PLACAR

Batalhador, Rafa Matos faz mais história

A 10ª edição tão especial do Rio Open, que pela primeira vez viu três brasileiros nas oitavas e nas quartas de final de simples, tinha mesmo que acabar com o primeiro tenista nacional campeão no Jockey Club.

A primazia coube ao batalhador Rafael Matos, canhoto de 28 anos que abandonou a carreira de simples muito cedo e rapidamente ganhou prestígio nas duplas. O ex-26º do mundo irá recuperar seu posto no top 50 e voltará a ser o brasileiro mais bem classificado no ranking da especialidade.

Matos deveria ter começado a temporada ao lado do conterrâneo Marcelo Demoliner, mas de última hora optou por jogar com o colombiano Nicolas Barrientos e a decisão deu até agora bons frutos. Em sete torneios, os dois jamais perderam na estreia, fizeram uma semi em Buenos Aires e agora levam o importante título no Rio, seu inédito em nível 500.

Rafa vinha fazendo boa parceria com o espanhol David Vega, com que ganhou cinco de seus seis ATPs 250 em 2022, mas os dois se separaram e a escolha do português Francisco Cabral não rendeu em 2023. Não se pode esquecer que ele marcou outro momento histórico para o Brasil, ao conquistar o título de mistas no Australian Open com Luísa Stefani, 13 meses atrás.

Dois jogadores de golpes de base muito fortes, Matos e Barrientos também se viram com o saque e no jogo de rede. Tiveram uma campanha dura no Rio, com três vitórias de virada e portanto no match-tiebreak, e isso só enche os dois de confiança. Eles seguem diretamente para Santiago, onde entram de cabeças 3 e, embora seja muito cedo para pensar nisso, subiram para o sétimo lugar no ranking de parcerias da temporada, a 205 pontos dos quinto colocados.

Em sua entrevista, Matos lembrou as dificuldades do início da carreira, que incluíam até lugar para treinar, e o tempo todo enalteceu o trabalho do técnico Franco Ferreiro, que também foi bom duplista. Os dois aliás trocaram abraços e euforia a cada vitória no Rio. Muito merecido.

E mais
– Sebastian Baez justificou seu amplo favoritismo, só teve trabalho no começo do primeiro set contra um claramente nervoso Mariano Navone e com isso conquistou seu primeiro ATP 500 e o quinto título de sua carreira.
– Baez, de apenas 23 anos, terá seu melhor ranking, o 21º, e com isso a Argentina terá agora três top 30 (Francisco Cerúndolo será 20º e Tomás Etcheverry, 27º). Já a surpresa Navone saltará 53 postos e chegará ao 60º.
– Na contramão do título de Matos no Rio, o experiente Jamie Murray deu entrevista em Doha e diz que a especialidade corre risco de extinção porque continua muito pouco valorizada pela ATP. “Tudo está piorando lentamente”, sentenciou.
– Alcaraz ainda estava no Rio nesta sexta-feira e assistiu as quartas de final do lado de David Ferrer, cumprindo assim até o fim seu contrato de US$ 1 milhão pelos três anos em que veio ao saibro sul-americano, conta dividida com Buenos Aires.
– João Fonseca fará duelo de ex-números 1 do ranking juvenil com Thiago Tirante na primeira rodada do ATP 250 de Santiago, na terça-feira. O carioca ganhou convite de última hora, mais um sinal de seu repentino prestígio internacional. Thiago Wild por sua vez pega Roman Burruchaga, filho do campeão mundial Jorge Burruchaga, autor do gol que deu o título para a Argentina na Copa do Mundo de 1986.
– Incrível destaque do sábado foi o australiano Jordan Thompson. Ele ganhou três jogos no sábado e levou os dois títulos de Los Cabos. Tirou Alexander Zverev e Casper Ruud para enfim ganhar seu primeiro ATP, aos 29 anos.
– Declaração forte e peso veio de Kim Clijsters. A belga culpa diretamente o técnico Patrick Mouratoglou pelo doping detectado em Simona Halep.

54 Comentários
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Maurício Luís *
Maurício Luís *
4 meses atrás

E o inédito título do Rio Open pra um brasileiro acabou indo pra um duplista. Justamente a modalidade praticamente desprezada pelos comentaristas deste blog. Que eu me lembre, só este que vos escreve andou comentando sobre duplas ultimamente. Da última vez que fiz isto foi quando falei do indiano, o + velho número 1 do mundo aos 43, Rohan Bopanna.
Acho que o jamie Murray tem razão.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás

ESTOU CHOCADO COM O FATO de não poder me manifestar em determinados espaços a respeito do estupro e consequente condenação de Daniel Alves. É como se todas as mulheres estivessem sendo vilipendiadas, em razão disso. Confesso que me dá até vontade chorar. Que coisa triste isso…

Leandro Passos
Leandro Passos
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Por gentileza, comente isto nos sites de futebol. Aqui é um site de tênis e o seu comentário, além de inapropriado pelo teor militante, não se justifica por ser um esporte totalmente diferente do que se referiu.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Leandro Passos

LEANDRO PASSOS, percebo que você aprendeu muito bem o que diz o manualzinho do politicamente correto, e com isto se permite à condição de defensor da ortodoxia deste blog, posto que é atribuição de JOSÉ NILTON e não sua. Sobre o caso Daniel Alves, desde quando ter consciência, avaliar e discorrer sobre crimes brutais cometidos no nosso( ! ) cotidiano é portar-se como “militante”? Ah, teria eu que comentar sobre “isto nos sites de futebol”? Pois saiba que crimes dessa natureza transcendem as esferas específicas, em que há espaço não apenas para os que avaliam com discernimento questões espinhosas, mas também para os de natureza alienada e covarde, dos quais só resta sentir pena. O estupro cometido por Daniel Alves não nos vem com a chancela do jogador de futebol pura e simplesmente, assim como o infeliz Thiago Wild ter agredido sua namorada não é algo que se restringe apenas à panelinha do tênis, ok?

Gilmar de Oliveira
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Site e chat de tênis é…. para discutir tênis… para de ser chato. Simples assim. Ninguém quer saber a sua opinião. Na Psicanálise, essa sua sanha por comentar o crime do cara tá com jeito de desejo reprimido, ciúmes, algo assim. Supere.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Gilmar de Oliveira

GILMAR DE OLIVEIRA, eu com “ciúmes” e ainda por cima integrando o rol de colaboradores desta casa, é isso mesmo? Cê jura que pensa antes de postar o que escreve? E mais: esse alinhamento que você sugere que tenho com o tal infeliz, parece que quem tem mesmo é você, pois noto até cumplicidade, quando, em determinada sequência da sua postagem, você alude ao mesmo dizendo “o crime do cara”. Pois é, seu GILMAR, tem muita OLIVEIRA com alma de mexeriqueira…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Leandro Passos

E você faz militância também. Mais um cidadão de bem? Esporte e tênis são diferentes, mas são esportes. Quem deve decidir sobre o que pode ser postado ou não é o Dalcim e não você.

SANDRO
SANDRO
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Concordo contigo Leandro Passos…
Já que hipócrita e enfadonho comentarista, que critica tenistas sem sequer saber empunhar uma raquete, é o maior agressor do blog: agride tenistas,agride comentaristas e já agrediu o próprio autor do Blog e vem querer dar uma de falso moralista querendo misturar Thiago Wild com Daniel Alves, como se nós tivéssemos interessados em sua militância hipócrita, o que nos compete é desprezar essa figurinha insossa e
repetida …

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  SANDRO

SANDRO, você está enganado, aliás, mais uma vez. Tanto não misturei Daniel Alves com Thiago Wild, que tive o cuidado de chamar o primeiro de estuprador, que realmente é, e o outro de agressor, já tendo confirmadas as ações infames deste, ou seja, apenas os coloquei na mesma postagem, o que é bem diferente de “misturar Thiago Wild com Daniel Alves”. Porém, se você faz tanta questão de dissociar Thiago de Daniel com essa veemência toda, é sinal de que é fervoroso defensor das variantes do paranaense…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Eu até concordo que certas coisas transcendem o esporte tênis. Mas se colocar isso num site de futebol, você com certeza alcançaria uma visibilidade muito maior, já que é de longe o esporte + popular do Brasil.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

MAURÍCIO LUÍS, condesso que eu não sabia que sou tão burro. De todo modo, agradeço por me abrir os olhos, no que se refere à minha postagem sobre o estupro de Daniel Alves alcançar “visibilidade muito maior num site de futebol”. Agora falando sério, LUÍS, é claro que sua sugestão não tem nenhuma serventia, já que minha postagem alcançou “visibilidade muito maior”, por eu tê-la veiculado em sites das mais variadas modalidades esportivas, ou seja, é óbvio que não sou burro coisa nenhuma. Como vê, enquanto você vinha com o feixe de cana debaixo do braço, eu já voltava com a pinga há muito tempo…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Ué, bastava dizer que já o fez. Não vejo necessidade de tratar a mim ou a qualquer outro daqui com essa ironia. Acho que você deveria reavaliar o modo como dialoga… mas pelo seu histórico aqui, isto está bem longe de acontecer. Vida que segue.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

NÃO, MAURÍCIO LUÍS, não “bastava dizer que já o” fiz, não tenho que dirigir com a roda presa, só porque você resolveu reportar como tenho que proceder nesta confraria.

Andre Borges
Andre Borges
4 meses atrás

Franco Ferreiro foi um dos 5 tenistas mais talentosos que vi jogar ao vivo.

Paulo A.
Paulo A.
4 meses atrás

Com o aparecimento fulgurante do João Fonseca, suscitando uma altíssima expectativa, até mundial, penso que isso poderá ajudar a Bia, tirando-lhe – e muito! – da pressão de ser a única brasileira de destaque no ranking mundial. As expectativas sobre ela poderiam, assim, ser melhor ajustadas e ela jogar mais tranquila. É só a minha opinião mas torço para que a ajude…

Evaldo Aparecido Moreira
4 meses atrás

Bom dia

Pós Rio Open, onde tivemos as simples brilhando, antes de começar de fato as quartas de finais.
Tivemos, a alegria de Rafael Matos brilhando ao lado do parceiro Nicolas Barrientos, parabéns.
João Fonseca, teve execelente torneio, mas bem como disse o Dalcim, aprendizado para aprender a dosar a energia, nem sempre a pancadaria resolve, não é mesmo!?
Parabéns a injuado Sebastian Baez, kkkkkkkkkk, o tenis argentino como sempre vem forte.

E por fim, o último parágrafo do “E mais”, que me chamou atenção, aliás há tempos que vem chamando a atenção, reitero que, a romena tem todo o direito de se defender:

” Declaração forte e peso veio de Kim Clijsters. A belga culpa diretamente o técnico Patrick Mouratoglou pelo doping detectado em Simona Halep”

Se Patrick Mouratoglou, não se atentar sobre esse caso, embora ele já se manifestou publicamente, começo a imaginar que, nos corredores do tenis ou nos próprios vestiários, que haverá comentários a respeito dessa situação da Halep, e a imagem dele não vai ser boa, e ainda mais, quando sair o resultado da CAS, como disse: começo a imaginar um cenário deste tipo no tenis, e para o renomado treinador francês, seria bom, ele começar a ficar esperto.

SANDRO
SANDRO
4 meses atrás

Parabéns a Rafael Matos pelo título inédito!!!
A popularidade da audiência do jogo de duplas, com certeza, seria muito maior se as duplas fossem formadas por jogadores que defendessem a “mesma bandeira”. Isso é consenso nas resenhas entre eu e meus colegas que jogamos tênis “amador”: nós estaríamos muito mais estimulados a torcer e acompanhar as duplas se ambos os jogadores defendessem a mesma bandeira. Por exemplo, no VÔLEI DE PRAIA, as duplas são sempre 100% da mesma bandeira e fica mais fácil para nós sermos estimulados a torcer por elas e termos os nomes delas guardados como as duplas: GEORGE e ANDRÉ, RENATO e VITOR FELIPE, ATHUR e ADRIELSON, DUDA e ANA PATRÍCIA, TAINÁ e VIC, ÁGATA e REBECA, ANDRESSA e VITÓRIA, TALITA e THAMELA…
Já no tênis, fica menos atrativo para a torcida quando a dupla é formada por jogadores de bandeiras diferentes, como um brasileiro e um holandês, uma brasileira e uma kasake e por aí vai, duplas que representam bandeiras diferentes ficam muito limitadas a atrair a atenção dos torcedores…
Seria mais estimulante torcer por duplas 100% nacionais, como foi o caso das duplas STEFANI e MATOS, Campeões do Australian Open,
MELIGENI e MATOS, Campeões nos torneios de Córdoba e do Chile, STEFANI e PIGOSSI, bronze na Olimpíada de Tokyo e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago do Chile.
Tenho certeza que seguissem o exemplo do VÔLEI DE PRAIA e as duplas no TÊNIS representassem a mesma bandeira, o sucesso de público seria muito maior e as arenas estariam mais lotadas com torcedores estimulados a torcer por duplas representando a mesma bandeira…

PRGF
PRGF
4 meses atrás
Responder para  SANDRO

Não tinha pensado nisso…
Mas faz muito sentido em termos de chamar o público…

Gilvan
Gilvan
4 meses atrás

Bom lembrar que o Mouratoglou também foi treinador de Serena Willians, uma das jogadoras com maior desconfiança de uso de doping na história do tênis feminino, com direito ao episódio insólito, em que Serena se escondeu da equipe médica dentro do “quarto do pânico” de sua residência, tendo se recusado a fazer o teste antidoping, tal qual feito recentemente por um certo sérvio antivax.
Infelizmente, no que diz respeito ao controle de dopagem, a atuação dos órgãos ligados ao tênis profissional é muito nebulosa.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 meses atrás
Responder para  Gilvan

Comentário típico de um militante conservador. Serena sempre foi vítima de imprensa e torcedores racistas. No final, quem foi pega no doping foi a queridinha loira russa, a maior freguesa de Serena. Não me surpreende, pois você torce para o passa pano da ditadura saudita e também é um chorão que fica buscando argumentos sem fundamento para desqualificar o maior de todos do tênis.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Não tens noção do que postas , não é mesmo Paulinho ??? . Por caso manda aí o que disseram Djokovic e Nadal , após o pronunciamento do verdadeiro Embaixador do Esporte ?… Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esqueci de Murray que foi bastante claro do que acha de se jogar no Oriente médio. Está hoje no Tênis Brasil.. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 meses atrás
Responder para  Gilvan

Snif, snif.

414 semanas #1 hoje, 419 garantidas e, com boas atuações no Double Sunshine, provavelmente até Roland Garros. E o tal de Aquarraz só ladeira abaixo.

O sofrimento terceirete segue firme e forte, hehehe.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Aquarraz ? . Como desces rápido o nível quando desesperado , não é mesmo Sr Paulo Almeida ? . Repetindo aqueles fanáticos sem noção do Site outra vez ? . Ladeira abaixo é não obter um ÚNICO break-point no seu SLAM de maior sucesso. Isto depois de perder 3 match-points em sequência e ser eliminado da da Copa Davis , pelo mesmo oponente. Já Carlos Alcaraz caiu apenas uma rodada antes no AOPEN em jogo duríssimo. Jamais abandonaria seu Time como o Sérvio tristonho fez agora em fevereiro, deixando a Sérvia ser rebaixada, jogando no lixo 2024 ,tirando férias no segundo mês do ano. ” Jogar pelo meu País é o que me dá mais motivação” . Sei … Rsrsrs, Abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quem é vc pra criticar alguém por erros, logo vc que corrige os próprios posts kkkkkkkk? Alem disso, escreve mal e de forma confusa, só seus amiguinhos que tem outros interesses em ter vc ao lado pra não apontar isso. Vc é patético. Abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

Olha só quem aparece pra chamar alguém de patético , sem jamais acrescentar nada em NENHUM comentário a ser o ridículo “ diversão garantida “ . O fato de reconhecer meu péssimo Português e tentar corrigir um comentário, ponto pra mim . Só consegues um mínimo de atenção babando ovo dos mesmos de sempre . Cresça e apareça, Fernandinho kkkkkkk. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Luiz Fernando

* A não ser o … A correção ficou complicada com o novo formato . O guri postando de celular com as ridículas abreviações, também pouco demonstra domínio sobre a escrita …rs. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ficou ofendido com o apelido carinhoso? Mas quando é pra falar “goat” paraguaio, não pensa duas e nem três vezes.

Ladeira abaixo é perder pra Jarry, Safiullin, Dimitrov etc. Jogo duríssimo? Escapou de tomar um 3×0 com apenas 7 games porque o Zverev vacilou quando servia pro jogo.

O GOAT Djoko segue firme como número 1, logo não tem como ser nem ladeira acima, pois já está no topo. Desde quando se livrar da Copa Davis é jogar 2024 no lixo? Alcaraz jamais abandonaria? Foi o que ele fez depois da surra que levou do Medvedev no USO. Rsrsrs.

P.S.: É óbvio que eu já vi draws de incontáveis torneios de várias épocas e por isso mesmo eu sei quando os jogadores foram eliminados.

Rsrsrs, a conferir, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não conferiu nada . Jogou fora o 2024 da Sérvia na Copa Davis ,mas não deixou de jogar o de mistas da ATP que ele tanto adora , onde apanhou em Sets diretos para o Di Menor . Ele começou a Temporada sim ladeira abaixo. Perdeu tudo que competiu . Veremos como vai se portar contra SINNER e Alcaraz nos MASTERS Norte- Americanos . E não fique nervosinho pois a torcida vai estar toda com ambos kkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tá, você sabe mais do que eu se conferi ou não, ainda mais com o Wikipédia dando tudo mastigado.

Estive sempre tranquilo quanto a isso, afinal ele se alimenta de torcida contra.

Aí, Sr. SR, já montei seu top 5, já que estavas com muita preguiça. São eles: legado, magia, carisma, 237 semanas e 94 winners; a ordem deixo pra você decidir.

Rsrsrsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Boa caro Piloto . Na mosca sem dúvidas são estes mesmos . O LEGADO e as 237 Semanas CONSECUTIVAS ( 4 anos e 10 meses ) no Topo do Ranking , obviamente por serem INATINGÍVEIS, encabeçam a nível de preferência…rs. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É, como diz John McEnroe: “um tenista quando não perde, é campeão”.
Então, realmente, ele perdeu tudo – 2 torneiros – que competiu esse ano.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás

Até mesmo Carlos Alcaraz não se fez de rogado e projetou um grande futuro para o excelente João Fonseca. Tudo isso In loco pois ficou até sábado. E tem figuras que falam em Pachequismo . Alguém anotou quem levou o MASTERS 1000 da WTA , depois de bater a algoz de Iga Swiatek ??? . Abs !

André Aguiar
André Aguiar
4 meses atrás

Desculpem-me pelo textão, mas gostaria de discorrer sobre a dificuldade de compra de ingressos para o Rio Open, assunto muito citado nas redes sociais. Com a experiência de frequentador do torneio desde a sua primeira edição, penso o seguinte: é fato que a compra de ingressos ficou mais difícil. Lembro que nos primeiros anos era possível adquiri-los facilmente na bilheteria, no próprio dia das rodadas, pelo menos das primeiras. Havia ingressos disponíveis até minutos antes do início das sessões e às vezes até sobravam. Isso não é mais possível, a não ser enfrentando horas de fila a partir do meio-dia, junto com cambistas, e sem a certeza de sucesso, já que nem todo dia aparecem ingressos para venda. Na compra remota, através do site de vendas, eu sempre conseguia comprar assentos nas primeiras filas de qualquer setor da quadra central, exceto para os setores VIPs, obviamente. Hoje isso é impossível, mesmo entrando no site de venda no instante em que ela se inicia, tanto no dia da pré-venda aos clientes dos principais patrocinadores, como no dia da venda ao público em geral. Nota-se que a grande maioria, senão a totalidade dos assentos das primeiras sete ou oito filas, tanto dos setores de fundo como os laterais, não são mais disponibilizados para venda nem para a pré-venda. A minha suspeita é que são destinados aos 47 (!) patrocinadores (esse número é informado no próprio site do torneio) e a algumas agências de turismo. Essa suspeita foi reforçada com o que testemunhei in loco. Eu tinha um ingresso para sexta-feira na penúltima fila de um setor de fundo (205). Mas, no início da sessão, sentei-me numa cadeira na segunda fila daquele setor, cujo portador do ingresso ainda não havia chegado. Conversando com alguns vizinhos, pude constatar que eram convidados de empresas patrocinadoras, ou pertenciam a um grupo levado por uma agência de turismo parceira do evento.
Devo dizer que eu mesmo já fui beneficiário de alguns poucos convites recebidos de um banco ex-patrocinador, do qual era cliente.
Conclusão: a procura por ingressos de fato aumentou nos últimos anos, provavelmente motivada pela fama positiva que o torneio adquiriu, fama essa espalhada aos quatro cantos do país através das redes sociais, cuja utilização cresceu dramaticamente ao longo dos últimos anos. Pode-se especular também que houve um aumento da popularidade do tênis, motivado pela maior oferta de torneios exibidos na TV e por streaming. Mas, por outro lado, há evidências de que o número de ingressos disponíveis para o público pagante sofreu uma redução em função do aumento do número de patrocinadores e, consequentemente, do número de convites concedidos a eles. Fazendo um exercício de cálculo: se 70 ingressos em média forem concedidos a cada um dos 47 patrocinadores (uns recebem mais, outros menos), daria um total de 3.290 ingressos. A quadra central tem capacidade para 6.200 pessoas. Ou seja, cerca da metade dos assentos não é colocada à venda ao público, o que está de acordo com o que se observa na compra remota. Deixo claro que isso não é uma crítica, mas sim mera constatação. Se o Rio Open precisa de muitos patrocinadores para viabilizar-se e esses demandam muitos convites, que assim seja. Melhor isso do que não ter torneio.
Só acho, com o risco de ser chamado de ingênuo, que a organização do torneio poderia articular-se com o Jockey Club e com o governo do estado do RJ (também patrocinador do evento), para encontrar formas de reprimir a livre circulação de cambistas tanto fora como dentro(!) do clube. Se a polícia ao menos comparecesse ao local, coisa que nunca vi acontecer, e efetuasse prisões em flagrante, certamente desestimularia a prática desse crime.

Por fim, expresso minhas congratulações ao Dalcim, ao Priante e a toda equipe do TB pela sempre excelente cobertura do “nosso Grand Slam”, como disse o Guga.

Lisandro
Lisandro
4 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Concordo integralmente com seu comentário.

Já fui no evento e comprei ingressos online 2x e nunca vi mudança tão dramática ns compra de ingressos como de 2023 para 2024, não foi normal a falta de ingressos com apenas 10 minutos.

Esse tipo de acontecimento e constante postura do torneio em relação a venda de ingressos ajuda manter a famigerada alcunha “esporte de elite” no amado tênis.

No mais, parabéns Dalcim e equipe TB pela cobertura do torneio.

Ronildo
Ronildo
4 meses atrás

Os anos passam. Primeiro a era Pete Sampras, depois a era Guga. A maior e melhor de todas foi a Era Federer que tragicamente passou de auspícia para insípida devido a milhares de fatores desfavoráveis que produziram uma convergência funesta de eventos, confeccionando uma realidade que a grande maioria não queria no esporte amado. Finalmente estamos iniciando uma nova era nacional que pode trazer ao tênis da Brasil a conquista da Taça Davis.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 meses atrás
Responder para  Ronildo

Gostou do número 1 mais velho da história sem nem precisar entrar em quadra, Ronildo? Agora o objetivo é continuar lá até completar 37 anos pelo menos.

Ronildo
Ronildo
4 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Veja você Paulo, assim foi a carreira de Djokovic: “Mil cairão à tua direita, mil cairão à tua esquerda, mas tu, sim tu, continuarás de pé!”

Cara, com tudo isso houve muito choro e ranger de dentes. Mas apesar de tudo, apenas unicamente no tênis, habilidade e técnica, ainda vejo Federer como o melhor de todos.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Ronildo

CARO RONILDO, para que sua ironia ficasse perfeita, a grafia final poderia ter sido assim: “a conquista da…Taça Davis”. Ficaria o máximo…

Ronildo
Ronildo
4 meses atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Certo Valmir

Uma pena que a Taça Davis não tem a glória de antes.

Mas em pouco tempo o Brasil vai estar bem forte nesta competição.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Ronildo

RONILDO, tenho certeza que nas entrelinhas você quis dizer: “Grande merda”…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás

Então caro Dalcim , parabenizando pelo excelente PODCAST 166 sobre João Fonseca , mas confesso que fiquei com uma duvida. A Empresa Suíça ON pra tirar Iga da Asics , precisou fazer um contrato milionário. Não tenho noção como foi com Ben Shelton e com João, mas consta que todos já eram contratados em março de 2023 . Iga e Ben puderam inclusive desenvolver a convite da Empresa um Tênis exclusivo , o que muito agradou a ambos . João a princípio já pode romper este contrato ? Obrigado. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Excelente. Novamente muito obrigado.ABS !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

No US Open 2023 ele já não vestia essa roupa?

Eduardo Cantergi
Eduardo Cantergi
4 meses atrás

Dalcim, só por curiosidade, tu sabes a razão que acabou não saindo a dupla Matos/Demoliner? O Demo está sem parceiro fixo também? Abraço

Marcos Antonio Vargas Pereira
Marcos Antonio Vargas Pereira
4 meses atrás

Corrigindo , tivemos 4 brasileiros nas oitavas , o Felipe caiu nesta fase.

Sandra
Sandra
4 meses atrás

Dalcim , deixa eu ver se entendi , o Fonseca não pode receber prêmios em caso de vitória, mas os pontos ele pode ganhar ? E quanto aos patrocínios ele pode ganhar ? Não é muita coisa para um menino de 17 anos ?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Talvez assim finalmente entendam, que ele ainda não é profissional, desde o outro post.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
4 meses atrás
Responder para  Sandra

SANDRA, seus questionamentos sobre os ganhos não financeiros de João Fonseca estavam perfeitos porque oportunos, até você cair na esparrela de aludir aos “patrocínios”, somados aos tais fatores não financeiros, e questionar se “Não seria muita coisa para um menino de 17 anos”. SANDRA, querida, teve muita gente graúda, que ao iniciar a carreira como profissional, já estava com as cumbucas entupidas de milhões. Ou você nunca ouviu falar de Chang, Hingis, Becker, Seles e Sharapova, dentre outros com menos de 18 anos, ao conquistarem seu primeiro slam e, por conseguinte, também ganharem muita grana, bom posicionamento no ranking e status social? Acaso se desestabilizaram por conta disso? O tênis é um esporte tão pleno de ortodoxia, tão cheio de regras comportamentais e tão envolto no aspecto financeiro, que a carreira da grande maioria dos raqueteiros se torna algo previsível desde a mais tenra idade, e isto não é nenhuma novidade também para João…

Última edição 4 meses atrás by Valmir da Silva Batista
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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