Monte Carlo (Mônaco) – Nesta sexta-feira foi sorteada a chave do Masters 1000 de Monte Carlo, que colocou uma caminhada espinhosa para o alemão Alexander Zverev, que pode ter uma estreia bastante complicada contra o italiano Matteo Berrettini. Além disso, ele viu o sérvio Novak Djokovic cair do seu lado, podendo cruzar com ele nas semifinais.
Cabeça de chave 1, Zverev estreia na segunda rodada contra Berrettini ou um tenista vindo do quali, nas oitavas pode encarar o italiano Lorenzo Musetti, o tcheco Jiri Lehecka ou o norte-americano Sebastian Korda e nas quartas tem tudo para encarar o grego Stefanos Tsitsipas ou o dinamarquês Holger Rune, respectivamente sexto e décimo favoritos.
O principal candidato a cruzar com o alemão em uma eventual semifinal é Djokovic, terceiro pré-classificado, que inicia sua campanha contra o vencedor do confronto entre o convidado suíço Stan Wawrinka e o chileno Alejandro Tabilo. Em seu caminho ainda estão nomes como Grigor Dimitrov (oitavas), Alex de Minaur e Daniil Medvedev (quartas).
Alcaraz lidera o outro lado
Na outra ponta da chave está o espanhol Carlos Alcaraz, que escapou de cruzar com Djokovic antes da final. Assim como o alemão, o segundo favorito pode iniciar sua caminhada contra um italiano, o experiente Fabio Fognini, que para isso precisa superar a estreia contra o argentino Francisco Cerúndolo.
Alcaraz pode enfrentar o canadense Félix Auger-Aliassime nas oitavas e tem como possíveis oponentes nas quartas nomes como o russo Andrey Rublev e o francês Arthur Fils, com o italiano Flavio Cobolli e o experiente francês Gael Monfils correndo por fora.
Entre os que podem cruzar com o espanhol na semi, o principal deles é o norueguês Casper Ruud, cabeça de chave 4. Quem também pode pintar nessa fase é o britânico Jack Draper, campeão deste ano em Indian Wells, e os norte-americanos Ben Shelton e Frances Tiafoe.
FInal Djoko x Alcaraz. Podem anotar aí.
Depois de cair na semi em Indian Wells e logo na segunda rodada em Miami, acho que o Carlitos vai vir mordido pra Monte Carlo. Ele só jogou lá uma vez, em 2022, e a gira de saibro normalmente é onde ele brilha. Ano passado foi um caos: lesionado, ficou fora de Monte Carlo, Barcelona e Roma, e ainda caiu cedo em Madri… e mesmo assim ganhou Roland Garros! Vai entender esse menino, né? Kkkkk
Ganhou Roland Garros porque um certo sérvio rompeu o ligamento do joelho, minha cara amiga M. Lima, rsrs.
O teste de fogo será derrotar o campeão anterior do torneio na final ou na semi, para se consagrar como o maior do saibro na atualidade.
Ah, então eu posso dizer que o Rublo só ganhou Madri porque o Carlitos estava lesionado? E que o Casper só levou Barcelona porque o Carlitos nem pôde aparecer pra defender o título? Tá bom. Agora, você realmente acha que o Djoko vai fazer milagre em Roland Garros esse ano? O cara tá derretendo em quadra dura — que, teoricamente, é o parquinho dele — imagina no saibro mais lento do circuito, onde ele vai ter que suar o triplo pra construir ponto e ainda ficar uma eternidade em cada troca. E vale lembrar: Grand Slam é melhor de cinco sets, e o senhor Djokovic não tá conseguindo nem fechar uma melhor de três sem parecer que vai desmaiar.
Calma rsrs. Talvez possa dizer isso, sim.
Ele demonstrou esse esgotamento físico em 2023 algumas vezes também, mas foi campeão 7 vezes, 6 de big titles, incluindo 3 Slams, um deles, Roland Garros. Tira forças do além e também pode fazer uma pausa estratégia no vestiário, entre os sets, rs.
É um dos favoritos em RG, sem dúvida.
Caminho fácil de Alcaraz até a final.
Uma baba essa chave do Alcaraz