Miami (EUA) – A filipina Alexandra Eala celebrou mais um grande resultado ao alcançar as oitavas de final do WTA 1000 de Miami. Após derrotar a polonesa Magda Linette em sets diretos, a jovem refletiu sobre sua ascensão e os desafios de enfrentar adversárias renomadas. Além disso, ela relatou as dificuldades do início da carreira, por ter crescido em um ambiente rodeada pela pobreza.
Atual número 29 do ranking mundial, Eala analisou as complexidades de estar competindo com a elite do tênis. “Sem dúvida, leva um tempo para se acostumar. As instalações são incríveis e somos muito bem tratadas”, afirmou.
“O mais difícil é se adaptar ao nível das jogadoras. Cada partida é de altíssima categoria, simplesmente não dá mais para baixar a guarda”, prosseguiu a canhota, que é uma das sensações do circuito feminino. “É bastante exigente, mas estou feliz por estar jogando bem e vendo evolução no meu jogo.”
“Certamente, o que mais muda é o aspecto mental, algo que faz parte do processo de se tornar uma jogadora melhor e uma pessoa mais madura. Aprendi a mudar meu ‘estado mental’ com o tênis e a equilibrar minha vida fora das quadras — isso ajuda muito”, assegurou.
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Semifinalista na Flórida no ano passado, a filipina busca melhorar a sua melhor marca. Antes, no entanto, ainda precisa passar pela tcheca Karolina Muchova nas oitavas e tem chave dura pelo caminho. “Ter a chance de enfrentá-la é um privilégio e será um grande desafio. Estou muito empolgada”, afirmou Eala.
“Não tive muito tempo para pensar sobre isso. Ela é uma grande jogadora e está em ótima fase, há alguns anos vi uma final dela e fiquei impressionada”, elogiou. Será o primeiro encontro da filipina com a cabeça de chave 13 da competição.
Dedicação e gratidão para superar as dificuldades iniciais
Eala sabe que fez história para seu país, mas admite que precisou batalhar demais para conseguir atingir seu atual status. Além disso, a top 30 jamais esquece suas raízes e demonstra enorme gratidão pelas chances recebidas.
“Reconheço que tenho sorte pela vida que levo, mas também sei que conquistei, lutei para conseguir tudo isso. Trabalhei muito duro, isso é inegável”, assegurou.
“É muito importante ser grata pelo que você tem. Eu fui testemunha da pobreza ao meu redor enquanto crescia. Por isso, faço questão de sempre ser grata pelas oportunidades que tive e também pelo apoio da minha família”, concluiu.
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Se continuar evoluindo…
ela pode evoluir, sim (parece com JF, até no estilo e comportamento) …. mas por enquanto tá navegando no nível top-40…. Só (misturado com muito marketing que explora convenientemente seu charme de “fadinha emotiva”)