PLACAR

Bia revela frustração, enquanto Alcaraz brilha, canta e dança

Coisas que acontecem nesse mundo repleto de desafios. Enquanto Bia Haddad Maia, durante uma entrevista para a TV, revelava toda sua frustração em um semblante triste pela derrota na segunda rodada, diante da norte-americana Taylor Townsend, Carlos Alcaraz brilhou, cantou e dançou após sua estreia no US Open, na sempre eletrizante atmosfera do Arthur Ashe.

Sem a arrogância de muitas estrelas e sim muito pelo contrário, Bia confessou não ter jogado o seu melhor. Disse que se preocupou demais com a habilidosa adversária, que a americana foi mais corajosa nos pontos importantes. E assim ela deixou de apresentar o seu melhor. O resultado é realmente frustrante. Afinal, pode tirá-la do grupo das 20 primeiras do ranking da WTA e dificulta seu objetivo de estar no Finals. Mas não há dúvidas de que tem potencial para dar a volta por cima, embora esta seja uma derrota difícil de digerir. Só que um dos maiores segredos dos bons tenistas é justamente saber como esquecer, apagar, as decepções e criar ainda maior motivação para aperfeiçoar seu talento. Uma pena que a brasileira tenha deixado a chave de simples tão cedo. O momento fica para reflexão.

CAMISETA REGATA – Descontraído e carismático, Carlitos Alcaraz contou que desde o ano passado queria jogar o US Open com camisas sem manga. Eu particularmente acho horrível. Sei que ninguém está interessado na minha opinião, mas peço licença poética para dizer o que penso. A preocupação do jovem espanhol era de não querer estar muito parecido a Rafael Nadal. Mas este ano, ao entrar na competição com o status de número 1 do mundo, criou coragem e mostrou seu estilo.

Campeão em 2022, Alcaraz teve sorte na sua estreia e nem precisou terminar seu jogo, pois o adversário, o alemão Dominik Koepfer, desistiu por contusão. E numa festiva entrevista após a partida, comandada pelo ex-tenista, hoje treinador, Brad Gilbert, o carismático espanhol foi incentivado a performar uma música de sua playlist. Dármelas de Vagabundo, autoria do cantor, compositor e produtor musical colombiano, Sebastián Yatra, que estava na plateia. E ele não só cantou, como dançou e brilhou.

Para os curiosos, o principal refrão é assim: “Tatuarte la Biblia entera no te va ayudar a olvidarte de um amor que no se va a acabar/ Puedo estar con todo el mundo… nananana” Em português, alguma coisa assim: Tatuar a Biblia inteira não vai de ajudar a esquecer um amor que não vai acabar. Eu posso estar com todos… nananana.

Jornalista especializado em tênis, com larga participação em diversos órgãos de divulgação, como TV Globo, SporTV, Grupo Bandeirantes de Comunicações e o jornal Estado de S. Paulo. Revela sua experiência com histórias de bastidores dos principais torneios mundiais. Já cobriu mais de 70 Grand Slams: 30 em Roland Garros; 21, no US Open; 18 em Wimbledon; e 5 no Australian Open.
Jornalista especializado em tênis, com larga participação em diversos órgãos de divulgação, como TV Globo, SporTV, Grupo Bandeirantes de Comunicações e o jornal Estado de S. Paulo. Revela sua experiência com histórias de bastidores dos principais torneios mundiais. Já cobriu mais de 70 Grand Slams: 30 em Roland Garros; 21, no US Open; 18 em Wimbledon; e 5 no Australian Open.

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