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Tênis brasileiro mantém a emoção nos 10 anos do Rio Open

O Rio Open, ainda mais numa edição tão especial de 10 anos, não merecia um destino diferente. Depois da lesão de Carlos Alcaraz e da eliminação do Stan Wawrinka coube ao tênis brasileiro manter a emoção do maior torneio da América do Sul. A estrela ascendente, sem dúvida, é o jovem carioca João Fonseca. Mas não se pode desprezar o enorme talento de Thiago Wild, que revela agora estar em um de seus melhores momentos. O outro Thiago (Monteiro), sempre lutador, confirma seu bom jogo e o Felipe Meligeni mesmo perdendo ajudou a fazer a festa da galera com bela participação.

Joao Fonseca para mim apareceu numa conversa há alguns anos no Corcovado Club, o lounge do Rio Open. Uma das organizadoras do evento comentou com o ex-tenista Danilo Marcelino o talento do menino João. Sempre costumo ouvir muitas coisas de juvenis, mas agora o carioca confirma suas boas previsões. Gostei muito de seu gesto ao ajoelhar-se em quadra na sua primeira vitória em ATP 500. Mostrou humildade e reconhecimento. Afinal, não é segredo no mundo do tênis que essa transição para o profissional é um terreno perigoso e difícil. Mas Fonseca vem mostrando condições de superar esse momento.

É claro que não dá para prever os próximos passos do tênis brasileiro nesse Rio Open. Mas essa edição de 10 anos já entra para a história.

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