para desespero de David Ferrer. Alcaraz demonstrou em Turim , que Indoor deixou de ser problema. Encarou o melhor no piso de igual. Abs !
Coxinha fake.
Estás tão acostumado com as do ” goat ” que não leu TênisBrasil. Carlitos cortado da Copa Davis, competição que ainda está Zerado. Já Sinner pediu dispensa mesmo. Jogou muitos Torneios na Temporada…Abs !
Copa Davis não vale nada há muito tempo. Todas as lesões do GOAT foram reais até hoje. Já essas do Tulinho Assassino e do suíço, sei não…
Abs!
Não vale nada para ATP , assim como Olimpíadas com Zero ponto , caríssimo Piloto. Jannik Sinner já levou 2 contra 1 do ” goat ” . Lembre – se que em 2012 , Sérvio somente levou 1 Slam . Os garotos podem conseguir muito mais em 2026 . Não se desespere … Rsrs, Abs !
Essas lesões fantasmas rs
Tênis Brasil noticiando hoje as declarações de Darren Cahil, treinador de SInner, parabenizando Carlos Alcaraz pelo N 1. Repetindo o que seu pupilo disse na premiação. A quantidade de Posts embarcando no ridículo ” N 1 Fake ” , comprovam o total desconhecimento. Nunca tinha visto no Esporte Tênis, tamanhos aplausos da Torcida adversária , como para Carlitos na cerimônia . Fizeram para o cara que tirou N 1 do seu Ídolo , exatamente em casa. Sinner e Alcaraz estão a frente do seu próprio tempo. Abs !
Voltou?
Deve ter passado a dor que sentiu ao ver o Ribery Jr. levar aquele lob espetacular do Sinner.
Sei.
A conferir
Rsrsrsrsrs Abs!
Sinner descontou do lob que tomou de Djoko na final de 2023 do atp finals rs.
Leu que realmente ATP Finals vai ficar até 2030 na Itália ? . Desesperados no Site , acusando ATP de criar monopólio devido o Presidente ser Italiano. Somente no Madison Square Garden ficou 13 anos . Dito isso, jovem Italiano leva no mínimo 8 … Rsrsrs, Abs !
Mínimo 8? Sua torcida apenas. Duvido.
Assim sendo, o Boi Caprichoso corre o risco de nunca ganhar o Finals como seu compatriota Nadal.
Sei
A conferir
Rsrsrsrsrs Abs!
Se acompanhastes mesmo o Esporte, verias que Rafa Nadal ficou de 2004 a 2010 para atingir final . Carlitos já se adaptou a Indoor e chegou invicto para enfrentar o melhor na superfície, ou seja , 2022-2025. De quebra levou 1000 pontos no Ranking, e o N 1 com toda a justiça, caríssimo Sr P.F. Rsrsrs, Abs !
Assim sendo, Sinner nunca alcançará 8 conquistas.
A conta não fecha.
Sei.
A conferir
Rsrsrsrsrs Abs!
É óbvio que fecha . Djokovic+ Federer=15 Finals. Onde está escrito que somente vencerá na Itália, distraidissimo Sr P.F ????. Rsrsrs, Abs !
Foi tu que ficou falando do Finals na Itália até 2030, ora!
E Djokovic + Federer = 13 Finals.
Alguém precisa realmente acompanhar mais o esporte.
Conferido!
Rsrsrsrs Abs!
Estamos em 2025 , e Sinner aos 24 , tem mais Finals que os dois na mesma idade . O Torneio jamais foi na Sérvia ou na Suiça. Até 2030 , vamos combinar que jovem Italiano pode dar bela arrancada em relação ao recorde de 7 ( atingido com Sérvio aos 36 ) . A conferir. Rsrsrsrsrsr, Abs !
Faltam apenas 6 atp finals. É bem fácil rs.
“Barbadinha” né?
Tanto que “alguém” exaltava o hexa do Federer, mas não exalta o hepta do Djokovic.
Aqui, a discussão encerrou-se.
Caríssimo Sérgio Ribeiro, é claro que pessoas públicas evitam entrar em polêmicas desnecessárias. Para que ter desgaste da imagem e arriscar perder patrocínios e dinheiro de publicidade?
Sinner e Cahill parabenizarem o Boi Miúra Jr. não faz dele um número 1 legítimo. Este mais uma chegou ao posto com ajuda de forças do destino.
Nunca conseguiu —-apenas—- pelo próprio mérito. Será que conseguirá um dia? Rsrs, abs!
Jura que não??? . Bateu Sinner nas Finais de Roland Garros, USOPEN, Masters1000 de Roma e Cincinnati. De quebra levou ATP 500 de Roterdã ( Indoor) , Halle ( Grama) e Tóquio. Ou seja , 8 Torneios em todos os Pisos. Sinner lembrou Nadal como N 2 de Federer. Se não tivesse caído cedo em Masters de Shangai, e pulado Masters 1000 do Canadá e 2 ATPs 500 … Mas ele e seu Treinador , novamente com postura digna de um N 1 . Aos 24 anos , empatou em 24 Conquistas com Carlos Alcaraz, e com dois Finals , supera Djokovic na mesma idade.Abs !
Queens, Halle foi o Bublik. Nosso colega Jose Afonso, não sabe exaltar a grandeza do Alcaraz que com apenas, 22 anos ganhou 8 títulos só esse ano. Com 22 anos tem 6 Grand Slams e 8 Masters 1000
Olá, João. Torço contra o espanhol, mas é evidente que é um dos melhores jogadores que o esporte já produziu, mesmo tão jovem. Os números não negam.
Eu não exalto porque da nova geração eu prefiro Sinner e Rune. E ele ainda atrapalhou o Slam de calendário do GOAT em 2023, rs.
Mas o que eu digo é que ele ainda não conseguiu ser número 1 só com a competência dele, mesmo sendo um super jogador. Por oscilar mais, precisou de ajuda de forças exteriores em 2025 e em 2022 para chegar à ponta do ranking.
Nada disso é fácil, mas também não é suficiente para ser número 1. Se Sinner nunca tivesse sido suspenso, é bem evidente que Carlos não seria nº 1.
Só com a competência dele e mais nada, nunca teria sido número 1. Por isso é fake até o dia que consiga sem nenhuma intervenção do destino.
Na boa , virou obsessão, caro José Afonso. Leia direito, Sinner voltou e perdeu 4 Finais para Alcaraz que lhe dariam o N 1 . Tua mania de dizer que venceria os que não participou é um engodo. E foi punido por pular o que não devia . Não levou fé que Carlos Alcaraz marcaria 1000 pontos no Finals. O famoso perdeu, perdeu…rs. Nada a ver com dar uma de bom moço devido aos patrocinadores. Na história do Esporte jamais aconteceu. Abs !
Caro Sérgio Ribeiro, ele não precisava levar mais nenhum título para ser número 1.
Se ele tivesse sido meramente vice-campeão em qualquer um desses 4 Masters 1000 da suspensão, ele teria sido número 1.
Entendeu agora? Abs!
Não participou de 4 , por suspensão , e Alcaraz de 3 Masters por lesão. Alcaraz venceu 3 ATP 500 e ele perdeu até em Halle para Bublik. Resolveu pular 2 ATPs 500 e um Masters . Não cuidou de seu Calendário como devia . Como Alcaraz caiu cedo em Paris , erraram na projeção do Espanhol para Finals. As Finais entre os dois é que decidiram o N 1 . Daí o reconhecimento dele e de seu Staff. Abs !
Dalcim, qual a diferença da quadra do Australian open pra quadra do Us open? Pergunto porque agora que o Alcaraz desistiu da copa davis, o foco agora com certeza é ganhar o AO. O alcaraz é bicampeão do US open e parou nas quartas de finais do AO. Por ser uma quadra abertas e veloz as duas, qual a diferença?
O US Open costumava ser mais lento que o Australian Open, mas nos últimos anos o piso lá ficou um pouco mais veloz e eu diria que hoje são bem parecidos, Borin. Há também diferença de bola, um com Wilson, outro com Dunlop. A segunda marca tende a ser um pouco mais veloz também.
Temos lido na mídia, matérias enfatizando a diferença nas pontuações da dupla Sinner/Alcaraz para os demais tenistas.
Foi escrito que o terceiro está mais perto do milésimo que do segundo do ranking. Na verdade, está mais próximo do último colocado que do segundo. Mas na história do ranking já houve diferenças maiores que a verificada atualmente, ou seja, o que está acontecendo não é novidade, conforme podemos verificar abaixo:
Diferença de pontos entre n° 1 e n° 2 no ranking da ATP:
8 – Sinner e Alcaraz
11.920 – 7.120 = 4.800
167% em 14.10.24
7 – Nadal e Federer
15.360 – 10.170 = 5.190
157% em 11.05.09
6 – Nadal e Djokovic
12.390 – 7.145 = 5.245
173% em 11.10.10
5 – Federer e Roddick
6.875 – 3.780 = 3.095
Fator de ajuste de 1,9 =
13.063 – 7.182 = 5.881
182% em 04.10.04
4 – Federer e Hewitt
6.980 – 3.640 = 3.440
Fator de ajuste de 1,9 =
13.262 – 6.916 = 6.346
192% em 13.06.05
3 – Federer e Nadal
8.370 – 4.470 = 3.900
Fator de ajuste de 1,9 =
15.903 – 8.493 =7.410
187% em 20.11.06
2 – Djokovic e Murray
16.540 – 7.815 = 8.725
212% em 04.04.16
1 – Djokovic e Federer
16.550 – 7.525 = 9.025
220% em 09.05.16
Obs: Fator de ajuste devido a mudança ocorrida em 2.009.
Fonte: Tennis365
Não entendi, caro Samuca . Tem que ver a diferença ao final da Temporada , ou seja , fim de Novembro. Diferenças no meio do ano …? Abs !
Rankings de entradas, normalmente atualizados a cada segunda-feira, exatamente nas datas mencionadas.
Os percentuais indicam quanto os primeiros colocados tinham pontos em relação aos segundos lugares, considerando estes como 100%, ou seja, quando o percentual foi acima de 200%, significou que os n°s 1 tinham mais que o dobro dos n°s 2 dos rankings.
Confesso não ter entendido também. O fato inusitado de hoje é a diferença de pontuação do segundo (Sinner) para o terceiro (Zverev) ser maior do que deste para o milésimo, conforme você mesmo destacou.
O seu extenso levantamento comparativo diz respeito à outra coisa.
O comparativo do Sinner para o Zverev foi feito em alguma semana ao longo do ano, não necessariamente a última semana da temporada, correspondendo diferenças de pontuação do 2° para o 3° colocados no ranking e deste para o milésimo lugar, podendo perfeitamente substituir o milésimo pelo último colocado.
O que apresentei foi um compilado e adaptação de matéria do site Tennis365, com o mesmo conceito da comparação do Sinner com o Zverev, mas em vez de 2° com 3° foi de primeiro com segundo lugares, considerando as maiores diferenças observadas até hoje neste milênio, não sendo necessariamente a última semana da temporada e somente semanas aleatórias.
Roger Federer, o melhor tenista de todos os tempos na avaliação de 7 em cada 10 fã de tênis segundo minhas estimativas, foi indicado ao hall da fama do tênis mundial. Dono da insuperável marca de 237 semanas seguidas no topo do ranking, vale lembrar que este incrível recorde poderia ter chegado a 400 semanas consecutivas não fosse a mononucleose que o afetou em 2008. Fazendo uma avaliação em como Federer era incrivelmente superior aos demais concorrentes devido à sua técnica e habilidades jamais vista antes na história do tênis, podemos facilmente chegar à conclusão que não fosse o advento da mononucleose ele perderia o topo do ranking somente ao final de 2011 para Djokovic. Evidentemente recuperaria em alguns momentos futuros até encerrar a carreira como de fato aconteceu.
Não vou contestar o talento do suíço, nem o merecimento da indicação. Porém o que vemos no seu texto? ” Segundo minhas estimativas”… ” não fosse a mononucleose”
Informo ao nobre colega que ** segundo minhas estimativas***, Vossa Senhoria está se perdendo nos “ses”.
Bom, mas Já que é assim, sigamos o seu raciocínio.
– se não fossem meu pai e minha mãe terem se conhecido por acaso, eu não teria nascido.
– se não fosse aquela bolada na juíza de linha, se não fosse a pandemia Djokovic teria pelo menos mais 2 ‘Slams’.
– se não tivesse sido suspenso, Sinner seria o número 1.
E por aí vai. Há uma infinidade de “ses” pela vida afora.
Boa noite.
Sim, correto Maurício. São infinitos…
Sumiu resposta a este comentário
Sinner seria o N 1, se tivesse defendido ATP 500 de Halle ( marcou apenas 50 pontos) e Masters 1000 de Shangai ( marcou apenas 100 pontos) . Em ambos caiu na terceira rodada, meu caro . O resto e’ Se…Abs !
Se Federer era tão incrivelmente superior, por quê apanhou tanto e tanto do Nadal então?
Perdeu mais no saibro para o homem que venceu 14RG.
Mas Federer não era tão incrivelmente superior?
E ” goat ” também não era freguês no Saibro, SR PF ???. Lembrando que também não venceu nenhuma final do Touro Miura em RG .E de quebra perdeu uma para Wawrinka. Que dureza !!!! Rsrsrs, Abs !
Quem não foi freguês do Nadal no saibro?
Só que teve alguém, que apenas 11 meses e 15 dias mais novo do que o espanhol que fez o seguinte no saibro:
– Tricampeão de Roland Garros.
– 6 M1000 em Roma, ganhando do Nadal em 2 finais.
– 2 M100 em Montecarlo, ganhando 1 final do Nadal.
– 3 M1000 de Madri, ganhando 1 final de Rafael Nadal.
– Ganhou de Rafael Nadal em sua casa, a quadra Philippe Chatrier, por 3 vezes.
– Conquistou o ouro olímpico no saibro e no complexo de Roland Garros, derrotando Nadal em plena Phillipe Chatrier no caminho e do atual campeão de RG naquele ano, Carlos Alcaraz, na final. Sem perder sets no torneio.
Conhece mais alguém com tal desempenho no saibro durante a Era Nadal?
Perfeito, Paulo!
Eu conheço outro alguém que perdeu final pro Wawrinka em Montecarlo e fou zerado, zerado por lá…
Sei
Conferido!
Rsrsrsrs Abs!
Sim, mas este incrivelmente a que me referi não se trata de superlatividade. Apenas do fato em si, de ser incrível!
Exato: Nadal ficou de 2005 a 2008 ( voltou em 2009 ) , como N 2 de Federer. De 2015 até aposentadoria, Zero vitórias sobre Suíço fora do Saibro. Parece que Sr P.F. se especializou em repetir a cantilena do ” tanto e tanto” dos Kombistas… Rsrsrs, Abs !
Na soma total de confrontos. 24 x 16 para Rafael Nadal.
O tênis é feito de saibro, grama e piso sintético.
E daí ???. Sampras 20 x 14 em Agassi. Isso em nada diminui o Carequinha. Pistol Pete Sampras levou apenas 11 Masters 1000. É considerado entre os 5 maiores da história. Esse papo de bigtitles da ATP , somente para fanáticos Kombistas. Hoje já chamam Jannik Sinner de Djokovic melhorado… Rsrsrs, Abs !
E daí? Rafael Nadal >>>>>>>>>>>>>>> Roger Federer
Típico de Kombistas. Foi N 2 de Federer, enquanto este atingiu as inigualáveis 237 Semanas Consecutivas como N1 ( ” goat ” não passou de 122 …) , pra complicar mais, Zero ATP Finals para Miura …Abs !
22 > 20
Double Career Slam
Medalha de ouro em simples.
É mole ou quer mais?
E a diferença no confronto direto do Agassi para o Sampras é menor do que a do Federer para o Nadal! Hahahahahahahaha!
E quantas das 34 partidas foram na Terra Batida , caríssimo sabichão ? . Federer e Nadal jogaram 16 no Saibro, e apenas 4 na Grama Sagrada ( 3 x 1 Federer) . Inverte para ver o que acontece…PS : Sampras perderia quantas com a grande maioria na Terra ???. Rsrsrs, Abs !
Djokovic também enfrentou Nadal várias vezes no saibro e possui histórico positivo contra o espanhol nos confrontos.
Das Sessenta partidas , ” apenas” 28 foram na Terra Batida. E daí apenas 2 vitórias a mais para Sérvio ( 31 x 29 ) . Bem diferente de 16 no Saibro a 4 na Grama Sagrada. Se liga !!!. Rsrsrs,Abs !
Apenas 2 a mais, mas o bastante para ter a vantagem nos confrontos contra o Nadal.
E o tênis é feito de saibro, grama e piso sintético.
E quantas nas sintéticas entre Nadal e Federer, caro Sérgio Ribeiro? Qual a estatística nesse piso, que é a maior parte do circuito e uma das especialidades do suíço?
14 x 10 fora do Saibro, significa 11 x 9 tirando a Grama Sagrada. Méritos do Spin demoníaco do Espanhol rs. Abs !
Valeu, caro Sérgio Ribeiro! O espanhol era fera mesmo nisso. Abs!