Djokovic e Alcaraz vencem semis espetaculares e lutam por história

As emoções que faltaram durante toda a semana na chave masculina resolveram desaguar de uma vez só na arena Rod Laver, que viu duas semifinais do mais alto nível, que totalizaram 10 horas cheias de alternâncias, máximo empenho e decididas no quinto set.

Enquanto Novak Djokovic deslumbrou pela qualidade técnica e física de seus 38 anos, tendo de ganhar os dois derradeiros sets do jovem número 2 do mundo para atingir pela 11ª vez a decisão do Australian Open, Carlos Alcaraz viveu drama a partir do terceiro set e viu Alexander Zverev sacar para a vitória antes de concluir a batalha de 5h27.

Sinner ganhou 12 pontos a mais na partida, teve melhor percentual de acerto de primeiro saque, venceu mais pontos tanto com o primeiro como com o segundo serviço e também como devolvedor e finalizou com 72 winners diante de 46, incluindo mais do dobro de aces. Como explicar sua derrota, liderando por 2 sets a 1? De forma bem resumida, a questão foi eficiência. Djokovic jogou de forma notável os pontos importantes, escapando de todos os 10 break-points que encarou nos dois sets finais e aproveitando as duas únicas oportunidades que criou para tirar o serviço do italiano.

No total da partida, Nole foi quebrado apenas duas vezes em 18 momentos de pressão, mostrando um saque muito afiado para escapar de games perigosos e abusando das paralelas – com destaque total para seu forehand – para desestabilizar Sinner, que a mim muitas vezes pareceu apostar que se daria melhor a longo prazo, com o eventual desgaste do adversário, o que jamais aconteceu. Pelo contrário, há muito tempo não se via o sérvio tão inteiro e com escolha tão apurada de golpes.

De forma mais do que justa, Djoko garantiu o direito de disputar a 38ª final de Slam da carreira e a 11ª na Austrália, onde aliás nunca perdeu uma decisão. Ele não atingia a rodada derradeira de um Slam desde Wimbledon de 2024, onde aliás foi batido por Alcaraz, e está muito perto novamente do sonhado 25º troféu de Slam. Também se torna o finalista mais velho na história do torneio e o segundo de maior idade nos demais Slam, atrás apenas de Ken Rosewall, finalista de Wimbledon e do US Open aos 39 anos, em 1974.

Lembrado por Jim Courier que argumentou, meses atrás em Nova York, que era difícil hoje derrotar Sinner ou Alcaraz, o sérvio teve a resposta pronta e genial: “Difícil, mas não impossível”. Djokovic não tirava um set do italiano desde o Australian Open de 2024, período em que sofreu cinco derrotas seguidas, e encerrou ao mesmo tempo a série de 22 sets seguidos sobre top 10 que Sinner ostentava.

A batalha entre Alcaraz e Zverev foi ainda mais intensa, com três tiebreaks disputados. Com dificuldade, diante de um alemão firme no saque e na base, o espanhol abriu 2 a 0, mas na metade do terceiro set vomitou e teve um espasmo muscular na coxa direita, exigindo tratamento. Sascha não gostou nada da paralisação e do atendimento, mas Carlitos garante que não era cãibra. De qualquer forma, seu deslocamento caiu de produtividade, vieram mais dois tiebreaks e uma quebra logo no começo do quinto set, que indicavam Zverev como sério candidato a sua segunda final consecutiva.

Mas ao sacar para vitória, ele falhou, apesar de brigar em longos ralis e lances de risco. Alcaraz se agarrou à chance e levou todos os demais games para manter seu notável histórico de 60 partidas vencidas após faturar os dois primeiros sets e assumir a condição de tenista com melhor percentual de cinco sets bem sucedidos (94%) entre os que jogaram aos menos 10 partidas longas.

“Detesto desistir. Não pensei um segundo sequer em abandonar o jogo”, garantiu Alcaraz, que chegou a dar impressão de que iria largar o osso no começo do quarto set. “Não tinha mais forças, mesmo no 5/4”, argumentou Zverev. “Normalmente teria forçado o saque, mas minhas pernas pararam”. Recordado sobre sua ira ao ver Alcaraz sendo tratado de possível cãibra, o que gerou discussão ríspida com o árbitro geral, ele resolveu amenizar: “Foi uma das maiores batalhas já vistas no torneio, não quero que esse seja o tópico”.

Com a vitória no terceiro mais longo jogo da história do Open, com 5h27, Alcaraz é agora o mais jovem a chegar na final de todos os Slam. aos 22 anos e 272 dias, superando Courier por 51 dias, e o terceiro de menor idade a somar oito decisões desse quilate, atrás de Bjorn Borg e Rafael Nadal. Dado relevante diz também que Alcaraz ganhou 15 das 16 partidas que já fez com mais de 3h50. Caso erga o único grande troféu que ainda não possui, será o mais novo homem a completar o Career Slam.

A decisão de domingo marcará o 10º encontro entre os dois, com pequena vantagem de 5 a 4 para o sérvio. Viveremos reedições de momentos memoráveis, como duas finais de Wimbledon, em 2023 e 2024, e a luta pelo ouro olímpico do ano passado. Reedita ainda as quartas de Melbourne do ano passado, em que Alcaraz venceu o primeiro set e depois tomou virada.

Com tudo o que aconteceu nesta sexta-feira, a garantia é que haverá um momento histórico. E de que o duelo ficou completamente aberto.

Mais emoção entre as meninas?

A final feminina às 5h30 deste sábado também promete equilíbrio e tensão na arena Rod Laver. A bielorrussa vai em busca do terceiro título em sua quarta final no Australian Open e encontra a mesma adversária da primeira conquista, Elena Rybakina, lá em 2023.

Ambas chegam à decisão sem perder set, algo que não acontecia num Slam desde as irmãs Williams em Wimbledon de 2008. A número 1 ganhou oito dos 14 confrontos, porém perdeu justamente o mais recente, na decisão do Finals de Riad, em novembro.

Sabalenka tem agora sete finais seguidas em Slam sobre quadra dura, igualando Steffi Graf e Martina Hingis, e vai atrás do quinto troféu geral, a mesma quantidade de Hingis, Maria Sharapova e Althea Gibson. Já Rybakina, campeã de Wimbledon há quatro anos, ganhou 19 de seus 20 jogos desde outubro e está numa série de oito vitórias seguidas sobre top 10.

E mais

Alcaraz escreveu “Believe” na lente da câmera para celebrar seu esforço em quadra, mas talvez tenha dado a mensagem correta para Djokovic.
– Descontraído, Nole cumprimentou Carlitos antes de ir à quadra e brincou: “Sou velhinho, preciso dormir cedo”.
– Foi o 48º jogo de Djokovic em melhor de cinco sets, igualando Federer e agora só um atrás de Wawrinka. De quebra, tornou-se o único profissional da história com ao menos uma final por 21 temporadas consecutivas.
– Esta foi a primeira vez desde Wimbledon de 2018 que as duas semis do mesmo Slam chegaram a cinco sets.
– “Está com cãibra, é um absurdo, inacreditável. Você não pode estar agindo com seriedade, você protege os dois”, disparou Zverev ao árbitro geral, referindo-se à parada do jogo de Sinner lá na terceira rodada.
– O alemão só ganhou um de seus 15 confrontos diante de um top 5 em toda sua trajetória em Slam
– Os australianos Olivia Gadecki e John Peers venceram a final de duplas mistas, batendo os franceses Manuel Guinard e Kristina Mladenovic por 4/6, 6/3 e 10-8, e chegaram ao bi, algo que não acontecia desde 1989.
– Guto Miguel parou no esloveno Ziga Sesko nas quartas de final, mas por pouco não levou ao terceiro set, caindo por 6/2 e 7/6 (7-5). O goiano está com contusão na panturrilha.

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José Afonso
José Afonso
17 dias atrás

Que jogos, senhoras e senhores. Dois espetáculos de tirar o fôlego. Foram as melhores partidas que assisti desde a última final de Roland Garros. Valeu a pena não dormir.

Que venha uma final épica, de preferência com o 25º, para uma consagração ainda mais absoluta do GOAT Dourado.

Última edição 17 dias atrás by José Afonso
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
17 dias atrás

Acabou a seguinte história: “ninguém jogou mais com 38 anos”. Carlinhos é favorito, mas vamos manter o sonho do #25.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

A vitória sobre Alcaraz por 3×1 nas quartas de final do ano passado já tinham enterrado o vice de Wimbledon 2019, mas, pra quem ainda tinha alguma hesitação, a vitória de hoje com 38 anos e 8 meses empurrou o caixão mais uns 20 metros. Se vier o título, vamos falar em quilômetros.

Ninguém atuou melhor do que GOAT em idade avançadíssima. Papo encerrado.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

*já tinha

Jonesto Camara
Jonesto Camara
17 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Se ele vencer o AusOpen, também será o primeiro GS em muito tempo que alguém ganha vencendo apenas 5 jogos, com ajuda dos Deuses (provavelmente os mesmos Deuses que ajudaram Sinner a desenrolar o tema do doping).

; – )

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Jonesto Camara

Tudo aconteceu dentro das regras. Sinner venceu Wimbledon com “apenas” 6 vitórias, também conta.

Satisfeito com seu resultado do bolão, Carlo?

Mauricio
Mauricio
16 dias atrás
Responder para  Jonesto Camara

Dói muito ainda??

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
17 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Discordo. Federer venceu todas as estatísticas da partida. Djokovic se sustentou nos 3 Tiebreaks. Suíço foi muito mais agressivo, daí os 94 Winners. Sinner hoje conseguiu obter
18 break-points e segurar o braço na maioria , perdendo 16 . Não fez por merecer a vitória, e contou com cansaço do Sérvio, que vinha de 2 WO . Federer bateu Berretini , Nishikori ( Top 8 ) , e Rafa Nadal na Semi, em quatro Sets . Djokovic o grande Batista Agut. Verão o efeito destas 4 horas na grande Final . 50 a 50 é o mais indicado, a meu ver . Sérvio está ganhando muitos pontos de graça com Serviço excepcional. Abs ! PS : Na vitória sobre Alcaraz, Sérvio não tinha 38 anos e mesmo assim entregou a Semi contra Zverev.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sr. SR,

Federer com 37 anos e 11 meses PERDEU aquela partida para um jogador com 32 anos e 2 meses. Djokovic com 37 anos e 8 meses VENCEU um jogador com 21 anos e 9 meses e agora com 38 anos e 8 meses também VENCEU um jogador com 24 anos e 6 meses. Sets e vitórias contam muito mais do que qualquer outra estatística.

O suíço bateu sua última semifinal com 38 anos e 6 meses e Djoko está na final com 38 anos e 8 meses depois de uma partida memorável contra um fenômeno que fez 26 aces, se não me engano. Djoko salvou a maioria dos BP, inclusive um com um baita smash; também não perdeu set nem match com 40-15 no quarto e no quinto. É o maior gigante mental já visto.

Ele se lesionou na partida anterior e tinha só 3 meses a menos do que o suíço em Wimby 2019.

Enfim, pode discordar à vontade, mas eu obviamente ficarei com as 2 vitórias sobre os fenômenos, fora o ouro olímpico em 2 sets com 37 anos e 2 meses!

A conferir, rsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
17 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Parei de ler no 37 anos e 11 meses . Suíço é de 08/08/81 e fez FInal de Wimbledon 2019 , na sequência eliminou Sérvio em Sets diretos no ATP Finals, terminando como N 3 do Mundo . Vira o ano faz Semi no AOPEN 2020. Sem essa de falar em lesão em se tratando do Sérvio. Reparastes que hoje não pediu atendimento e nem foi ao banheiro? . Domingo vai fazer os dois e a culpa vai ser das 4 horas de hoje . Botei 50 a 50 , pois está em jogo o primeiro jogador da história do Esporte a levar 7 SLAM antes dos 23 anos, e para Djokovic o 25 . Daí que ambos vão suar sangue em quadra . Aguardemos. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Essa discussão nem deveria existir visto que o Federer foi derrotado em 3 tiebreaks, teve um 40-15 e perdeu 4 pontos seguidos. Nunca que isso foi a melhor atuação de um tenista nessa idade; na verdade foi uma catástrofe para sua torcida. Djoko praticamente na mesma idade bateu Alcaraz por 3×1 e agora com quase 39 o Sinner, ambos de virada. A discussão só faria sentido se fosse vitória contra vitória.

Federer era freguês de Thiem, Zverev e Tsitsipas nessa faixa de idade. Imagine o que Sinner e Alcaraz não fariam com ele, rs.

Djoko já é o número 3 do mundo e deve manter até os 39 anos completos. O suíço foi beneficiado pela pandemia para não sair do ranking de entradas.

GOAT ganhou do Alcaraz lesionado desde o primeiro set e provou com ressonância magnética. Se você não respeita as lesões dele, não tenho por que respeitar as do suíço. Levou 3×0 do polonês com pneu em plena Central.

Abs!

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mentira.
A principal estatística da Final de W19 Federer não venceu: Federer 2 sets e Djokovic 3 setes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
17 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Errado : E hoje Sinner literalmente venceu também Todas , inclusive mais pontos . Djokovic teve 2 Match-points com 40 -15 e perdeu ambos , o segundo estava sozinho com a bolinha a sua feição, jogou nas mãos de SInner. Jovem Italiano não fez por merecer a vitória. Segurou o braço vários vezes . Abs !

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sinner também perdeu na principal estatística:
– Sets
Sinner: 2
Djokovic: 3

Thiago Silva
Thiago Silva
17 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

“Federer venceu todas as estatísticas da partida”. Se tivesse vencido todas as estatísticas teria vencido o jogo, já que a principal estatística é a quantidade de sets vencidos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
16 dias atrás
Responder para  Thiago Silva

Errado: Vencer todas as estatísticas não garante a vitória. Foi o caso também de Sinner hoje . Federer perdeu os Três tiebreaks e a partida . A diferença para Sinner foi a incrível agressividade encurralando Djokovic, com 94 Winners aos 38 anos . Repetiu no Finals na sequência e levou fácil em Sets diretos. Djokovic reconheceu a grande partida do oponente. É óbvio que isto não diminui em nada o Sérvio, já que obteve a vitória no 13 x 12 do último Tiebreak . A decepção fica por conta de Jannik Sinner e sua falta de agressividade nos 18 breaks . Isto difícilmente veremos com Carlos Alcaraz. Simples assim. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
16 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Comentário típico de um entendedor.
Outro comentário repetido à exaustão:
Sérvio perdeu a semifinal sem quebrar Sinner (2024).
O sérvio, desafiador do tempo, dois anos depois, descontou a derrota, quebrando várias vezes, e derrotando o italiano no 5 set.
Sinner, não apenas não conseguiu os brakes, ele foi impedido. Um saque excepcional, esteve presente contra brakes.

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Também continuo achando que Alcaraz é o favorito, mas obviamente torcerei e muito para o GOAT levar mais uma e bater mais um recorde.

Luciano Antonio
Luciano Antonio
17 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Discordo! Se analisarmos bem o jogo de hoje, não vejo favoritismo do Alcaraz não. Talvez até muito pelo contrário. O sérvio vai lutar até o último suor. Alcaraz que se cuide!

João Silva
João Silva
17 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Na prática o Djokovic tem mais 39 anos do que 38 anos

Julio Marinho
Julio Marinho
16 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Isso que eu nunca vou entender. Diok fez um partida memorável, absurda, é indiscutivelmente o maior jogador. Soube sacar preciso nas adversidades e adotou a única postura possível contra um adversário mais novo e hoje melhor: agressividade. E a conversa vem para essa ladainha sem fim. O Federer deve estar nos Alpes esquiando com sua fortuna incomensurável. A discussão sobre maior jogador simplesmente não existe. Exista talvez a de maior ícone, porque o Federer angariou muitos fãs com seu estilo dentro e fora das quadras. Mas não é uma discussão sobre êxito. Agora fica lendo 9 meses para lá, 11 meses para cá. A argumentação das torcidas parece os estilos dos jogadores: os bolsistas querem massacrar cada vírgula de argumento, cada digito, deixar só uma ruína, pouco a pouco. Os do Federer em um argumento rápido e que queira uma eliminação rápida. Deve ser por isso. A final está muito difícil de prever, exatamente porque não sabemos ao certo se o tal adutor do Alcaraz tem alguma distensão ou só foi algo de momento. Com lesão, mesmo Djok cansado, o Sérgio vira favorito. Sem lesão, Alcaraz é favorito por ser mais novo. Infelizmente, há um risco da final ser aquém da magnitude do jogo. Espero que isso não aconteça.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
16 dias atrás
Responder para  Julio Marinho

Sem essa de ladainha sem fim . É interessante apreciar o Final de carreira de 2 monstros do Tênis e agora termos dois jovens fenômenos. Recordes são feitos para serem quebrados, e para aqueles que falaram que não haveria vida depois do Big 3 , estamos vendo é aumento de público. O mais eficiente jogador da história do Esporte, incrivelmente já possui dois possíveis candidatos a destrona-lo. Longevidade somente o tempo dirá. Abs !

Julio Marinho
Julio Marinho
16 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É aquilo, para esses termos longínquos de bater recordes de Djokovic, em que pese não medir o sucesso do Alcaraz em termos disso, esse título valeria demais, porque de uma distância já enorme de 17 slams ainda, seriam 19 com a derrota. E o normal é que com a passar do tempo e a vinda talvez de outra grande jogador, isso diminua em ritmo. Então, seria fundamental por esses termos. Revi os sets aqui e como fiquei absolutamente convencido de que eram só câimbras (tinha visto a entrevista e ele falou que poderia ser o adutor, mas quis esconder a realidade para fugir da polêmica), as chances dele me parecem agora maiores contra o Djok, porque vai recuperar melhor com sua juventude. Sem contar o quão forte é em finais. Dito isso, ao rever o jogo, tive que referendar como o Alcaraz foi genial em quase vencer o jogo ainda no 3o set machucado e ainda por ter ficado em quadra, apenas para esperar aquilo passar. Que foi ali pelo 5-5 no quarto set. Absurdo como esse caras, não importa o que, tentam maximizar suas chances. Por isso, são quem são e os outros são os outros. Abraços!

José Afonso
José Afonso
16 dias atrás
Responder para  Julio Marinho

Com problemas físicos ou não, os dois vão entregar tudo que podem em quadra. Tem tudo pra ser um jogão! Abs!

Julio Marinho
Julio Marinho
16 dias atrás
Responder para  José Afonso

Tomara, José Afonso. Só que se o negócio do adutor acusar de novo, Djok pode até ganhar e vocês ficarem felizes, mas para o espetáculo será ruim. Gostaria de melhor dos dois.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
16 dias atrás
Responder para  Julio Marinho

É zoeira, Julio.

Julio Marinho
Julio Marinho
16 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Vou te falar que até eu fiquei empolgado com a vitória do sérvio. Um verdadeiro absurdo. Achava esse tópico mais profícuo e interessante. Os jogos tiveram muita emoção mas do Djok e Sinner foi melhor. No jogo do Alcaraz, o mais notório para mim é o quanto o Alcaraz se assemelha ao big3 em termos de mentalidade. Ele maximiza o que pode. Claro que Zverev não pertence a essa liga. Mas no 5° set era para ter sido quebrado antes. O Alcaraz tem algo totalmente absurdo. O quanto quando ele tem breaks a favor ou contra, ele vai para as bolas, ou pela deixada milimétrica ou para o ataque. Algumas vezes dá errado e é quebrado, mas depois ele recria as oportunidades e da mesma forma devolve. E essa última situação acontece bem mais. Zverev é de outra liga, compete bem, tem bons fundamentos, mas quando vai chegando nesses momentos, ele cai muito de padrão. Quer jogar no erro do adversário e em um caso do Alcaraz, ele vai sempre atacar ou tentar ganhar o ponto em um momento agudo e mesmo que erre, não se arrepende e tenta de novo a próxima vez. Abraços!

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás

Como deve ser terrível secar o Rocky Balboa do Tênis!

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Paulo F.

E diria o próprio Rocky Balboa: “one more round….”

Fonsequismo fonsequisado
Fonsequismo fonsequisado
17 dias atrás

Rapaz vai ser um jogão, mas acho que o velhinho leva viu

Marcos RJ
Marcos RJ
17 dias atrás

O velhinho vai levar com certeza! Mas ainda não sabemos o quê. A conferir.

Jonesto Camara
Jonesto Camara
17 dias atrás

As duas semis de hoje deixaram claro como será a cada mais difícil o o próprio Fonsequismo ser Fonsequisado se a parte atlética não estiver na ponta dos cascos, pouco importando se na parte técnica o João é mais que perfeito.

Com o passar do tempo, vamos entender se a “conta fecha” para João Fonseca atingir os grandes resultados que todos esperam dele.

E não se trata aqui de cobrança, já que quem gerou toda a expectativa foi ele próprio, mesmo alternando boas com excelentes apresentações.

balostrófico
balostrófico
17 dias atrás

53% Carlos 47% Novak, Dalcin?

Reinaldo
Reinaldo
17 dias atrás

Dalcim, acho que o Djoko resumiu bem o que foi o día de hoje “o ingresso de hoje valeu a pena”. Pergunta direta: quem e o seu favorito para ganhar domingo? Eu torço pelo Carlos mas acho que dará Nole e se isso acontecer, estará de bom tamanho porque o que ele faz pelo tenis com quase 39 anos de muito sucesso, é de se admirar e bater palmas! Ganha o tênis com o Nole jogando tanto quanto hoje. Abraços!

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Só na Austrália já ficaria de bom tamanho, Dalcim.
Já basta a injustiça do AELTC ainda não ter edificado a do Roger.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás

Djoko fez 25 games na partida. O pessoal do bolão, especialmente Carlo VW e Realista, saíram vencedores ou quase isso. Acho que apostaram em 20 ou 21.

José Afonso
José Afonso
16 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Teve um brincante de nome André Borges que disse apostar em apenas 7 games para o GOAT, kkkkkk.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
16 dias atrás
Responder para  José Afonso

Esqueci desse, rsrs.

Jonas
Jonas
17 dias atrás

Estou incrédulo até agora, um tenista de quase 39 anos fazer o que Djokovic fez hoje é mais um atestado de que esse cara é o maior de todos os tempos. Desde 2021 eu penso que essa discussão “já era”, mas de lá pra cá ele só reforçou.

Como disse há uns posts atrás, inteiro fisicamente o sérvio bate em qualquer um. E tem sido difícil, precisa “reconstruir o corpo”, ir contra o fator biológico.

Sobre a final eu diria o seguinte e vejo pouca gente falar sobre: esse é o maior desafio do tênis, ou seja, você ter uma idade bem avançada e ser obrigado a vencer Sinner e Alcaraz para ganhar um Grand Slam.

O Nadal, Murray e o Federer nunca tiveram algo próximo disso, essa concorrência já bem velhos. Eles sucumbiram ao próprio Djokovic, mas isso acontece desde 2011, com todos em plena forma.

A tarefa para domingo é difícil, não diria impossível. Hoje qualquer jogo de mais de 4 horas “mata” o sérvio. Para ter alguma chance vai precisar jogar no padrão de hoje ou das quartas do ano passado.

Hoje o que ele fez, esse nível de resiliência… só lembro do Nadal ter chegado próximo.

wagner
wagner
17 dias atrás
Responder para  Jonas

Melhor de todos os tempos, federer, quem conhece sabe, não precisa de recordes, o sérvio é competente e não fenomenal que nem o suíço. Michel Jordan , Pelé e Federer, só nascem uma vez, quem viu viu.

Jonas
Jonas
17 dias atrás
Responder para  wagner

Puxa… tentar resumir em menos de 4 linhas. Foi um ótimo jogador, mas não foi melhor nem que o Nadal. E eu vi jogar.

João Silva
João Silva
17 dias atrás
Responder para  wagner

Plasticidade nos golpes e discurso social não são qualidades técnicas. Se você se apaixonou, abrace seu coração, mas é só até ai.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
16 dias atrás
Responder para  wagner

Aff

Davi Poiani
Davi Poiani
16 dias atrás
Responder para  Jonas

Excelente comentário do Jonas. O feito de Djokovic é extraordinário para a sua idade.

Nesta Era de Ouro do Tênis, temos um panteão extraordinário. São 5 tenistas excepcionais (Big 3 + atual Big 2), que estão uma categoria acima dos demais. E Novak é o maior de todos. Suas conquistas, sua técnica, resiliência, inteligência tática, atleticismo, força mental, dentre tantos outros atributos, falam por si.

É possível admirar tudo isto sem diminuir o brilho dos demais. Não teria a mesma graça houvesse somente um deles no topo. São todos importantes para fazer do tênis este esporte tão espetacular, talvez o mais nobre dentre todos os esportes.

Independente de quem vença a final do Australian Open 2026… As duas semifinais, em especial a vitória de Novak sobre Sinner, já entraram para a história.

Joselito
Joselito
17 dias atrás

Sinner/Djoko fizeram um jogo que podia ir para qualquer lado. Para minha surpresa e torcida foi para o lado certo. kkkk
Alcaraz é favorito para mim na final, mas a torcida é do GOAT.

Gabriel Potin
Gabriel Potin
17 dias atrás

Excelente texto!

Teka
Teka
17 dias atrás

Esqueceu de falar sobre os 2 wo do velhinho. Que sorte!

Jorge Luiz
Jorge Luiz
17 dias atrás
Responder para  Teka

Esqueceu de passar a pomadinha no cotovelo

Teka
Teka
17 dias atrás
Responder para  Jorge Luiz

Ainda tem um espanhol no caminho…

João Silva
João Silva
17 dias atrás
Responder para  Teka

20 anos de pura sorte.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
17 dias atrás

Eu decidi parar de discutir sobre o Djokovic desde que ele se tornou o Goat,e acho incompreensível alguém em 2026 ainda duvidar disso

Joselito
Joselito
17 dias atrás
Responder para  Jorge Luiz

O luto não tem um “prazo de validade” definido, podendo variar de meses a vários anos.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
17 dias atrás
Responder para  Joselito

Ou até varias décadas kkkkkkkkkkkkkk…

wagner
wagner
17 dias atrás
Responder para  Jorge Luiz

Como na maioria dos torneios que ganhou, pega adversários fracos até as semis e neste caso, 2 partidas sem jogar. Saudades do Federer, esse sim, era gênio e não robo.

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  wagner

Bagdathis, Phillipoussis, González…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
17 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Blake

kkkkkkkkk

Paulo F.
Paulo F.
16 dias atrás
Responder para  wagner

Alcaraz não iria buscar melhora no saque buscando uma técnica que ficaria muito parecida com a de um robô….

João Silva
João Silva
17 dias atrás
Responder para  Jorge Luiz

É um processo em que a pessoa se apaixona por um jogador, então a analise passa a ser sentimental e não pela razão. Relaxa, você tomou a pílula certa.

André Aguiar
André Aguiar
17 dias atrás

Obrigado, tênis!

Craig
Craig
17 dias atrás

“Alcaraz escreveu “Believe” na lente da câmera para celebrar seu esforço em quadra, mas talvez tenha dado a mensagem correta para Djokovic.”

Nobre Dalcim, se eles são gênios do tênis, vc é um gênio do jornalismo!!

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
17 dias atrás

Chegar descansado fez toda a diferença para Djoko ser capaz de encarar Sinner. Frio como ele costuma ser na hora de decidir, foi preciso nos pontos-chave mais uma vez e conseguiu a façanha de bater Jannik depois de 5 duras derrotas.

É o Rei da Austrália.

E ninguém melhor que Carlitos para estar nessa final com ele. Naquela pegada típica do seu ídolo Nadal, foi até as últimas consequências, tirou coelho da cartola e venceu Zverev. Indiscutível o mérito do fenômeno espanhol. O alemão mostrou alto nível, mas falhou novamente na hora de matar o jogo. Enfiou a faca, tem que girar. Carlitos, como Djoko, só está batido quando o último ponto está encerrado.

A final será histórica por todos os aspectos. Torço para que Djoko seja capaz de se recuperar até lá, bem como Carlitos possa estar 100%. Uma final do tamanho do talento dos dois é mutíssimo bem vinda.

Que esporte maravilhoso é o tênis!

Craig
Craig
17 dias atrás

Hey velho lobo Dalcim, pergunta aleatória: vosmicê crês que Zverev conseguirá seu sonhado Slam?

SANDRA
SANDRA
17 dias atrás

Dalcim , vc não acha que o feito do Djokovic foi muito maior que a do Alcaraz ? E o que vc achou das tais caimbras do Alcaraz? Foi para esfriar o jogo ?

João Silva
João Silva
17 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E sobre o atendimento?

Rafael Sousa
Rafael Sousa
17 dias atrás

Djokovic é mesmo o maior de todos os tempos, só para aqueles que sabem apreciar o tênis como esporte. Para aqueles que tem um ídolo de estimação só resta torcer contra e depreciar o sérvio.

Que espetáculo de partida vimos hoje, aquele final com chances perdidas foi pra tirar qualquer um da cadeira.
Meu jogador favorito é o Nadal, mas não teve como não se emocionar com a vitória do Djoko. São pessoas como ele que inspiram. Pois tem aquele amor pelo esporte depois de ter conquistado milhões de dólares, todos os títulos, recordes etc.

No futuro vou poder dizer para as pessoas que vi Djokovic jogar!
Vida longa ao tênis e o amor pelo esporte!

Rodrigo
Rodrigo
17 dias atrás
Responder para  Rafael Sousa

Belíssimo comentário. Como fã do Djokovic desde o Us Open de 2010, posso dizer que foi principalmente a rivalidade com Nadal que forjou esse homem que faz coisas como a que vimos hoje. Não à toa, não há hesitação do sérvio em apontar o espanhol como seu maior rival. Foram os dois maiores lutadores a já empunhar uma raquete de tênis e, preciso dizer, mesmo torcendo contra (à época ainda corria a disputa pelo maior nos slams), a vitória de Nadal no AO 22 me foi emocionante também.

Jonas
Jonas
17 dias atrás
Responder para  Rodrigo

Lembra desse jogo? A diferença do Nadal para o Djokovic em 2010 era abissal… inacreditável o quanto ele evoluiu de lá pra cá, assombroso.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
17 dias atrás
Responder para  Rafael Sousa

Prezado,

Onde assino?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
17 dias atrás

Se o Sinner fez 94 ou mais winners pode reivindicar a vitoria junto a ATP e tirar o Djoko da final…

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Pois é, como a ATP e ITF ainda não perceberam que 94 winners >>>> sets e match???

Berg
Berg
17 dias atrás

Realmente duvidei que o Sérvio teria alguma chance com o Sinner. Mas o que vi hoje foi algo tão inacreditável como aquela virada do Rafa diante do jovem Medvedev em 2022. Djokovic foi monstruoso, uma fortaleza, devolvendo tudo. Tenho que me render ao melhor que já pegou em uma raquete… E se vencer domingo, se tornará inalcaçável na história. Em contrapartida, uma vitória do Carlos Alcaraz, seria um crime, pois Djokovic mereceu demais estar nessa final, já o Carlos, contou muito com mais uma amarelada do Zverev. Por sinal, vimos muito bem hoje a diferença de um grande tenista e um grande campeão. Zverev saca para o hoje, é quebrado e depois simplesmente acaba. Djokovic erra um match point ganho, mas vai lá e com tranquiliade acerta um brilhante primeiro saque e depois ganha o jogo. Isso é um campeão!

Jonas
Jonas
17 dias atrás
Responder para  Berg

Cada vitória sobre Sinner ou Alcaraz em um torneio desses deveria valer um Grand Slam, rs.

Fernando Brack
Fernando Brack
17 dias atrás
Responder para  Berg

Foram virtudes diferentes entre Djoko e Alcaraz. Enquanto Djoko jogou muito, elevando o nível contra um cara que hoje está num patamar acima, o extraordinário feito de Alcaraz foi sua recusa em desistir e suportar o doloroso incômodo que sentia. Ambos mereceram demais, por motivos diferentes.

Última edição 17 dias atrás by Fernando Brack
Marcelo Reis
Marcelo Reis
17 dias atrás

A rigor, os números “secos” são melhores para o Sinner. É só vê-los: mais aces, menos DF, melhor % de 1º serviço e conversão, 30 winners a mais em relação aos ENF, contra só 4 do Djokovic, mais pontos vencidos (152×140) etc. Mas mesmo assim não adiantou devido a 1 estatística: 18 BP que teve o italiano, convertendo somente 2, foram o prego no caixão. Um jogo deste nível com frequência é decidido em poucos pontos. Sinner teve mais chances, mas o sérvio foi mais eficiente.

Djokovic passou somente 13h em quadra, aproximadamente; Alcaraz, cerca de 17h.

O jogo do Djokovic encaixa mais contra o Alcaraz, sendo que possui o H2H levemente favorável.

Tenho convicção de que o fato de ter relaxado 1 partida ajudou significativamente o sérvio, e ainda ter Lorenzo se machucando, numa partida que precisaria ganhar mais 3 sets pra vencer. Tudo acaso do esporte e da vida.

As bets neste momento dão 27% a 30% de lucro pro espanhol e 202% a 250% pro sérvio.

E o que isso significa? Nada. Espero que seja um jogão e que não se machuquem.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Marcelo Reis

A estatística mais importante são sets vencidos. Djoko venceu 3 e Sinner 2, tal como ocorrido em Wimbledon 2019.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
15 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Estas estatísticas somente comprovam que Sinner não fez por merecer a vitória. Segurou o braço quando não devia . Muito diferente de 2019, lá Sérvio levou os Três tiebreaks. Abs !

Jonesto Camara
Jonesto Camara
17 dias atrás

Parabéns aos torcedores do Djoko. A semi dele hoje foi épica e independente do resultado da final, ela pode ser incluída na prateleira das suas maiores vitórias, que não são poucas.

Djoko entregou tudo e foi fantástico! Merecidíssimo por tudo que fez dentro da quadra.

Sinceros Parabéns!

Última edição 17 dias atrás by Jonesto Camara
Marcos RJ
Marcos RJ
17 dias atrás

Dalcim, parabéns pelo seu blog ao longo de todos esses anos, que há muito tempo virou uma leitura obrigatória para quem gosta desse esporte. Vale lembrar que o seu post anterior sobre a semi-final indicou a boa chance de Djokovic, por conta da ajuda divina nas 2 rodadas anteriores e do desgaste de Sinner. A bolsa de apostas estava em torno de 90% a favor de Sinner.

Marcos RJ
Marcos RJ
17 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Foi mesmo próximo de 90%, com variações entre cada casa de apostas.
Vale lembrar que essa cotação é baseada em todos os volumes de apostas, e os jogadores as vezes erram na mão, e na emoção, assim como o mercado financeiro.

Will, de Stranger Things
Will, de Stranger Things
17 dias atrás

60-40 Alcaraz??

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás

Eu te peço, apenas mais uma vez, que mantenhas a gana, o apetite, o olhar, a fúria e a ferocidade do Lobo dos Balcãs, Novak Djokovic.

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás
Responder para  Paulo F.

E a astúcia!

Rodrigo Figueiredo
Rodrigo Figueiredo
17 dias atrás

A vitória do Djokovic foi, mais uma vez, a vitória do cultivo de si, de alguém que soube de novo pensar e repensou seu jogo, seu corpo e sua mente. Se ele se tornou o que é, esse alguém que faz algo como o feito de hoje, foi por não descansar nunca. Ele pode perder domingo, mas provou mais uma vez que não se pode duvidar de sua capacidade infinita de recomposição. A montanha Sinner já parecia mais difícil de escalar para ele do que foi a montanha Nadal em RG, motivo pelo qual eu mesmo não acreditava muito, mas é verdade que desde o início desse torneio deu pra sentir que era um “outro” Djokovic, diferente daquele cansado e assombrado pelas lesões de 2024 e 2025.

Se ainda sobrou algo pra domingo veremos, mas o altíssimo nível do jogo de hoje, a intensidade, o significado de passar pelo Sinner em pleno AO… tudo isso é inesquecível e, arrisco dizer, entra pro hall seleto dos muitos grandes jogos da carreira do Nole. De um ponto de vista histórico, a final de domingo significa muito, pois não se sabe como parar um Alcaraz com 22 anos e o tênis que joga. Uma “freada” do Djokovic seria, sim, significativa, mesmo que não decisiva. Mas não precisamos de falar história, quando temos bem vivo, ainda, algo que acaba de acontecer, esse impressionante lutador, o maior atleta a já ter empunhado uma raquete de tênis, Djokovic. Obrigado, Nole.

Adriano Buso
Adriano Buso
17 dias atrás

“Sinner ganhou 12 pontos a mais na partida, teve melhor percentual de acerto de primeiro saque, ganhou mais pontos tanto com o primeiro como com o segundo serviço e também como devolvedor e finalizou com 72 winners diante de 46, incluindo mais do dobro de aces. Como explicar sua derrota, liderando por 2 sets a 1? De forma bem resumida, a questão foi eficiência. Djokovic jogou de forma notável os pontos importantes, escapando de todos os 10 break-points que encarou nos dois sets finais e aproveitando as duas únicas oportunidades que criou para tirar o serviço do italiano.”

Mesma situação de Wimbledon/2019 contra o Federer.

Robson Couto
Robson Couto
17 dias atrás

Acredito que Zverev deverá entrar para o grupo dos grandes tenistas que não conseguiram ganhar um slam, assim como Ríos, Ferrer e Tsonga…

Cláudio Bernardo
Cláudio Bernardo
17 dias atrás

Parafraseando Luis Stuhlberger: existem dois jeitos de ir para o inferno — um é morrer; o outro é torcer contra Novak Djokovic.

Alexandre
Alexandre
17 dias atrás

Quem diria…o velhinho GOAT guerreiro, venceu o senhor do Teto-todo-podersoso….Incrivel!!!

SANDRA
SANDRA
17 dias atrás

Dalcim , não torco para o Sinner , mas qdo vejo ele jogar , vejo que ele não tem buracos no jogo dele .ele parece que cobre a quadra toda , o que aconteceu hoje ? Ele errou demais ?

Lucas Figueiredo
Lucas Figueiredo
17 dias atrás

Assisti boa parte do jogo, e é impressionante como um cara de 38 anos jogou contra um de 22, número dois do mundo. Grande parte dos ralis maiores o Djoko levou, o que pra mim demonstrou a superioridade dele no jogo. Sinner tava com o serviço mto afiado, e foi o q o salvou em mtos games, pq nas trocas d bola o sérvio tava melhor. Se fosse ele, eu nao pensaria em parar tão cedo, o cara ta sempre chegando nas rodadas finais do GS. Parar pra quê?? Continua mais uns 3 anos aí, caboco.

Ronildo
Ronildo
17 dias atrás

Esse torneio poderia ser vencido por Zverev e com méritos. O problema é que Alcaraz se deu conta que já bobeou demais para quem persegue os maiores recordes do tênis. Djokovic realmente foi um mestre mentalmente contra Sinner. Sinner deveria ter entrado mais focado, fechando as portas desde o primeiro set onde parecia de início que faria 6 a 0. Alcaraz com certeza entrará na final com uma postura diferente da de Sinner. Mesmo porque pode ser a última chance de empatar o confronto direto além do tempo que tem estado na fila para vencer o AO, que apesar de ser o menos importante entre os 4, é um slan.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
16 dias atrás
Responder para  Ronildo

Alcaraz está beeem desgastado. Vou torcer pra dar tempo dele se recompor até a final. Djokovic vai à final com muito menos horas em quadra.
Porém se o sérvio levantar o Slam 25, minha vida continuará. Não vou ficar + rico nem + pobre.
E com relação ao Federer, que diferença faz ter 4 Slams a mais ou 5? Acho que nenhuma.

Paulo F.
Paulo F.
17 dias atrás

Se não se pode pedir atendimento médico por cãibras e Alcaraz a recebeu, imaginem se fosse o Djokovic no lugar do espanhol? Este fórum estaria encharcado de lágrimas dos terceiristas.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
16 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Não foram cãibras. As ditas cujas paralisam os músculos e o tenista não consegue nem andar. Quem fez a avaliação na hora foi o fisioterapeuta.

Paulo F.
Paulo F.
16 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Tu entendeu meu ponto de vista, Maurício.
Não critiquei o atendimento ao Alcaraz.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
16 dias atrás
Responder para  Paulo F.

O Djokovic tem um histórico de malandragem. Por vezes ele esfriou jogos de propósito, quando viu o adversário num melhor momento.

O Alcaraz nunca fez isso.

E óbvio, todo mundo tem direito de pedir atendimento, se a lesão for real, e não um teatro. Até o Djoko.

Última edição 16 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo F.
Paulo F.
16 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Tu criticou a malandragem do Rivaldo contra a Turquia em 2002?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
15 dias atrás
Responder para  Paulo F.

O que isso tem a ver com qualquer coisa, cara?

Você é muito insuportável…

Fernando Brack
Fernando Brack
17 dias atrás

Eu vi Sinner nitidamente abaixo de suas capacidades (à exceção do saque), meio apático até, e Djoko fazendo tudo o que ainda é capaz aos quase 39 anos. Talvez Sinner ainda sofresse alguma sequela daquele calor extremo do jogo contra o Spizzirri, enquanto Djoko certamente se beneficiou das pausas que os WOs lhe propiciaram. Tudo somado, é preciso aplaudir o sérvio por ter aproveitado de forma magistral as condições específicas que ambos trouxeram à quadra no dia de hoje. O homem jogou muito.

Última edição 17 dias atrás by Fernando Brack
Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
17 dias atrás

Eu comecei a torcer CONTRA Djokovic em 2011, quando passou a vencer o Nadal (tenista por quem eu torcia) em várias finais.

Esse “haterismo” começou a ruir em 2019, após aquela final emblemática em WB contra Federer. Naquele momento, eu comecei a aceitar que não dava mais para inventar argumentos para desqualificar esse cara, e que, talvez, era melhor só aproveitar a oportunidade de assistir seus shows.

Eu me rendi em definitivo após a semifinal de RG 2021 contra o Nadal. Ali já não tinha mais jeito. Nunca mais torci contra (com exceção óbvia das poucas partidas que enfrentou o Nadal, desde então).

O Djokovic é um verdadeiro exemplo e inspiração para todos os seres humanos. Quem se livra do “haterismo” percebe que há um aprendizado ao ver suas suas partidas e ouvir suas entrevistas. E, hoje, foi mais uma aula incrível e inspiradora!

Grande, Djokovic.
(Estou começando a pensar em concordar com o Paulo Almeida, quanto ao maior em TODOS os esportes)

Última edição 17 dias atrás by Rafael Azevedo
Paulo Almeida
Paulo Almeida
17 dias atrás
Responder para  Rafael Azevedo

Você fez o certo e pode fazer mais certo ainda se concordar comigo, rsrs.

Abs, grande Rafael Azevedo!

José Afonso
José Afonso
16 dias atrás
Responder para  Rafael Azevedo

Parabéns, Rafael! Aposto que passou a curtir mais o esporte depois disso, ainda mais após a aposentadoria do seu preferido!

Marcos RJ
Marcos RJ
15 dias atrás
Responder para  Rafael Azevedo

Vira-casaca !!!
Rsssssssss

Última edição 15 dias atrás by Marcos RJ
Fernando Brack
Fernando Brack
17 dias atrás

Quanto ao Zverez, me incomoda a postura corporal dele ao longo das partidas. Parece que não curte estar ali. Achei inacreditável sua incompetência ao não conseguir quebras de saque contra um adversário que mal se movimentava. Foi obter nova quebra lá no 5º set quando Alcaraz já se recuperava, mas não sustentou a vantagem até o fim. Uma pipocada daquelas.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
16 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Alexander “Amarelev”

Alexandre
Alexandre
17 dias atrás

Salve Dalcim,

Confesso que ainda estou boquiaberto com essas lindas partidas de tenis. Muito feliz que o nosso esporte possa gerar emocoes desse tipo. Vida longa ao tenis!

Gostaria muito da sua opiniao sobre a justicao ou nao da reclamacao do Zverev sobre o atendimente medico ao Alcaraz, para um problema que nao e considerado uma “injury” A partida foi maravilhosa e o Alcaraz mereceu ganhar, mas o que aconteceu foi justo com o Zverev?

Tambem fiquei muito chateado com o episodio do teto na partida do Sinner contra o Spizzirri. O tecnico do Sinner, Darren Cahill, tem muita influencia aqui na Australia. Ha uma placa em homenagenm a ele aqui na Tennis Australia aqui de Adelaide. Eu tenho certeza de que isso contribuiu para o favorecimento que o Sinner recebeu.

Vc acha que episodios desse tipo podem manchar a imagem de que o tenis e um esporte que prioriza o cavalheirismo entre os oponentes?

Muito obrigado e um grande abraco!

Última edição 17 dias atrás by Alexandre
André Aguiar
André Aguiar
16 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Sobre essa questão, reproduzo abaixo matéria publicada hoje no The New York Times:
“Em sua coletiva de imprensa, Alcaraz disse que a dor que estava sentindo o levou a acreditar que tinha uma lesão muscular. Ele disse isso ao fisioterapeuta, que considerou que ele poderia receber um atendimento médico. Aparentemente, Alcaraz estava enganado, pois afirmou na mesma coletiva que não havia sofrido nenhuma lesão.

Mas as sensações na hora não eram falsas. De fato, o fisioterapeuta que atendeu Alcaraz não determinou que se tratava apenas de uma cãibra.

“No começo, era em um músculo específico, então não achei que fosse cãibra”, disse ele. “Eu não sabia exatamente o que era, porque ao me deslocar para a direita para executar um forehand comecei a sentir o adutor direito. Por isso chamei o fisioterapeuta. A perna esquerda estava bem. Quer dizer, não bem, mas razoável.”

Porém, a escolha da bebida de Alcaraz na pausa seguinte (suco de picles), bem como o tratamento adicional em que recebeu massagem na outra perna, parecem corroborar a hipótese de que ele de fato estava com cãibras”.

Pesquisando na internet, vim a saber que o suco de picles é um remédio eficaz e de ação rápida para cãibras musculares, muitas vezes aliviando-as em minutos, muito mais rápido do que a hidratação natural do corpo. Ele age não por meio da hidratação ou reposição de eletrólitos, mas sim desencadeando um reflexo neural na garganta causado por seu conteúdo à base de vinagre e sal, que sinaliza ao sistema nervoso para relaxar o músculo.

Fernando Brack
Fernando Brack
16 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Boa, André! Excelente contribuição.
Claro que na hora não dava pra nós, aqui do sofá, sabermos o que o Alcaraz tinha, mas, ao ver sua recuperação gradual na sequência da partida, ficou evidente que se tratava de cãimbras, uma vez que lesões não curam ao se manter o esforço físico que as originou. O próprio atleta sabe quando é uma lesão e decide não ir adiante para não agravá-la (Musetti é só o caso mais recente). Não pretendo julgar o caráter do Alcaraz, mas nada me tira que ele sabia que eram cãimbras e levou o fisioterapeuta no bico.

André Aguiar
André Aguiar
16 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Penso o mesmo.

Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
17 dias atrás

Dalcim, quem chega mais desgastado pra final?

Berg
Berg
17 dias atrás

Amigo Dalcim, não sei o que pensa, mas a tendência é que tenhamos visto a “NATA” do Australian Open 2026 nestas semifinais. Você não acha que existe um risco grande de termos uma final que possa ser decidida de uma maneira… digamos “Brochante”. Tipo, um dos dois perder 2 sets e sentir o fisico e acabar sem gasolina atropelado no set seguinte? Até porque temos um Djokovic com 39 anos e o espanhol sentindo muito na semi. Eu ficaria muito surpreso se tivéssemos outra batalha de 5 sets no domingo.

João Silva
João Silva
17 dias atrás

Na prática o Djokovic tem mais 39 anos do que 38 anos, ele faz aniverśario agora em maio.
O Alcaraz é mais ganhável que o Sinner, se Djokovic tiver físico, leva.

Paulo Moe
Paulo Moe
17 dias atrás

Pow, o nosso ídolo venceu!

Paulo Larry
Paulo Larry
16 dias atrás
Responder para  Paulo Moe

É, venceu.

Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
17 dias atrás

Um esforço descomunal para conseguir vencer o Sinner. Como disse o próprio Djokovic, “muito difícil, mas não impossível”. Todavia, exigiu um desgaste extremo.

Como se isso não bastasse, ainda terá que enfrentar o Alcaraz no domingo, kkkk. Esse é o desafio dos tenistas atuais. Vencer Sinner e Alcaraz em sequência, em melhor de 5 sets…eis o preço para vencer um slam.

Bom, foi assim no passado com o Big 3.

Guilherme
Guilherme
17 dias atrás

Poxa, Dalcim, “Mais emoção entre as meninas”?! As meninas já são mulheres.

Guilherme
Guilherme
16 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Grato pela resposta.

Evandro
Evandro
16 dias atrás

Sei que ele e todos os demais envolvidos (incluindo os que perderam na rodada e seus parentes até o quarto grau) ganharam milhões de dinheiro e eu não ganhei nada. Mesmo assim, parabéns, vc mereceu! Mas, não irei discutir com ninguém. Minha religião não permite.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
16 dias atrás

O tênis é isso. E por isso não existe, pra mim, esporte melhor – não importa o total dos pontos, mas sim quem consegue jogar melhor os pontos mais importantes.

E isso torna tudo muito empolgante.

O Sinner fez mais winners. Mas poucos foram os momentos em que ele brilhou. Jogou um pouco abaixo do que podia? Também acredito que sim.

O que eu gostei no Djokovic é que ele não só ganhou os pontos cruciais, mas porque fugiu do monótono.

Bem diferente de Wimbledon 2019, em que considero bem mais vacilo do Federer, do que algo especial que o sérvio tenha feito.

Naquele dia, a taça terminou nas mãos erradas sim (podem os nolistas chiarem como for rs).

O Federer foi espetacular quase que o jogo todo, cara. 94 winners. Alguns deles ganhando até rallies longos que eram especialidade do Novak.

Aquele Wimbledon era do Federer por direito! Só não foi de fato rs

O sérvio correu e se defendeu loucamente. Anulou o tênis-arte do suíço com um anti-tênis chatinho, nos tie-breaks.

E contou com más escolhas de saque do rival nos dois matchpoints.

E vamos lembrar também que no último tie-break sequer houve disputa. O Federer jogou muito mal, e deu o título de bandeja.

O Djoko venceu, mas não convenceu.

Ontem foi tudo diferente:

em muitos break-points salvos (18 no total, sendo 10 seguidos), o sérvio foi agressivo e conseguiu lindos winners na paralela, com o forehand.

Foi espetacular nos pontos-chave.

Bom, é a minha análise. Domingo promete, e eu não perco por nada!

José Afonso
José Afonso
16 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Não assisti essa final de Wimbledon, então não posso comentar sobre ela, mas de resto, comentário muito lúcido! Que venha a grande batalha!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
16 dias atrás
Responder para  José Afonso

Sério? Começou a torcer pro sérvio mais recentemente?

Naquela final eu nem levantei do sofá, rs. Fiquei grudado na tela por mais de 5 horas, incluindo premiação.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
16 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não minta , meu caro. Fostes ao banheiro no mínimo 94 vezes… Rsrsrs, Abs !

Jonas
Jonas
16 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Sobre a final de 2019 eu pensei na época e penso até hoje da seguinte forma:

– Para mim Djokovic esteve tecnicamente abaixo naquele torneio, teve muita dificuldade para ganhar do Agut e tinha acabado de mudar o saque, devido ao pouco tempo de contratação do Ivanisevic. Ele esteve defensivo além da conta.

– Federer por outro lado jogou um torneio afiado do início ao fim, bateu o Nadal nas semis por 3 x 1 com autoridade e sufocou o Djokovic na final, talvez mordido pelas finais de 2014 e 2015.

– O problema é que o sérvio conseguiu levar o jogo para os tie-breaks e nessa área foi melhor que o suíço, ou seja, em pontos de pressão ele foi melhor, no detalhe.

– Os dois tenistas sentiram a pressão em momentos do jogo. Djokovic teve quebra acima no 5° set (4-2) e Federer teve ponto do campeonato.

– Em síntese, Federer esteve melhor no aspecto técnico, enquanto Djoko se segurou no aspecto mental, muita frieza.

– Houve ainda um último tie-break e nele o Djoko foi bem superior. Achei que o Federer entrou com o pensamento “aqui já foi”, não conseguiu jogar.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
16 dias atrás
Responder para  Jonas

Bem superior com 13 x 12 no Tiebreak do Quinto Set. ???. Acha que alguém engole isso , Mestrinho Jonas????. Resolveu sumir com os Winners do dito cujo , com o ” aqui já foi ” ????. Rsrsrs,Abs !

Jonas
Jonas
16 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Bem superior NO tie-break do último set, leia direito.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
16 dias atrás

Concordo bem com duas coisas que o Fernando Brack destacou abaixo.

Realmente, o Sinner não estava no seu melhor dia, com o seu “God Mode” on.

Mas enfrentou um Djokovic que estava. E além de tudo mais descansado.

Já o Zverev é aquela coisa, né. O cara tem boas armas, como o saque, um bom backhand e tal, mas não tem espírito de campeão.

Quase o tempo todo a sua expressão corporal é de um derrotado. Se não mudar o script bem rápido, jamais ganhará um Grand Slam mesmo…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
16 dias atrás

Set1 disputado essencialmente no fundo da quadra, por sinal sem grande brilhantismo por parte das duas jogadoras. A Musakina do meu amigo Paulo se destacou nas devoluções no game1, quebrou, salvou duas quebras pouco depois e venceu. A despeito dessa vitoria no set inicial, ainda vejo a partida totalmente aberta; Rybakina vai precisar manter a excelente qualidade do serviço (como ela serve bem no lado da vantagem) para levar o titulo, pois Sabalenka me parece com um pouco mais de potencia e esta bem focada…

Emilio Rossetti Pacheco
Emilio Rossetti Pacheco
16 dias atrás

Dalcim,
Como o número 3 do mundo não consegue quebrar o saque uma vez sequer do Alcaraz andando em quadra, é só conseguiu ganhar os sets no tiebreak? Isso alongou demais o jogo e deu tempo pro espanhol se recuperar. É inacreditável que um número 3 não o tenha massacrado em pouco tempo.
Alcaraz por outro lado será talvez o maior competidor que o tênis já viu. Que façanha incrível a dele! Djoko deu sorte nas 8as e 4as e chegou zerado pra pegar o italiano, que, concordando com você, achou que ele uma hora iria cansar, mas que nada. Incrível Djokovic.

Marcos Feitoza
Marcos Feitoza
16 dias atrás

Novak Djokovic é um jogador que foge completamente dos padrões do esporte. Em quadra, ele realiza feitos inacreditáveis, que desafiam os limites humanos, tanto no aspecto físico quanto no mental — algo que beira o sobrenatural. Isso é extraordinário para o esporte, para o tênis e, principalmente, para nós, fãs do tênis e admiradores do Novak.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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