Muy orgulloso de darle la bienvenida a João Fonseca al equipo de @MercadoLivre 🎾💛
Un talento brasileño en ascenso: enorme, auténtico y muy querido.
⁰Nos entusiasma acompañarlo a partir de ahora como patrocinadores oficiales. Bienvenido, João. Lo mejor está llegando! 🇧🇷 pic.twitter.com/G1nvmTmZxw— Ariel Szarfsztejn (@SzAriel) December 4, 2025
Rio de Janeiro (RJ) – Quando conquistou o maior título de sua carreira no ATP 500 da Basileia, João Fonseca revelou na cerimônia de premiação que havia prometido raspar o cabelo se fosse campeão de um torneio deste nível. E durante a preparação para a temporada de 2026, o carioca de 19 anos e número 1 do Brasil deve cumprir a promessa em ação publicitária de um de seus patrocinadores.
O vídeo tem um convidado especial, o ídolo Ronaldo, campeão pela Seleção Brasileira de futebol nas Copas do Mundo de 1994 e 2002. O Fenômeno é um grande entusiasta do tênis e se notabilizou pela careca no auge de sua carreira nos gramados e deixou uma mensagem ao jovem tenista.
“Lembra da sua promessa de raspar o cabelo? Chegou a hora de cumprir. E como eu tenho experiência nesse assunto, resolvi te dar uma força”, disse Ronaldo, que enviou a João uma máquina de cortar cabelo.
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Fonseca iniciou a pré-temporada na semana passada no Rio e volta ao circuito em 5 de janeiro, quando começa o ATP 250 de Brisbane. Ele também joga o 250 de Adelaide, antes do Australian Open, marcado para iniciar no dia 18. Antes disso, já na próxima segunda-feira, disputa uma partida de exibição contra Carlos Alcaraz em Miami.










João Fonseca é um produto, não temos dúvida, a promessa do corte de cabelo, após uma brincadeira com seu staff, virou uma ação de marketing, como um produto qualquer (uma ação de marketing).
No fundo, “compramos” Fonseca, pois o jovem é “vendido” para um público carente de ídolos.
Ações como do jovem tenista, espelha um país sem muito senso crítico, que “compra” qualquer coisa, em qualquer tempo, sem a segurança necessária, é assim na política, no esporte, nas relações sociais, em praticamente tudo.
Outro dia estava vendo porque Coco Gauff é a tenista que mais recebe em patrocínios no tênis feminino (a jovem tem mais de dez patrocinadores), todos interessandos nos milhares de seguidores da jovem (chamados de geração Z, algo bem específico), buscam identificação, Gauff tem um trabalho social e político sobre as pessoas de sua comunidade, mostra vulnerabilidade e luta para preservar sua saúde mental, é gente como a gente (as marcas estão interessadas naquilo que Gauff representa socialmente, não apenas na tenista vencedora, existe o casamento perfeito).
O tenista deveria ser motivo de inspiração.
E, definitivamente, o atleta não é produto.
João tem bastante potencial para ser um produto tão forte e rentável quanto Neymar por exemplo. Caso ele atinja esse potencial de marketing dificilmente conseguirá atingir seu potencial esportivo, exatamente como aconteceu com Neymar, mas no fundo acho que ninguem mais se importa com isso. Quem consome Neymar o considera no mesmo nível de CR7 e Messi, mesmo ele não estando, e isso basta pra todo ecossistema que o cerca. Não gostaria de ver João no mesmo patamar de Alcaraz e Sinner apenas dentro do seu ecossistema. A ver
Bom texto, Claudinho. Concordo — e eu não comprei esse produto ainda, nem vou comprar facilmente. As massas são fáceis de conduzir, especialmente no Brasil. Daí termos que ouvir bordões bobos como “estou fonsequisado” sem que haja motivo digno dessa idolatria toda.
Dito isso, nada contra o Fonseca, que tem ótimo potencial e parece um bom rapaz. Até torço por ele quando sei que está jogando, mas raramente assisto. Prefiro aguardar para ver se atingirá o potencial esperado e também para conhecer mais sua personalidade — fator número 1 para mim, ao preferir um jogador.
Essa empresa lacradora não fazendo o rapaz ficar indo em festa gay e falar “todEs” tá ótimo.
Kkkkkkkk
Tenha cuidado, Prates. Você não está nos anos 80, quando nós tínhamos mais liberdade e facilidade pra dizer o que vinha na cabeça. Tudo mudou..
Infelizmente, Nelson.
O mundo está muto chato.