PLACAR

Roland Garros premia potenciais herdeiros do tênis

Foto: ATP

Carlos Alcaraz e Iga Swiatek confirmaram nestas longas duas semanas de Roland Garros que estão no caminho certo para se tornarem dignos herdeiros do circuito internacional. O espanhol já conquista seu terceiro troféu de Grand Slam, cada um numa superfície, um recorde incrivelmente precoce para seus 21 anos, enquanto a polonesa mantém soberania notável tanto no saibro como na ponta do ranking, o que aponta possibilidade real de a tenista de tenros 23 anos cravar algumas marcas históricas dentro de pouco tempo.

Se Iga entrou em quadra como favorita absoluta e só levou um grande susto em sua campanha, quando salvou match-point ainda na segunda rodada, Alcaraz chegou a Paris cercado de dúvidas. Contundiu o fundamental braço direito em Madri, precisou saltar Roma e contou ter treinado muito pouco por duas semanas. Por isso, o tão sonhado troféu em Paris, que o torna sucessor em pequeno grau do ídolo Rafael Nadal, tem peso ainda mais especial. No roteiro, houve vitórias seguidas em cima de três top 10, do calibre de Stefanos Tsitsipas, Jannik Sinner e Alexander Zverev, sendo as duas rodadas decisivas feitas em cinco sets e onde viu desvantagens de 2 a 1.

E isso tudo sem ter mostrado o melhor de seu tênis. Alcaraz exibiu, é verdade, o extraordinário repertório de golpes que justifica sua versatilidade nos troféus de Slam, porém houve momentos de baixa e de dúvidas, exatamente como aconteceu na tensa final deste domingo. Não soube sustentar a importante vantagem obtida no começo do jogo, muito menos com 5/2 no terceiro, viu Alexander Zverev crescer a partir do grande vacilo, agora bem mais agressivo, mas ainda encontrou soluções. Note-se que o espanhol errou mais do que acertou nos dois primeiros sets.

Quem olha o placar das duas parciais finais pode ter a impressão que houve grande distância entre os dois finalistas, mas bem ao contrário vimos games arrastados, nervosos, grandes jogadas e erros bárbaros, que poderiam ter levado o jogo para qualquer lado. Pressionado, o espanhol não se cansou de mandar alguns ‘balões’ para o outro lado, na busca de todos os recursos para se manter nos pontos. Sem falar no lance polêmico da dupla falta cometida no 2/1, que poderia dar empate ao alemão, ainda que isso estivesse muito longe de decidir qualquer coisa na partida. O fato é que Sascha perdeu agressividade nesse set decisivo, com apenas 5 winners e nenhum ace, o que diz muito do aspecto emocional. Outra vez, faltou apenas um set para ganhar o tão sonhado Slam.

Com justiça, a novíssima geração aparecerá pela primeira vez na ponta do ranking nesta segunda-feira, com Sinner pouco menos de mil pontos à frente do espanhol, que terá 2.500 pontos a defender na temporada de grama e assim terá de esperar para ter chance de luta direta e retornar ao número 1. De qualquer forma, é um momento emblemático para o tênis masculino, que pode enfim ter visto o fim do longo domínio do Big 3.

Ao mesmo tempo, fica um sentimento de pena por Zverev permanecer na fila, já que inegavelmente está na melhor forma física e técnica de uma carreira recheada de troféus importantes. Note-se que foi o finalista a gastar mais tempo em quadra desde que a medição começou em 1991, tendo jogado por um total de 23 horas neste Roland Garros, fruto de três jogos em cinco sets. Aos 27 anos, ainda não é o caso de se desesperar. O jejum de Slam do tênis masculino alemão perdura desde a conquista de Boris Becker no Australian Open de 1996.

Swiatek aumenta prateleira de troféus

Muito diferente mas dentro do esperado, a final feminina durou apenas 66 minutos e viu Iga Swiatek chegar ao quarto Roland Garros e ao quinto troféu de Slam com autoridade, numa partida em que Jasmine Paolini só conseguiu vencer três games dentro do seu esforço de mudar estilo, o que ao menos lhe rendeu 2/1 e saque no começo da partida.

A cabeça 1 chegou a ganhar incríveis 10 games consecutivos e ameaçou mais um ‘pneu’, fechando com mais do dobro de winners (18 a 7). Paolini cometeu o grave erro de não colocar muitos primeiros saques em quadra – apenas 39% – e aí fica muito difícil se sustentar contra Swiatek. “Ela bate cedo na bola e com muito spin, nunca joguei com alguém com tanta intensidade”, foi a definição da italiana.

Mesmo com a derrota iminente na segunda rodada para Naomi Osaka, Swiatek ainda fechou a campanha de sete partidas com apenas 37 games perdidos, na baixíssima média de 5 por partida. O segredo? “Aprendi a lidar com a pressão, especialmente a minha própria pressão. Sou perfeccionista”.

Com muita coisa ainda a acrescentar no seu jogo, especialmente voleios e um saque mais contundente, Swiatek já iguala os cinco Slam de Maria Sharapova e de Martina Hingis e está mais perto do hexa de Steffi Graf e o hepta de Chris Evert em Roland Garros.

Cerca de 3.700 pontos à frente na ponta do ranking, as 107 semanas de liderança certamente irão superar as marcas de Henin (117) e Ashleigh Barty (121). Seu nome já está na história. Mas o potencial é para muito mais.

Novas marcas para os campeões

– Alcaraz se tornou o primeiro vencedor de Paris a ganhar os dois jogos decisivos em cinco sets desde Rod Laver em 1962.
– Espanhol chega a 11 vitórias, sendo oito seguidas, em partidas decididas no quinto set. Sua única derrota foi contra Matteo Berrettini, no Australian Open de 2022.
– Carlitos também é o primeiro campeão inédito de Roland Garros desde Novak Djokovic, em 2016.
– A final contra Zverev foi a primeira entre finalistas inéditos e sem um membro do Big 3 desde 2005.
– Ele se junta a outros seis profissionais que ganharam todas suas primeiras três finais de Slam (Connors, Borg, Edberg, Guga e Wawrinka também com 3), com o recorde absoluto de Federer (7).
– Alcaraz também ganhou até hoje cinco de suas seis finais de Masters 1000. Chega a 14 títulos (8 no saibro) em 18 finais no geral.
– A Espanha tem agora oito campeões diferentes e o total recordista de 23 títulos masculinos.
– O título de Alcaraz ocorre 21 anos depois de seu treinador Ferrero ter vencido em 2003, quando seu pupilo havia nascido apenas um mês antes.
– Swiatek chega a 21 vitórias seguidas em Roland Garros, agora apenas atrás das 29 de Evert, das 25 de Seles e das 24 de Henin.
– Polonesa venceu sua quinta final de Slam em cinco finais, façanha superada apenas por Court (8) e Seles (6).
– Apenas Seles e Henin conseguiram três troféus seguidos no saibro parisiense como Iga na Era Aberta.
– Desde que assumiu a liderança, em abril de 2022, Iga liderou o ranking em 107 das 115 semanas.

Outros campeões

– O tênis italiano acabou sem títulos em Paris. Paoline e Sara Errani perderam para Coco Gauff e Katerina Siniakova, enquanto Simone Bolelli e Andrea Vavassori caíram para Mate Pavic e Marcelo Arevalo.
– Este é o primeiro Slam de duplas para Gauff e o oitavo da tcheca.
– Pavic fez o Golden Slam, ou seja já tem troféus em todos os Slam e a medalha de ouro olímpica nas duplas. O salvadorenho repetiu o título de 2022.
– No juvenil, Terena Valentova venceu a final toda tcheca e o norte-americano Kaylan Bigun repetiu McEnroe e Paul ao levar no masculino.

440 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
Andre Borges
Andre Borges
10 dias atrás

Dalcim, quem é pra vc o melhor jogador da história que nunca venceu Slam?

Atilio
Atilio
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Talvez pudéssemos acrescentar David Ferrer entre outros. Mas o Marcelo Rios era mesmo um jogador de grande talento. Foi n.º 01 do mundo mesmo sem nenhum Slam. Ele disputou a final do AO em 1998 e perdeu para Petr Korda (pai do Sebastian). Pouco tempo depois, Korda senior foi suspenso por 12 meses por doping. Korda tornou-se o único campeão de Slam a ter um positivo em um teste de doping.

Marcelo Calmon
Marcelo Calmon
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Carreira excelente, mas nunca ameaçou o Big 4 e outros. No saibro dava trabalho pra todo mundo, mas se vencesse uma final de Slam, mesmo em Rolanga, contra qq um do Big 4, seria uma grande zebra. Mesmo se tivesse jogado num período anterior, não teria grandes chances.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

JOSÉ NILTON, e no feminino?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

GRATO…

Fernando Luiz
Fernando Luiz
10 dias atrás

Boa noite, Dalcim. Parabéns pelo post. Só uma correção. O título de Ferrero em Roland Garros foi em 2003. Grande abraço

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
8 dias atrás
Responder para  Fernando Luiz

FERRERO QUE TAMBÉM fez a final de Roland Garros 2002, perdendo por três sets a um para o apenas mediano Albert Costa, seu compatriota…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Ferrero foi campeão sobre um tenista que não fez nada além de uma final em RG.
Martin Verkek.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Bateu na Semi o Campeão de RG 2022 , Albert Costa . Não vou passar a chave toda nem o Ranking de 2023 para um cara que não respeita a história do Esporte . Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O campeão de RG 2022 foi Rafael Nadal ou Albert Costa?
Me ajude aí, porque além de não respeitar a história, estou confundindo as décadas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Campeão de 2002 . Sorry. Abs

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

LUIZ FABRICIANO, bem inexpressivo o holandês…

João Sawao ando
João Sawao ando
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Minha memória está ruim mesmo .nao lembro do Martin verkek

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
6 dias atrás
Responder para  João Sawao ando

JOÃO SAWAO ANDO, você não lembra do holandês Martin Verkerk, porque ele se esforçou muito para não ficar na sua memória, bem como na de tantos outros. O talzinho era tão inexpressivo que você grafou “verkek”, iniciando-o com letra minúscula, e o que é pior( para ele, é claro ), fê-lo sem a consoante “R”, penúltima letra do referido segundo nome…

Jorge Miguel
Jorge Miguel
10 dias atrás

Parabéns ao zverev,perdeu,mas fez um jogo decente.
Parabéns ao alcaraz ,nos momentos delicados jogou melhor os pontos .
Nota negativa,os comentaristas da ESPN torcendo descaradamente pro alcaraz ,teve momento que o zverev quebrou o alcaraz e o cara quase infartou .

Dalcim ,eu notei que o saque aberto do zverev estava fazendo estrago ,mas parece que o alcaraz fez um ajuste e começou a ganhar os pontos ,a leitura de jogo dele está melhorando a cada dia , você não acha ? parabéns pela cobertura ,tem muita gente que deveria aprender com você sobre imparcialidade.

Cacio Luiz Crozariolo
Cacio Luiz Crozariolo
10 dias atrás

Mestre Dalcim, faça uma correção no final do 4 parágrafo. Ficou a palavra “nesse”. Abraços!

O fato é que Sascha perdeu agressividade “no nesse set decisivo,” com apenas 5 winners e nenhum ace, o que diz muito do aspecto emocional.

Felipe
Felipe
10 dias atrás

Carlos Alcaraz nunca:
– Quebrou raquetes
– Atacou qualquer pessoa (nem dentro nem fora da quadra)
– Insultou alguém
– tratou com desdém
– foi desagradável para qualquer um
– etc

E no entanto já tem haters. Como?

O que prova tb que são apenas desculpas os motivos pelos quais muitos odeiam Djoko

Danilo
Danilo
10 dias atrás
Responder para  Felipe

Os haters do Alcaraz em sua maioria são torcedores fanáticos do Djokovic que temem que o espanhol supere o sérvio em número de Slams ou algum outro feito junto. Essa galera não gosta de tênis de verdade, só liga mesmo para os números do sérvio. Teve um aqui que até admitiu esse receio em relação ao Alcaraz.

Sabem que no fundo, o Djokovic no futuro só será muito lembrado por ser “o que tem os principais recordes”. Se tirar isso dele, fica ainda mais no esquecimento, pois em termos de postura, estilo e carisma, Nadal e Federer estão muito à frente em popularidade (e nem tanto atrás em resultados tb).

Abs!

Oscar
Oscar
10 dias atrás
Responder para  Danilo

Isso é verdade. Tenho constatado também isso. Esses haters do Alcaraz são torcedores do sérvio com o grande medo do novato dizimar os recordes dele, o que é bem possível dado sua idade.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Danilo

O problema é tirar isso do GOAT, caro Daniel BT. São muitos recordes que certamente ficarão com ele por décadas.

Não seria fanático quem não admite logo que o sérvio é o maior jogador que já existiu?

Rodrigo W
Rodrigo W
9 dias atrás
Responder para  Danilo

A mesma lenga-lenga de postura, carisma, blá, blá. Com todos os mais importantes recordes conquistados, só resta aos detratores atacar a pessoa, porque no rendimento esportivo, a supremacia é incontestável. E ainda pago pra ver a dupla Alcaraz-Sinner chegar nos recordes do Djokovic. O jogo deles é extremamente físico e com muita tendência a lesões. Duvido que consigam manter carreiras tão longevas e consistentes.

Última edição 9 dias atrás by Rodrigo W
Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Rodrigo W

Esse cara fala isso há vários anos aqui, mas com outro nick. Postura exemplar dentro e fora de quadra, simpatia e outras bobagens.

Gustavo
Gustavo
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sim…
Até pq, até agora, o Alcaraz tem postura exemplar dentro de fora das quadras, simpatia e etc., e já ten haters.

Aí falaram q é pq ele herdou a torcida odiosa dos torcedores do Djoko.

Bom, pelo mesmo raciocínio, os haters do sérvio são os torcedores do Federer qdo viram aonde o Djoko iria chegar e chegou…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Gustavo

Djokovic já tinha esse negócio aí aos 21 também, porque tirava onda com vários figurões da época. E nem imaginavam que deixaria um certo suíço na poeira.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Quem ficou de 2007 a 2011 no banquinho como N 3 não foi o Suíço. Somente aos 24 atingiu o N 1 . És também um fanfarrão, Fabriciano rs . Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O grande Altemar Dutra com o Dutra em alto-mar.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
9 dias atrás
Responder para  Danilo

O Alcaraz já provou que é um fenômeno, tem uma grande técnica, uma grande capacidade atlética e uma incrível força mental. Com todas essas qualidades, na minha opinião, ele chegou no nível de performance do Big 3. Isso é o menos difícil. O grande desafio agora vai ser se manter no alto nível. Apesar de ter sido um grande feito, o título de Roland Garros era novidade pra ele então a pressão não era tão grande quanto defender o título. O torneio de Wimbledon 2024 terá muito mais pressão para o Alcaraz do que em 2023. Vamos ver como ele se comporta. Pelo que eu me lembro, dos títulos importantes que o Alcaraz conquistou até agora, ele só conseguiu defender o Master 1000 de Indian Wells que ele conquistou em 2023 e repetiu a dose em 2024. Nos demais torneios importantes que conquistou, ele não conseguiu defender o título conquistado na temporada anterior. O sucesso na defesa do título de temporadas anteriores é fundamental para a consolidação do nome entre os maiores. Acredito que o Alcaraz tenha todas as condições para ter sucesso na defesa dos títulos que conseguir na carreira, mas vamos ter que esperar pra tirar as conclusões.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Danilo

Bom, se tirar os records de qualquer atleta, talvez sobre o título de Mr. Sem Nada.
O impossível mesmo é tirar-lhe os records.

Gilvan
Gilvan
10 dias atrás
Responder para  Felipe

O ódio em cima dele é justamente por isso: ele é um anti-Djokovic, um avesso. Aí a turma da kombi se descabela.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Gilvan

Vou acompanhar sua jornada na esperança de que o Alcaraz possa superar todos os recordes de Djoko. Seu sofrimento foi tão grande com as derrotas de Federer que nem consegue esconder a raiva do maior de todos.

Gilvan
Gilvan
10 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Calma, Paulinho. Olha esse coração!

Felipe
Felipe
9 dias atrás
Responder para  Gilvan

Então o ódio ao djoko é pq o sérvio desbancou o Federer?

Luis Ricardo
Luis Ricardo
9 dias atrás
Responder para  Felipe

é obvio que é…….rsrs a ferida dos 40 x 15 , NUNCA vai fechar…

Luis Ricardo
Luis Ricardo
9 dias atrás
Responder para  Gilvan

alguma vez “ele” disse isso ??? no seu ouvido ???.,..só pode ser né !!

Paulo F.
Paulo F.
9 dias atrás
Responder para  Felipe

O problema do Alcaraz é justamente a torcida que ele herdou. Nenhum outro a mais.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo F.

A torcida que ele herdou foi a grande maioria que adora o Esporte. O que ajuda além de seu imenso carisma, é ser um desportista na acepção da palavra e que possui um Talento admirável. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então os que adoram o esporte não deveriam adorar o que quebra todos os records do referido esporte, certo?
Outra pergunta, a ATP divulgou ontem (segunda) Jannik Sinner com quantas semanas mesmo como #1?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não necessariamente…rs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Desde que não seja Novak Djokovic… rsss

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sim. Porque para o esportista ser tão adorado como vc quer, ele precisa de algo a mais do que simplesmente vencer.

O Djokovic tem menos fãs (um dos quais vc) porque como pessoa ele deixa a desejar. Simples assim…

Jonas
Jonas
9 dias atrás
Responder para  Felipe

Todo tenista famoso tem haters, mesmo os “boa praça”, como Nadal, Alcaraz… mas se for colocar em números, creio que Alcaraz tem pouquíssimos haters.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Felipe

Alcaraz já deu uma raquetada na raqueteira na final de Wimbledon, um tapa no banco na final de Cincinnati e isolou a bolinha pra cima algumas quando perdeu o serviço.

Djoko atacou quem dentro ou fora de quadra? Insultou quem?

Alcaraz tratou com desdém outros jogadores quando já se achava na final contra o Djokovic no USO 2023. E levou fumo do Medvedev.

Portanto, merece um pouco de antipatia sim, não exatamente haterismo. Odeiam o Djoko porque ele tomou todos os recordes do tênis pra ele, simples assim.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

*algumas vezes

José Alexandre
José Alexandre
10 dias atrás

Herdeiro de Rafa em RG e de Roger no tênis, se não se contundir gravemente vai lutar pelos grandes títulos pelos próximos 15 anos. Estamos no início do reinado do Rei Alcaraz.

Wilson
Wilson
10 dias atrás

Esta final foi a mais horrorosa de todos os tempos. Foi o jogo dos 10.000.000 de erros.
Ganhou quem errou menos.
Zverev nunca mais ganha um slam. Teve todas as chances do mundo, porém, amarelou mais do q a camisa que vestia.
O big 3 nos acostumou muito mal.

Miguel BsB
Miguel BsB
10 dias atrás
Responder para  Wilson

Zverev x Thiem no USOpen foi pior…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Wilson

E agora está evidente que o argumento do jogo feio de Djoko era somente uma desculpa para as inúmeras derrotas de Federer.

gustavo
gustavo
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

rapaz , pensa num cabra chato…..

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  gustavo

Tome maracugina.

Oscar
Oscar
10 dias atrás
Responder para  Wilson

Nao se engane por erros. O Big3 também cometia muitos erros em finais. Sempre é um confronto muito nervoso.

Luis Ricardo
Luis Ricardo
9 dias atrás
Responder para  Oscar

“SIM” mas eram jogos de MUITO mais qualidade que o de ontem.

Ricardo
Ricardo
10 dias atrás
Responder para  Wilson

Há um componente mental no esporte de alto rendimento. Alcaraz treme menos e isso se deve à sua extraordinária vitória na Grama Sagrada contra o Papa-Títulos ano passado. Isso dá muita confiança e um “sí, se puede” interno. Já Zverev joga demais mas arrisco dizer que se ganhar algum Slam na carreira será muito. Falta esse clique, que poderia ter sido ontem e acho que não alcançara mais. O futuro é de Sinner e Alcaraz.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
9 dias atrás
Responder para  Ricardo

Vamos ver como o Alcaraz se comporta na defesa dos títulos. Wimbledon 2023 era novidade pra ele, a pressão sobre ele era muito menor do que a que estava em cima do Djokovic. Vamos ver como o Alcaraz se comportará em Wimbledon 2024 onde, tenho certeza, sofrerá muito mais pressão do que em 2023.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Ricardo

O próprio Carlos admitiu que “mental” vence jogos.

Jonas
Jonas
9 dias atrás
Responder para  Wilson

Também acho que já era pro Zverev, ele é ótimo, mas o nível do circuito tá alto demais.

Luis Ricardo
Luis Ricardo
9 dias atrás
Responder para  Jonas

errado o “nivel” do circuito não esta alto demais , nenhum deles chega perto do nivel do BIG 3 “ainda” ,poderão chegar ,mas temos que dar tempo ao tempo, Quanto ao Zverev acho que sua chance de ganhar algum GS já foi-se.

Jonas
Jonas
8 dias atrás
Responder para  Luis Ricardo

Olha, Luis, sobre nível de domínio do Big 3, isso a gente não tem como saber, porque Alcaraz e Sinner estão na casa dos 21-22 anos, é injusto com eles porque ninguém sabe se eles vão efetivamente dominar o circuito nos próximos 10, 15 anos, como o Big 3 fez.

Agora, nível técnico… discordo de você, o nível é muito próximo do Big 3, pra não dizer o mesmo. Alcaraz, embora eu não torça por ele, já é mais tenista que o Big 3 quando tinham 21 anos e isso é reconhecido por outros tenistas.

Wilson Rocha
Wilson Rocha
10 dias atrás

Mestre Dalcim, Ferreiro foi campeão em 2003.

Luciano
Luciano
10 dias atrás

É Dalcim, eu achava que o Zverev levaria essa, mas acho que ele perdeu mais pra ele do que pro Alcaraz! Com 2 sets a 1 faltou a ele a vontade de ganhar e o jogo começou a ficar naquele banho Maria! Pena!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

JÁ AQUI, LUCIANO, quem não teve vontade de vencer foi Alcaraz, ainda que circunstancialmente. Juntando os cacos da falta de mérito geral de Carlos por você citada e da ausência de mérito circunstancial de Alexander reportada por JOSÉ NILTON, minha avaliação é que você está fazendo escola…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
9 dias atrás
Responder para  Luciano

“FALTOU A ELE VONTADE DE VENCER”. Cara, juro que fiz um esforço aeróbico para fingir que não li isto, mas não teve jeito, a brilhante constatação foi mais forte do que eu…

Jocelino Jr
Jocelino Jr
10 dias atrás

Mestre belo texto

Acredito q o erro / polemica da arbitragem tirou um pouco o brilho di titulo mas sem duvida os 2 fizeram um grande jogo

Uma pergunta após a gira de saibro quem seriam seus 4 favoritos para as olimpiadas? Podemos descartar Nadal?

Grande abraço e parabens

Rafael Antonio
Rafael Antonio
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Pô mestre, sacar 2/2 no quinto sete é muito diferente de sacar 1/3. Acho que o prejuízo foi enorme. Obviamente que jamais saberemos se iria alterar o resultado final, mas que houve prejuízo ao alemão, ah, isso houve. Abs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim, seria 2×2 e não a desvantagem de uma quebra, no quinto set de uma final de Slam. Foi um baita prejuízo sim.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

* e SIM, a desvantagem de uma quebra…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás

Gostaria de um adendo no Post em relação a lesão de Alcaraz em Madri. Me chamou muita atenção ele ter ficado de fora de Monte Carlo, Barcelona, Madri e Roma, ou seja , foi para Roland Garros pulando TODA a gira de Saibro. Jogou menos que Nadal e Djokovic . E para mim levou o SLAM disparando muito menos o seu Forehand mortal . Incrível performance. Abs!

Gustavo
Gustavo
10 dias atrás

O bem venceu!!

Miguel BsB
Miguel BsB
10 dias atrás

Zverev mais uma vez sentiu demais a pressão. Assim fica difícil ganhar seu Slam, braço encurtou de novo,principalmente a partir do 4 set…
Ficou só a dúvida naquele saque do espanhol no 5 set, que o juiz deu boa e reverteu a dupla falta. Ali, teríamos um 2×2 no quinto.
Pelo que ouvi por aí, parece que o saque foi fora msm.

Última edição 10 dias atrás by Miguel BsB
Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 dias atrás
Responder para  Miguel BsB

É o grande diferencial que separa o efetivo campeão, do simples postulante a campeão, prezado Miguel.

O mero postulante é aquele que no momento de pressão sucumbe. “He simply can not deliver”. Não mostra que tem de melhor. O jogo do cara continua lá, todo o arsenal. Entretanto latente, escondido.

Já o verdadeiro campeão, quanto mais vc espreme esse cara, mais ele cresce, e mais duro fica de superá-lo.

O Novak Djokovic é um bom exemplo de competidor assim.

E não é segredo pra ninguém aqui do blog que eu nunca fui com a cara dele. Além de achar o seu caráter meio duvidoso também…

Outro homem assim foi o Ayrton Senna. Era simplesmente inacreditável as coisas que ele tirava da cartola (algumas até hoje sem total explicação técnica), quando colocado à prova. Um mago, quando sob pressão!

Zverev ainda tem tempo de se superar, mas nunca será como um desses caras.

Ricardo
Ricardo
10 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Acho que Zverev não chegará no nível de competir por tudo. Quando um jogador perde assim, fixa martelando na cabeça…Pra ele se levantar só se ganhar finais contra Alcaraz e Sinner. Temos um novo Big-2!

Groff
Groff
9 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Oi, Rodrigo! Acho que tem a questão do “outro lado da rede” também. Se o Murray tivesse parado antes de ganhar 3 Slam (sendo dois deles “só” no mais importante torneio do circuito), a gente diria que ele sucumbiu à pressão? Acho que não, porque as 4 (?!?!?) primeiras derrotas dele em finais de GS foram para 2 dos maiores da história. Claro que Alcaraz ainda não pode ser comparado a nenhum dos Big 3, mas ele em si já é um fenômeno. Não pude ver a final (com família, tô tendo que “escolher” eventos esportivos então fiquei com o Boston em lugar do tênis kkkk), mas pelo que estou lendo houve muito equilíbrio e poderia ter ido para o lado dele também. Se ele conseguir se recuperar, pode ganhar ao menos um GS ainda, especialmente sem nenhum Big3 pela frente (o que, convenhamos, hoje é Big1 e olhe lá). Como a gente passou por um período de 3 gênios absolutos, acho que começamos a ficar muito duros e exigentes com quem é “só” excelente. Abraço!

Ronildo
Ronildo
10 dias atrás

Com essa precocidade, Alcaraz caminha para quebrar todos os recordes do tênis. Gosto muito do Sinner e do Zverev, porém eles estão um pouco abaixo do Alcaraz. Quanto ao domínio de Iga Swiatek, vejo que há tenistas com potencial para igualar e até mesmo ultrapassar ela, inclusive no saibro: Naome Osaka, Gauff, que à partir de agora deve caminhar para uma superação mental e a garota russa Mirra; e ainda tem a Sabalenka que é guerreira.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Ronildo

O mundo não é estático. Quanta euforia. Depois de WB foi a mesma coisa.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
6 dias atrás
Responder para  Ronildo

RONILDO, e onde entram a modelo Emma Raducanu e a esquecível Sofia Kenin, suas queridinhas?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás

Peço desculpas para uma correção. O Post está correto em relação a Alcaraz ter jogado Madri. Ficou de fora de todos os outros mais caiu nas Quartas para Rublev. Sorry ! . Abs!

Gilvan
Gilvan
10 dias atrás

Alcaraz é a maior estrela do tênis na atualidade. É carismático, joga um tênis de primeira qualidade e, acima de tudo, é um grande vencedor.
Ele e Sinner provavelmente repetirão embates no melhor estilo Federer X Nadal. E o que aconteceu durante a entressafra? Será varrido, como está sendo, para debaixo do tapete.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Gilvan

Primeira qualidade com aqueles balões horrendos? Rsrsrs.

Não, infelizmente o que aconteceu durante a entressafra até 2007 está no YouTube com 240p para uns poucos que ainda quiserem relembrar de Roddick e cia.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Estás cansado de saber que Djokovic somente foi vencer seu segundo SLAM aos 24 anos e perdeu 10 FINAIS de SLAM . Não existe recorde do Sérvio que não possa ser batido por Alcaraz ou SINNER. Os 14 RG de Nadal e as 237 Semanas CONSECUTIVAS no TOPO do Ranking de Roger Federer , são os únicos imbatíveis. Enquanto isso o Piloto pode ficar vendo “ entressafra “ no YouTube à vontade que não convence a ninguém. Carlitos quando atingir 26 anos a Turminha da Kombi já se mandou deste espaço há tempos. Rsrsrs, Abs ! A conferir.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não, ele venceu seu segundo Slam com 23 anos no Australian Open 2011. O Alessandro já lhe disse isso e você continua errando.

Federer ganhou 20 GS e perdeu 11 finais. Quem tem melhor aproveitamento?

Os 14 RG são imbatíveis mesmo, mas, de acordo com seu pensamento (26 anos do espanhol), as 237 semanas irão pro espaço rapidamente bem antes das 428. Aliás, eu não acredito em nada disso: você só está eufórico com 1 título ganho num jogo sofrível.

E você acha que vou lá ver jogos de Roddick? Vejo jogos do GOAT com qualidade HD ou 4K, tudo recente.

A conferir, rsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Fez 24 em maio , grande diferença. Djokovic perdeu muito tempo até 2011 . A seu favor somente o físico. As 237 Semanas são CONSECUTIVAS. Aprenda de uma vez por todas . Nem Steffi Graf conseguiu , e se não para aos 30 anos , chegava nas 428 de Djokovic. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esse papo de físico. Vocês diziam que ele não ganhariam slam depois dos 30 anos e só ganhou 12 + 2 atp finals + inúmeros masters 1000.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Vocês quem ??? Nem frequentavas o Blog pra bancar tantas groselhas . Taticamente e fisicamente o Sérvio foi superior . E para por aí …Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Técnica e mentalmente também. Não aprendeu nada com o duplo 40-15 e mais várias pipocadas do suíço que eu já mencionei duas pastas atrás.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

A seu favor, técnica, tática, mental e físico. É um jogador mais completo e superior ao suíço. Aprenda de uma vez, rsrsrs.

Você acha que o Alcaraz vai dominar o circuito com facilidade numa nova entressafra, logo as 237 semanas iriam pro espaço rapidamente.

Se não houvesse pandemia, Djokovic estaria com 502 semanas hoje. Mas eu só lido com fatos e 428 >>>>>>> resto.

Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Cara estás tão desesperado que não sabe o significado de CONSECUTIVAS…kkkkkkkkkk. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ué, se você falou que a turma da Kombi vai sumir até 2029 (26 anos do espanhol), pensa que ele vencerá todos ou quase todos os GS até lá, o que o deixaria com bem mais de 237 semanas consecutivas.

A conferir, kkkkkk, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não esqueça nunca de JANNIK SINNER. Aquele mesmo que não cedeu um simples break no AOPEN 2024 ao ” goat ” . E é o atual N 1 do Mundo com todos os méritos. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quantas semanas mesmo ele já tem como #1?

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Tem muita gente que usa o advérbio “se” que indica condição pra falar que se a Steffi Graf não tivesse se aposentado em 1999 ela ganharia mais títulos de Slam e ficaria mais semanas na liderança do ranking. Eu admiro bastante a Graf, acho que foi uma tenista maravilhosa, fantástica, e está entre as melhores da história. Mas ela foi favorecida pelo “se” também e muita gente se esquece disso. A Monica Seles fez 16 anos em dez/1989 e aí em 1990 a Graf ganhou o AO e a Seles ganhou Roland Garros indo um torneio de Slam pra cada uma. Em 1991, a Graf ganhou Wimbledon e a Seles ganhou os outros três Slams. Em 1992 aconteceu a mesma coisa, a Graf ganhou Wimbledon e a Seles ganhou os outros três Slams. No ano de 1993 a Seles ganhou o AO e aí no mês de abril daquele ano foi esfaqueada por um maníaco fã da Graf, teve que se afastar dos torneios e a Graf ganhou os outros três Slams de 1993. Então, para quem gosta de usar o advérbio “se”, se a Seles não tivesse sido atacada, talvez alguns grand slams que a Graf ganhou não iriam pra ela. Mas o melhor é valorizar as conquistas da alemã porque não dá pra saber se a Monica Seles ganharia os torneios que foram vencidos pela Graf, caso não tivesse sido esfaqueada. Assim como não dá pra afirmar que a Graf ganharia mais slams e ficaria mais semanas na liderança se não tivesse se aposentado. Então, se não jogou os torneios, seja lá por qual motivo for, não se conta nada para a estatística. O advérbio de condição “se” geralmente entra na discussão quando a pessoa que o utiliza começa a entrar em desespero pela falta de argumentos consistentes.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás

Como eu sempre digo: só valem os fatos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás

Não existe se , meu caro. Seles voltou em 1996 já ganhando de Cara o AOPEN. Insistiu até 2004 com sérios problemas nos pés e de peso . Steffi não tem nada com isso, ainda mais que surgiram as Irmãs WILLIAMS . Abs!

Gildokson
Gildokson
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Paulo meu camarada!! Tu ainda tá pisoteando nesse assunto? Kkkk
O futuro já começou. Deixa a história do gênio em paz.
Abs!!!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Gildokson

Sempre que preciso, nobre Gildokson. Até te citei na última pasta acerca das suas maiores tristezas esportivas e o Sr. SR insiste em romantizar a catástrofe do 40-15, kkkk.

Abs!

Gildokson
Gildokson
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Depois que a grande batalha pelo título de GOAT do tênis foi perdida pelo gênio eu realmente só passo por aqui as vezes pra ler um pouquinho. Nem tinha visto os comentários dessa ultima pasta.
Realmente o 40-15 me dói tanto que até hoje em qualquer partida que estou assistindo e o game chega a esse placar, me vem aquele maldito momento na cabeça.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Gildokson

Nem precisa dizer mais nada. Provavelmente é assim com 99% dos federistas.

Luis Ricardo
Luis Ricardo
9 dias atrás
Responder para  Gildokson

e não foi só uma vez , né !!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Gildokson

Na boa , Gildokson . A partida foi até 13 x 12 do Quinto Set com direito a 94 WINNERS do Craque. Tua reação é idêntica a dos Kombistas. Tudo torcedores de futebol. A quadra Central ano passado reconheceu o Rei da Grama aplaudindo de pé. Abs!

Ronildo
Ronildo
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Um cara jogar naquele nível aos 38 anos contra o número 1 do mundo (do período), só se for o melhor de todos os tempos.

Nunca nenhum tenista atingiu este nível aos 38 anos antes de Federer e certamente não acontecerá novamente.

O que aconteceria se Djokovic tivesse escorregado no 40-15?

Não é por causa de um ponto a menos ou um ponto a mais que vai ser decidido o melhor da história, mas sim a consciência do nível de tênis que o melhor da história apresentou ao longo da carreira.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Ronildo

A consistência do tenista é medida pelas semanas totais.
Próxima!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
5 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

PAULO SÉRGIO, será que você nunca consegue interpretar corretamente uma única linha do que se escreve? A questão pelo RONILDO colocada é a respeito do melhor da história, independente de apenas números fazendo a diferenciação, ele não aludiu ao fator “consistência”. Em se tratando dos últimos 25 anos mais ou menos, a questão não é quem teve mais “consistência” que quem, ou seja, o que há de sério( e com certeza não é a sua régua capenga ), é que não se pode afirmar que Federer tenha sido inconsistente ou que Nadal tenha sido inconsistente, só porque Djokovic foi consistente por mais tempo, ele não é, historicamente, melhor que o suíço e que o espanhol, ele “apenas” tem números mais favoráveis, assim como os dois primeiros são detentores de outros números em favor de si. Todavia, não precisa considerar nada do que escrevi aqui, caso se mantenha a dificuldade interpretativa, mas ao menos aprenda com o RONILDO…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Ronildo

Não existe “se” e não foi um ponto a menos ou a mais. Foram pontos que decidiram o 16° Slam do Djoko e tiraram o 20° do Federer.

O GOAT não é definido por quem jogou em alto nível por mais tempo, mas por quem conseguiu todos os recordes. A realidade é que o suíço ganhou só 4 Slams depois do AO 2010, mesmo jogando o que sabia.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

*21° Slam

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Ronildo

Um ponto a mais decidiu o campeão do torneio, que posteriormente, tornou-se o melhor da história, até a data atual.
Torçam, com muito fervor, para surgir outro para superar tudo isso.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
5 dias atrás
Responder para  Ronildo

“NÃO É POR CAUSA DE UM PONTO a menos ou um ponto a mais que vai ser decidido o melhor da história”. Concordo em gênero, número e grau, dileto RONILDO. Só acrescento que também não se trata de uma vitória a menos ou a mais o fator diferencial sobre quem é o tenista mais foda historicamente, e o mesmo valendo sobre um torneio a mais ou a menos e até mesmo dois. O grande problema nesta confraria é que nossos colegas entram numas do jeito futebolês de torcer e falam merda pra caramba, por conta da alienação que lhes é peculiar…

Gildokson
Gildokson
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu sei Sérgio, mas quem conhece o Federer e acompanhou todas as partidas dele contra Nadal e Djokovic, ja sabia que era só questão de tempo até ele sucumbir num game próximo ou no tie (como aconteceu), o momento era aquele. Eu assisti o restante da partida com o gosto da derrota no coração. A única vez em que o Federer reverteu esse roteiro foi naquele AO contra o Nadal, ali eu tbm achei que já era e supreendentemente ele ganhou se não me engano 5 games seguidos com sangue nos olhos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Gildokson

Se assistiu TODAS as partidas sabe que nas 50 jogadas contra Djokovic ( 23 x 27 ) , muitas não foram assim . Em 2012 ali mesmo em WIMBLEDON ele bateu o Sérvio por 3 x 1 na semi , e roubou o N 1 com o Título . Depois desta parida aos 38 , simplesmente atropelou o Sérvio em Sets diretos no ATP FINALS 2019 tirando o cara novamente da briga pelo N 1 e botando no colo de Nadal. Este ficou de 2015 até final de carreira do Suíço sem vence -lo mais fora do Saibro. Sinto muito mas não compartilho deste teu sentimento, caro Gildokson. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O título sofrerá um upgrade:
Ian Fleming fez 007 e os diamantes são eternos.
Podemos ter: 94 winners e os 40×15 para sempre!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Na boa , és um ZERO à esquerda para entender algo quando o assunto é Tênis rsrsrs. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Elogios seus são um colírio para meus olhos!
Sempre que o 40×15 vem à tona, sinto esse colírio.

Miguel BsB
Miguel BsB
7 dias atrás
Responder para  Gildokson

Realmente, aquele jogo ali foi a passagem da coroa…se Federer tivesse vencido, talvez ainda pudesse reinvidicar o trono.

Última edição 7 dias atrás by Miguel BsB
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

PA, me diga como discutir com alguém que insiste que 2 + 2 = 3, 5 ou 6?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não dá. O próprio Gildokson já mostrou que 2 + 2 = 4.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Estavas escondido onde depois da queda de Djokovic, criatura ??? . Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

No lugar de sempre, cuidando de minha vida e emanando vibrações positivas, para a recuperação do maior e melhor jogador de tênis da história do esporte.
Pelo menos, jamais escrevi aqui que me afastaria e em seguida, estava eu novamente dando voadora nos colegas de blog.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O ex-piloto alemão de Fórmula 1 Michael Schumacher falava que os recordes nasceram para serem batidos. Tanto é que o recorde de 91 vitórias na Fórmula 1 que ele detinha e que muita gente imaginava que ia demorar muito tempo para ser batido, foi superado pelo Lewis Hamilton muito antes do que muitos esperavam. Isso posto, lembro que antes do Alcaraz superar os muitos recordes importantes do Novak Djokovic, se é que vai superar, ele ultrapassará muitos números do Federer e do Nadal. As 237 semanas consecutivas na liderança do ranking obtidas pelo Roger Federer com certeza é um número expressivo, mas eu comparo com aquele corredor de maratona que abre uma grande vantagem para os adversários no começo da corrida, sustenta a vantagem durante 2/3 da corrida e aí, no terço final, ele perde força e acaba sendo superado por um adversário que planejou melhor a corrida, dosou melhor as energias e no final ultrapassou e abriu uma grande distância para aquele que estava na liderança.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás

Ótima analogia. Nunca tinha visto dessa forma. Muito bem.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás

Na boa , meu caro. 237 Semanas CONSECUTIVAS com Nadal desde 2005 como TOP 2 , Novak desde 2007 como TOP 3 , Murray como 4 , pressão de defender pontos que somente gênio conseguiria. Novak saiu do N 1 pra CINCO Tenistas diferentes . Sendo que em 2016 , Murray o levou a loucura . Sem comparações. Abs!

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Concordo com você que as 237 semanas consecutivas do Federer na liderança do ranking é um feito de gênio, que acho que o Federer era. Porém, acho que mais difícil que isso são 428 semanas na liderança que o Djokovic conseguiu, que mostra uma regularidade maior no alto nível, por um período maior, em que ele teve que enfrentar também uma geração de tenistas bem mais novos que foram aparecendo. Mas deixo claro que considero todos os Big 3 como gênios do tênis e, pelos feitos obtidos em suas carreiras, penso que o Djokovic foi o melhor deles, o Federer o segundo e o Nadal o terceiro.

Jonas
Jonas
9 dias atrás

Isso é verdade e é bom lembrar que o Federer era novo. O Djoko assumiu a ponta aos 24 anos e voltou ao topo do ranking em diversas ocasiões.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Jonas

O que não é verdade é que a frase é de Schumacher. Ela é de meio século anterior ao Alemão. Abs!

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Na verdade eu sei que o Schumacher usou essa frase mas não sei se foi ele que criou. Mas, parabéns para quem criou essa frase porque se mostrou que é uma verdade.

João Sawao ando
João Sawao ando
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pois é Sérgio

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu também detesto esses balões do Alcaraz. São feios demais! Bem que ele poderia retirar isso do jogo dele (rs)

Mas é aquela estória né? É uma tática que muitas vezes mantém ele no ponto, e a questão é que gostando ou não isso funciona porque atrapalha o adversário…

O Djokovic também está longe de ter um jogo bonito, na minha opinião. Porém, o mais eficiente já visto até agora. Uma muralha…

Última edição 10 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

É uma tática pra ir empurrando o adversário pra trás e deixá-lo desconfortável pra bater. Funciona muitas vezes mesmo.

Já eu adoro a jogabilidade do Djokovic, principalmente quando passou a utilizar todos os recursos disponíveis da sua caixa de ferramentas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Finalmente acertastes uma . Mas tem muito a ver com a lesão. Já Djokovic melhorou vários fundamentos, mas jamais chegou em Federer e Alcaraz vai supera-lo em poucos anos . O Espanhol é bem mais talentoso assim como o Suíço foi . Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Me explique sem me xingar. Como alguém mais técnico perdeu tanto para alguém “menos técnico”?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

GENTE!! QUANDO É QUE VOCÊS vão deixar esse Fla-Flu horroroso à parte?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Só há duas explicações possíveis:
(1) a técnica superior não serve para nada, pois não evitou 13 derrotas em 19 finais entre ambos e desvantagem de 4 majors no geral;
(2) essa técnica superior não existe e você confunde plasticidade com técnica.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Esses 4 Títulos mais no AOPEN não substituem a hegemonia do Suíço em WIMBLEDON e USOPEN. Pergunte se os tais bigtitles fizeram Graf superar o imenso LEGADO de Serena Williams. Até em número de Semanas a Alemã superou fácil Norte – Americana, caríssimo Paulinho. Pouco entendes sobre o Esporte, pelas perguntas que costumas fazer …rs. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você entende muito rs.

Marcelo F
Marcelo F
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sérgio Ribeiro, pra começar nunca gostei da Serena. Só gostava de ver ela ganhar (fácil) da Sharapova, outra que não me agradava. Mas não há como negar a imensa qualidade da americana. Eu não considero, como talvez você sim, ela a melhor da história. Pra mim Steffi Graf e Martina Navratilova tinham o mesmo nível que ela. As três possuem números e recordes espetaculares, que nem vou citar aqui. Essa vibe toda em torno de Serena ser a “rainha” deve-se, em parte, à mídia americana, que é muito forte. Me lembro quando essa tentou criar uma rivalidade Federer x Roddick. Até que o segundo, sempre muito consciente aliás, falou algo como “pra ter uma rivalidade eu preciso ganhar também”. Confesso ter dúvidas se a imprensa americana considera Usain Bolt o maior velocista da história…E voltando ao tênis, e ficando no mesmo assunto, se Djokovic fosse americano, já seria considerado GOAT lá desde que igualou os 20 Slams. O que dirá agora… Não haveria nem discussão. Em tempo, dessas três minha preferida é a Graf, com imenso respeito a Martina e Serena.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não substituem e ninguém quer substituir.
A questão é 24 > 20 e não se ater ao fato, mas a enrolação de não ter argumento para sustentar a torcida pessoal.
Replico o pedido do PS, responda sem ofender, se possível.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exatamente. Djokovic é mais técnico e preciso e Federer mais plástico, impreciso e madeireiro.

Belarmino Jr
Belarmino Jr
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Federer é muito superior a Novak tecnicamente. Saque, direita, voleio, drop, smash, slice… Só perde na esquerda e devolução… Drop e voleio é uma diferença abissal a favor do suíço.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

É absurdamente inferior em devolução, backhand, lob, cobertura de quadra e mudança de direção; nos últimos anos, o sérvio ficou superior no saque, no drop e no voleio (Federer jamais conseguiu dar um voleio peixinho na vida); slice e forehand perde por pouco; só sobrou o smash com diferença maior.

A questão também é a precisão: além das madeiradas, o suíço cometia muitos erros não-forçados de direita e esquerda. O GOAT Djoko sempre foi mais preciso.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Do jeito que ele quer, o Federer então não foi melhor que o Djokovic em nada que importe… rs

Pois se em voleio, drop e slice o suíço não foi, então seria do sérvio o titulo de jogo mais bonito e pronto.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

No slice eu concordei, mas por pouco. Revi os 23/27 acertos de voleio da final do USO 2023 e um top 20 dos voleios do Federer no YouTube e não achei nenhum do estilo peixinho ou como aquele em que o Djoko salva um break point no 4-3 do segundo set contra o Medvedev após saque e voleio se esticando todo.

Miguel BsB
Miguel BsB
7 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Nesse quesito, voleio acrobático, ou voleio peixinho, o GOAT é o Becker.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Risível.

Federer inferior a Djokovic em voleio por causa de suposto “voleio peixinho” do sérvio?

Assim o nível do debate despenca, Paulo.

O Djokovic tem as vantagens dele sobre o suíço que ninguém tira ou discute: como devolução, e backhand, por exemplo.

Agora, vc não precisa chegar ao ponto de retirar do Federer aquilo que ele tem de superior ao sérvio.

Isso já é desespero…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Não é suposto, aconteceu na última segunda mesmo e diversas vezes na grama, inclusive na final de 2019 no quinto set (não lembro o game, mas vou verificar). Esse a que me refiro contra o Med foi de bate-pronto ainda, dificílimo.

Tudo bem, vocês podem continuar rindo, assim como eu rio da diferença abissal dita pelo Belarmino. Ok, o voleio do Federer pode ser 10, mas o do Djoko chegou pelo menos a 9 nos últimos 4/5 anos.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Foi no 5-5 do quinto set salvando um 15-40. Naquele ele se jogou à la Becker e o golpe realmente se chama diving volley. Hoje até colocaram um do Dustin Brown no Tennis TV.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Então, Paulo, o que digo sem medo de errar é o seguinte:

eu nunca vou precisar transferir um atributo sequer das qualidades do Djokovic para o Federer.

E sugiro o mesmo a você. Até porque nenhum deles precisa disso…

Djokovic é o mais eficiente. Fim. Federer foi o mais espetacular. Fim.

Os pontos em que indiscutivelmente o sérvio sempre será superior:

1) movimentação, cobertura de quadra, elasticidade.
2) backhand;
3) fortaleza mental;
4) devolução;
5) mudança de direção da bola.

Agora, em relação a outros componentes como saque, slice,forehand, drop, voleio, etc, sem dúvida o Federer era melhor.

E aqui eu estou falando, no geral, num contexto de carreira, e não numa situação episódica, tal como a que vc trouxe sobre o “diving voley” do sérvio.

O gargalo que vc deixou foi esse.

Porque se fosse pra eu também sair catando aqui e acolá lances casuais de acrobacias do suíço, e ainda sustentar, sem qualquer base, que somente ele seria capaz de executar, eu abriria uma AVENIDA pra vc detonar o meu ponto de vista (rs).

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Acrescente a Djoko a defesa, o lob, leitura tática do jogo e a capacidade de angular a bolinha amarela.

Belarmino Jr
Belarmino Jr
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Lob do Federer é muito melhor!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Não, não é, a não ser que você se refira aos lobs encobrindo o estádio (madeiradas). Lembre-se daqueles 2 maravilhosos do GOAT em sequência na final do USO 2015.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

O US Open 2015 manda lembranças em formato de lobs.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

https://www.youtube.com/watch?v=4gxn4T0zW9o

Aí tem um apenas, mas o segundo foi idêntico.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Defesa é sinônimo de cobertura de quadra, PS.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

A noção de espetacular me parece uma questão mais subjetiva. Por exemplo, um torcedor do suíço jamais vai se render ao tênis espetacular de Djoko.
Sobre a eficiência: é óbvio que o maior vencedor vai ser mais eficiente. Por motivos óbvios, Pelé é o jogador mais eficiente da Copa do Mundo e o Armand Duplantis é o mais eficiente do salto com vara.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Eu e o Paulo Almeida já fechamos essa questão, brother.

Aliás, eu cumprimento a ele por ter mostrado maturidade e cedido no ponto em que precisava ceder.

Hora de seguir em frente e discutir outra coisa. Do contrário cairemos noutro ciclo interminável e redundante…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Beleza…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Parabéns pela maturidade de agora, Almeida (não é ironia, parabéns de verdade)

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Obrigado. Em linhas gerais, o voleio do suíço é superior, mas é inegável o quanto o do sérvio evoluiu. E não foi somente no 23/27 net point won do USO ou nesses diving volleys, mas de uma forma geral desde seu grande retorno em Wimbledon 2018.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Acredito que o Sr Paulo Almeida também te faça rir bastante por aqui …rsrs. Abs !

Belarmino Jr
Belarmino Jr
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Vc passa vergonha. O Dalcim já respondeu abaixo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Não menos do que você com “diferença abissal” e seu eterno top 5 com Federer, Nadal, Sampras, Laver e Borg, caro Vitor Hugo.

Marcelo Calmon
Marcelo Calmon
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Concordo. Muitos confundem estilos bonitos (e isso é totalmente subjetivo) com técnica. Em todos esportes existe isso. Acho realmente que o Federer foi o mais “elegante” dentro de quadra, parecia não fazer força pra jogar. Já o estilo do Nadal nunca me encantou, mas sempre foi super eficaz como as estatísticas provam.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Marcelo Calmon

Marcelo,

O melhor exemplo é a comparação entre Ronaldinho Gaúcho e Pelé. A jogabilidade do gaúcho enche muito nossos olhos, mas Pelé é muito mais técnico.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Assim como Messi é muito mais técnico do que R10.

Belarmino Jr
Belarmino Jr
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Se compararmos golpe por golpe, Federer leva boa vantagem.
Novak leva vantagem no mental e físico.
Roger é o tenista mais técnico da história!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
5 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

MEU DEUS DO CÉU!!!! Os caras não se cansam dessa tolice de tentar provar um ao outro e ao universo quem é o melhor entre Roger, Novak e Rafael, parecem palmeirenses negando que o Corinthians jogava muito mais bola entre 1998 e 2000, ou corintianos fazendo o mesmo em relação ao Palmeiras de hoje em dia, ou seja, nunca vi tanto desserviço…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Marcelo Calmon

Roger Federer tinha TODOS os golpes do Tênis e ainda completava com uma elegância ímpar. Isso não sou eu apenas que digo …Abs!

Marcelo F
Marcelo F
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Concordo, Sérgio Ribeiro. Federer tinha TODOS os golpes mesmo. A “caixa de ferramentas” dele foi a mais completa da história. Saber usar ela fez dele esse extraordinário jogador que foi.
Mas o que mais me encanta no tênis é que você pode ganhar um jogo de diversas formas, e dentro das regras, mesmo tendo menos recursos técnicos. Por exemplo, só o fato de um jogador “inferior” acreditar (realmente) que é capaz de vencer um “superior” já faz enorme diferença. No tênis, confiança é tudo. Que nos diga Nadal… Sem falar de outras variáveis como preparo físico, aplicação tática e, principalmente, força mental. E fora que alguns estilos de jogo simplesmente não encaixam com outros.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não tem, ele já utilizava balões antes. Djokovic sempre foi superior a Federer em vários fundamentos e o superou em outros recentemente. Alcaraz é inferior em todos, exceto na direita mais potente.

Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Quem manda ter assistido poucos jogos de Carlitos, caro Rodrigo. Estes balões começaram a ser utilizados neste pequena Gira de Saibro para poupar a lesão. Ainda não está podendo usar o Forehand bombástico como gostaria. Já na Grama Sagrada acho difícil que ele já não os deixe pra trás. Abs !

Gustavo
Gustavo
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Gostei do comentário

Groff
Groff
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Quando o HD for substituído por outro tipo de resolução e ficar ruim no futuro (22K talvez?), você vai chamar de entressafra o período de vitórias do Nole contra “mestres” do quilate do Berretini, Ruud e cia. também?

P.S. o Roddick “ruim” para alguns ainda é melhor que 10 Berretinis ou 20 Ruuds. E seria ainda melhor se as quadras não fossem de pixe.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Groff

Um dado:

Djoko ganhou 13 finais contra o Big 3: 4 Federer; 4 Nadal; 5 Murray

Federer ganhou 7: 1 contra Djoko; 3 contra Nadal; 3 contra Murray.
Federer em finais contra Djoko = 1 a 4
Federer em finais contra Nadal = 3 contra 6
Quem se beneficiou de entressafra mesmo?

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Paulo, com todo o respeito, tem um pelo menos 4 grupos de dados, no plural, aí no teu exemplo. Teu argumento já fica meio prejudicado, não acha? Ainda, eu insisto com o outro Paulo e fico enchendo o saco dele por questão de coerência: se ele (e você aparentemente) acham que o período inicial de vitórias do Federer era uma “entressafra”, tem que dizer o mesmo no sentido de que os maiores rivais do Nole, quando este começou a dominar (2011 em diante), foram um Federer em declínio, longe do auge, e um Nadal cujo jogo nem era talhado para quadras duras e grama.

Coerência.

Simples.

Essa história de “entressafra” é uma tremenda bobagem, só defendida por um grupo, como já falei aqui um “zilhão” de vezes. Você joga contra quem está do outro lado da quadra. Ponto. Além de ser desrespeitoso. Abraço.

Jonas
Jonas
8 dias atrás
Responder para  Groff

Aí eu discordo, Federer em decadência aos 29 anos? Fora em que em 2011 Nadal e Murray tinham cerca de 24 de anos.

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Jonas

Auge do Federer, na minha opinião e da de outros analistas que vi falarem a respeito, vai de 2003 até 2009 mais ou menos. O atleta jogar em alto nível, até aquele ponto na história, após os trinta, era exceção, não regra (vide Guga, Sampras, com Agassi como a exceção que confirma a regra). O Federer é de outra geração, e todo mundo esquece disso porque ele foi longevo (pessoas não gostam de colocar o elemento histórico em jogo, só números). Ele continua a ser um monstro depois disso, claro, mas já não produz o que produzia naquele período, ainda que a qualidade técnica em si não caia tanto (mais a questão física). Assim como o auge do Nole se deu entre 2011 e 2016. Os resultados posteriores a isso são, para mim, reflexo de um circuito que não tinha nível para se contrapor aos Big3 (eles subiram a régua a um patamar alto demais, e não foram superados; só o tempo os derrubou, não os adversários), embora os três já estivessem bem longe do pico de suas carreiras. E, como eu disse muitas vezes já lá atrás, na própria época, nesse mundo em que os três maiores se dividiam, fisicamente a vantagem tendia a ficar com o mais jovem, o que efetivamente se concretizou.

E leia de novo meu parágrafo: não menciono Murray (ele é maravilhoso, sou fã, mas não tinha o mesmo nível do Big3, por isso nunca achei que houvesse um Big4 – talvez o melhor jogador depois do Big3 na época seria a descrição que eu daria) ali e não falo da idade do Nadal. Abraço.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Groff

Você confunde auge de conquistas com auge técnico. Que analistas são esses? Só podem ser federistas para justificar a carência de títulos após o AO 2010, pois ele passou a ser dominado por Nadal e depois por Djokovic. Na verdade, o espanhol começou a dominá-lo em 2008, mas graças à grave lesão de 2009, ele perdeu RG e WB e Federer agradeceu.

Os avanços da Medicina tornaram esses caras mais longevos do que Guga, Sampras ou Agassi. Há toda uma discussão sobre a final de Wimbledon 2019 nessa pasta e em várias outras. Federer fez sua melhor partida aos quase 38 anos naquela ocasião, além de só ter conseguido dominar o Nadal 5 anos mais jovem em 2017 e 2019 (no hard e na grama).

Pelo seu raciocínio, eu posso dizer que os títulos do Alcaraz em Wimbledon e do Sinner no Australian Open não valem porque o Djoko tem idade pra ser pai deles, certo?

O fato é que a desculpa de idade não se sustenta mais.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Groff

Puxa, para resumir seu texto, seria impossível Djokovic ganhar de Alcaraz em Cincinatti ou em RG, pois ou ele é realmente o maior de todos ou ainda, Alcaraz um zé ninguém.

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não entendi. eu falei exatamente o contrário. Leia meus textos de novo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Groff

Vou tentar explicar então:

“Assim como o auge do Nole se deu entre 2011 e 2016. Os resultados posteriores a isso são, para mim, reflexo de um circuito que não tinha nível para se contrapor aos Big3 (eles subiram a régua a um patamar alto demais, e não foram superados; só o tempo os derrubou, não os adversários), embora os três já estivessem bem longe do pico de suas carreiras.”

Quando citei vitórias sobre Alcaraz ano passado, reforcei que o espanhol não é um jogador cujo pacote tenístico é sem capacidade de contrapor o Big3, mas sim, que Novak Djokovic ainda é superior a ele, apesar de ser o atual “vovô” do tênis.

Não sei seu critério de definição de auge, para mim, o auge é definido pelo período onde o atleta mais compete e mais vence, haja vista Stan Wawrinka ter feito seus 3 slams numa idade bem superior ao que tem Alcaraz e Sinner agora.
Saudações.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Rapaz incrível a tua incapacidade de ler um texto completo com a devida atenção. Só estás piorando com o tempo. Que tal por teu filho na jogada ? Rsrsrs, Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Prefiro copiar você e colocar o Google e a Wikipedia na parada, certo?

Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Groff

Esse é o auge de conquistas, é basicamente selecionar quando o tenista mais ganhou. Se fizer isso com o Nadal, será 2010 e 2013, com o Djoko 2011 e 2015.

Sim, era exceção mas não é mais, o próprio Federer venceu Slam em 2018 (36 anos), Nadal em 2022 (36 anos) e Djoko ano passado (36 anos). Fora o fato do Big 3 ser fora de série, obviamente houve evolução em diversas áreas do esporte. Quem apostava em Nadal voando após os 30? Ele calou a boca de muita gente.

Murray foi rival à altura do Big 3, muitos analistas até chamavam de Big 4 na época. Mas se quiser tirar ele tudo bem, fique só com Federer e Nadal, que tinham 29 e 25 anos respectivamente em 2011. Chamar Federer de decadente a partir de 2011 é um pouco demais, o suíço seguiu sendo extremamente competitivo, tanto que em 2017 venceu Wimbledon com o pé nas costas.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Foi o que eu disse acima. Grato pelo reforço.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Groff

Eu não gosto dessa história de entressafra. No entanto, Djoko teve um caminho mais difícil.
Outra coisa: o argumento da idade é bem conveniente por dois motivos: (1) se Federer perder, a culpa é da idade; (2) se Federer ganhar, é um gênio. Ou seja, reduz todo o mérito das vitórias de Djoko. Além disso, esse argumento da idade não serve nos embates contra Nadal, pois você mesmo elogia o Federer versão 2017. Aí fica difícil!
Sempre há mil desculpas para a inferioridade de Federer, quais sejam: idade; jogo plástico vs jogo feio; amor da torcida; bom comportamento, etc.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Groff

Outra coisa: Alcaraz é um fenômeno, mas Djoko ganhou 3 slams, 2 masters 1000 e 1 atp finals vencendo Sinner e Alcaraz em sequência.
Veja bem: a diferença de idade é superior a 10 anos frente aos dois novos astros do tênis.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

14 e 16 anos e o Groff quer dar desculpa de 4 anos e 10 meses e 5 anos e 9 meses. Não dá.

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Eu falei exatamente isso em outro post, Paulo. Ele é um fenômeno, mas seu nível ainda está bem longe do do Big3.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Groff

Não está no mesmo nível, mas já percebeu a maturidade em finais de majors para um homem de apenas 21 anos?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Groff

Federer não estava em declínio com 29 anos. Isso é muita apelação! Inclusive ele foi melhorando tecnicamente na década de 2010 para conseguir encarar os arquirrivais, especialmente em 2015 e 2017.

Como Nadal não tinha jogo talhado pra quadras duras e grama? O cara ganhou Wimbledon e USO em 2010 e fez finais desses 2 eventos em 2011, mais Indian Wells e Miami e Australian Open 2012; também ganhou USO 2013, 2017 e 2019. Também dominou o Federer de 2008 a 2014 em todos os pisos, com vitória em Wimbledon e 3×0 no Australian Open.

Enfim, é um desespero e um absurdo enorme falar que Djoko pega entressafra desde 2011, com o Big 4 ainda fortíssimo. Falar do Nadal e do Murray (mesma idade do Djoko) aí já é desrespeito mesmo.

Se você quer falar de entressafra do Djoko, aí você fala de Berrettini e Ruud contra Philippoussis, González, Baghdatis, Roddick e cia.

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Apelação por quê? Como sempre, você acha que eu sou torcedor. Não! De uma vez por todas, eu só venho balancear o fanatismo de vocês por um só tenista. Vocês pegam tudo sem contexto e jogam apenas com números. Não têm, você e outros torcedores, o menor apreço pelo esporte, só pelos resultados do seu favorito, independentemente de como eles vêm. De novo, não tenho interesse em defender ninguém nem em apelar. Vocês é que começaram a ver tênis depois de certa época e apregoam, por A+B, que o que é mais recente = melhor.

Eu não falei de entressafra de Djoko. Não distorça o que eu disse nem coloque palavras na minha boca. Eu pedi foi coerência para você e demais torcedores que ficam colocando essa tremenda bobagem para a gente ter que ler o tempo todo, o que é muito cansativo e ridículo, mas, se não houver ninguém para contrapor, ficamos em situação igual à das discussões com Trumpistas nas redes: não ganha o discurso bem debatido, não ganham os bons argumentos, ganha quem grita mais. E no momento, são vocês os extremistas vociferando essa baboseira de “entressafra”. Parem com isso e sejam adultos, porque eu quero vir aqui para ver discussões sérias e respeitosas. Caso queiram vir com argumentos verdadeiros, estou sempre à disposição. Mas para molecagem eu já não tenho paciência.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Groff

Apelação porque soa como federista falando que Djokovic só começou a batê-lo com frequência por causa de um suposto declínio físico ou que o Nadal já dominante em todos os pisos não tinha jogo talhado para outras superfícies além do saibro. Ele dominou o tênis em 2010 e teria continuado em 2011 se não fosse a ascensão do Djokovic; essa sim é a verdadeira resposta para o domínio do sérvio sobre o Fedal, a evolução do seu jogo.

Falou de maneira indireta ao menosprezar Berrettini e Ruud e falar que Roddick era de 10 a 20 vezes melhor. Você comprou a briga do hater Gilvan, que foi o primeiro a falar de entressafra por aqui. E também exagerou tremendamente com quadras de piCHe. Aí só rindo mesmo, porque nem no saibro chega nessa lentidão.

Bom, pra mim o que você disse de declínio físico do Federer e do jogo do Nadal são baboseiras que fanáticos sempre usaram. Djokovic ganhou 12 Slams dos 31 aos 36 anos.

Enfim, se a gente utiliza alguma molecagem, você também o faz.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Groff

Não, pois isso ocorreu apenas em um Slam. Em 2023, Djoko varreu o Alcaraz de quadra na semifinal antes do Ruud, num jogo até bem duro 7-6 6-3 7-5.

Berrettini era um grande sacador e tinha uma direita potente. Qual a diferença pro Roddick? Não exagere com 10 e 20, soa como desespero, assim como essa insistência risível com velocidade de quadras. O jogo é muito mais rápido hoje e a potência dos golpes também. Viu os 23/27 net points won do Djoko na final do USO ou vai fingir que não existiram?

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Como assim, o jogo é muito mais rápido, Paulo? Eu mostrei aqui mesmo, faz um tempo, uma lista da própria ITF que não mostrava uma ÚNICA quadra rápida no ano TODO, sendo que as mais “rápidas” eram detalhadas como “medium fast”, e, na lista que eu vou mostrar abaixo (de 2020), apenas DOIS exemplos eram listados como “medium fast” em TODO o circuito, Washington e Australian Open, sendo que o AO de 20 essa inclusão era discutível, pois eu lembro do torneio e ele parecia bem lento.

Isso tudo sem falar das bolas, que ficaram mais felpudas e contribuíram para a lentidão (toda vez que um torneio coloca uma bola mais leve o pessoal começa a espernear, porque não se joga mais de bate-pronto).

Você pode dizer que os atletas correm mais lateralmente e são mais rápidos, e estaria certo, mas isso é a tendência natural dos esportes e não acontece apenas no tênis. Mas é só olhar o quanto as bolas saem voando do saque, batem na quadra e quase que “freiam”, além de subirem acima da linha da cintura, o que permite que os jogadores tenham bem mais tempo de preparação e faça o jogo ter muito mais trocas de bola do que antigamente. Isso também quase que matou toda e qualquer chance de sobrevivência da esquerda de uma mão. Alguém discorda de que é esse o tênis chamado “moderno”, de deslocamento lateral e contra ataque, com pouco espaço para jogo de rede e deslocamento vertical?

Sobre a lista das quadras, segue abaixo. Não dá para argumentar contra fatos.

https://www.perfect-tennis.com/tennis-court-surfaces-and-court-speeds/

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Groff

“Você pode dizer que os atletas correm mais lateralmente e são mais rápidos, e estaria certo, mas isso é a tendência natural dos esportes e não acontece apenas no tênis.”

Foi o que eu quis dizer, além dos golpes mais potentes e devoluções superiores, compensando o “bounce” baixo que você costuma citar.

Eu também te mostrei um link com um estudo bem mais completo ao longo de vários anos desde o início do século 21 acerca da velocidade das quadras:

https://m.youtube.com/watch?v=eKWlOtdOJfA&pp=ygUJR29hdGtvdmlj

Não dá pra argumentar contra fatos mesmo, rsrs. E sendo assim, dá pra argumentar contra os números do Djokovic?

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Paulo, eu gosto dos nosso debates, mas esse vídeo que você está usando, de novo, como “fato”, sinceramente, não dá! Você passa recibo de fãzoca desse jeito, não de uma analista de tênis.

Primeiro ponto, o canal que emite a tal “análise” tem o seguinte título:

“Goatkovic”

Isento pra caramba, hein?

Segundo, nem sem bem o porquê, mas me dei ao trabalho de analisar a “metodologia” do tal estudo para ver como eles chegam nessa “conclusão” de supostas quadras mais rápidas: eles analisam o número de aces.

Sério, é isso que eles fazem. No cálculo deles, a equação é “maior número de aces = velocidade maior das quadras”.

Só rindo.

Sério, quem faz esse tipo de “estudo” e publica como se fosse algo que valesse ler?

Não tem um laudo sobre a velocidade da bola batendo na quadra.

Nada relativa à composição dos materiais e suas alterações. Nenhuma entrevista com a ATP ou a ITF, nada.

Nenhuma investigação.

Então, quando você apontar isso, por favor, não o faça, ou vou achar que é tudo uma grande piada.

Por fim, a gente deveria estar tratando do feito do Alcaraz, mas isso ficou bem longe. Paro por aqui, a não ser que apareça algum fato real que valha a pena. Abraço.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Groff

E esse link que você passa tem alguma credibilidade? O editor Jonathan é um grande fã do Federer e o site se chama PeRFect Tennis, rsrsrs. Alem disso, os dados são insuficientes, referentes apenas a 2020.

O GOATkovic pegou dados de 2003 a 2021 na metodologia empregada pelo menos.

Se você não dá crédito para um, eu também não dou para outro e ficamos na estaca zero. Rsrs.

Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Eu acabei de rever o vídeo e o parâmetro não é maior número de aces e sim velocidade média das quadras (average court speed). Ele não deixou claro as unidades de velocidade ou outra grandeza física utilizada, mas se percebe facilmente a diferença numérica nos gráficos de barras.

Posteriormente, ele também contesta a suposta homogeneização de superfícies, que continuaram em média com a mesma diferença.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Groff

Entrando literalmente aqui no meio, os jogos são mais rápidos sim.
Saques hoje têm suas médias bem superiores aos dos anos 80/90.
Só um exemplo.

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Velocidade do saque é medida a partir da batida da bola na raquete, Luiz. Eles não fazem medida da velocidade da bola ao bater no chão, que é o que importa para a velocidade do jogo. Qualquer um aqui que acompanha tênis há mais de 20 anos pode te esclarecer que antes a bola corria não só mais rápido pela quadra, como também de maneira mais rasteira nas quadras rápidas, que contudo nem existem mais (vide lista que mandei ao Paulo ali em cima).

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
8 dias atrás
Responder para  Groff

Sensacional, Groff. O ponto que vc levantou é interessante demais…

E de cara eu percebo que vc sabe bem do que está falando.

Aproveita e me tire uma dúvida aqui:

de 1999 (ano em que comecei a ver tênis) até alguns anos depois, era recorrente ouvir dos comentaristas que a adaptação do saibro para temporada de grama e de hards era mais foda do que é hoje. E quem tinha o jogo talhado pro saibro sofria.

Seria então por esse motivo que vc escreveu? Pelo quique da bola no serviço ser rasante e bem mais difícil pro devolvedor?

Porque uma coisa que eu lembro é que naquela época os super-sacadores, atuando nas hards, pareciam bots sacando! O jogo era praticamente só saque, bem enfadonho de se ver. O devolvedor não via nem a cor da bolinha (rs).

Se for assim, eu me inclino a corroborar o teu texto – na prática, e em termos relativos, a quadra ficava mais rápida sim (e ainda havia a questão do tamanho diferente das bolinhas).

Também naquele período o estilo saque-e-voleio era uma realidade. Mas as quadras de agora não permitem isso. Foi extinto. E o backhand de uma mão (o golpe mais bonito do tênis) virou uma raridade.

Groff
Groff
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

A gente começou a ver na mesma época, então, Rodrigo! Eu vi a final do Guga em 97, mas sequer entendia, então, o porquê de a bola bater no corredor das duplas e chamarem fora hahahahaha! Foi a partir de 99, por causa do própria Guga, que eu comecei a prestar mais atenção. Daí acompanhei o Masters (atual Finals) de 2000 inteiro porque batia na minha hora do almoço, pouco depois de ter me formado, no Centro aqui de São Paulo, e me apaixonei. E, sim, a diferença era gritante. Eram quase esportes diferentes a cada gira. Eu acho, sinceramente, que eles não precisavam ter mexido na velocidade das quadras, porque a capacidade atlética dos jogadores só melhora com o tempo, e daí você teria, como havia até meados dos 2000, temporadas diferentes e com vencedores diferentes, ainda que com mais baseliners, mas com a possibilidade de jogo vertical, que praticamente acabou. Hoje, é válvula de escape após você deslocar o adversário e apenas chegar na rede para fechar. Mas tudo indica que sou voto vencido e a audiência gosta mais de trilhões de trocas de bola. Acho, inclusive, que isso vai tornar a carreira de muita gente mais curta (Alcaraz e Sinner já apresentam problemas aqui e ali, embora super jovens), porque não tem um torneio em que os pontos se resolvam com poucas bolas na maioria. O número de rallys com 10+ trocas de bola é muito alto hoje em dia (sendo que antes a gente esperava ansioso por um momento em que isso ia acontecer), o que parece ter caído no gosto popular mas também gera um custo alto para o corpo dos atletas. Abraço!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Groff

Eu também fui entender definitivamente, que a bola no corredor de duplas era fora justamente nessa MastersCup de Lisboa, pois a quadra de jogo não tinha a marcação de duplas. Era muito esquisita.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Groff

Sim, eu sei que a velocidade do saque é medida por um radar na quadra, entre o impacto da raquete na bola e a uma determinada distância a partir disso e não quando do quique no chão, mas, além do saque, todo o jogo atual gira em maior velocidade que os do passado, basta assistir um antigo e um novo e verás isso nitidamente.
Ahh, mas as raquetes, os tênis, o físico etc evoluíram.
Sim, por isso também, temos jogos fascinantes hoje e a capacidade de defesa tornou-se ponto fundamental do jogo, tornando os pontos mais longos.
Há os fãs preconceituosos que acham um ponto negativo do tenista, aquele que mais se defende do que ataca. Se há os que são mais propensos ao ataque, tem que haver os que são mais fortes na defesa, é obvio. Se não, não haveria jogo.
A força e velocidade do saque, a evolução na habilidade de devolver, influenciaram significativamente na quase extinção do saque-voleio, tornando-o hoje quase um elemento surpresa (Djokovic em RG). O saque-voleio era um dos maiores responsáveis por pontos curtos do passado.
Saudações.

Spencer Santos
Spencer Santos
10 dias atrás

Da minha limitadíssima perspectiva, nunca pensei que isso fosse acontecer e muito menos “tão cedo”: temos um novo C.E.O. do Universo, Ser Supremo do Mundo Conhecido, The One, mas ainda não “The Scanners” como o seu ídolo e compatriota. Além disso, embora não seja garantia dos mesmos números, já está mais do que claro que ele possui mais recursos tenísticos que Federer, Djokovic e Nadal. Por isso que eu sempre digo: é impossível comparar desempenhos de profissionais de épocas diferentes, seja qual for a área. O título G.O.A.T. é marketing ianque, apenas para manipulação das massas. Faz parte. O que me garante que Federer, Djokovic e Nadal teriam os mesmos números se Alcaraz existisse na fase vencedora deles? Essa pergunta vale para qualquer época envolvendo “os melhores” de cada época, com condições e exigências específicas para cada época. Saudações Nadalistas Xiitas a todos! Saudemos o novo Rei Alcaraz I, O Primeiro do Seu Nome!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Em 2023 Alcaraz não foi capaz de evitar os 3 majors e o ato finals de Djoko. Imagine se ele jogasse contra o Djoko de 2011, 2015 ou o de 2021.

Belarmino Jr
Belarmino Jr
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Imagine o Alcaraz de 2025 pra cima…. Passará o carro em qualquer versão de Novak se continuar evoluindo. É muito mais técnico, mais habilidoso.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Essa lógica vale para Michael Chang também?

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exatamente. Percebeu o Paradoxo? Saudações!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Como sei que não eras nascido, Paulinho, Michael Chang não tinha 1/5 do arsenal do Tourinho mesmo ainda inseguro com o antebraço. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Ele perdeu para um Djoko de 36 anos. Imagine Djoko em sua versão mais jovem.

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exatamente. Percebeu o Paradoxo? Saudações!

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Exatamente. Percebeu o Paradoxo? Saudações!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Belarmino Jr

Bom, de 2025 para cima, talvez nem tênis tenhamos mais.

Groff
Groff
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Concordo! Muito cedo para comparar Alcaraz com qualquer dos Big 3.

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Groff

Exatamente. Percebeu o Paradoxo? Saudações!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Groff

Na mesma idade, porque não ??? Alcaraz mais completo aos 21 do que todos em todas as superfícies exceto o Saibro, que já era de Nadal. Ao menos, a meu ver . Abs!

Groff
Groff
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Discordo. Esquerda do Nole era melhor. Direita e cobertura de quadra do Nadal (incluindo em quadras mais rápidas, que ainda existiam) eram melhores. Saque, voleio e direita do Federer eram muito melhores. Alcaraz é excelente, mas o Nole, com 36+ anos, é adversário para ele quando razoavelmente saudável, o que indica que Carlitos seria derrotado com certa facilidade pelo Big 3 e que seu nível ainda está longe do que esses últimos fizeram ao longo da carreira.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Groff

Parece , caro Groff, que a comparação e’ com TODOS aos 21 . Alcaraz somente perderia para Nadal aos 21 no Saibro. Não esqueça que já possui DOIS Títulos na GRAMA SAGRADA sendo WIMBLEDON pra cima de Djokovic. Na boa , não sei quantos jogos o parceiro viu de Carlos Alcaraz antes da lesão no antebraço. Mas e’ somente a minha opinião e de uma penca de Lendas do Passado . Abs !

Groff
Groff
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Fala, meu caro Sérgio. Pois é, eu acompanho a carreira dele desde o começo e vi praticamente todas as campanhas grandes dele antes deste ano. Eu também vejo muita gente da imprensa se encantando com ele, eu inclusive sou fã da postura agressiva, mas não entro na onda de que ele é isso tudo, por enquanto. Vejo um grande grupo de buracos em seu jogo, a começar pelo saque, e não acho que ele ainda possa ser comparado a nenhum dos Big3 (talvez o Nole, que demorou mais a despontar, pudessse perder para o Alcaraz estando os dois com 21 anos, mas eu gosto exatamente do sérvio bem mais jovem, que atacava bem mais e ia constantemente para as linhas para terminar pontos). Os resultados dele são mérito total, mas até o Sinner elevar seu jogo, quem da mesma geração fazia frente? Ganhar, sendo jovem, dos Big3 que estão de bengala faz uma cara não seria mais do que obrigação, e ainda assim Nole deu show nele várias vezes ano passado. Se Carlitos encarasse a versão 2011 do sérvio, então, não veria a cor da bola, com todo o respeito. Abraço!

Marcelo Calmon
Marcelo Calmon
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Principalmente pq os adversários eram outros. E não esqueçamos que na semifinal do ano passado contra o Djoko, já “velho”, e no mesmo saibro, o Alcaraz foi atropelado. E esse ano, mesmo ganhando com merecimento, não fez nenhuma partida espetacular.

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exatamente. Percebeu o Paradoxo? Saudações!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Quais mais recursos tenísticos seriam esses?

Aqui lidamos com fatos e não com meras conjecturas.

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Atentando-se para o fato que citei da “minha limitadíssima perspectiva”, sugiro que você, conhecedor dos “golpes” do tênis, analise um a um e compare-os entre eles, em cada um dos três pisos. Mas já que você gosta de fatos, um incontestável para você: os recursos tenísticos dele permitiram que a versão 21 anos dele conseguisse se tornar a “melhor de todos os tempos até agora” em 3 pisos diferentes de GSs, um gigantesco feito, não acha? Saudações!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Sem o menor problema. Djokovic é superior em saque, devolução, backhand, slice, voleio, drop, lob, cobertura de quadra (defesas impossíveis) e mudança de direção; só perde em forehand e smash. Isso em qualquer piso.

Falta muito ainda pro Alcaraz chegar perto da categoria do Djoko.

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Caro Paulo Almeida, entendi o seu ponto de vista. Não é o meu objetivo contestá-lo ou te convencer do contrário. Desses que você citou, puro achismo da minha parte, o único que o Alcaraz é claramente inferior é a “mudança de direção” que o Djokovic é capaz de fazer, coisa absurda, realmente. Continuando no achismo, Alcaraz é claramente melhor no FH, slice, smash, voleio e lob; Alcaraz empata no saque, devolução e cobertura de quadra, incluindo defesas “impossíveis” e Alcaraz perde (por enquanto) no BH, por pouquinho (brincadeira, o BH do Djokovic é irracional … :-) ). Agora, tem algo de bruxaria no jogo de Alcaraz que, em alguns momentos, lembra o Federer. Sabe aqueles golpes que somente alguns seres humanos podem fazer, tipo Ronaldinho “O Bruxo” Gaúcho? Eu me assusto e me empolgo com o Alcaraz porque talvez, como nadalista, eu não tenha apreciado o jogo do Federer do jeito que a genialidade (bruxaria) dele merecia. O Alcaraz joga fácil demais. Demais mesmo. Note que ele praticamente não jogou a temporada de saibro e parecia nitidamente administrando os jogos em Roland Garros. Por fim, após ler o comentário do Boris Becker (fortemente ligado ao Djokovic) e o seu post, vou complementar (talvez recuar, seria o termo), concordando com o Becker (quem sou eu na fila do tênis?) de que Alcaraz é melhor que o Federer, o Djokovic e o Nadal com os mesmos 21 anos. Pelo menos essa você concorda também? Ou será que não? Saudações Nadalistas! :-)

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Você só pode estar de brincadeira, rsrs. Discordo de quase tudo.

O slice e o saque do Alcaraz são horríveis, o voleio ainda tem muito pra evoluir e as curtas caíram muito de nível (Zverev chegou fácil em várias bem altas). Falar que ele empata com a melhor devolução da história do tênis chega a ser uma das maiores piadas que já li aqui; a devolução dele é tenebrosa. Também não há comparação em cobertura de quadra, pois ninguém jamais teve a elasticidade do Djoko para fazer defesas impossíveis.

No tocante a ser melhor do que o Big 3 na mesma idade, aí concordo com Becker.

Abs.

Spencer
Spencer
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pelo menos você, o Becker e eu concordamos com o seu último parágrafo. Alguma coisa é melhor que nada. :-) Só mais um cutucada: comparar o Alcaraz com o Djokovic é o mesmo que comparar o Messi com o Cristiano Ronaldo: Fluidez x Esforço.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Spencer

Rsrsrs.

Djokovic é o Pelé ou Messi: maior da história, tem os números e joga fácil com sua vasta caixa de ferramentas. Um nadalista falando em esforço pra jogar é engraçado, embora isso fique para mais para o início de carreira na minha visão. Ele, assim como o sérvio, evoluiu em vários fundamentos ao longo dos anos.

Spencer Santos
Spencer Santos
7 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Caro Paulo Almeida, Nadal sempre representou o arquétipo do esforçado, do dedicado, daquele que se supera, mas isso muito em função da polaridade necessária em relação ao Federer: o arquétipo da fluidez, do talento nato, da genialidade, da bruxaria. É óbvio que o Nadal evoluiu, mas o arquétipo do esforçado sempre será lembrado e associado a ele. É a força da polaridade na nossa realidade. Acho que o Djokovic buscou um meio termo entre os dois, mas acabou encontrando um espaço próprio e único: arquétipo da Polaridade Negativa (Serviço A Si), pois transcendeu o tênis com as suas atitudes, principalmente durante a pandemia, um dos momentos mais épicos da humanidade. Isso não quer dizer que ele seja bom ou mau, mas quer dizer que ele encontrou o seu espaço. Acho que lá na frente ele perceberá isso (se é que já não percebeu). Quando ele começou a carreira, eu afirmei aqui nesse blog que ele um dia seria Presidente da Sérvia. Esse dia está mais perto que nunca. Acho, só acho, simplesmente acho. Saudações Nadalistas! :-)

Marcelo Calmon
Marcelo Calmon
9 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Sempre lembrando que o Djoko se machucou, então não dá para saber como seria um novo encontro dele com o Alcaraz. Lembrando que em 2023 o espanhol foi atropelado no mesmo saibro.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Marcelo Calmon

Em 2022 ele já batia Nadal e Djokovic em sequência pra levar o MASTERS 1000 de Madri. A comparação e’ TODOS do Big 3 aos 21 , contra Carlos Alcaraz aos 21 , antes da lesão no antebraço. Abs !

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Marcelo Calmon

Caro Marcelo Calmon, como fiz no meu post supracitado para o Paulo Almeida, faço com você também: após ler o comentário do Boris Becker (fortemente ligado ao Djokovic) e o post do Paulo Almeida, vou complementar (talvez recuar, seria o termo), concordando com o Becker (quem sou eu na fila do tênis?) de que Alcaraz é melhor que o Federer, o Djokovic e o Nadal com os mesmos 21 anos. Pelo menos essa você concorda também? Ou será que não? Saudações Nadalistas! :-)

Luiz Henrique
Luiz Henrique
10 dias atrás
Responder para  Spencer Santos

Grande Spencer, vc fez comentários lendários aqui durante tantos anos, abraços

Spencer Santos
Spencer Santos
9 dias atrás
Responder para  Luiz Henrique

Grande Luiz Henrique, obrigado pela referência. Saudações!

Nando Parrado
Nando Parrado
10 dias atrás

Dalcim, mais uma final de Slam entre a geração Alcaraz contra a geração Medvedev, emais uma vez vitória no quinto set.
Mais uma vez eu sinto que as duas gerações tem um tênis de alto nível, diferente da geração Nishikori, o que faz a geração Alcaraz se dar melhor é que eles foram criados pra serem vencedores, diferente da geração Medvedev, que parecem terem sido criados pra terem boa rede social, oq no fim acaba pesando no quinto set.

Marcelo Reis
Marcelo Reis
10 dias atrás

Excelentíssimos fãs do tênis! Como foram de finais?

O que dizer sobre a menina Iga? Um grande talento, sem dúvidas. Foco e disciplina! Há, de certo, coisas a incrementar em seu jogo, como voleios, drop shots, slices – mais variação. Mas limitada?! Jamais.

*Pausa para risos*.

O que essas pessoas têm na cabeça? Será que realizam fotossíntese? Às vezes penso que estamos todos enlouquecendo, mas como estamos todos juntos, acaba por ser o normal. Se ela segue este nível com tudo o que já tem, imaginem quando evoluir ainda mais!

====================

Sabe quando vocês se arrumam, vão tomar café e o danado cai sobre suas roupas?! Pois bem: é o imponderável. São as pequenas tragédias do dia a dia, as quais não podemos evitar! Essas tragédias ocorrem e não podem nos parar.

Talvez, a p