Madri (Espanha) – Dono de seis títulos de Grand Slam, o espanhol Carlos Alcaraz já levantou a taça em três dos quatro principais torneios do circuito e só falta conquistar o Australian Open para se tornar o mais jovem na história a fechar o Slam de carreira.
Podendo fazer isso já no começo da próxima temporada, Alcaraz coloca o título na Austrália como uma das metas para 2026
“Vencer em Melbourne é um objetivo muito importante para mim, porque quero completar o calendário do Grand Slam. Não é fácil, porque o torneio é disputado no início da temporada, e você chega sem ritmo de jogo”, afirmou o espanhol de 22 anos.
Alcaraz tem quatro participações no Slam australiano, a primeira delas em 2021, quando furou o quali e parou na segunda rodada. No ano seguinte, ele foi um pouco mais longe e alcançou a terceira rodada, perdendo para o italiano Matteo Berrettini.
Depois de se ausentar de Melbourne em 2023, o espanhol retornou em 2024, quando foi até as quartas de final, caindo diante do alemão Alexander Zverev. Neste ano, ele repetiu o desempenho e foi até as quartas, superado pelo sérvio Novak Djokovic.
Always chasing records 🏆
An Australian Open 2026 trophy would make Alcaraz the youngest ever career grand slam winner 👀 pic.twitter.com/M9u31uooXs
— Tennis Channel (@TennisChannel) November 20, 2025











Alcaraz é o GOAT do tênis
MenAs… Muito menAs com essa ansiedade descabida… Para ser GOAT falta muito ainda!!!
Alcaraz está de olho no Australian Open e nem aí para a Davis Cup… E eu acho que ele está coberto de razão!!!
Não será fácil, mas isso ele pode até conseguir, já que costuma jogar seu melhor contra o legítimo número 1 — o qual, por sua vez, costuma arregar, mas vem melhorando nisso.
O que eu ainda duvido é de sua capacidade de deixar de ser o número 1 mais fake da História e conseguir se manter no trono sem a suspensão de El Torero Naranja e sem qualquer outra interferência externa (em 2022 foram grandes três forças do destino que o ajudaram).
O seu mundo ideal onde as coisas acontecem tudo certinho não existe. Se você ficar se apegando a situações imaginárias que poderiam ter acontecido mas não aconteceram, provavelmente gastará energia desnecessariamente e correrá o risco de se frustrar. Além disso, se tudo ocorresse sempre dentro de uma lógica previsível, acredito que o mundo seria bem mais monótono e chato. Mas se você quiser insistir nessa sua contestação e desmerecimento aos grandes feitos que o Alcaraz alcançou em sua carreira até agora, siga em frente. Pelo visto, parece que você está sozinho nessa empreitada.
Caro Carlos Alberto, numa outra matéria recente, algum outro colega aqui de site disse que “essa história de número 1 fake está pegando”.
Não sei se realmente há outros adeptos da ideia, mas, mesmo sozinho sigo firme na minha convicção. O espanhol já teve feitos extraordinários na curta carreira, mas ainda não teve o mérito suficiente para ser número 1 legítimo.
Veja que mesmo vencer os 4 torneios do Grand Slam no mesmo ano não é suficiente pra isso: é uma pontuação de 8 mil, metade do recorde. Um tenista que é vice em todas as finais de Slam e vence e é vice na maioria dos Masters 1000 pode passar de 12 mil pontos.
Para ser número 1 legítimo não importa o tamanho dos feitos, mas a consistência na temporada. Abs!
Vi aqui, não estou sozinho, não.
https://tenisbrasil.uol.com.br/sinner-derruba-alcaraz-e-conquista-o-bicampeonato-no-finals-em-casa.html
Devanor, Thiago Timóteo e Victório Benatti já são três que concordam comigo, rs.
Pra mim Carlos Alcaraz quando chegou à liderança do ranking, o fez com todos os méritos. Não dá pra ter garantia que em 2022 Novak Djokovic defenderia os pontos que tinha que defender e nem que em 2025 Sinner teria impedido as conquistas do espanhol se não estivesse suspenso. E com o passar do tempo, essa discussão vai perder o sentido. O fato é que Carlos Alcaraz era o próximo da fila pra herdar a liderança do ranking, mais ou menos como aconteceu com a Iga Swiatek em 2022 quando assumiu a liderança do ranking feminino devido à aposentadoria da Ashleigh Barty. A australiana resolveu se aposentar, o posto de líder do ranking ficou vago, e nada mais justo do que transferir a liderança pra segunda colocada. Mas não tenho a pretensão de te convencer da legitimidade e mérito do Alcaraz por ter conseguido o primeiro lugar do ranking. Se você se sente bem, siga em frente na sua contestação.
Tudo bem, concordemos em discordar.
Só não deixe de levar dois fatos em consideração:
– em 2025, se Sinner fosse vice em apenas um dos 4 Masters 1000 que foi impedido de disputar e nem jogasse os demais, já teria pontuação para ser nº 1;
– em 2022, mesmo impedido de jogar dois Slams e pelo menos uns 4 Masters 1000, Djokovic venceu o suficiente para ser número 1.
E por que não foi? Porque a ATP não contabilizou nenhum ponto em Wimbledon, para nenhum jogador. Isso somente devido à proibição dos russos jogarem, devido à guerra com a Ucrânia.
Ganhará em breve
Tem que combinar com o Sinner 1o…
Ele de olho no AO e o Sinner em RG. E ambos de olhos nos dois.
Djoko também está de olho no AO para conseguir o 25o.
Sem chance. Como a gnt tem ctz de q Sinner chega na final, a chance de Djokovic ganhar set de Sinner é zero, ou menos q isso
Roberto, e se Sinner tiver um problema, como em Cincinnati?
Em Wimbledon, ele venceu o Boi Miúra Jr. na final, mas quase perdeu para Dimitrov nas quartas, escapando do placar de 2 sets a 0 por uma lesão do búlgaro. Quem poderia prever ou acreditar nisso?
Não existe garantia de nada no esporte.
Jannik Sinner vencerá, em 2026, os Slams AO, WB, e USOPEN.
Alcaraz vencerá apenas um dos Slams, o RG.
Mãe Dinah, é vc?