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Swiatek: “Não tive controle do jogo, mas lutei até o fim”

Foto Corinne Dubreuil/FFT

Melbourne (Austrália) – Depois de ter ficado muito próxima da eliminação já na segunda rodada do Australian Open, a polonesa Iga Swiatek fez um balanço sobre a partida e admitiu não ter tido o controle em boa parte do jogo. Para compensar, a número 1 do mundo destacou sua luta até a última bola.

“Com certeza senti que não tinha controle sobre essa partida, mas sabia que seria difícil alguém manter aquele nível que a Danielle [Collins] mostrou no segundo set e no início do terceiro. Eu só queria estar pronta sempre que tivesse a chance de voltar e jogar um pouco mais porque não houve muitos ralis. Ela estava muito agressiva e eu queria fazer o mesmo, mas no segundo set com certeza ela mostrou melhor qualidade. Estou feliz por ter sido sólida e ter acreditado até o fim”, declarou a jogadora de 22 anos.

Um dos momentos mais difíceis que Swiatek enfrentou na partida aconteceu na parcial decisiva, na qual ela viu a adversária obter duas quebras de vantagem e abrir 4/1 com saque a favor. Após a vitória por 6/4, 3/6 e 6/4, ela diz que chave para a reação foi a persistência.

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“A única coisa que você pode fazer nesses momentos é tentar novamente. Naquele momento você sabe que vai perder, então pode relaxar um pouco mais. Tudo fica mais fácil, é assim que funciona. O que não muda é o fato de continuar tentando. Aceito que não terei apenas pensamentos positivos, mas procuro não perder intensidade nas trocas”, disse.

Na próxima rodada, Iga Swiatek terá pela frente a tcheca Linda Noskova, de 19 anos e 50ª colocada no ranking. A polonesa venceu a única partida entre elas, nas quartas de final de Varsóvia do ano passado, também em quadra dura. Sobre o próximo duelo, a polonesa evitou fazer grandes análises.

“Não sei como Linda vai jogar ou como vai ser o jogo, mas estou pronta para que cada jogo seja intenso. Obviamente, às vezes é mais intenso com jogadoras que têm estilos diferentes, mas ela também está jogando muito bem e é muito rápida. Eu realmente não me importo com isso, pois houve anos em que tive começos mais fáceis e depois me senti um pouco enferrujada quando chegaram as fases mais difíceis. Cada Grand Slam apresenta uma história diferente, no final cheguei à conclusão de que nada importa, basta estar pronta”, afirmou.

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