Rio de Janeiro (RJ) – Convidado para a chave principal do Rio Open, Gustavo Heide foi eliminado na estreia do ATP 500 disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro. O paulista de 23 anos e 258º do ranking foi superado nesta segunda-feira pelo tcheco Vit Kopriva, 87º do ranking, que marcou as parciais de 6/2 e 7/6 (7-5).
Heide segue com três vitórias em chaves principais de ATP, com destaque para a campanha até as quartas de final de Gstaad em 2024, quando venceu o então número 15 do mundo Ugo Humbert.
Há pouco mais de uma semana, na Copa Davis, ele venceu o top 40 Gabriel Diallo em quadra dura e coberta no confronto contra o Canadá. Esta foi sua terceira participação na chave do Rio Open, ainda sem vitórias.
A partida marcou também a estreia de Heide no saibro em 2026. Na atual temporada, ele tem agora duas vitórias em seis jogos, cinco deles no piso duro. Apesar do revés no Rio, ele se sente motivado para a sequência da temporada sobre a terra batida. “Estou confiante. Agora vai ter uma gira longa, estou me sentindo bem fisicamente e jogando bem, então tem tudo para ser uma boa gira e tentar terminar com bons resultados”, frisou.
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Algoz de Heide na rodada de estreia, Kopriva espera o vencedor do duelo entre os argentinos Camilo Carabelli, cabeça 5 do torneio e 46º do mundo, e Roman Burruchaga, 102º colocado.
O início de partida foi difícil para Heide, que sofreu duas quebras seguidas e não aproveitou os dois primeiros break-points que teve, permitindo ao rival sair vencendo por 4/0. Kopriva era mais consistente nos ralis do fundo de quadra e também fechou a porta em outras três ocasiões que teve o serviço ameaçado, dando preferência para saques no backhand do brasileiro.
Logo no início do segundo set, Kopriva voltou a quebrar e saiu vencendo por 2/0, chegando a liderar por 4/2 sem ter o saque ameaçado. Heide conseguiu equilibrar um pouco mais a parcial, quando começou a ser mais efetivo na combinação entre saque e primeira bola e fazendo bom uso das curtinhas para buscar o empate no oitavo game. O equilíbrio permaneceu até o fim da parcial, definida apenas no tiebreak. Kopriva chegou ao match-point depois de um winner de forehand na paralela e definiu a partida em sua primeira oportunidade.
Ao analisar a partida, Heide diz que sai do torneio com a sensação de que poderia ter feito algo melhor. “Eu acho que no meio do segundo set eu consegui entrar realmente no jogo e tive chance no tiebreak. No começo da partida eu não estava jogando mal, mas ele estava jogando super bem e o jogo dela estava me incomodando bastante. Fica um gostinho amargo, porque eu sei que poderia estar jogando o terceiro set agora, mas isso é o tênis e faz parte”, concluiu.













Heide começou muito mal,mas cresceu durante a partida,vendeu caro o segundo set,merecia levar para o terceiro,mas não deu
Outra oportunidade destas de passar uma rodada num 500 vai ser um pouco difícil aparecer.
Oportunidade? O cara é 258. Enfrentou o 87. Esperava uma vitória?
Problema não é perder mas atitude ou a falta dela. Sem contar a grana e os pontos. O cara tem que pelo menos lutar e nao entregar de graça como fez.
Nao tem nada a ver com atitude. Hoje ele é um tenista inferior ao Kopriva. O melhor ganhou do pior. Simples assim. A vitória sobre o canadense que parecia estar jogando um torneio de verão no quintal de casa não diz absolutamente nada. Ainda nada
Se não aproveitarem um torneio desse nível praticamente sem jogadores top 30… E em casa… Para arrancarem… Vai acontecer quando?
Agora se o cara tem um ranking mais alto nem vão tentar… Então não faz sentido convidar esses caras que todo ano é a mesma história… “Valeu pela experiência”…
Eu realmente esperava mais do Heide… Ainda mais depois do desempenho dele na Davis…
Mas sei lá… Parece que falta espírito de luta para essa turma… Não vejo isso no Heide, Meligene, Reis, Wild…
Reis é aguerrido. O problema é que seu jogo ainda tem lacunas a serem preenchidas. Mas não falta comprometimento a ele.
O problema maior dos brasileiros geralmente é mental mesmo. Falta confiança em momentos decisivos de jogos importantes. Por isso nossos tenistas se auto-bloqueiam. Inclusive, quando jogam bem, sentem muita dificuldade pra fechar os jogos.
Infelizmente eu já sabia, ele é inconstante, quando ganha uma boa partida como ganhou na copa Davis do Gabriel Diallo, depois perde umas três ou quatro na sequencia. rsrsrsrs
Mental e vontade pequenos.
Complicado o cidadão fazer seu 1° jogo no saibro em 2026 justamente numa chave principal de um ATP 500..
Com relação ao jogo: backhand do Heide segue muito frágil e ele não tem foot-work nem de longe o suficiente pra fugir desse golpe na maior parte do tempo.. em condições lentissimas de jogo que tiram muito do poder de definição do seu saque e do seu forehand e as coisas se complicam pra ele contra um saibrista classico competente..
Sigo oq já falei durante a Davis: além de precisar jogar com mais frequência, deveria priorizar torneios em condições mais velozes, q valorizem mais seus pontos fortes..
achei que ele perdeu por conta disso .. além de golpes serem mais eficientes em quadras rápidas nao teve tempo de adaptação para saibro
Concordo.
O trabalho de pes dele é muito ruim. Joga muito plantado e isso torna os deslocamentos muito lentos. Precisa ser mais constante durante os jogos e errar menos, muitas vezes ele fez todos os pontos do adversário, ai complica demais. Ele é uma montanha russa nas partidas, se jogar com mais equilíbrio tem nitidamente potencial para voos mais altos.
Estamos falando de um top 100 versus um top 250 ( nem isso ) . Derrota esperada . Mas Heidi teve um bom 2o set da metade pra frente . E mini break . Faltou pouco para levar para o 3o
.
Parece certo que vai recuperar mais posições até metade do ano , se ficar livre de lesões .
Achei o Heide meio travadão hoje, talvez pelo sentir da pressão. E o que mais pesou foi a falta do primeiro saque entrando mais vezes, é um fundamento determinante no jogo dele e que não aconteceu.
Agora fica 2 meses sem jogar.
Tinha gente aqui falando que ele tem tênis pra top 50 fácil fácil….
Precisa preparar nossos atletas para atenção no início de jogo. Todos saem perdendo saque e aí fica dificil
Começou muito mal a partida, muitos erros não forçados e o adversário não aliviou no jogo pesado. Como colocou um comentário acima, não dá para fazer a primeira partida do ano no saibro no Rio open. A impressão que dá é um desleixo dele na construção do calendário.
O pessoal achando até um bom jogo kkk enfrentou o Barrios vera e agora o Kopriva, e não ganha set, o que vc quer melhor que isso na estreia de ATP 500, quer pegar jogador fraco joga ITF, WC para o Guto é muito melhor que para esses que não saem do lugar, Meligeni, Heide e Reis.
Os WCs deveriam ser somente para jovens de até 20 anos em ascensão, ano que vem tem que ter WC no quali para Léo Storck e Livas Damazio