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Histórico mostra que Djokovic cresce após quedas em Slam

Foto: Matthew Stockman (Getty Images/ATP Tour)

Indian Wells (EUA) – Como diz o ditado, “cuidado com a fera ferida”. Essa é uma expressão que tem combinado muito bem com Novak Djokovic. Afinal, nos últimos anos, sempre que o sérvio foi derrotado em uma partida de Grand Slam, ele conseguiu dar a volta por cima e emendar sequências devastadoras de vitórias e títulos.

Após a derrota na final de Wimbledon no ano passado diante de Carlos Alcaraz, por exemplo, Nole emplacou 19 vitórias consecutivas, conquistando no período o US Open e os Masters 1000 de Cincinnati e Paris. Ele ainda faturou o ATP Finals na sequência, mas perdeu uma partida para Jannik Sinner na fase de grupos.

Já em 2022, depois de ser eliminado por Rafael Nadal nas quartas de final de Roland Garros, o sérvio voltou ao circuito algumas semanas depois para vencer Wimbledon, o ATP 250 de Tel Aviv e o ATP 500 de Astana. Ele ainda foi finalista em Bercy e triunfou de forma invicta no Finals de Turim, somando no período 25 vitórias e apenas uma derrota. De quebra, começou 2023 faturando o ATP 250 de Adelaide e o Australian Open, além de fazer semi em Dubai, aumentando o saldo positivo.

Voltando para 2021, ano em que venceu os três primeiros Grand Slam da temporada e foi vice do Aberto dos Estados Unidos, Djokovic saiu de Nova York com a cabeça erguida e logo levantou o troféu do Masters de Paris com quatro vitórias, já que não precisou entrar em quadra nas oitavas de final por causa da desistência do francês Gael Monfils. Ele ainda venceu seus três primeiros jogos no Finals, antes de cair na semifinal para o alemão Alexander Zverev.

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A última vez que Djokovic não conseguiu se recuperar de uma derrota em Grand Slam foi depois de perder a final de Roland Garros em 2020. Disputado em setembro, uma época totalmente atípica, por causa da pandemia de Covid-19, o torneio francês viu Rafael Nadal ser campeão em cima do sérvio, que depois emendou campanhas aquém do esperado em Viena e no Finals de Londres.

No entanto, pode-se dizer que algumas semanas antes o atual número 1 do mundo havia dado sua volta por cima após ser desclassificado nas oitavas de final do US Open, já que no torneio seguinte ele faturou o título em Roma e depois venceu mais seis jogos no saibro de Paris.

Agora, em 2024, o sérvio tentará em Indian Wells mostrar mais uma vez sua sede de vingança e mostrar a Sinner, Alcaraz e companhia que ainda é o dono do circuito, mesmo após cair na semifinal do Aberto da Austrália e ter sua sequência de 33 vitórias em Melbourne interrompida. O único motivo de preocupação é que ele não triunfa na Califórnia desde 2016 e nem joga o torneio desde 2019.

4 Comentários
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Balbino Neto
Balbino Neto
1 mês atrás

A ausência do sérvio nesse torneio, é o seu principal impecilho. Por outro lado, é característica marcante em Djokovic, o fato de ir crescendo jogo a jogo. Sendo assim, caso consiga levantar vôo, provavelmente vai voar alto. Como sua presença é a que mais enriquece a parte final dos torneios, visando força para o tênis vamos aqui torcer para que chegue às finais.

Gusmão
Gusmão
1 mês atrás

Força Djokovik.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás

E o nome da maior cidade americana no texto: NOVAK YORK, massa!

Samuel
Samuel
1 mês atrás

Força Djokovic

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