O maior torneio da América do Sul nunca sentiu tanta falta de grande estrelas como na edição 2026. Em que pesem problemas médicos de última hora, procura-se o grande vilão: a data perdida entre os eventos de quadra sintética ou o saibro que tem cada vez menos especialistas e fica espremido no calendário.
O jornalista Felipe Priante debate o tema no Podcast de TenisBrasil desta semana e ouve nomes importantes: Fernando Meligeni, Nélson Aerts, Teliana Pereira, Alexandre Cossenza e Fernando Nardini.
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Eu nunca fui devido a proximidade com o Carnaval. Tudo dobra de preço e a violência triplica…
Com certeza, Carnaval e Réveillon são as datas mais festejadas pelos “ladrões” do Rio de Janeiro!!!
Penso que deve mudar a data. O verão no Rio é escaldante e chove demais.
Infelizmente tem que ficar do jeito que está para fazer parte dessa gira de saibro. Se troca pra piso duro, independente de data, não vai atrair os grandes tenistas, pois a viagem pra cá é longa.
Minha opinião: deixa todos sul-americanos nas datas que estão e no saibro. Muda Acapulco para o saibro e transforma em um 1000 não obrigatório. Volta IW pra ser um 1000 de uma semana. Coloca o 1000 não obrigatório da Arábia duas semanas depois do USO. Pra mim, IW seria quem iria criar mais resistência, mas se vier uma onda de redução dos 1000 de duas semanas, pode passar… O torneio da Arábia também deve preferir ficar com uma data em fevereiro, mas não acho que iam reclamar tanto.
Gostei das suas ideias, até porque adoro torneios de saibro e gostaria que tivéssemos mais saibro e , não, menos saibro!!!
Não deve mudar de piso, pois este é o piso mais tradicional do Brasil. No entanto, o visual das arquibancadas, deixa a desejar. Além de n ter nenhum estilo, está bem vazio. E o pior é q nunca se encontra ingresso pra comprar online
Na minha opinião, deveria mudar de piso. Pois a maioria dos tenistas da elite não suportam esse piso, nem mesmo os brasileiros. Portanto a tendência é este piso ser extinto.
A melhor solução para o tênis sul-americana seria mudar de data para antes da gira europea de saibro. Para isso teria que mudar muita coisa: adiantar IW e Miami, o que acho bastante difícil. Para O tênis sul-americana seria ótimo, menos calor, sem superponer com carnaval.
O Golden Swing só será atrativo para os tops se um dia o torneio do Rio ou o de Buenos Aires virar um Masters 1000.
Do contrário, mesmo com a mudança de piso e/ou de data dos atuais 250/500, sempre haverá na Europa e América do Norte torneios da mesma categoria que atrairão mais os tops em razão da distância. E para piorar, há a crescente concorrência dos países árabes, acenando para os jogadores com os seus milhões de petrodólares.
O meu palpite é que o Gaudenzi veio aqui acenar com a possibilidade do Argentina Open ser promovido à categoria 500 e os três torneios mudarem para quadra dura, mantendo as datas.
Mudar de data, mudar de piso, e mudar o diretor incompetente do torneio.
Acho que um aspecto importante e que está fazendo com que os tenistas melhores ranqueados não venham ao Rio Open, além da data (calor extremo e chuvas) e do piso (saibro fora da temporada de saibro), é grana! Os torneios com data próxima pagam melhor, têm melhor infraestrutura e são mais atrativos para os tenistas. A continuar com a atual configuração, creio que a melhor solução é descer de nível para ATP 250, ficar com os tenistas locais e de países vizinhos e fiquemos felizes por manter o torneio no Brasil (atualmente o torneio não tem nível de ATP 500, está abaixo, só comparar com o ATP Doha tbm 500 jogado na mesma data esse ano). Lembro que a ATP tem o seu calendário e torneios são comprados para datas específicas, não basta querer para trocar a data!