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Rybakina não pensa em favoritismo, mas destaca experiência

Foto: Simon Bruty/AELTC

Londres (Inglaterra) – Dois anos depois de ter conquistado seu primeiro título de Grand Slam em Wimbledon, Elena Rybakina está de volta à semifinal. E desta vez, na condição de ampla favorita. Jogadora de melhor ranking entre as quatro restantes na competição e vencedora de três torneios na temporada, a cazaque prefere não se sentir tão pressionada e destaca sua experiência em grandes torneios.

“Dois anos atrás, eu não esperava chegar tão longe no torneio. E hoje estou muito mais experiente e sei o que fazer para estar nessas fases finais. É claro que ainda tem o nervosismo a cada partida, mas hoje eu já consigo lidar melhor”, disse Rybakina, na coletiva de imprensa desta quarta-feira. “Não gosto de ser chamada de favorita, mas é claro que o saque e meu estilo de jogo agressivo ajudam muito e quero vencer de novo”.

“Estou cada vez mais perto, mas ainda faltam duas partidas, com adversárias difíceis. Vou tentar não pensar tanto no passado e focar mais na próxima partida. Por enquanto foi funcionando bem e estou tentando continuar com essa mentalidade”, acrescentou a cazaque que enfrenta a tcheca Barbora Krejcikova na semifinal desta quinta-feira. “Como todos sabemos, às vezes você acorda e algo pode acontecer. Espero que nada aconteça amanhã”, relatou a jogadora, que se retirou de alguns torneios este ano por motivos de doença ou lesões.

Diante de Krejcikova, campeã de Roland Garros em 2021 e atual 32ª do ranking, Rybakina busca uma vitória inédita. Ela perdeu os dois jogos que fez contra a tcheca, o primeiro na Austrália há três anos e o segundo no fim de 2022 em Ostrava. “Eu perdi as duas partidas em três sets. Lembro que na Austrália estava ventando muito e em Ostrava ela estava jogando muito bem e venceu o torneio. É uma grande jogadora, com muita técnica. Ainda não a vi jogar aqui em Wimbledon, mas sei que ela vem muito confiante porque já ganhou nas duplas aqui. Então será um jogo duro”.

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A cazaque também falou sobre a tranquila vitória sobre Elina Svitolina nas quartas, com parciais de 6/3 e 6/2 em 1h de partida. “Acho que o segredo foi permanecer agressiva desde os primeiros golpes. Sinto que a minha devolução melhorou muito e o saque está me ajudando. Embora hoje talvez não tenha um percentual tão alto quanto nos jogos anteriores, eu saquei bem nos momentos importantes. E do fundo de quadra eu estava jogando muito bem. Então fico feliz com minha performance”.

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Fernando Venezian
Fernando Venezian
5 dias atrás

Que satisfação ver a Elena saudável! Tomara que continue assim, pois quero vê-la número 1 do mundo logo menos!

Flávio
Flávio
5 dias atrás
Responder para  Fernando Venezian

Acho que ela tem potencial, só depende dela porque tecnicamente é melhor que a polonesa.

Sergio Barreto
Sergio Barreto
4 dias atrás

O jogo é jogado e o lambari é pescado. Já assisti favorita tomando uma piaba da adversária. Ribakina está certa. Favoritismo só serve para comentaristas e para torcedores sem noção.

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