A merecida final peso pesado

Ninguém jogou melhor na chave feminina deste Australian Open do que Aryna Sabalenka e Elena Rybakina. As rainhas do saque decisivo e dos golpes forçados irão assim repetir a final do torneio de três anos atrás, que marcou o primeiro troféu de Grand Slam e a grande arrancada da carreira para a bielorrussa. Nenhuma delas perdeu set até agora.

Personalidades muito distintas em quadra, uma emotiva e barulhenta, a outra introspectiva e de poucas palavras, Sabalenka e Rybakina já se cruzaram 14 vezes, com oito vitórias da número 1 do mundo. A cazaque ganhou a mais recente, a importante decisão do Finals de Riad, e isso só esquenta ainda mais o clima de indefinição.

Rybakina ainda é uma tenista que depende mais do primeiro saque. Já anotou 41 aces no torneio, quase o dobro dos 22 de Sabalenka, além de manter um índice elogiável de acerto do primeiro saque em seus seis jogos, na casa dos 74%. Já a bielorrussa se dedicou nos últimos tempos a deixar seu jogo mais versátil, com mais alternâncias de ritmo e velocidade.

A vitória sobre Elina Svitolina, no entanto, foi a seu melhor estilo. A duas vezes campeã soltou o braço o tempo todo e não deixou a ucraniana respirar, seja no ataque imediato após o saque ou nas devoluções forçadas. Vai em busca do quinto Slam, todos na quadra dura, em sua oitava final. A quarta decisão seguida em Melbourne repete Evonne Goolagong e Martina Hingis.

O momento é incrivelmente positivo para Rybakina, que embalou uma série de vitórias desde outubro que irão recolocá-la no terceiro lugar do ranking. Fez um jogo sólido contra Jessica Pegula até chegar na primeira chance de fechar a partida, no nono game do segundo set, e só então mostrou ansiedade, o que gerou riscos de a partida se estender.

Campeã de Wimbledon de forma inesperada em 2022, esperou três anos para voltar a uma decisão de Slam, novamente em Melbourne, após uma temporada 2025 em que não apareceu sequer nas quartas. O eventual título neste sábado cedinho marcará definitivamente uma grande volta por cima.

Desafios para Zverev e Djokovic

Carlos Alcaraz tenta atingir a única final de Grand Slam que lhe falta a partir de 0h30 contra o vice do ano passado, Alexander Zverev, enquanto Jannik Sinner vai atrás de sua terceira decisão seguida diante do recordista de títulos e finais em Melbourne, Novak Djokovic, às 5h30.

Desde 1968, no início da Era Aberta, os cabeças 1 e 2 perderam simultaneamente numa semifinal apenas quatro vezes, três delas em Melbourne. A mais recente foi no US Open de 2014, quando Marin Cilic tirou Roger Federer e Kei Nishikori surpreendeu Djokovic.

Ainda sem perder set no torneio e com atuações magistrais, Alcaraz é certamente favorito. Ele e Sascha estão empatados por 6 a 6 na carreira e por 2 a 2 nos Slam. O espanhol ganhou o mais recente confronto no piso veloz de Cincinnati, único duelo entre eles em 2025, e o alemão o eliminou nas quartas de Melbourne de dois anos atrás. Clima portanto de tira-teima e de revanche.

Sinner pode se tornar o primeiro jogador a ganhar seis vezes consecutivas de Djokovic, uma série que se arrasta desde 2023 e inclui a semi de 2024 no Australian Open, quando o sérvio tirou um set do italiano pela última vez. Desde então, perdeu todos os outros nove. O sérvio pode quebrar mais um recorde e se tornar o mais velho profissional a ser finalista do torneio, aos 38 anos e 255 dias.

Stefani adia sonho e Guto mira semi

A ótima campanha de Luísa Stefani e Gabriela Dabrowski no Australian Open, marcando o retorno da potente parceria, terminou num dia em que faltou segurar os nervos em momentos delicados. A derrota para Anna Danilina e Aleksandra Krunic foi assim um tanto dolorosa.

Chances não faltaram. Primeiro foram dois break-points perdidos antes do tiebreak do primeiro set, que foram ainda mais cruciais porque o desempate foi mal jogado pelo dueto da brasileira. Depois, veio a reação e 3/1 no terceiro set. Deixaram escapar dois games de serviço seguidos e aí ficou difícil, ainda mais porque Danilina fez uma ótima exibição. Mesmo com chance de empatar, Gabi não foi firme o bastante e as devoluções fizeram toda a diferença no game derradeiro.

As adversárias de Danilina e Krunic, que tentam o primeiro Slam da carreira, serão Elise Mertens e Shuai Zhang. A belga tenta o sexto Slam de duplas e o segundo com Zhang, com quem venceu Wimbledon de 2022. Ela tem também dois Australian Open, um deles ao lado de Sabalenka. A chinesa já levantou dois Slam e um Australian Open, em 2019, com Samanha Stosur.

O tênis brasileiro segue vivo com o goiano Guto Miguel, que ganhou a nona partida seguida da temporada e está nas quartas do Australian Open. Seu adversário será o parceiro de duplas, o esloveno Ziga Sesko, o que levou os dois a desistirem de tentar a semi lado a lado.

Contra Ntungamili Raguin, de Botswana, Guto oscilou. Começou atrás no primeiro set antes de reagir e depois viu o 4/1 no segundo set correr algum risco. De qualquer, ele se mostrou o tempo todo superior ao adversário, com mais winners e menos erros. E isso é tudo no tênis.

E mais

– Se Alcaraz e Sinner vencerem, será a primeira vez na Era Aberta que os dois principais cabeças de chave de um Slam fazem cinco finais consecutivas.
– Apenas os duetos Djokovic-Murray e Djokovic-Nadal conseguiram finais nos quatro diferentes Slam. Alcaraz-Sinner podem atingir essa rara marca nesta sexta-feira. E consecutivas.
– Alcaraz tem 10-6 em eventual final contra Sinner, mas 4-5 se der Djokovic. Zverev só possui saldos negativos (4-6 contra Sinner e 5-9 frente Djokovic).
– O sérvio tenta decidir ao menos um Slam por 17 temporadas. Ele só falhou em 2009, 2017 e 2025, quando fez quatro semis. A mais recente final foi Wimbledon de 2024.
– O britânico Neil Skupski chegou na única final de Slam que lhe faltava. O campeão de Wimbledon em 2023 e o norte-americano Christian Harrison tentam impediram festa da casa de Marc Polmans e de Jason Kubler, que foi campeão de 2022. Se erguer o troféu, Skupski voltará ao número 1.
– A Austrália também tem chance de sair com título nas mistas: os convidados Olivia Gadecki e John Peers decidem nesta sexta-feira contra os franceses Kristina Mladenovic e Manuel Guinard. Aos 32 anos, Mladenovic tenta o quatro Slam de mistas e o terceiro na Austrália.

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Luiz Correia
Luiz Correia
22 horas atrás

Presságio de jogão. Pelo menos a final poderia ser melhor de 5 sets

SANDRO
SANDRO
21 horas atrás
Responder para  Luiz Correia

5 sets não…

Gisele
Gisele
13 horas atrás
Responder para  SANDRO

Já que têm uns aqui do blog q só veem jogo do feminino pela beleza ou não das tenistas na passarela, digo, quadra, devem concordar com 5 sets das beldades?! Kkkk. Duvido!!

Jonesto Camara
Jonesto Camara
1 hora atrás
Responder para  Gisele

Acho que os três sets preservam melhor a parte física da mulher, não acha?

Acredito que se a WTA decidisse mudar para 5 sets, daqui a alguns anos talvez veríamos algumas meninas com físico de fisiculturista para aguentar o tranco (nada contra, diga-se de passagem).

Última edição 1 hora atrás by Jonesto Camara
Gabriel
Gabriel
17 horas atrás
Responder para  Luiz Correia

Se você analisar bem, verá que muitos jogos de 3 sets feminino dão a mesma duração que os jogos de 5 sets masculino, o motivo é que as garotas jogam de maneira diferente, os pontos são mais longos, os saques são quebrados mais constantemente. Forçar as mulheres a jogarem 5 sets, resultaria em constantes partidas de 4h+ de duração, além de acabar com o físico (naturalmente menos resistente) delas.

Guilherme
Guilherme
13 horas atrás
Responder para  Gabriel

Mas GS tem q ter algum diferencial dos demais torneios

Jonesto Camara
Jonesto Camara
1 hora atrás
Responder para  Guilherme

Guilherme, as quadras dos GS poderiam ser na cor púrpura com glitter para diferenciar dos demais torneios.

O que acha?

Tribunal AO
Tribunal AO
21 horas atrás

Vai dar Alcasinner, os dois devem bater todos os recordes…sem adversários a médio prazo.

Tribunal AO
Tribunal AO
21 horas atrás

Rybakina deve bater Sabalenka, a caiaque devecserczxestrela da WTA em 2026…contra todos

Yan
Yan
21 horas atrás

” Campeã de Wimbledon de forma inesperada em 2022, esperou três anos para voltar a uma decisão de Slam… ”

Mas ela não foi finalista do AO 2023 como você mesmo disse no começo do post ? Entao ela nao esperou 3 anos pra voltar a uma final de Slam ? Ou eu que entendi errado o que você escreveu Mestre Dalcim ?

Última edição 21 horas atrás by Yan
Garcia M.
Garcia M.
20 horas atrás
Responder para  Yan

Finalista em 2023, voltou em 2026, três anos depois…. o texto original poderia ter sido: “Campeã de Wimbledon de forma inesperada em 2022, após três anos volta a uma decisão de Slam no mesmo palco da sua segunda e última aparição em finais em torneios desse nível”.

Paulo F.
Paulo F.
21 horas atrás

Adoro as duas, acho a Sabalenka a favorita natural, mas o coração irá com a Musakyna.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
20 horas atrás
Responder para  Paulo F.

Olha como gosto cada um tem o seu, não a acho musa! Mas torceremos por ela!!!

Rafael
Rafael
20 horas atrás

Acredito na vitória da Sabalenka num super jogo! E estou achando que o velho Djoko vai aprontar!

Berg
Berg
16 horas atrás
Responder para  Rafael

No caso aprontar seria ganhar um set? kkkkkkkkkkkkkkk

Sergio
Sergio
13 horas atrás
Responder para  Berg

Isso. Aliás, nem isso. Sinner ganha por 6X2, 6X2 e 6X1.

SANDRO
SANDRO
20 horas atrás

Infelizmente a ditadora e prepotente Portia Archer, chefe executiva da WTA, prejudicou muito arbitrariamente separando compulsoriamente Rybakina de seu técnico/namorado Vukov sem consultar o desejo de Rybakina e não respeitando seu livre arbítrio!!! Como assim essa CEO tirana mete a colher na intimidade de Rybakina, fazendo com que ela nitidamente caísse de rendimento nos torneios, perdesse dinheiro em premiações e posições no ranking???Rybakina declarou após essa arbitrariedade: “É muito decepcionante a forma como isso foi tratado. Ninguém ofereceu nenhum apoio”, disse Rybakina, após vencer seu jogo de estreia no WTA 1000 de Dubai contra a japonesa Moyuka Uchijima… “Mas sinceramente, não preciso. Há algumas jogadoras com quem estou mais em contato. Mas dizer que tenho amigas muito, muito próximas no tour, acho que não é verdade porque estamos sempre competindo umas contra as outras. Todo mundo está cercada por seus times. Tenho algumas amigas, digamos. Mas, novamente, tudo depende do tempo, de quanto você pode passar fora da quadra ou não”… Já ouviram falar em “privacidade”??? Acho que desrespeitaram, e muito, a privacidade de Rybakina… E de tabela, prejudicaram muito a carreira dela! Rybakina precisava de técnico/namorado ao seu lado e a falta dela nitidamente causou uma queda de rendimento… Liberdade de escolha que não foi respeitada pela WTA que agiu arbitrariamente e de forma ditatorial prejudicando a Rybakina, como se ela fosse uma incapaz e não pudesse fazer escolhas para sua própria carreira! Rybakina tem todo o direito de não querer tirar foto com quem não respeitou seu livre arbítrio, sua liberdade de escolha, causando prejuízos financeiros, de resultados e psicológicos na Rybakina que se mostrou infeliz com as medidas arbitrárias da WTA. Ela já deu conta de todo o prejuízo que foi feito em sua carreira por decisões arbitrária desta CEO junto a WTA… Rybakina foi injustiçada pela WTA, e não deve tirar foto com inimigos… Até por isso dou meus Parabéns à Rybakina, que mostrou que não é hipócrita, nem sonsa, nem fingida!!! A WTA prejudicou muito a carreira de Rybakina, que se não fosse a interferência negativa poderia ter conquistado mais torneios no currículo!!! Rybakina foi impedida de ser acompanhada por seu técnico/namorado por questões altamente subjetivas da WTA, não respeitando o livre arbítrio e as liberdades individuais de escolha da Rybakina em relação à sua comissão técnica… Rybakina deveria processar a WTA por danos morais e materiais, isso sim!!! Rybakina subiu pontos comigo pela sua resiliência, sua volta por cima triunfante e por deixar bem claro para o público que foi realmente injustiçada e prejudicada pela WTA!!!

André Aguiar
André Aguiar
17 horas atrás
Responder para  SANDRO

Texto enfático pela repetição exaustiva dos argumentos…rsrs.
Mas mesmo se expusesse o seu ponto de vista em apenas meia dúzia de linhas, eu estaria de acordo. Rybakina foi nitidamente prejudicada numa decisão da WTA no mínimo precipitada. E lembro que as ex-tenistas Pam Shriver e Rennae Stubbs botaram muita lenha na fogueira, clamando por punição ao técnico.

SANDRO
SANDRO
14 horas atrás
Responder para  André Aguiar

Ou seja, tanto Pam Shriver quanto Rennae Stubbs meteram o bedelho onde não eram chamadas invadindo a intimidade e a privacidade da Rybakina, e o pior de tudo, a punição obrigou Rybakina a se separar de seu técnico/namorado sem ela mesma ser escutada, simplesmente ignoraram a opinião e o desejo dela!!!

Evandro
Evandro
14 horas atrás
Responder para  SANDRO

De minha parte, só quero ver Rybakina sendo essa máquina que tem sido ultimamente e, assim, poder ser adversária de fato da melhor de todas. As restantes…

Ronildo
Ronildo
13 horas atrás
Responder para  SANDRO

Não acredito que você é apto para julgar todo esse processo complexo que envolveu a Rybakina e o técnico dela, Sandro. Se você fosse mulher, tivesse uns 50 anos e larga experiência em tratar assuntos relacionados à carreiras de atletas femininas, aí sim, acredito que você teria uma opiniãobastanteabalizadaà respeito. A WTA fez o papel dela. Mostrou ao mundo que nem tudo é aceitável na relação entre técnico e tenista. Preparou uma cartilha para o Vulkov. As ações da WTA podem tê-lo tornado um homem e um técnico melhor. Não temos ainda como saber. Precisamos também aguardar a Rybakina adquirir mais experiência de vida para ver se ela manterá as mesmas impressões daqui a uns 20, 30 anos. Quem viver, verá!

André Aguiar
André Aguiar
12 horas atrás
Responder para  Ronildo

Mas Ronildo, a WTA não é imune a erros de julgamento e de aplicação de sanções. E nesse caso, o que vimos pela reação de descontentamento da Rybakina e principalmente pelo contraste no seu desempenho entre o período da sanção e o antes e depois dela, ficou claro que no mínimo houve precipitação no julgamento e exagero na penalização. Tanto é assim que a entidade acabou recuando e abreviando a punição.

Ronildo
Ronildo
11 horas atrás
Responder para  André Aguiar

De qualquer modo André, achei que a atuação da WTA foi positiva para o desenvolvimento do tênis feminino por mais que a Rybakina tenha sido penalizada por tabela.
Há a questão do controle mental e da dissonância cognitiva. Pesquise sobre estes temas e você verá o tremendo abacaxi que a WTA tinha em suas mãos. Ela simplesmente não podia ignorar os muitos sinais e alguns fatos.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
20 horas atrás

Aryna é favorita mas Rybakina será uma adversária dura, aliás, torcerei por ela. E tem uma bola com ótimo peso, embora não tanto quanto a do Di Menor, cuja principal característica é justamente o grande peso da bola kkkk…

Paulo F.
Paulo F.
19 horas atrás
Responder para  Luiz Fernando

Hahahahahahaha !!
Di Menor, o Robredo 2.0.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
17 horas atrás
Responder para  Paulo F.

O Finícius é o único que consegue fingir um riso, mesmo sem achar graça nenhuma, só pra puxar o saco de um companheiro de torcida.

Que vida!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
15 horas atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

E vc com seus amiguinhos Marquinhos, Vitor, os outros 10 nick dele, o SR e cia limitada. Estou em ótima companhia, vc não…

Paulo F.
Paulo F.
14 horas atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Falou aquele que tempos atrás vivia bajulando o Marquinhos/Renato/Johnny.
Olhe mais para si, prezado.

Marquinhos
Marquinhos
20 horas atrás

Palpites:

Alcaraz 3 x 1 Zverev 6/4, 6/7, 6/3 e 6/2

Sinner 3 x 0 bi-terceirão 7/5, 6/3 e 6/2

Paulo Almeida
Paulo Almeida
19 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Lembrei de um fato curioso do Terceirão de fato e de direito. Ele foi atropelado pelo Mannarino (isso mesmo, Mannarino) e, não contente, foi atropelado de novo pelo monstro Hurkacz. Tudo isso no mesmo torneio. Os céus ajudaram na primeira rodada, mas depois não teve jeito: pneuzaço pra aposentar.

SANDRO
SANDRO
19 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Bem lembrado… Pobre Freguêser… Kkkkkkkkkkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
18 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Estragou o velório rs

Marquinhos
Marquinhos
18 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Bi-terceirão pegou, hein? Até o repórter! kkkkkk

Marquinhos
Marquinhos
17 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Errado: Federer venceu o primeiro e o quarto set daquele jogo, começou vencendo, teve jogo, diferente do bi-terceirão que que perdeu os dois primeiros sets no ultimo jogo, não viu a cor da bola, não teve jogo. Argumento fraquíssimo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
16 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Venceu o quarto set com o francês já avariado depois do tombo que levou. GOAT teria vencido o terceiro set se o Musetti não tivesse abandonado antes, ou seja, não conta.

Argumento forte é “biterceirão”. O difícil é provar que 4 > 6 > 20 > 22 > 24. Os dois do presente é que correm atrás dos números do sérvio e os dois do passado não o alcançam mais. É o Primeirão desde 2023 e por tempo indeterminado.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
14 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Num grand slam, ganhar dois sets mesmo que de 6/0 não é suficiente pra sair vencedor, não sei se você já percebeu isso. Um outro ponto é que o jogador precisa ter condições físicas pra chegar até o fim do jogo, tem que ganhar pelo menos 3 sets. Lamentamos pelo Musetti, mas ele não fez o mínimo pra sair vencedor.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
17 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Olha, cuidado pra não queimar a língua, hein.

Do jeito que o Sortudo-vic foi dominado pelo simples Musetti, nas quartas, não o vejo tão distante de se despedir com um pneu também não.

Isso se já não tomar um do Sinner agora né. Vamos aguardar…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
16 horas atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Musetti evoluiu no hard e vem jogando demais desde Atenas. Arrisco a dizer que ontem sua esquerda incomodou o Djoko mais do que a do suíço em muitas partidas.

Ele pode tomar, mas será do bicampeão do torneio e número 2, não de um Hurkacz.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

O backhand simples do Musetti é bom sim, mas o do Federer era bem melhor.

Só que ontem o Djokovic jogou extremamente mal. Aliás, eu até comentei isso num post ontem (não sei se vc chegou a ler). Mas eu dizia que torci pro Djoko reagir.

E depois, ele próprio confirmou na coletiva: “sem querer tirar os méritos da variação do Musetti, a verdade é que joguei bem abaixo do que eu posso”.

Mas para muito além disso, o Federer pegou várias vezes o Djokovic no auge deste, e com um super físico. E não esse quase aposentado que vemos agora…

Última edição 9 horas atrás by Rodrigo S. Cruz
Jonesto Camara
Jonesto Camara
56 minutos atrás
Responder para  Paulo Almeida

Acho que tomar pneu de um Superbig não o desmerece e tampouco tomar pneu com o joelho lesionado, também não desmerece ninguém.

O que diferencia um de outro é que enquanto um “aguenta o tranco” e segue sem reclamar até o final da partida, o outro abandonaria antes do pneu se concretizar.

Outra diferença é que enquanto um tomaria o pneu e seria aplaudido pela esportividade, o outro reclamaria que a torcida o vaiou e não é tão amafo quanto os outros (mas se esquecendo que qdo podia provocava a torcida com a mão na orelha e agora nao entende porque as pessoas o classificam como covidiota e coisas do gênero).

Paulo F.
Paulo F.
14 horas atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Pequena a diferença entre o Sinner e o Hurkacz não?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 horas atrás
Responder para  Paulo F.

Concordo, Finícius.

Assim como entre Hurcacz e Bellucci, não? rs

Paulo F.
Paulo F.
18 minutos atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Tomou pneu do Bellucci.?
Sem dúvidas.
Mas quem acabou ganhando aquela partida?

Ronildo
Ronildo
13 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Neste torneio Federer estava com os joelhos avariado. Ou um joelho avariado.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 horas atrás
Responder para  Ronildo

Quem ficou com o joelho avariado na primeira partida foi o Mannarino após escorregar na grama. Federer avançou normalmente até as quartas sem desculpas e foi sentir o joelho só no terceiro set contra o polonês, se pá.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ridículo como sempre. Não saber respeitar a lesão e a dignidade do Craque Suíço, em sua última partida ( jamais entrou em quadra ) , demonstra que não gostas do Esporte. Tua vida é essa cantilena de ” goat ” , que é um dos recordistas de abandonos e pedidos de atendimento. Ano passado entrou para jogar contra Zverev na Semi do AOPEN, perdeu o tiebreak, apertou a mão do Alemão, e saiu de fininho. Em suas 1542 partidas , Federer jamais abandonou ( recorde absoluto) . Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Bem lembrado, Sergião.

Nunca vi o Roger abandonar um jogo sequer.

O Novak, além de abandonar (ao sentir que irá perder) tenta esfriar algumas partidas, com lesões “Twilight Zone” rs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djoko abandonou porque estava lesionado contra Zverev; também estava lesionado contra Sinner em Wimbledon, mas foi até o fim.

Tu não respeitas as lesões do sérvio e reclama do contrário. Pare de hipocrisia, Sr. SR. O suíço levou o pneu, foi varrido pelo Hurkacz por 3×0 e, se sentiu alguma coisa, foi só no finalzinho.

Sem choro e abs!

Dudu
Dudu
19 horas atrás

Dalcim, em uma eventual final entre o Alcaraz e o Djoko, qual das duas possibilidades você considera mais notável: career slam aos 22, derrotando o maior vencedor de grand slam na final ou se tornar o maior campeão entre homens e mulheres aos 38, derrotando os cabeças 2 e 1?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
14 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Mas a pergunta e mais interessante, foi outra Chefe.

André Borges
André Borges
13 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Nao passou nem perto rsrsrs

Luiz Henrique
Luiz Henrique
3 horas atrás
Responder para  André Borges

Por ele considerar o Alcaraz o favorito do torneio, é bem claro que ele considera o feito do Djokovic mais notável.

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
16 horas atrás

É o cenário mais favorável dos últimos Slams para o Djoko fazer um jogo equilibrado contra o Sinner. Desta vez chega com o tanque cheio, no torneio em conhece a quadra de ponta a ponta. Embora um dos grandes diferenciais de sua carreira seja o mental, o fato de admitir várias vezes a superioridade do italiano (e de Carlitos) pode ser um fator a pesar contra ele, além, claro, do absurdo volume de jogo de Jannik. Ainda o fato do jogo ser a noite ajuda a desgastar menos o sérvio, mas também ajuda o italiano.

Independente de como seja, minha expectativa é de um jogo de alto nível, esperando ver Djoko com a faca nos dentes e aquela determinação de campeão que é sua marca registrada. Mas Sinner favoritaço, como diria aquele comentarista conhecido por secar o favorito ao dizer isso.

O mental também é o problema de Zverev, que sempre teve potencial grande e tem vitórias expressivas no currículo, mas é conhecido por falhar nos GS. Pega um Alcaraz voando, cada vez melhor. Carlitos é um espetáculo em quadra, um misto de técnica, velocidade e precisão impressionantes. Busca aquelas bolas que parecem impossíveis (e são mesmo para a maioria dos mortais), ao melhor estilo do Big 3, para devolver um contra ataque mortal. Nesse ponto que o alemão deixa a desejar, seu jogo carece desse algo a mais. E para vencer Carlitos é preciso isso.

Quanto as meninas, a final promete diversão. Como bom Sabalenker que sou, torcendo por Aryna mais uma vez. Mas não me surpreenderei se Rybakina levar, ela tá impossível. No feminino a gangorra de emoções é sempre grande.

Berg
Berg
16 horas atrás

Torço por Ribakina, mas a Sabalenka está no auge. A única chance é a Bielorussa dá aquelas viajadas em finais, já perdeu algumas finais bobas de GS. No masculino, o unico que pode aprontar é o Zverev. Vamos cair na real pessoal, o Djokovic não consegue acompanhar o Sinner, é outro patamar. A tendência é batalha em um jogo e surra no outro. Mas no fim, Alcaraz x Sinner.

Emilio Rossetti Pacheco
Emilio Rossetti Pacheco
16 horas atrás

Caríssimo Dalcim, final feminina tá imperdível! Sou mais Ribakina. Vi o jogo da Luiza. Ela lembra muito o Nadal, no quesito escolhas certas e inteligência o tempo todo. Que jogadora. Ficou claro seu maior nível que o da parceira canadense. A chance do título masculino de simples está, em ordem decrescente de dificuldade, com Djoko, Zverev, Alcaraz e Sinner…abraços!

Jonesto Camara
Jonesto Camara
15 horas atrás

– Sinner e Alcaraz são amplamente favoritos para uma eventual final
– Dentre Sinner e Alcaraz, Alcaraz é quem mais corre riscos de uma zebra, se considerarmos o que jogaram seus adversários até o momento.
– Djokovic – pasmem – entra sem ser o favorito para uma final (!?!?!?), mas a situação pode mudar rapidamente dependendo do calor e das condições físicas do Sinner que oscilou um pouco em alguns dos jogos
– Caso Sinner desista, estou bastante interessado em saber qto ganharam todos para deixar Djoko avançar no torneio.

As derrotas que nos escapam como esta que escapou à dupla da Luiza são as mais dolorosas. A superação depende de casa um, mas é mais fácil quando você decide esses torneios com frequência, do que quando você decide esporadicamente.

Mas o tema é que não há alternativas, exceto seguir adiante.

A vida tem que continuar.

Jonesto Camara
Jonesto Camara
1 hora atrás
Responder para  Jonesto Camara

E a vida tem que continuar… inclusive para Zverev.

Aliás, Zverev foi melhor que o já “entregue” Alcaraz até a hora da onça beber água.

Alcaraz parecia “entregue” pois passou a noite jogando Battlegrounds. Sob protestos dos colegas ele deixou o jogo, dizendo:
– Peraí, tenho “umas coisas pra fazer” e já volto!

As “coisas a fazer” era disputar a semi do Ausopen… Os colegas devem ter reclamado, pois ele ficou quase 6 horas fora, sem nem poder mandar uma msg avisando, nem nada. Pelo menos o “mala” do Ferrero não está mais lá para reprimir o ex-pupilo (pensaram os colegas).

Marcelo Anzanello
Marcelo Anzanello
14 horas atrás

Dalcim, os anos que o Djokovic não disputou final de slam foram: 2009, 2017 e 2025. No Texto está 2015.
Em 2015 ele fez todas as finais e perdeu RG para o Wawrinka

Evandro
Evandro
14 horas atrás

Aconteceu de o 1 e o 2 caírem ao mesmo tempo em semi só 4 vezes e 3 delas nesse mesmo palco????!!

Hummmm… vai acontecer de novo.

E se der Djoko ante Zverev na finalíssima, o único inconveniente é ser, provavelmente, o último ato do príncipe!

Sergio
Sergio
13 horas atrás

A final será a mais esperada de todos: Sinner X Alcaraz. Nenhuma dúvida.

Guilherme
Guilherme
13 horas atrás
Responder para  Sergio

Fale por ti

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 horas atrás
Responder para  Sergio

Ser favorito não significa que ganhou o jogo já de véspera. Então tem dúvida, sim.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
12 horas atrás

Duas jogadora que eu gosto muito. Então vou apreciar o jogo sem me preocupar em torcer.
O mesmo vale se a final masculina for Sinner x Alcaraz. Eu me simpatizo com ambos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 horas atrás

Realmente ninguém merecia estar mais na Final que Rybakina e Sabalenka. Já fizeram confrontos duros e no momento, com a queda de Iga , a primeira merece caso vença, ficar muito próxima do N 2 . Terá minha torcida. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 horas atrás

Zverev mostrou que não chegou atoa a Final do AOPEN 2025. E com Forehand melhorado, pode enroscar a partida com seu excelente Serviço. Vou de 40 x 60 % para Carlos Alcaraz. Na Semi do AOPEN 2024 , Jannik Sinner não permitiu uma Única chance de quebra para ” goat ” e 4 Sets ( jovem um Tiebreak) . Acho difícil que se repita , mas sem ritmo e já falando em bolhas , Djokovic leva um 30 x 70 % desta vez . Um dia teria que concordar com Sr Paulinho da ” Turbinada” …rsrs. Abs !

Ronildo
Ronildo
10 horas atrás

60 a 40 para Alcaraz contra Zverev.
80 a 20 para Sinner contra Djokovic. Porém se Sinner se benzer entrará em quadra com possibilidades de 99 contra 1 de Djokovic.

Final: Alcaraz 50, Sinner 50.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 horas atrás

kkkkk

E Novak resolveu distribuir patada em todo mundo! E num espaço de 48 horas kkkk

A primeira vítima foi o repórter que insinuou que ele “persegue” Alcaraz e Sinner.

E agora desceu uma linda em Matts Wilander que sempre foi um de seus maiores puxa-sacos rs

“tenho muito respeito pelo Matts, mas honestamente eu não preciso dos conselhos dele”

Nossa! Que coice, hein!

Podias ter ido dormir sem essa, Willander kkkk

Jeferson Lima
Jeferson Lima
9 horas atrás

“Se Alcaraz e Sinner vencerem, será a primeira vez na Era Aberta que os dois principais cabeças de chave de um Slam fazem cinco finais consecutivas.” Não seria a quarta consecutiva?

Vinicius
Vinicius
8 horas atrás

Muitos dizem que jogar à noite beneficia Novak Djokovic devido à sua idade. Discordo… beneficia muito mais Jannik Sinner, já que sua vulnerabilidade fica exposta no calor do dia. Se Novak conseguir vencer esta partida, será histórica, embora o decacampeão não precise de mais nada.

Paulo F.
Paulo F.
2 horas atrás

É impressionante como esse Zverev é amarelão em GS.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 horas atrás

Zverev sem dúvida merece ser chamado de Zé Verev, o cara encara um Alcaraz com problemas físicos, salva um caminhão de breaks, serve pra ir a final, e perde a partida, incrível, que cabeça de geleia…

Marquinhos
Marquinhos
52 minutos atrás

Assistindo o jogo é bem evidente que o italiano “devorou a mente” do bi-terceirão.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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