PLACAR

O que esperar do novo ano e as previsões de 2023

TenisBrasil publicará nesta quarta-feira os resultados de sua tradicional pesquisa anual que apura opinião dos internautas e de especialistas convidados sobre o que acontecerá na temporada por começar, tanto na área internacional como na nacional. É sempre um termômetro, por vezes divertido, de avaliar expectativas e visões sobre o tão complexo mundo do tênis.

Não vou antecipar votos para não estragar a festa, mas algumas respostas me causaram certa surpresa, como o fato da aposta de que Iga Swiatek irá dominar amplamente o circuito e de que há menos gente do que eu imaginava a acreditar na aposentadoria definitiva de Rafael Nadal na próxima temporada.

Eu particularmente vou dizer o que acho, às portas da abertura do calendário. No masculino, penso que Novak Djokovic terá concorrência ainda mais acirrada diante de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, com Daniil Medvedev correndo por fora. Diante da alta pontuação obtida nos Grand Slam, a tarefa de se manter no número 1 será difícil para o sérvio, então vejo boa chance de Sinner brigar pela ponta lá no fim do ano. Sem dúvida, não se pode duvidar que Nadal retornará muito bem e adiará seus planos, porém eu ainda apostaria na sua retirada depois das Olimpíadas.

Entre as mulheres, também imagino que Swiatek terá outra vez uma temporada de grande concorrência, com as ascensões definitivas de Aryna Sabalenka e Coco Gauff, embora a polonesa ainda me pareça a candidata mais indicada para terminar no número 1. Não acredito num grande retorno de Angie Kerber e Carol Wozniacki, mas ficaria de olho em Naomi Osaka, que é diferenciada. E imagino uma temporada consistente de Bia Haddad, após sua primeira real experiência no circuito profissional de primeira linha e na sua capacidade de adaptação a todos os pisos. Luísa Stefani tem tudo para ganhar seu inédito Slam de duplas femininas.

Como foi em 2023
Resolvi dar uma olhada em como foram as votações populares do ano passado, quando pedimos para o pessoal prever a temporada 2023. O índice de acerto me pareceu satisfatório. Vejamos:

Internacional
1. Casper Ruud foi o mais cotado para ganhar seu primeiro Slam (28%), seguido por Alexander Zverev e Ons Jabeur. Mas quem efetivamente conseguiu foi Aryna Sabalenka (7% dos votos).

2. Quase 29% apostaram que Richard Gasquet se aposentaria, bem à frente dos 19% de Andy Murray. O único que realmente disse adeus da lista foi John Isner, com 10%.

3. Bingo! Quase 46% opinaram que Novak Djokovic ganharia ao menos dois Grand Slam e chegaria ao recorde absoluto. E vale dizer que mais 27% acertaram o fato de ele chegar ao 22º Slam na Austrália e mais 10%, que terminaria pela oitava vez na ponta do ranking.

4. O feminino dividiu a votação. Enquanto 44% achou que havia novas campeãs de Slam (e realmente houve), 43% preferiu diz que Swiatek continuaria o domínio com mais dois Slam, o que de fato ficou no meio termo.

5. A briga pelo número 1 ao final da temporada entre Djokovic e Carlos Alcaraz teve 56% de votos para o sérvio e 32% para o espanhol.

6. Já 79% cravou que Swiatek terminaria na ponta, porém a polonesa só garantiu isso no penúltimo jogo da temporada.

Brasil
1. A confiança em Bia se justificou para 54% dos participantes, que disseram que ela chegaria ao top 10 de simples.

2. Houve bons palpites para o brasileiro que daria maior salto em 2023: 40% para João Fonseca, 18% para Laura Pigossi e 12% para Gustavo Heide.

3. Bia também liderou nas ‘melhores apostas’ e justificou os 46% de votos de que chegaria ao top 10, enquanto Luísa Stefani realmente ganhou seu primeiro Slam, o que 31% acreditavam que aconteceria. Aliás, 8,5% também palpitaram num top 100 inédito e deu Thiago Wild.

Preocupações na ATP
Ainda que nada tenha sido confirmado – aguarda-se a publicação do Livro de Regras para 2024 -, corre solta a notícia de que a ATP fará modificações na pontuação para o ranking dos torneios de nível 500, 250 e challengers, o que também pode gerar desconfortos e dúvidas para a próxima temporada. Nos dois primeiros casos, haveria pequeno aumento de pontuação em todas as rodadas; no segundo, decréscimo de pontos, tudo mais ou menos na casa dos 10%.

A análise dos especialistas é de que a ATP estaria procurando uma fórmula para motivar os tenistas a disputarem menos challengers e mais qualis de ATP, o que basicamente envolve a faixa dos 70 aos 150 do ranking de momento. Veja um resumo do que seriam essas mudanças:

46 Comentários
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Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Finalmente empatou com Roger Federer no número de vezes deste prêmio. Mas o Craque Suíço permanece como o mais Velho N 1 de toda a Era Profissional , não é mesmo caríssimo Paulinho ? … Rsrsrs. Abs!

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 meses atrás

Uma das previsões que não se concretizaram foi que o Richard Gasquet iria se aposentar. Ele sabe que não tem mais chance de ir longe nos Slams, mas acredito que continua jogando pra pagar as contas, mesmo.
Quanto ao Nadal, acho qualquer previsão um mero ‘chute’. Só mesmo vendo como ele vai se comportar a nível de competição. Aliás, se estrear contra o freguês Gasquet, seria a estreia ideal, pra já voltar com o pé direito.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Maurício Luís *

Então caro Maurício. Ele concretizou em 2023 seu grande sonho das 600 Vitórias a nível ATP . E’ o Tenista Francês que se situa entre os 50 da história a atingir tal número . Nem Yannick Noha chegou perto ( 476 ). Anunciou sua aposentadoria aos 37 ( com aproximadamente 20 milhões de dólares no bolso fora patrocínio ) , para RG ou MASTERS 1000 de Paris 2024 . Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aposto que Gasquet trocaria, como dizem por aí, aqui, suas 600 vitórias por apenas o GS do compatriota, não?
Essas e outras comparações, como deter o record de mais velho #1 da história, que em nada contribuem para o recordista é que acho interessantes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

No Tênis o rapaz nada acha interessante. A não ser o cara do Poster do teu quarto. Ps. Não sabe nem distinguir uma raquete de madeira de … Deixa pra lá… rsrs. ABS!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E outra . Se não sabes o que significa LONGEVIDADE num Esporte de altíssima precisão estás em lugar errado . Tudo que o ” goat ” não possui , não tem importância pra ti …kkkkkk. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É verdade mesmo que alguém que ganhou o primeiro slam em 2008 e o US OPEN 2023 não tem longevidade.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Se metes sempre sem prestar atenção e nada acrescentar . O cara é que disse que os feitos LONGEVOS de Gasquet e Federer , nada contribuem , ou seja , assim como ti , o sujeito não passa de um fanático por Djokovic. O Esporte em si, nada significa para uma figura que não sabe nem o valor de 600 Vitórias conquistadas. Djokovic disse que o N 1 não era mais objetivo. Depois desmentiu tudo ao Final da Temporada…kkkkk. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O pior é sua frustrada tentativa de menosprezar os interlocutores, distorcendo suas falas. Não menosprezei ninguém, apenas disse que 600 vitórias, nas mãos de alguém como Gasquet, que nasceu como aquele que seria o maior francês da história, pois aos 15 anos teve sua primeira grande vitória no circuito, são para mim e acredito que para ele também, menos importantes que o Roland Garros vencido pelo outro francês, aliás, o último até agora da leva de campeões locais em RG.
Mas, como não entendo nada, ficaremos com a opinião do Mr. Know-it-all do Blog.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Outra , é óbvio que o Sérvio quer muito ser o mais velho N 1 da história. Ainda não chegou lá , mas tem tudo pra conseguir. Aí o LF 2 tem um orgasmo … kkkkk. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás

Incrível mas as minhas previsões batem rigorosamente com as tuas , caro Dalcim . Nem mais nem menos , inclusive na retirada do Touro Miura … ABS !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás

Djoko precisa vencer o Australian Open para manter a ponta. Aí depois tem muito a somar até Roland Garros e pode ser o primeiro número 1 com mais de 37 anos. Já em relação ao year-end, a situação é bem complicada, mas estamos satisfeitos com 8.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Paulo Almeida

Acredito que ele vai conseguir . Mas vou seca-lo como nunca , caro Piloto. Alcaraz e JANNIK SINNER pararam com a burrice de treinar com Djokovic. Fizeram uma mini -temporada juntos na Academia de Ferrero. O “ goat “ que abra os olhos já no AOPEN 2024 …Rsrsrs, Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Isso não significa que não vão treinar novamente e na verdade é o Craque que dá dicas para os youngsters.
Austrália é a terra do GOATaço e por enquanto sem a lesão do início do ano. Ainda é o favorito natural.
Rsrs, abs!

Marcelo Seri
Marcelo Seri
2 meses atrás

Prezado Dalcim, bom dia! Sou leitor do site há mais de 20 anos, e gostaria de parabenizá-lo pelo novo portal! É, sem dúvidas, o melhor e mais completo canal de informações do nosso querido esporte. Agradeço também, pois você, muito atencioso, sempre responde e interage conosco.
Eu gostaria de fazer uma pequena observação. O novo portal, quando navegado pelo computador, está fantástico. Porém, pelo celular, ele ainda está um pouco instável na rolagem das notícias principais. Quando eu clico na setinha para ir para direita ou esquerda, ele avança mais de uma, e não dá tempo de ler. Fica meio confuso.
Nem precisa liberar este comentário, pois não tem nada a ver com o blog. Eu só queria te mandar esta mensagem, e não sabia qual era o melhor lugar!
Aproveito também para deseja um feliz 2024!
Abraço,
Marcelo Seri

Marcelo Seri
Marcelo Seri
2 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Mais uma vez, muito obrigado, caro Dalcim!
Forte abraço!

Wilton Bernardes
Wilton Bernardes
2 meses atrás
Responder para  Marcelo Seri

acontece comigo isso tbm Marcelo

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Creio que no masculino teremos um domínio do novo trio: Djoko, Alcaraz e Sinner. A eterna nextgen cairá ainda mais no ostracismo. Torço p q Rafa tenha um desempenho digno do seu nome, embora tudo dependa do físico, que me parece a grande incógnita. Se ele vencer RG ou as Olimpíadas no “seu piso” creio q seria um feito ímpar e inesperado. No feminino difícil fugir do favoritismo do outro trio: Iga, Aryna e Gauff, mas surpresas entre as mulheres sempre ocorrem… Torço para q Bia tenha um bom ano, mas não apostaria em grandes títulos, tomara q eu me engane…

Groff
Groff
2 meses atrás

Acho que estive entre os que apostaram no recorde do sérvio e no fechamento dele em primeiro. Errei na Ons, mas consciente, e acertei na Iga fechando na liderança. E finalmente tivemos a Bia no Top 10, que acho que marquei, mas um pouquinho desconfiado rsrsrsrs.

Para 2024, Djoko deve ganhar no mínimo mais dois slam, o circuito vai continuar uma lesmeira em que até algumas quadras de saibro vão ser mais rápidas que certas duras (o urso talvez reclame disso de novo, o que seria ótimo), Iga deve se manter no topo e Bia será o que de melhor teremos em Pindorama. Feliz Ano Novo!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 meses atrás
Responder para  Groff

E pra piorar o papo das bolinhas , caro Groff. A da vez do AOPEN e’ a Dunlop ,e mal chegaram , os Tenistas reclamando como ela rapidamente aumenta de tamanho e consequentemente a velocidade . Incrivelmente nem a ITF e muito menos a ATP , escutam os tenistas . Alcaraz propôs uma razoável: Em cada Gira , pelo menos um tipo de bolinha . Ex : a Gira de Saibro sul-americana teria a sua e ponto final … Abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

https://tenisbrasil.uol.com.br/tsitsipas-sonha-com-medalha-olimpica-e-primeiro-slam.html. E eu sonho com o São Paulo goleando o City na final do mundial de clubes, afinal Guardiola treme quando vê a nossa camisa kkk…

Manu
Manu
2 meses atrás

P: ‘Quando foi a primeira vez que você viu o jovem Carlos jogar?’

Djokovic: ‘Vi vídeos dele na Internet quando ele provavelmente tinha 12 anos’

Risos.

Tb tô ficando velha, Djokovic. Há tempos digo para a criançada: eu te vi nascer…

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Minhas previsões para 2024:

djoko/sabalenka
Nadal/swiatek
Jogos Olímpicos:Djoko/swiatek
Alcaraz/rybakina
Sinner/sabalenka

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás
Responder para  Gustavo

Minhas previsões para 2024:

AO:djoko/sabalenka
RG:Nadal/swiatek
Jogos Olímpicos:Djoko/swiatek
Wimbledon:Alcaraz/rybakina
US: sinner/sabalenka

Paulo F.
Paulo F.
2 meses atrás
Responder para  Gustavo

Onde eu assino? Fecho esse contrato agora.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Eu também assinaria sem pensar muito…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Rafa deve estar confiante no físico, vai jogar duplas também em Brisbane! Tomara q de fato esteja, não me lembro de uma pré-temporada dele com tantos treinos. Torço para q meu pessimismo passe longe da realidade…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Rafa pegou uma chave q não pode reclamar. Vamos aguardar a primeira partida p observar melhor!!!

Vinícius
Vinícius
2 meses atrás

Nadal fez uma crítica ao tênis atual que eu concordo muito, a falta de tática no tênis,” que é bater mais forte ou sem pensar” isso reflete a nova geração e eu acho que ele se baseia muito no miolo do tênis atual, o que um jogador como Shelton hj faz?bater e sacar, ele até tem uma certa variação no saque, mas ele carece de um jogo mais defensivo, tanto que quando enfrentou jogadores que souberem se defender da pancadaria dele, ele foi facilmente batido e estamos falando de um top 15 do ranking atual, e isso não é uma crítica ao Shelton e sim ao tênis atual, hj não se tem tática, os jogadores se preocupam em sobreviver com que aparece no jogo por isso jogadores como djokovic, Medvedev, alcaraz e agora Sinner dominam o circuito, pq eles pensam, eles não agridem por agredir, e mesmo o caso do Medvedev que é menos tático dos 4, ele é inteligente em entender o que seu jogo é, e usa a seu favor, ele pode trocar 50 bolas com vc, como pode te matar no 2 golpe, vai ser do jeito que ele sentir o jogo, a confiança e tudo mais, diferente da nova geração que se preocupa em bater e não pensar, e quando o jogo não encaixa pq só bater não é a solução, o jogo desmorona.
Falta um nadal, um Murray, até mesmo um Tsonga.
Essa nova geração é muito talentosa, mas falta pensar mais pq talento ela tem.

Sandra
Sandra
2 meses atrás

Dalcim , nunca vi algum jogador operar o quadril e voltar o que era antes , talvez o mais perto tenha sido o Andy Murray , por isso minha pergunta , a cirurgia do Nadal foi a mesma do Murray ? Era tão sério quanto a do Murray e outros que fazem a mesma cirurgia ?

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Afora suas grandes vitórias e títulos, Gil de Ferran é simplesmente o autor da volta mais rápida de todos os tempos em qualquer categoria em qualquer circuito. Foi na classificação das 500 Milhas de Fontana de 2000. Média de 241,428 mph ou 388,457 km/h

Morgado
Morgado
2 meses atrás

Ronildo, quase todos nós aqui do Blog, seguidores de suas ótimas previsões estamos desesperados pra sabermos alguns números que tu jogaste na mega da virada, então saberemos com precisão os quê não jogaremos. Aumentaria a chance de algum batuta do Blog levar a bolada.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás

Ana Ivanovic faz muita falta pro Djoko nessas horas. A Danilovic deve apanhar feio da Zheng e da Vondrousova e afundar nas duplas. Cabe ao GOAT ganhar seus 2 jogos e treinar voleio no jogo com a compatriota.

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Circulou foto do filho do Nadal segurando raquete com a mão esquerda.
Tio Toni vai mudar isso.
Kkkkkk

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Circulou foto do filho do Nadal segurando raquete com a mão direita ( mas tb vi outra na esquerda)
Tio Toni vai mudar isso.
Kkkkkk

Gustavo
Gustavo
2 meses atrás

Antes de iniciar esta temporada de 2024, lembremos que Djokovic terminou o ano de 2023 com 17 vitórias no top 10 e apenas 4 derrotas!

Melhor carreira contra os 10 primeiros
-Djokovic 257-111
Ou 33 a mais que Federer, 224-123
E 71 a mais que Nadal, 186-102

Imenso.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás

Um vídeo síntese da temporada mágica do goat com os inúmeros recordes quebrados e também os ampliados.

https://m.youtube.com/watch?v=3-MYbZqBWDs

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 meses atrás

Rafa vai enfrentar Thiem de cara, digamos q não seria o adversário dos sonhos. Vamos ver o q acontece…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 meses atrás

Um vídeo síntese da temporada mágica do goat.

https://m.youtube.com/watch?v=3-MYbZqBWDs&pp=ygUJZ29hdGtvdmlj

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 meses atrás

Aos meus olhos de leigo, achei o Nadal bem. Parece o mesmo de sempre. A mesma garra, a mesma determinação, os mesmos balões e os mesmos grunhidos. Não me arrisco a palpitar como vai ser contra o Thiem. Mas talvez ajude ele ter treinado antes com o austríaco. Não vai enfrentar nenhuma novidade.
E mudando de pato pra ganso, os 4 primeiros colocados da São Silvestre são do Quênia. No feminino, bicampeã do Quênia.
Em todos os esportes, o Brasil depende de atletas tipo “pontos fora da curva”. Porque se depender de trabalho de base, apoio governamental, patrocínio… melhor mudar de assunto. Será que chove no ano novo?…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 meses atrás

Danilovic matou a pau no STB com uma paralelaça, 2 serviços e uma devolução. Grande vitória da Sérvia e o Monstro pode seguir sonhando com mais jogos no torneio!

Valdir
Valdir
1 mês atrás

Meu pedido para o ano novo é o mesmo desde 2019: Zero GS vencidos por alguém do Big3
Quem sabe quando todos se aposentarem esse desejo via realidade.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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