O grande dia dos velhinhos em Melbourne

Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Marin Cilic, nomes muito bem conhecidos em Melbourne, transformaram o segundo dia do Australian Open numa celebração dos veteranos. Aos 38, Nole marcou sua 100ª vitória em exibição de gala, enquanto o campeão de 2014, chegando nos 41, esticou ao menos por mais um dia sua despedida definitiva do torneio e não conteve as lágrimas. Finalista oito anos atrás, o croata voltou a passar uma rodada no torneio depois de quatro temporadas.

Verdadeira vitória anunciada, Djokovic entrou para disputar seu 81º Grand Slam, mais um recorde para sua inigualável carreira, diante de um Pedro Martinez que buscava apenas a 16ª vitória desse nível. E Nole foi exuberante. Sacou com variação e profundidade, disparou golpes de notável potência e cobriu a quadra como se tivesse 25 anos. Um recado duro para o quali italiano Francesco Maestrelli, um grandalhão de 1,96m. Satisfeitíssimo com seu primeiro jogo da temporada, o sérvio reafirmou como se sente à vontade na arena Rod Laver.

Stan justificou o convite recebido de última hora e se tornou o segundo mais velho tenista a ganhar uma partida no torneio desde 1980. Fez uma batalha de golpes de base contra o sérvio Laslo Djere com toda a torcida a seu lado e agora faz um curioso duelo de gerações contra o garoto francês Arthur Gea, de 21 anos, que ganhou seu primeiro jogo de nível ATP em cima do forte tcheco Jiri Lehecka. Com 1,80m e firme na base, Gea já venceu nove jogos em 2026, incluindo um challenger e três rodadas do quali do Australian Open.

Por fim, Cilic aproveitou a péssima fase do alemão Daniel Altmaier, ganhou os 13 primeiros games da partida – duplo 6/0 só aconteceu cinco vezes nos Slam profissionais, o último deles em 1993 – e aos 37 anos mostrou que ainda pode ser competitivo se o saque e o forehand funcionarem a contento. O desafio agora é o canhoto Denis Shapovalov.

Swiatek e Andreeva levam sufoco

A irregularidade mostrada na United Cup voltou a complicar a vida da polonesa Iga Swiatek, que busca em Melbourne a única final de Slam que não participou até agora. Ela viu a chinesa Yue Yuan sacar para o primeiro set, mas arrumou uma série de winners para levar ao tiebreak e se safar. Viveu ainda um segundo set de altos e baixos até por fim manter a espetacular estatística de não perder set em estreia de Slam desde 2019.

“O difícil é ganhar partidas quando as coisas não vão bem”, filosofou a vice-líder do ranking. Iga tem 2 a 0 no histórico contra Marie Bouzkova e pode contar com uma torcida fanática outra vez.

A estreia também não foi fácil para a russa Mirra Andreeva. A campeã de Adelaide no sábado viu uma inspirada Donna Vekic no set inicial, porém teve paciência para buscar a virada e selou o jogo com ‘pneu’. Faz agora duelo inédito contra a grega Maria Sakkari.

Bem mais tranquilas foram as partidas de Coco Gauff, Amanda Anisimova e Jessica Pegula. Bom ver Gauff buscar maior variação de jogadas. A jovem Victoria Mboko venceu pela primeira vez em Melbourne e se aproxima de interessante duelo com Clara Tauson. A maior surpresa foi a vitória de Magda Linette, com virada em cima de Emma Navarro

E mais

– Djokovic tem agora marca centenária em três Slam: 102 em Wimbledon, 101 em Paris e 100 em Melbourne. Falta o US Open, onde soma “apenas” 95.
– Daniil Medvedev enfim voltou a ganhar uma partida de Grand Slam, 370 dias depois de passar uma rodada no Australian Open de 2025. Fez 47 winners para tirar o holandês Jasper de Jong e buscará a terceira vitória sobre o francês Quentin Halys, que gosta dos pontos curtos.
– Mais cabeças se despediram cedo no masculino. Além de Lehecka, Félix Aliassime sentiu cãibra no começo do terceiro set diante de Nuno Borges e reconheceu nunca ter vivido esse tipo de problema num jogo de primeira rodada. Já Botic van de Zandschulp salvou set-point essencial no quarto set e barrou Brandon Nakashima, que vinha do vice em Brisbane, e Fabian Marozsan tirou Arthur Rinderknach, cabeça 24.
– Learner Tien esteve 2 sets a 1 e uma quebra atrás antes de virar contra Marcos Giron. Bem mais tranquila foram as estreias de Alex de Minaur, Casper Ruud – com 10 aces -, Tommy Paul, Alejandro Davidovich e Valentin Vacherot, que ganhou seu primeiro jogo de Slam.
– Jaume Munar, que escapou de 2/5 no quarto set, perdeu a paciência com o público: veja a cena.
– Duas cenas tristes de se ver: Marina Stakusic saiu de cadeira de rodas após cãibras e Marta Kostyuk confirma ruptura de ligamento na derrota do domingo.
– O lado inferior da chave masculina concluirá a primeira rodada, com João Fonseca entrando em quadra por volta de meia-noite para reencontrar o norte-americano Elliot Spizzirri, 85º do ranking e que o venceu no quali do US Open de 2024.
– Sinner e Fritz são amplos favoritos. As melhores promessas de bons jogos: Musetti-Collignon, Dimitrov-Machac, Mensik-Carreño, Hurkacz-Bergs e Shelton-Humbert.
– No feminino, estreiam Elena Rybakina, Belinda Bencic e Naomi Osaka, sem perspectiva de dificuldades.

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Marquinhos
Marquinhos
13 dias atrás

Quando se joga contra um cone qualquer tenista pode ser brilhante…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
13 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Concordo plenamente.
Não comemoro a vitória de hoje.
Comemoro quando se ganha de um gigante com Mr. Federer.
E muito… (muitas vitórias e troféus).

Paulo Almeida
Paulo Almeida
13 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

14 troféus em cima do antigo freguês, mas eu comemoro a exibição de gala e a centésima vitória no Aussie também. É sempre um prazer ver GOAT dar show.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
13 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Mas Djojko nunca fez 97 winners kkkkk…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
13 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Rsssssss

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Incrível a babação. Somente falta LF 2 repetir a famosa frase do LF1 depois do AOPEN 2017 : ” Odeio Roger Federer” . Rsrsrs, Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Diz aí o que é melhor?
Admirar alguém que traz uma verdade ou alguém que não diferencia lé com cré?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Errado: 94 winners na Final mais longa da história no All England Club. Terminou com 13 x 12 no Quinto Set. Não aprendestes coisa alguma até hoje. E na verdade , sabes nada do Esporte, caro Sr LF 1 . Um autêntico pagador de micos… O famoso diversão garantida kkkkkk. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esses 94 winners tão alentados deram o troféu ao Roger Federer, sim ou não?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Não. Mas atuação mais Espetacular de um Tenista aos 38 anos na Quadra Central do All England Club. Isto explica ser o único Octacampeão de Wimbledon. E considerado o Rei da Grama com 19 conquistas contra 10 de Pete Sampras. PS : ” goat” estacionou nas 8 . Rsrsrs, Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É rei da grama, mas perdeu 3 finais para o rei do tênis rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

E levou 2012 batendo ” goat” e Murray em sequência. O mesmo Inglês que Djokovic jamais bateu na Grama Sagrada. No mesmo 2012 , foi eliminado por Murray em Sets diretos na tentativa do Ouro Olímpico. Na final de Wimbledon 2016 , 3 x 0 Andy também em Sets diretos…rs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sabia que Andy Murray também nunca bateu o Imperador da Austrália em seus domínios?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quer dizer então que o que explica ser o único (por enquanto) octacampeão em Wimbledon vem de uma (única) atuação espetacular?
Então, deduzimos que ser o único decacampeão na Austrália é por ter tido 1,25 atuação espetacular.
Grande entendedor!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Vem do melhor aproveitamento na Grama Sagrada da história. Empata com Borg com 5 Conquistas Consecutivas no All England Club . Se deu o luxo de bater Djokovic e Murray em sequência, para levar Wimbledon 2012 . Ainda aos 19 anos , bateu Sampras em Wimbledon 2001 , quando este é que tentava o Octa . Como LF 2 se agarra em h2h , Alcaraz é BI Campeão em Londres, as duas pra cima de ” goat ” … rsrs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ele se deu ao luxo de bater Djokovic e Murray em sequência, e perder três títulos para o primeiro.
Gostaria de ficar mesmo com o segundo luxo.
Se eu fosse você, não traria mais esse assunto à roda.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Para um alienado , h2h é o mais importante do Tênis. Para um fanático , 19 x 8 em conquistas na superfície, não fazem de Roger Federer o autêntico Rei da Grama ..Este teu ” segundo luxo ” merece um estudo, caríssimo SR LF 2 … rsrs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ganhou de Pete Sampras e não foi campeão.
Söderling e Zverev também bateram Nadal em RG e não ganharam nada.
Então, grandes m…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Errado: Sampras estava invicto mais de 30 jogos na superfície , e ele é que poderia ter sido Octa . Foi impedido exatamente por quem acabou o ultrapassando. Dificuldade de raciocínio absurda . Somente rindo do trio parada dura kkkkkkkkk. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Söderling também impediu o octa consecutivo do Nadal em RG.
E daí?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Eu que te pergunto. Soderling jamais venceu RG . Federer impediu a possibilidade do OctaCampeonato do então melhor jogador na superfície até 2001 , e ele mesmo acabou se transformando no melhor jogador no All England Club . Não sem antes bater Nadal ( duas vezes) , Djokovic ( 2012 ) e Andy Murray ( 2 vezes ) , ou seja , todos os membros do Big 4. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em 2001, Federer ganhou Wimbledon?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
11 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Como no Excel, SR provoca a “referência circular”.
Vai se enrolando em seus próprios delírios e como sempre, não conclui assumindo o engano ou dando crédito ao outro.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não conclui . Jura ???. Nem vou dizer o que penso de um sujeito tão incapaz de discernimento. Até porque não passa na moderação. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Hahahahahahahahaha !!!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Ri de que , caríssimo hiena ??? Rsrsrs, Abs !

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Rindo de nervoso pelo Djokovic, que o pobrezinho foi campeão de Wimbledon ao invés de ficar com os 97 winners.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
12 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Na minha conta-poupança, já são 104 winners. Acho que meu banco paga melhor que o seu. Rsss.
SR aplicou os 94 desde 2019. Sete anos depois, os seus só renderam 3!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Piadinha típica do SR que não fala le’ com cre’. Teu banco sempre será o de reservas …rsrs. Abs!

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
13 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Explica como um cone conseguiu se classificar para o torneio. Entrou direto na chave principal, ganhou três jogos no torneio qualificatório ou entrou como lucky loser?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
13 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Obviamente que um profissional entre os 100 melhores do mundo não é um cone qualquer. Você está com dificuldade de reconhecer que o sérvio jogou bem. E pra seu governo, nem sou fã dele. Mas sou realista.

Paulo F.
Paulo F.
13 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Nossa, então Federer só enfrentava Safins, Gugas, Hewitts, Agassis, Sampras, Nadais nas primeiras rodadas?
Como é sortudo esse sérvio.

Leonardo
Leonardo
13 dias atrás

kkkk, grande dia dos velhinhos. Nole com 24 GS, sendo o maior ganhador de todos os tempos, Wawrinka com 3 com o merito de ter ganho 2 finais contra Djokovic e uma contra Nadal no auge de ambos, e Cilic que foi outro que conseguiu o feito de ganhar um GS no apice do big 4. Velhinhos… kkkkk

Jonas
Jonas
13 dias atrás

Problema desses caras é físico, muito comprometido pela idade avançada. Cilic e Wawrinka iriam mais longe não fosse esse aspecto.

Já o GOAT continua impecável na parte técnica, mas conseguir se manter preparado fisicamente aos 38 e por duas semanas será um desafio e tanto. Caso consiga pode bater qualquer um.

Hoje ele disse que fazer história é uma motivação, então vem mais recorde de longevidade a ser batido por aí. Antes eu achava impossível ele alcançar o recorde de 109 títulos do Connors… agora não duvido de mais nada.

Caio Oliveira
Caio Oliveira
13 dias atrás

Djokovic deu um verdadeiro show e será um Leão nas rodas iniciais, mas deve ter trabalho a partir das 4as. e não passa nem perto do favoritismo para a semi.

No entanto, acidentes acontecem e caso um dos Superbigs caia antes da semi, “Nole” (que apelido prá lá de esquisito…rs) passa a ter chances de seguir a final ou mesmo ser campeão, dependendo da combinação de resultados.

Assim como MCEnroe perdia a calma, Nole perde a compostura. Estou sentindo falta dele “cometer uma presepada”. Além do mais, assim ele vira notícia e pode se sentir amado…

Wawrinka:
– “Quem viu, viu. E quem não o viu, jamais vai conseguir entender o porque de tanta admiração por parte de alguns”. Diferente de “Nole”, Wawrinka passa longe – mas muito longe – da lista de favoritos, embora fosse bem interessante vê-lo nas rodadas finais. “Stan” não é candidato as rodadas finais, mas também não é candidato a cometer nenhuma “presepada” daqui até o final do torneio.

Última edição 13 dias atrás by Caio Oliveira
Paulo F.
Paulo F.
13 dias atrás
Responder para  Caio Oliveira

Talvez Caio seja um apelido esquisito em sérvio também…rs

Giovanni Caprese
Giovanni Caprese
13 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Fico imaginando como se fala “Os três Estarolas” na língua local.

E também como o próprio Nole (e também o Federer) devem se referir a sua torcida formada basicamente por “fanáticos com QI reduzido” (no caso do Djoko) ou por “Fanáticos gourmet” no caso do Federer…

Devem se divertir a beça..

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
13 dias atrás
Responder para  Giovanni Caprese

Lupin anda numa vibe agressiva ultimamente.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
13 dias atrás
Responder para  Giovanni Caprese

Quem tem intelecto elevado sabe que QI não tem validade científica e nem ofende os outros gratuitamente em todos os posts.

Você é muito frustrado, Carlo VW.

Marquinhos
Marquinhos
12 dias atrás
Responder para  Giovanni Caprese

Concordo com vc.

Paulo F.
Paulo F.
12 dias atrás
Responder para  Giovanni Caprese

Cuidado para não se afogar no próprio fel, Lupin-Carlo VW.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
13 dias atrás
Responder para  Caio Oliveira

Nole é esquisito para quem não tem familiaridade com a língua que se fala na antiga Iugoslávia. Nole é para Novak, como Pedrinho é para Pedro, cá entre nós.

Rebecca
Rebecca
13 dias atrás

Dos três, Djoko está mais inteiro, o ranking responde por si, mas ver Stan e Cilic jogarem com um geração bem mais jovem, e soltos, é relembrar um pouco do quanto foram incríveis esses jogadores, Djoko dispensa comentários, Stan é o melhor backhand de mão trocada da história, a campanha de Rolland Garros que levantou o troféu fala por si, e Cilic têm um temível forehand, que o levou a levantar o único Slam da carreira, o US Open.

Berg
Berg
13 dias atrás

Como é agradável vê o Stanimal jogar. A melhor esquerda do circuito por anos e um estilo de jogo muito agressivo. Djokovic sempre muito forte em slam, principalmente contra um banana como esse. A propósito, o Sérvio está com um caminho repleto de bananas até as oitavas, daí teremos jogo caso esteja lá o Mensik ou o Bergs. Qualquer outro será varrido pelo Sérvio. E quem sabe não teríamos um deliciosos milagre “Djokovic x Stanimal” pra encerrar a carreira no AOpen de um dos dois. Contudo, independente do adversário, Djokovic é favorito pra chegar nas semifinais. E aí meu amigo, se for o Sinner, será só poupa tempo. Outra surra! Mas será uma despedida digna!

João Silva
João Silva
13 dias atrás

Boas análises. Obrigado pelo texto.

Kaio
Kaio
13 dias atrás

Novak Djokovic alcançou a marca histórica de 100 vitórias na carreira no Aberto da Austrália.

Ele é o único jogador na história do tênis a ter mais de 100 vitórias em 3 Grand Slams diferentes e mais de 95 vitórias em todos os 4 Grand Slams.

O jogador mais completo de todos os tempos.
Partida incrível e foi ótimo ver Novak na quadra novamente

Vinicius
Vinicius
13 dias atrás

O único e inigualável, Novak Djokovic

Mateus Cruz Tamiasso
Mateus Cruz Tamiasso
13 dias atrás

Se não me engano, Guga meteu 6/0, 6/0, 6/3 na estreia de RG/2001.

Vinicius
Vinicius
13 dias atrás

Ao ser perguntado o que achava do novo saque de Alcaraz, Djokovic respondeu que era preciso falar sobre direitos autorais e que ele queria uma porcentagem de seus ganhos, além de esperar uma homenagem sempre que Alcaraz acertasse um ace!

Djoker está de volta, muito engraçado

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
12 dias atrás
Responder para  Vinicius

Imagino o que pensaram os adeptos ao legado, quando leram que Alcaraz disse que seu novo saque teve o sérvio como inspiração.
Ontem o homem teve 5 pontos perdidos com o saque em 2 h de hoje.
Ahh, mas o adversário foi um pangaré…

Helena
Helena
13 dias atrás

Nobres amigos, antes de tudo, desejo que 2026 seja um grande ano de tênis para todos nós acompanharmos e, no plano individual, que também seja um ótimo ano para cada participante aqui do espaço.

E, nobre Dalcim, para você que gosta de títulos com referências, acho que hoje dava até para ir de “Os velhinhos se divertem”.

Vinicius
Vinicius
13 dias atrás

Então, se Sinner e Novak conseguirem chegar ao final da semana, um deles receberá uma sessão diurna de 35°C
Gostaria de saber qual deles
Qual é a sua aposta?
Talvez ambos tenham sessões noturnas, em arenas diferentes?

Carlos Ganso
Carlos Ganso
13 dias atrás

E Jakub Mensik aparece – até o presente momento – como o maior expoente da nova geração.

Aos 20 anos já venceu Masters 1000 e provisoriamente lidera a corrida.

A verdade é que apesar do João Fonseca ser ” O cara do momento” e ter um início promissor, não há garantias nem favas contadas em qualquer esporte, muito menos no tênis.

E João fonseca vai precisar apresentar muito mais do que apresentou até o presente momento se quiser se juntar aos Tops, superando suas limitaçôes com o tema da lombar.

Com relação a estréia de logo mais, poderemos ter uma grande vitória ou uma grande frustração, dependendo basicamente da condição física do nosso prodígio!.

A se ver…

Carlos Ganso
Carlos Ganso
12 dias atrás
Responder para  Carlos Ganso

E conforme o jogo de 5 sets se alongou, João foi perdendo “energia” até finalizar em 1×6, 2×6…

Lembra o Guaga após a prótese.

Pelo fato do problema ter sido declarado como congênito, seria o fim da linha???

evaldo moreira
evaldo moreira
13 dias atrás

Estou vendo o jogo entre Leilah Fernandez x Tjen, no momento vai dando zebra, e o que me chama atenção, é como a canadense não evoluiu, na decisão entre ela e Emma, via nela um potencial.

Mas passado, alguns anos, é evidente que ambas, cairam muito, uma começando a se reeguer, a outra pelo visto, não suficiente.

Vendo o tiebrake, a Tjen só nos slices, e Leilah sem saber o que fazer, resultado 6×1 e matc point, acabou o jogo, perdeu feio a canadense.

Por não ser tão jovem ainda, espero que ela possa evoluir, o problema é por onde começar, agregar mais no staff, mexer no treinador, ou ao menos tentar se reiventar algo, por que essa dvoluçaõ dela que vi hoje, misericórdia, tã ruim, mas muito ruim.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás

Ambos fora de ritmo. Djokovic com 38 para 39 anos . JF e seu oponente de hoje , não fariam 6 games com o Sérvio ( sacando barbaridade) , idem para a movimentação.
Vi os dois jogos , e não tenho medo de estar cometendo nenhuma injustiça. João Fonseca tem um longo caminho pela frente. E vai chegar ao Top 10 no máximo em ano e meio . Aguardemos. Abs !

Vinicius
Vinicius
12 dias atrás

Nos comentários li q foi fácil para o Djoko ganhar a primeira rodada pq o adversário era fraco e já entrou derrotado e a o Djoko é sempre favorecido nas chaves. Fonseca perdeu na primeira rodada… o adversário tb era fraco, entrou derrotado e o Fonseca foi favorecido na chave?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
12 dias atrás

JF perdeu, nada inesperado face a contusão nas costas e as desistências dos eventos q ela gerou. Como ele mesmo disse, faltou ritmo, algo que se adquire na quadra, o que foi impossibilitado…pelas constas. E aqui menosprezavam isso, gente arrogantemente e que acha que sabe tudo…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Ninguém menosprezou coisa alguma. Se não fosses preguiçoso, e lesse os comentários, veria que cravei JF como Zebra depois que desistiu também de Adelaide. Larga o Insta e se ligue nas bobagens que postas diariamente… Rsrsrs,Abs !

Felipe Rabello
Felipe Rabello
12 dias atrás

Dalcim, houve também um duplo 6-0 na final do US Open de 2004 – Federer x Hewitt (6-0; 7-6; 6-0). A não ser, é claro, que você tenha se referido a sets seguidos de 6-0.

Jonas
Jonas
12 dias atrás

Fonseca perdeu para um cara pior que o adversário do Djoko de ontem. Um 3 x 1 indiscutível.

O caminho é longo. Evidente que o brasileiro apresentou falta de ritmo e talvez a preparação não tenha sido ideal, mas hoje é gritante a diferença dele para os melhores.

Djoko consegue ficar 2 meses sem atuar em alto nível e retorna com uma movimentação absurda, coisa que o João não está sequer próximo de fazer, mas já vi entendido tentando comparar ele ao sérvio. João ano passado levou duas aulas do Draper…

Em condições normais vejo que ele tem uma direita muito acima de média, que assusta mesmo, mas a movimentação e o backhand são bem abaixo. Claro, a longo prazo tende a melhorar, precisa.

Bernardo
Bernardo
12 dias atrás

Ele também perdeu para Elliot nas qualificatórias da USO de 2024.

Rodrigo
Rodrigo
12 dias atrás

E o João Afobadão perdeu mais uma. Lembro de muitos ‘experts’ aqui do grupo vaticinando, já no início do ano passado, que Afobadão seria favorito em um confronto contra o velho Djokovic de então 37 anos.

Um ano depois, o nosso velho já quase idoso, n4 do mundo e atual semifinalista de todos os GS. Afobadão? O velhote, ainda um lobo corredor e lutador, voltou de mais de 3 meses sem jogar e, diferente do novinho Afobadão, não parece ter tido qualquer problema de “ritmo”. Aliás, diga-se a verdade: essa sempre foi uma marca dos maiores, Nadal e Djokovic: voltarem de lesão num ritmo muito acima dos meros mortais.

Que se honre e se respeite mais as lendas do tênis, incluindo o terceirão, ídolo de JF.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
12 dias atrás
Responder para  Rodrigo

Boa rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
12 dias atrás
Responder para  Rodrigo

Bobagem sem tamanho. Federer voltou de Cirurgia em 2016 , já levando AOPEN 2017 de virada por 3 x 2 para cima de Nadal . De quebra levou também Wimbledon 2017. Se liga ,cara !!! rs. Abs !

Andre Eduardo
Andre Eduardo
11 dias atrás

Na torcida para que Stan vá o mais longe possível no torneio, para nos brindar com seu magnífico BH.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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