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Fritz: “Será um dos jogos mais importantes da vida”

Foto: Manuela Davies/USTA

Nova York (EUA) – Próximo adversário do sérvio Novak Djokovic, o norte-americano Taylor Fritz tentará pela primeira vez superar ‘Nole’, que o bateu nos sete confrontos anteriores. Experiente em duelos com o atual número 2 do mundo, ele acredita que a partida será uma das mais importantes da carreira e que precisa saber lidar com a pressão para tomar as melhores escolhas, sem querer exagerar.

“Acho que a coisa mais difícil é apenas se convencer de que preciso focar mais em mim mesmo. Não preciso me concentrar em acertar saques mais potentes do que o normal ou mirar mais perto das linhas, coisas assim, só porque é o Novak do outro lado. Tenho que focar em mim mesmo e confiar que, se estiver jogando bem, isso será o suficiente e que não preciso fazer nada extra”, afirmou Fritz.

Mesmo assim, ele reconhece que o páreo é duríssimo. “Novak é Novak., como eu disse na quadra: ele me bateu sete vezes e não há ninguém no circuito que tenha algum tipo de histórico como esse contra mim. Então espero que um dia desses eu consiga vencê-lo. As quartas do US Open é um bom momento para isso”, comentou o norte-americano.

Fritz destaca esta partida como uma das mais importantes de sua carreira até então. “Está no mesmo nível das quartas de final contra Rafa (Nadal) em Wimbledon e talvez das finais de Indian Wells. Eu diria que está no mesmo patamar. Estas são definitivamente as três primeiras para mim”, afirmou o tenistas e 25 anos e atual 9 do mundo.

O bom desempenho nas oitavas contra o suíço Domini Stricker empolgam o norte-americano. “Desde o início joguei da semana venho jogando um bom tênis. Sinto que no segundo e terceiro set de hoje o saque começou a fluir. A forma como encerrei a partida, nos dois últimos sets, acho que estava jogando bem perto do meu melhor”, falou Fritz.

“No que diz respeito a esta semana, no US Open tudo está dando certo com certeza. Agora me sinto pronto para, na próxima partida, jogar o melhor tênis que já mostrei e obviamente vou precisar disso”, disse o norte-americano, que revelou que confiança e vitórias nem sempre andam juntas. “Ganhei o torneio em Atlanta, mas me senti péssimo lá, mas aqui está diferente”, finalizou.

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