Alcaraz derruba gigante Djokovic para ficar ainda maior

Foto: Australian Open

O garoto Carlos Alcaraz deu um passo extraordinário para se eternizar entre os grandes nomes do tênis, ainda que nem tenha completado seus 23 anos, ao atingir um título memorável neste domingo no Australian Open. Reagiu a um início avassalador do decacampeão Novak Djokovic e se tornou o primeiro a conseguir derrotá-lo numa final em Melbourne. Isso tudo diante dos olhos de seu ídolo Rafael Nadal, o mesmo que há 14 anos perdeu para o sérvio uma das mais intensas disputas que qualquer Grand Slam já viu.

Completar o ‘Carrer Slam’, ou seja, ganhar ao menos uma vez cada um dos grandes torneios, é pura e simplesmente a reafirmação de sua notável versatilidade, o que o coloca ao lado do Big 3, Rod Laver e Andre Agassi desde que o tênis se profissionalizou em 1968. Na fase amadora, também o fizeram Don Budge, Fred Perry e Roy Emerson.

Budge era o mais jovem antes de Alcaraz e único que também tinha menos de 23 anos. O fator idade coloca o espanhol também em pé de igualdade com Bjorn Borg, ambos com sete troféus nessa faixa etária. No geral, Carlitos já tem o mesmo número de Slam dos fenomenais John McEnroe, Mats Wilander, René Lacoste e Henri Cochet.

A conquista também responde a todos que colocavam em dúvida sua qualidade e competência depois do rompimento com Juan Carlos Ferrero, o treinador e conselheiro que havia lhe dado todos os 24 títulos e os seis Slam anteriores. Ele jura que não pensou na questão em qualquer momento, mas não perdeu a chance de cutucar: “Fico feliz por provar que muita gente estava errada”.

Virada em grande estilo

Alcaraz fez um torneio perfeito até a semifinal, quando então se viu com dores na perna e ficou a um passo da eliminação. Foi um momento de superação quase no mesmo quilate do que se viu hoje contra Djokovic. O sérvio atropelou no primeiro set, com volume de jogo sufocante e avassalador, tanto no saque como na devolução. Parecia o velho Nole de volta. Dominou as trocas de bola e tirou dois serviços do oponente. Tática aliás muito parecida com a que adotou na conquista olímpica, em que cortou o tempo do espanhol ao máximo.

Desta vez, Carlitos se recompôs. Cortou pouco a pouco os erros, fazendo Nole se mexer cada vez mais. Passou a ter resposta para tudo, com direitos a lances espetaculares dos dois lados. Veio então preocupante queda física do sérvio, recheada de erros, que perdurou até o começo do quarto set, quando escapou de uma sucessão de break-points logo no game inicial.

Ao melhor estilo Djokovic, ganhou nova força, incendiou a torcida e chegou a um break-point crucial no 4/4, que talvez tivesse mudado a história da partida. Alcaraz se segurou e esperou a chance de fechar o jogo. Se no primeiro set genial o sérvio só perdeu dois pontos com o saque com quatro erros de base, a quarta parcial viu Alcaraz ganhar 86% dos lances em que acertou o primeiro serviço e a cometer 8 contra 17 erros. Papéis totalmente invertidos.

“Sabia que teria de ganhar de Alcaraz e (Jannik) Sinner para ser campeão. Dei um passo a mais do que em 2025, mas não é o bastante. Vou me esforçar para ter outra chance”, garantiu Djokovic, que não quis responder sobre o pedido de atendimento no começo do quarto set e evitou falar na cerimônia de premiação o habitual “até o próximo ano”. Será?

Duas coisas se sobressaem ao final deste Australian Open. Alcaraz deu mais um passo à frente de Sinner, seu maior concorrente aos grandes feitos em 2026, e não apenas no quesito número. Ele também mostrou saque e forehand mais agressivos, ainda que custassem erros, e mostrou-se fisicamente muito forte na cobertura de quadra, jogando por terra a teoria de que sua pré-temporada atrasada poderia lhe trazer prejuízos.

Já Djokovic foi, é fato, beneficiado em duas rodadas sucessivas, especialmente no jogo contra Lorenzo Musetti, mas ele apagou qualquer má impressão com as performances na semi e na final. Continua tecnicamente espetacular e perigoso, não perdeu o espírito de luta e provou para poderosos adversários 15 ou 16 anos mais jovens que, apesar do físico inferior, ainda é extremamente competitivo.

Parafraseando o que eu disse no final histórica do Australian Open de 2017, jamais duvide de Novak Djokovic.

E mais

– O espanhol entrou na curta lista de jogadores com ao menos cinco vitórias contra Djokovic. Nadal (29), Federer (23), Murray (11); Sinner, Tsonga e Wawrinka (6); e Ferrer, Medvedev, Roddick, Thiem e Zverev (5) são os outros. Mas apenas Nadal (11) e Federer (6) venceram mais que Alcaraz e Wawrinka (4) em Slam.
– Outro dado curioso da ATP: desde 1990, Alcaraz foi quem menos precisou disputar ATPs (86 chaves principais) para chegar a 25 títulos de primeira linha.
– Vale conferir este vídeo de homenagem publicado por fã de Alcaraz.
– Djokovic tem agora 16 vitórias e cinco derrotas em finais de Grand Slam depois de ganhar o primeiro set. O último a reagir em cima dele foi exatamente Alcaraz, na decisão de Wimbledon de 2023.
– Ao avançar uma rodada em relação ao ano passado, o sérvio irá reaparecer no 3º lugar do ranking nesta segunda-feira. Será sua semana de número 759 entre os top 3, recorde absoluto.
– Craig Tiley, o diretor do Australian Open, sugeriu que as mulheres discutam a ideia de disputar jogos em melhor de cinco sets a partir das quartas de final. E já em 2027.

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Ian Anderson
Ian Anderson
11 dias atrás

Dalcim, o quão importante é um Career Slam hoje?
Inclusive, o correto seria colocar a lista dos que já ganharam todos, mas colocar um * com a informação de que ganhou depois de 2001

Christina Evertilova
Christina Evertilova
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Acho que ele quis dizer com relação a padronização da velocidade das superfícies desde o início do milênio. Por mais que eu acredite que as tecnologias das raquetes e bolas tenham maior influência sobre esse processo do que as superfícies em si, ainda assim quando comparamos os Career Slam na era aberta, vemos que:
Antes de 2001 só 2 jogadores conseguiram tal feito: Laver e Agassi, sendo uma vez cada e com 30 anos de espaço entre os 2.
Desde 2001 até agora foram 25 anos e outros 4 jogadores conseguiram, sendo em 7 ocasiões distintas. O Djokovic sozinho possui mais Career Slams do que toda a era pré-padronização junta.

Will, de Stranger Things
Will, de Stranger Things
10 dias atrás
Responder para  Christina Evertilova

Sampras nunca ganhou RG, isso mostra como eram os pisos naquela época

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
5 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Boa noite, Dalcim. O aberto da Austrália era grama até 1987. Trocou de piso em 1988. A Hanna Mandlikova venceu o AO em 87 batendo a favorita Martina Navratilova.

Fabio
Fabio
11 dias atrás

Boa tarde
Dalcim.
2017 quem jogou a final foi Nadal e Federer.
Só para te lembrar.
Abraços meu amigo

Julio Marinho
Julio Marinho
11 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Eu lembro, nunca duvide Roger Federer. E depois de RG 2025, também já vale o nunca duvide de Carlos Alcaraz, caro Dalcim?

Rogerio Silva
Rogerio Silva
11 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Até hoje o com mais comentários!

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Rogerio Silva

Uma conquista antológica do Mestre Federer, laureada com o post mais comentado da história do blog. Lembro muito da ‘corrida’ pra chegarmos aos 1000.

Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
11 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Mas aquele AO tbm foi sensacional, a final foi totalmente imprevisivel, por incrível que pareça

Realista
Realista
11 dias atrás

Esta com certeza foi a última final de slam do Djokovic. Bastante inesperada, contou com 4 situações de grande sorte: bolada raspando a boleira, 2 W.O e uma noite bem abaixo do Sinner. Não deve repetir tantos lances de sorte assim nos próximos slams.
Foi bem conveniente, acabou que ele se aposentou de finais no slam mais vitorioso dele e o quarto em importancia dentre todos. Agora o objetivo se volta a empilhar finais de 250, os grandes torneios voltarão a ficar com a dupla dinâmica Sinnaraz

Última edição 11 dias atrás by Realista
Rogerio Silva
Rogerio Silva
11 dias atrás
Responder para  Realista

Qual critério para o definir como o “quarto em importância” ?

Realista
Realista
11 dias atrás
Responder para  Rogerio Silva

Prestígio e tradição definem a ordem dos slams.
O nivel de dificuldade também acompanha nessa classificação. Os outros slams tem detalhes que os tornam mais “difíceis”( não que o AO seja fácil).
Você pode observar isso com jogadores jovens. A maioria tem o sonho de vencer Wb. Uma outra parte menor irá dizer Us e RG. Não há quem sonhe vencer o Austrália open antes dos mais tradiconais, a não ser que seja cidadão australiano mesmo.

Gilvan
Gilvan
11 dias atrás
Responder para  Rogerio Silva

Alguém tem alguma dúvida? É o Grand Slam que paga pior, é o menos prestigiado dos slams (na ordem Wimbledon>US Open>Roland Garros>Australian Open), é o 2o slam na quadra dura, sendo que o US Open é um torneio mais relevante, é disputado ainda no começo da temporada, quando os jogadores ainda estão aquecendo os motores. Acredito que é uma unanimidade do circuito que o AusOpen é o mais irrelevante dos GS.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Realista

Eu vejo diferença de prestígio entre os 4 Slams, por conta da história de cada um, mas todos eles têm a mesma importância/relevância.

Rogerio Silva
Rogerio Silva
9 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Exatamente isso !

jon
jon
11 dias atrás
Responder para  Realista

teve alguma sorte durante, mas derrotar o sinner nunca é fácil. de toda forma Alcaraz será o maior de todos em 10 ou 12 anos. A carreira do Djokovic é fora de série

Tulio
Tulio
11 dias atrás

Djokovic went 7 straight slam finals playing these guys.. pipe down and accept he had it easy

2023 US Open: Medvedev
2023 French: Ruud
2023 AO: Tsitsipas
2022 W: Kyrgios
2021 W: Berrettini
2021 French: Tsitsipas
2021 AO: Medvedev
Teve uma ajudinha boa heim!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Nadal também ganhou de Medvedev e de Ruud em final de slam.
Em 2021, Djoko tirou Nadal na semifinal, em WB 2022 Sinner foi vencido na semifinal e em RG Alcaraz perdeu na semifinal. Esqueceu das 13 finais vencidas contra Federer (4), Nadal (4) e Murray (5)?

Tulio
Tulio
11 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Vamos la! 2021 Nadal já estava em queda física, 2022 Sinner nao tinha amadurecido como tenista, 2023 concordo, bateu o Alcaraz, mas cd a geração de 90? Vc não admite que ele foi beneficiado pelos pangares e pipoqueiros que nasceu em 90! Vide Zerev que acabou de dar um título para o Alcaraz!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Queda física e foi campeão em 2022 na ausência de Djoko?

Hendrix
Hendrix
11 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Paulo Sérgio, Nadal estava lesionado em RG2021, tanto que nao jogou WB nem Tokyo Olympics nas semanas seguintes.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Hendrix

Não estava lesionado em RG 2021. Perdeu em um jogão de 4h30.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Vitórias em finais de slam de Nadal – Mariano Puertas, Soderling, Medvedev, Kevin Anderson, Berdych, David Ferrer e Ruud.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Federer – Roddick, Philippousis, Gonzales, Soderling, Marin Cilic, Baghdatis e Hewitt.

Coloquei Cilic, Hewitt e Roddick porque você colocou Medvedev que é campeão de slam.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Enquanto isso , o N 3 do Mundo de 2007 ( ” goat ” ) ,no banquinho até 2011 , caia antes , e não chegava na Final , tadinho. Este foi o cara que ” dominou ” durante 15 anos . Já temos 9 Slam consecutivos nas mãos de Alcaraz e Sinner…Abs !

Wanderson
Wanderson
10 dias atrás
Responder para  Tulio

Teve sorte que alcaraz teve cãibras

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Wanderson

E Alcaraz teve sorte que Djoko é 16 anos mais velho

Danilo
Danilo
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Só aí são 7 GS, além da imensa sorte que teve em partidas contra o verdadeiro maior de todos, o que daria por baixo uns 9 GS que caíram no colo. O correto seria uns 15 GS por nível de tênis que mostrou na carreira, o que já estaria de bom tamanho para um tenista que tem slice, voleios e smash de nível mediano para ok

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Danilo

WB 2019 ainda está doendo?
Blake, Philippousis, Gonzales, Baghdatis?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Jura ???. Doendo ? . A maior atuação de um Tenista aos 38 anos no All England Club. Ou seria as últimas 3 edições??? rs…Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

A maior foi a de sexta contra Sinner ainda mais velho com quase 39. Muito maior do que derrota com a maior pipocada da história, o 40-15 “em casa”.

Rsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

PA, tu não notaste o upgrade que SR fez em seu comentário clichê?
Antes, era: “A maior atuação de um Tenista aos 38 anos”, agora é “A maior atuação de um Tenista aos 38 anos no All England Club.”
De sexta para cá, tudo mudou.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não tinha reparado. Boa observação, Luiz.

Lembrando que ele tinha 37 e 11 meses contra um adversário 5 anos e 9 meses mais novo e Djoko 38 e 8 meses contra um 14 anos e 3 meses mais novo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás
Responder para  Danilo

Chora mais, Daniel C. Federer é tetravice do Djokovic e perdeu 13 de 19 finais. É um jogador menor que tremeu para o maior de todos por 10 anos seguidos.

EDVAL
EDVAL
11 dias atrás
Responder para  Danilo

Isso pra vc ver o quão fenomenal ele é

Arnaldo Souto
Arnaldo Souto
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Don’t entende de tênis em português e também don’t entende de tênis em Inglês.

Falta apenas a contra-prova em Espanhol!

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
8 dias atrás
Responder para  Tulio

Cada um comenta conforme a sua conveniência. Na minha opinião, por maldade, os comentaristas omitem alguns detalhes pra tentar convencer o leitor dos seus argumentos. No seu caso, o objetivo é desmerecer as conquistas do Djokovic. Mas, vamos lá: No US Open 2023, Alcaraz, Sinner e Zverev, entre outros, disputaram o torneio; Em Roland Garros 2023, Alcaraz, Medvedev, Sinner, Tsitsipas e outros estavam no torneio; AO 2023, Nadal, Ruud, Zverev, Medevedev, Sinner, entre outros, estavam no torneio; Wimbledon 2022, Nadal, Sinner, Alcaraz, Fritz, Tsitsipas, estavam no torneio; Wimbledon 2021, Medvedev, Zverev, Tsitsipas, Federer, Sinner e outros disputaram o torneio; Roland Garros 2021, Nadal, Medevedev, Thiem, Zverev, Federer, entre outros, estavam no torneio; AO 2021, Nadal, Tsitsipas, Thiem, Zverev, entre outros, disputaram o torneio. Então, em todos os torneios citados acima, o Djokovic fez a parte dele, ganhou de quem apareceu pela frente e conquistou os títulos de forma merecida, sem ter havido qualquer facilidade, conforme você, maldosamente, a meu ver, tenta fazer o leitor entender. Contusões e lesões fazem parte do esporte e em meio a tantos torneios mencionados acima é meio ingênuo achar que não haverá desistências por lesões e isso não leva ninguém a um título de grand slam. Mesmo que um jogador seja beneficiado pela desistência de seu adversário numa final de grand slam, antes ele terá que ganhar seis jogos para adquirir o direito de disputar a final.

Kario
Kario
11 dias atrás

Mas na primeira vez q o Alcaraz não levar o título vai ter alguém q vai comentar: “Ainda acho q o jogo dele caiu muito desde q rompeu com JCF”…

Julio Marinho
Julio Marinho
11 dias atrás
Responder para  Kario

Certeza. Teve gente que achou que o jogo dele tinha sido impactado antes de ele ter feito uma só partida oficial.

João Borin
João Borin
10 dias atrás
Responder para  Kario

ele está mais solto, descontraído depois do rompimento com o JCF.

Danilo
Danilo
11 dias atrás

Os planetas quase se alinharam perfeitamente e por pouco o título não caiu no colo daquele que grita com boleiros e briga com a torcida, o que inflaria ainda mais o currículo anormal que o cara tem. Por muito pouco o Alcaraz não perdeu do Zverev, que é o tipo adversário que o Djokovic e seus fãs sonhavam ver na final, pois é esse tipo de jogador que o sérvio pegou desde 2018 (além de um Federer em final de carreira), para inflar seus números.

Mesmo que o Djokovic tenha tido imensa sorte com 2 WOs (estava fazendo hora extra no torneio), o Sinner realmente decepcionou e jogou bem abaixo, não aproveitando milhares de BPs, além de muitos erros bobos. Deve ter doído essa derrota, pois mesmo o Djokovic estando 100%, o italiano hoje tem mais bola e em condições normais deveria enfiar 3-0 no tênis sonolento do sérvio.

Depois desse AO, tenho certeza que o Djokovic vai continuar apostando na estratégia de entrar nos GS, torcendo para que Alcaraz ou Sinner saiam do caminho para o título cair no colo dele. Ele já andou declarando que se sente mais perto de ganhar de ambos kkkkk, já tá delirando e não levando em conta que ambos irão melhorar ainda mais e ganhar mais experiência ainda. É uma soberba tamanha que não cabe nele, impressionante. Aliás, como é tenista pouco querido no circuito e que ninguém sentiria muita falta, acredito que seja um dos motivos dele não querer aceitar a realidade logo e se aposentar: sabe que cairá no ostracismo se não estiver jogando. Afinal só é famoso por conta dos números e nada mais.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Danilo

Qual é o outro tenista que não é apenas famoso por causa das conquistas em quadra que se traduzem em números?

Última edição 11 dias atrás by Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Danilo

Nadal e Federer são famosos por outros motivos além do tênis?

Mauricio
Mauricio
7 dias atrás
Responder para  Danilo

Ainda dói muito?

Marquinhos
Marquinhos
11 dias atrás

” O ultimo canto do cisne” no primeiro set, surras no segundo, terceiro e quarto.

3 derrotas em tres finais de slam pra Alcaraz pra pedir música no fantástico!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Marquinhos

WB 2014, 2015 e 2019 e US OPEN 2015.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Tu é outro que já mudou o discurso.
Era para ser uma entubada de 3×0 na semi-final, mas não deu.
Era para ser outra na final, mas também não deu.
A entubada mesmo foi no primeiro set. Daria 2 reais para ver sua cara assistindo ao jogo.

JORGE
JORGE
11 dias atrás

Dalcim ,o alcaraz é o que tem tudo que o big 3 tinha ,técnica de Federer ,físico de Nadal e mental de Djokovic guardadas as proporções.
Na sua opinião,qual seria o ponto que o alcaraz tem que melhorar ?

Paulo A.
Paulo A.
11 dias atrás
Responder para  JORGE

Em minha modesta opinião, como um excepcional fora de série que Carlitos é, provou, sem a menor dúvida, que independente de quem o esteja acompanhando, o talento e o brilho nas quadras são todos dele. O técnico é apenas um acessório, embora tenha importância mas relativa.

Aguinaldo
Aguinaldo
11 dias atrás

Espero, que agora, todos se convençam de que o Alcaraz é um legítimo número 1 e não um fake, como alguém disse por aqui.
Ele tem a arte do Federer e a raça do Nadal.

Rafael Wüthrich
Rafael Wüthrich
11 dias atrás

Grande Dalcim, há quanto tempo! Sempre acompanhando o blog, essencial. Me diga uma coisa, Guru: sobre a ideia do Tiley, faz sentido? Vou nem entrar no problema de agenda dentro dos Slam, mas há possibilidade técnica das mulheres jogarem 5 sets? Me parece que a preparação mudaria completamente.

James
James
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Eu acho que pelo menos a final feminina deveria ser em melhor de 5 sets.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Rafael Wüthrich

Fala, camarada Wüthrich! Realmente, uma eternidade desde sua última passagem por aqui. Espero que esteja bem. Grande abraço

Última edição 11 dias atrás by Fernando Brack
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás

Alcaraz foi a segunda maior pedra no sapato do goat perdendo apenas para Nadal.

Berg
Berg
11 dias atrás

Essa final colocou definitivamente o jovem Espanhol já na história do Tênis. Ele só tem 23 anos e já tem 7 slam, uma menos que o Agassi e com o mesmo carrer slam. E dessa vez me pareceu a última dança do Djokovic, pois no saibro ele não aguenta mais, na grama é muito imprevisível e no US Open é o lugar favorito dele perder em slam. Enfim, o sérvio conquistou o único vice que lhe faltava, o do AOpen. Agora sim ele é o mais completo em trófeus, rsrsrsrsrsrsrsrs… Se o Alcaraz manter esse foco, vai bater todos os recordes em 10 anos.

Tribunal AO
Tribunal AO
11 dias atrás

Alcaraz absolutamente é um fenômeno. Deve bater todos os recordes. Sinner deve estar batendo a cabeça depois desta derrota na SF, como Alcaraz na final olímpica, deve vir mais forte. Acredito que está foi a última final de slam do Djokovic, mas de qualquer forma está acima do restante do circuito com exceção de Alcasinner.

ISAIAS
ISAIAS
11 dias atrás

Dalcim, pensando em motivação e foco foi até bom Alcaraz ter sido vice nas Olimpíadas e no Finals??? É assustador pensar que com menos de 23 anos ele quase conseguiu o feito de ganhar os 6 maiores torneios do tênis, bateu na trave, o que seria um feito magnífico pela pouca idade principalmente.

Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
11 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Vc concorda que um dos fatores para a perda do ouro foi ter feito duplas com um jogador já aposentado?

Michael
Michael
11 dias atrás

Do jeito que vão as coisas nos grand slams, teremos o domínio da dupla Alcinner por um longo período!

Craig
Craig
11 dias atrás

Nobríssimo velho lobo Dalcim,
O Sincaraz (de onde tiraram Alcasinne rsrs??) está tão dominante, que particularmente já acho chato. Quem você apostaria hoje que pode entrar no Big 3 ou 4 e você acha também que vão enfrentar toda resistência que Djokovic teve quando acabou com o domínio do Fedal?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Craig

Eu também estou vislumbrando um breve período chato.
Não vejo outras possibilidades de finais de GS sem a dupla ou com o sérvio novamente no restante dos 3 GS em 26.

Rafael
Rafael
11 dias atrás

Vou encher a cara e dormir.
Queria que Djoko tivesse ganhado.
PS. Nadal é o GOAT.
Fui.

Clayton
Clayton
11 dias atrás

Boa tarde Dalcim…
Como de praxe, belo e coeso texto…

Uma pequena correção..
…”Parafraseando o que eu disse…
O Sr. escreveu Australian Open de 2017, mas seria a final de 2012…
…2017 foi o Ano memorável e título do “Leão da Montanha ” em cima do Touro Miúra tbm em 5 Sets…

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás

Pois então, achei um joguinho bem morno, nada a ver com as empolgantes semis.
Parabéns ao Carlitos, mas ficou comprovado que ele não sofreu lesão alguma na longa batalha com Zverev, que. se não fosse tão complacente, poderia exigir uma retratação da arbitragem do torneio por ter permitido o atendimento às cãibras do espanhol.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Ele já confessou as câimbras,meu caro . Roddick disse que qualquer Tenista faria o mesmo. Inclusive o ” Rei dos atendimentos” e idas ao banheiro. Norte – Americano somente esqueceu dos abandonos …rs. Abs !

Jota
Jota
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então se foram câimbras Zverev deveria ser recolocado no certame e Djoko jogar contra ele a final

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Jota

Djokovic concorda plenamente , meu caro. Até porque ” goat ” jamais se utilizou de milongas rs. Apenas Andy Roddick…rsrs. Abs !

Jota
Jota
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O q tem a ver as milongas da Djoko? Aqui o assunto é o Alcaraz não poder ter sido atendido por caimbra mas foi, o que deveria desclassifica-lo. Por conseguinte, zverev avançaria à final contra o Djoko.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Jota

Não precisaria ser desclassificado, apenas o atendimento não autorizado. Caberia a Alcaraz decidir se continuaria no jogo e a decisão poderia ser seguir adiante e ele eventualmente se recuperar, como acabou acontecendo, mas sem a ajuda do fisio.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Ele perderia um game, como aconteceu com o mesmo em Roland Garros, contra Djokovic.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Jota

Resta-nos conjecturar se a decisão da arbitragem teria mudado a reta final deste AO, que poderia ter sido o tão sonhado Slam #25 do Djoko ou o ainda mais sonhado #1 do Zverev.

Jota
Jota
11 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Isso, obrigado pelas 3 msgs q se complementam.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Confessar depois não alivia, Sérgio. Tenho pra mim que ele bem sabia se tratar de cãibras e resolveu relatar outra coisa ao fisio para que este requisitasse o atendimento. Um tanto de má fé da parte dele, mas a decisão é da arbitragem, que precisa estar sempre atenta a espertezas do tipo. A mesma arbitragem que decidiu paralisar Sinner x Spizzirri qdo o italiano estava no bagaço. Só que neste caso a decisão seguiu as regras. Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

A nível de regra idem , meu caro. O fisio contratado da ATP , está ali pra decidir se é cãibra ou muscular. Alcaraz chamou dizendo que era adutor . O árbitro não tem que interferir. Zverev sabia o que era e reclamou muito com a arbitragem. Prevaleceu a decisão do fisio para alegria do Espanhol. Já com Sinner todo o complexo parou no mesmo instante. A decisão foi do árbitro geral . Abs !

Fernando Brack
Fernando Brack
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sérgio, o fisio decide com base no relato do jogador porque obviamente ele não tem como fazer um exame clínico ali na quadra. Pra mim ficou patente que Alcaraz passou o fisio na conversa pra receber o tratamento que lhe ajudaria a superar as cãibras mais rapidamente. Tenho certeza que um atleta como Alcaraz sabe diferenciar cãibra de um estiramento ou ruptura muscular.

Última edição 10 dias atrás by Fernando Brack
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Fernando Brack

Só seria milonga se fosse o sérvio rs

Ruy Machado
Ruy Machado
11 dias atrás

Acho que o grande vencedor foi o Djokovic. Mostrou que ainda pode jogar em alto nível por mais um ano (no mínimo) e, com um pouco de sorte, pode vencer grandes torneios. Calou os críticos e venceu, de forma convincente, o Sinner.Teve a chance de quebra no 9° game contra Alcaraz (que poderia empurrar o jogo para um 5° Set). Mas ao ver o jovem espanhol reagir e fechar o game, perdeu a intensidade e, praticamente, se entregou mentalmente. O 1° saque declinou e os erros forçados apareceram. Enfim, Alcaraz e Sinner que não tomem cuidado. Abc

Última edição 11 dias atrás by Ruy Machado
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Ruy Machado

Eles estão tomando ” cuidado” já fazem 9 Slam consecutivos. Não se preocupe , meu caro …Abs !

Ruy Machado
Ruy Machado
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Que assim seja! Kkkk

Realista
Realista
11 dias atrás
Responder para  Ruy Machado

Não calou os críticos não. Ele chegou na final apenas por uma improvável combinação de fatores.

Gilvan
Gilvan
11 dias atrás
Responder para  Ruy Machado

O grande vencedor é o perdedor? Tá certo então. Afinal, quem joga contra o tempo são Alcaraz e Sinner, não é mesmo?

Ruy Machado
Ruy Machado
11 dias atrás
Responder para  Gilvan

Todos jogam contra o tempo! Ou alguém é imortal? Lógico que o Alcaraz (e Sinner) tem muito mais tempo para ganhar outros GS. Mas tirar o mérito do Sérvio depois de eliminar o Sinner e ser finalista aos 38 anos, chega a beirar o ridículo. E olha que eu nem sou fã do cara. Torcia para o Nadal! Que poderia ter sido o maior de todos não pelo tempo… E sim, pelas leões. Abc

Gilvan
Gilvan
11 dias atrás
Responder para  Ruy Machado

Palmas para o sérvio, o grande vencedor do dia. Eu hein

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Gilvan

Uai, não foi Musetti que venceu nas quartas de final?

Ruy Machado
Ruy Machado
11 dias atrás
Responder para  Gilvan

*lesões

Berg
Berg
11 dias atrás
Responder para  Ruy Machado

Calou a boca dele mesmo. Não adianta conseguir uma vitória memorável na semifinal e depois perder a final. Ficou sem a taça e ainda contabilizou mais um vice de slam. O tenista que mais tem titulos e mais tem vices. O cara perdeu 14 finais e para os mais variados tenistas (Federer, Nadal, Murray, Wawrinka, Medvedev, Alcaraz). Federer perdeu 11, mas foi apenas para Nadal, Djokovic e Del Potro. Nadal perdeu apenas 7 (Federer 3, Djokovic 3 e Wawrinka 1). Será que o Servio é o GOAT mesmo? Tão perdedor assim em finais de slam?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás
Responder para  Berg

Você mesmo disse: ele é o que tem mais títulos. GOAT se mede por números absolutos e não por relativos. Quem tem mais tem 24. Queria ser perdedor assim.

Berg
Berg
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

GOAT é tipo o Michael Jordan, sempre que chegava na hora da onça beber água ele mostrava quem era o melhor. Schumacher, Bolt, Phelps… esses caras não perdiam em finais. O nosso GOAT do tênis perdeu 14, isso mesmo, 14 finais… é muita coisa!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Berg

Continua menos do que ganhou: ele tem 24, ninguém tem mais, fora todos os outros recordes relevantes do tênis.
Sim, é o GOAT.

E o Nadal perdeu 4 finais pro Djokovic. Só não perdeu mais finais no AO, Wimbledon e USO porque não chegava nessa fase.

Basquete é esporte coletivo, não existe final em F-1 (que nem é esporte), Phelps e Bolt perderam várias finais. Informe-se melhor.

Berg
Berg
2 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Cita aí amigão, as finais de Phelps e Bolte perderam nas suas modalidades individuais. Nadal perdeu 4 finais pro Djokovic e Djokovic perdeu 5 para o Nadal, e ai?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Berg

Wawrinka não perdeu nenhuma final de slam.

Berg
Berg
10 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Esqueceu da surra que ele levou na final de RG 2017 para o Nadal?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Berg

Lembra de AO 2019?

Paulo Curly
Paulo Curly
11 dias atrás

– Djokovic irretocável na parte técnica. Mas como bem disse o editor, “Apesar de extremamente competitivo, tem o físico inferior”
– Cra8g Tiley, na nítida intenção de aumentar o tempo de exposição de seu torneio nas midia, decisão que, decisão que deve resteingir em muito o número de favoritas as tenistas mais bem preparadas fisicamente
– Na outra ponta, agora que a idade.chegou para.Novak, Novak reclama da qtde de partidas de um GS e pediu para serem resuzidas para 5 jogos.por.torneio para que todos (ou seja, ele mesmo), possa ser beneficiado por mais esta decisão.

Tulio
Tulio
11 dias atrás
Responder para  Paulo Curly

Qd ganha é Goat, quando perde é o físico, não via ninguém da turma da kombi falando isso quando ele batia o Federer.

Gui
Gui
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Físico de goat, ué

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Tulio

Rapaz, relaxe. Espera o Alcaraz quebrar as marcas de Djoko. O sérvio perdeu hoje e estou de boa. Perder faz parte do esporte.

Luciano Antonio
Luciano Antonio
11 dias atrás

Acho que o Djokovoic teve “sorte” das desistências do Mensik e do Muzzeti, e um pouco de “azar” do Zverev não ter fechado o jogo contra o Alcaraz. Eu acho que o Djokovic teria mais facilidade contra o alemão. Parabéns Djokovic!

Bruno
Bruno
11 dias atrás

Dalcim ,
E o lendário,Mario Cesar,lembra?
Tem notícias dele?

LUCAS
LUCAS
11 dias atrás

Nadal se torna entre o big 3 o único a não ser derrotado em uma final no seu Slam de mais sucesso,14 de 14. A sequência dos maiores da história continua a mesma de antes. Roger Federer no topo, seguido de Rafael Nadal e Djokovic no terceiro posto.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  LUCAS

Exato. Daí 14 RG e 237 Semanas no Topo , são os únicos recordes inalcançáveis até mesmo por Sinner e Alcaraz. Abs !

Paulo Larry
Paulo Larry
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Veja bem: em simples masculino, Djokovic e Nadal encontram-se no mesmo patamar – na minha opinião – sendo que cada um possui seus pontos fortes e fracos. E Djoko é de longe o que tem o tênis mais versátil e focado em resultados, além de parecer mais resiliente.
Já fora, dentre os três há um cara “cheio de idéias erradas” sendo que algumas tratam-se de mera birra minha não concordar, mas em outras suas idéias beiram a mais completa insanidade.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

237 é quase metade de 428, que é o que realmente importa.
Dê-se por satisfeito por Mr. Federer não ler o que escreves.
Certamente ele responderia:
Prezado Sérgio Ribeiro (com a elegância peculiar dele), por favor, deixe de passar vergonha em meu nome.
Best regards.
Roger Federer.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
11 dias atrás

Creio que a maioria de nós considerava os números de conquistas de GS do Big 3 inalcançáveis. O Alcaraz com 22 anos já tem 7, e exceto por Sinner, não vejo nenhum dos atuais adversários com potencial de encarar os dois de frente nesses eventos no curto/médio prazo. Daqui a 10 anos eles, e o espanhol em especial, podem alcançar e até superar estes números se não surgir uma outra força. Como e esporte é incrível…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

E o “arrogante” já te adiantou há quanto tempo, caríssimo ” diversão garantida” ???. Lembras do fenômeno desde 2021 ? . Ele mesmo, Tourinho Assassino???. Tua resposta foi que o Circuito estava” insosso” sem Big 3. São apenas 9 Slam em sequência de Alcaraz e Sinner, igualando extraordinário feito de Nadal e Djokovic. Comentários de resultados, é típico do Sr ” diversão garantida” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Insosso não impede nenhum dos dois ultrapassarem o gigante.

Groff
Groff
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Luis, eu não achava inalcançáveis os números de Slam. Inclusive, creio que até falei por aqui que a tendência estabelecida pelo Federer (20 slams) poderia ser alcançada logo (o que aconteceu realmente, duas vezes já), com favoritismo para preparações físicas superiores, que poucos teriam como alcançar, tendendo a uma concentração dos grandes torneios em poucas mãos (também acontecendo). Com o número de Cabeças em 32, isso deu uma vantagem gigante aos Top: vide a sonolência que foi esse trecho do último AO. Some-se a isso a padronização do circuito e não deve demorar para os 24 Slams do Nole caírem, se o físico dos candidatos aguentar. Sempre achei números absolutos meio “burros”. Os 14 Slam do Sampras, por exemplo, são muito impressionantes, pois atingidos em pisos realmente diversos e com 16 cabeças. Por isso, acho que esse número (20+) é um reflexo do circuito atual, e isso já vem se desenhando há muito tempo, mas recordes como o de número absoluto de semanas do Nole, os 14 RG de Rafa, e tanto as semanas consecutivas quanto o número de WB (o Slam mais difícil de ganhar, mesmo com o piso mais lento) do Federer, esses sim são complicados de bater. Abraço!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás

Obviamente o lado físico iria apitar depois da batalha contra o Sinner. O GOAT dos esportes continua tendo a melhor atuação de um jogador nessa faixa etária de quase 39 anos contra um 14 anos mais novo. O jogo de sexta foi histórico para o dono do esporte.

No mais, os principais números ainda continuam com ele. O choro de fedalzetes não muda nada.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não jogou nada contra Musetti. Na verdade atuação medíocre do ” goat ” . Já vinha de WO anterior , daí chegar totalmente inteiro contra Sinner. Este levou todas as estatísticas e não soube aproveitar o erro de seu oponente com 40 -15 e Saque . Amarelou, lembras ??? . Perdeu dois Match-points. Entrou como um kamikaze contra Alcaraz. Este no ato devolveu o 6 x 2 , e apenas administrou o resultado como um veterano, como tinha feito nos 3 x 0 no USOPEN, apenas 3 meses atrás. Na boa , dono do Esporte ? . Espero que Piloto da Kombi, permaneça neste espaço no mínimo mais 5 anos … Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O fato é que jogou demais contra o italiano e conseguiu a vitória épica, a melhor de um veterano em 5 sets.

Diferentemente do Federer, Djoko não perdeu o game: empataram em 40 iguais e depois ele fechou. Não tomou 4 pontos seguidos como em Wimbledon 19. Gigante mental define.

Hoje ele começou destruindo, mas aquele ponto que tocou na rede e caiu pro lado do sérvio pode ter determinado o rumo da partida, mesmo com o físico caindo depois. Alcaraz estava assustado.

O André Ghem falou de novo que Djoko é o maior atleta da história. Já transcendeu o tênis faz tempo.

Sem choro, rsrs, abs!

Fellipe
Fellipe
11 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Caro emocionado, o Ghem dizer tanto que o sérvio é atleta All time quanto dizer que a Sharapova é feia, é a mesma blasfêmia.
Federer e Jordan são os maiores em seus respectivos esportes, enquanto o sérvio e Lebron James se destacam como longevidade de carreira, sempre em alto nível em seus respectivos esportes tb. Pare de desmerecer uma lenda pra enfiar sua preferência goela abaixo pra cima de quem entende do esporte e é racional, não um emocionado!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
11 dias atrás
Responder para  Fellipe

Como vai ser maior não tendo os principais recordes do tênis e sendo freguês dos arquirrivais?

Djokovic ainda tem todos os principais recordes e é reconhecido por Nadal, Sampras, Borg, Connors etc. Federer é o terceiro, perdeu tudo.

Você que é o emocionado, caro novato.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
11 dias atrás
Responder para  Fellipe

Emocionado – 24 slam, 40 masters 1000 e 7 atp finals
Racional – 20 slam, 6 atp finals e 28 masters 1000

Thiago Silva
Thiago Silva
9 dias atrás
Responder para  Fellipe

Como é que o Federer vai ser o maior se não tem mais nenhum recorde relevante?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

André Quem? . O mesmo que nos palpites da própria ESPN cravou Alcaraz hoje , e Sinner para campeão ? . Credibilidade Zero . Não tomou as redeas depois da ” amarelada ” de “goat ” por incompetência do Italiano. O próprio reconheceu seus inúmeros Breaks desperdiçados. Partida para jovem Italiano esquecer. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você se doeu com a fala dele por duas vezes. Quem tem credibilidade é o Sr., rs.

Djoko não amarelou: fechou o jogo depois de um 40-15 complicado, como fez ano passado contra Zverev e Cobolli.
Nunca tomou 4 pontos seguidos e não ficou marcado por duplo 40-15 contra o mesmo adversário. Isso fica pro suíço.

Realidade: jogo memorável e força mental enorme do Djoko para salvar tantos BP e fechar tanto o quarto quanto o quinto set.

Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

A mesma imensa força mental mostrada contra Alcaraz. ” Comecei a errar muitos primeiros Serviços, e daí os Forehands . Depois tive queda brusca de energia” . Pano rápido…rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Federer ao longo da carreira, teve 3 vezes 40×15 e um 15×40 (US Open 2010 – físico no topo), contra o sérvio.
Sabes quantos ganhou, né?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Ganhou exatamente zero, rsrs. 3 pipocadas do pequeno mentalmente.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

40 x 15 e saque e venceu.
Já o outro…
Admiro sua resiliência.

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

40 x 15 e perdeu 2 match points. O mesmo que aconteceu com Federer. LF s da vida até hoje, fingem que não leram a declaração do Sérvio, enaltecendo a grande atuação do Sr de 38 até os 13 x 12 do Quinto Set . Em quadra sentiu o que é levar 94 Winners. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

O mesmo que aconteceu com Federer uma conversa.
Mr. Federer perdeu. Sabes o que significa?
E não foi uma vez só não.

Paulo Larry
Paulo Larry
11 dias atrás

A verdade é que a vitória de Djokovic sobre Sinner foi um hiato, criado por uma conjunção de fatores, como: – Djokovic beneficiado pelo abandono controverso de dois oponentes “á la Nelsinho Piquet”, seguido de uma partida.contra um “Superbig” que já vinha dando sinais claros durante as últimas duas semanas em Melborne de que nâo vinha bem fisicamente.

Nada apaga as excelentes atuações do Sérvio, mas tal qual o Rocky balboa.em “Rocky 3”, ele próprio provavelmente jamais desconfiara que seus resultados foram arranjados.

Nada a ver com isso também sua patética torcida, que.comemora os “feitos fake” do Sérvio neste AusOpen, mas que não foram suficinetes para desempatar o único record importannte do tênis que realmente lhe pertence, mas o.qual divide com Margareth Court (o número total de GS em simples.

Claro que sua patética torcida.vai.responder.com lances de esquizofrenia, onde dizem que não se.compara tênis masculino com feminino… mas desmentido imediatamente após, ao reforçarem que na “opinião deles” Djokovic é o maior.esportista de todos os tempos, ou seja, fazeendo uma comparação com basquete, natação e futebol e todos os.demais esportes..

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 dias atrás
Responder para  Paulo Larry

Também acho essa de que o Djoko é o melhor de todos os esportes uma besteirada sem tamanho rs

Qualquer comparação só pode ser feita dentro do mesmo esporte. E mesmo assim, já é muito difícil.

Senna é considerado, pela maioria dos especialistas, o melhor que já correu na Fórmula 1, só com 3 títulos.

Há divergências, claro. Mas é o que se diz.

Mas, pra mim, mesmo que ele tivesse ganhado 10, ele só teria sido o melhor da Fórmula 1. Mais nada.

Não tem como comparar Pelé, no futebol, com Senna e Schumacher, na Fórmula 1, ou com Djokovic e Federer, no tênis, ou com Kasparov e Bobby Fischer, no xadrez.

É um exercício simplesmente ridículo.

Estamos falando de gênios que tinham expertise numa determinada área.

Cada qual foi grandioso aonde teve que ser, uai.

Última edição 10 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Concordo plenamente. Isso de comparar esportes diferentes acho uma coisa sem pé nem cabeça. Envolve inclusive o fator longevidade.
Um jogador de xadrez, por exemplo, pode muito bem se manter no topo mesmo depois dos 50 anos. Já no tênis, isto é impensável, mesmo nas duplas.
Como que vamos comparar o filipino Carlos Yulo, ginasta de 1,51m, medalha de ouro no solo e no salto… com o Michael Phelps, 1,93m, 37 vezes recordista mundial e 19 medalhas olímpicas? E como que vamos comparar ambos os citados com Novak Djokovic?
Não vejo lógica nisso.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Paulo Larry

Se há uma patética torcida pelo cara que venceu tudo em seu esporte, muito mais que seus principais concorrentes, que nome o Sr. dá a outra torcida?
A dos perdedores?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E de onde você tirou que o Djokovic “ganhou muito mais” do que os seus principais concorrentes?

Nada disso! Tem dois títulos de Slam a mais que o Nadal, e 4 a mais que o Federer.

Isso não é, nem nunca será ganhar muito mais do que eles. Ganhou mais, ok. Mas não cabe hipérbole aí.

Teddy Rinner é um judoca que, na sua categoria, não teve adversários. Ganhou, praticamente, de qualquer desafiante.

Ele sim merece uma hipérbole.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Cara, 4 GS a mais que Mr. Federer é um mundo.
Tem vários ótimos tenistas na história que não passaram de três (Guga).
Ter mais de 100 semanas como #1 só de vantagem, é muito, muito mais.
Em M1000 são 13 de frente.
Nem Alcaraz e Sinner chegaram aos 13 ainda.
Então, não sei o que seria vencer muito mais.

Marcelo Reis
Marcelo Reis
11 dias atrás

A meu ver, o Djokovic só conseguiu chegar à final porque passeou na praia no round 4 e o acaso o favoreceu na 5ª rodada. Tivesse jogado estas partidas completas, ainda mais tendo que virar em cima de um Musetti endiabrado, tenho por mim que teria perdido do Sinner por 3×0 ou 3×1, na melhor das hipóteses, o que por fim teria tornado esta final mais divertida.

Sim, o sérvio ligou o modo turbo no 1º set e deixou Alcaraz parecendo barata sob efeito de inseticida. Mas este nível avassalador de outrora não casa mais com um corpo de 38 por muito tempo, até porque o sérvio não é um atacante nato como mostrou no 1º set com imensa agressividade, mas sim um contra-atacante de excelência, e para isso precisa do físico em ótimas condições. De toda forma, a derrota não foi um demérito. Ao contrário, deu uma noção do que um membro do Big 3, mesmo “coroa”, pode fazer se estiver inteiro, ainda que temporariamente. Por mais que eu não curta comparar gerações, embora essa seja subsequente à do Big 3, toda vez que alguém fala que o Big 2 de hoje amassaria o Big 3 de outrora em condições iguais, eu dou uma risadinha irônica.

O imenso talento do espanhol, em parceria com seu poder de regeneração típico da idade, contaram muito a seu favor. E ele mereceu! Outra combinação dessa a favor do sérvio não é esperada, ao menos não por mim, mas a esta altura tudo que vem desta nova formação do Big 2 + 1 é histórico. E isto é sempre uma ótima notícia para o esporte.

Última edição 11 dias atrás by Marcelo Reis
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Marcelo Reis

Sem essa de ” amassar ” , meu caro. Sinner e Alcaraz , jogam mais que o Big 3 na mesma idade e em todos os pisos . A Final no Saibro de RG 2025 , fez Federer e Nadal tecerem elogios acima de qualquer suspeita . A risadinha irônica não cabe , em relação ao mais jovem Atleta a levar 7 Slam , em todos os tempos do Esporte. Com todo respeito…Abs !

Groff
Groff
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Discordo, Sergio, meu caro. Sinner não joga mais do que Federer jogava na mesma idade (24 anos), e Nadal já tinha ganhado mais do que ele no mesmo ponto da carreira. Alcaraz é fantástico e há aspectos do jogo dele que são superiores aos do Big3, mas na parte física. Na técnica, não posso concordar, notadamente vendo o que Federer era capaz de fazer, especialmente enquanto as quadras não eram lentas e o “bounce” não era tão alto. Era outro jogo, e, sim, a nova geração é uma consequência disso, mas não significa que sejam superiores. Eu acho que são, claro, mais adaptados (vide as vezes em que o Alcaraz reclama quando a quadra está mais rápida do que o normal). Por isso, tendo a concordar com muito do que o Marcelo disse. Abraço.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás
Responder para  Groff

Sem problemas, meu caro. Eu disse “melhores na Mesma Idade em Todos os pisos ” . Nadal tinha seus problemas fora do Saibro e Federer iniciava um processo de adaptação a Terra Batida. Mas realmente com os 24 de Jannik Sinner, concordo sem problemas . Djokovic realmente junto com Murray, demorou mais a amadurecer. Mas em 2011 , já fez Temporada espetacular. Abs !

Thiago Silva
Thiago Silva
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nadal com 22 já tinha slams em todos os pisos em cima do Federer.

Paulo Estarola
Paulo Estarola
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Por isso mesmo esses novos Bigs (Alcaraz e Sinner) podem ser considerados não apenas Bigs, mas ‘Superbigs’:
– Novos equipamentos e claros avanços na preparação física devem dar a ambos condiçôes melhores de praticar um tênis um pouco diferente do que se praticava a 10 ou 15 anos atrás.

Para jogadores ‘remanescentes’ de épocas anteriores, resta apenas afinar a técnica ao máximo e deixá-la refinadíssima, pois ela “compensa” o físico já em declínio, além de usar a imensa experiência a seu favor.

Há “velhinhos” que sofrerão mais, pois possuem dificuldade de entender esses fatores e se adpatar (ex.: Bellucci e Bia…).

Belluccia uma vez disse algo do tipo: “Eu sempre fiz desta maneira e funcionou. Porque agora preciso mudar?…). Caso típico!!! Não foi a ação em si, mas a mentalidade por trás desta frase é o que preocupa (para o esportista em geral, e não para o caso do Bellucci, que foi apenas um exemplo que me ocorreu).

E outros (como Tien, Nadal, Federer, Djoko, Agassi e tantos outros), que entendem a necessidade de se reinventar e fazer melhor que antes.

E acho que o acima vale não só para esportistas profissionais, mas amadores como nós também. Aliás, vale até mesmo profissionalmente no dia-a-dia.

Paulo Estarola
Paulo Estarola
10 dias atrás
Responder para  Paulo Estarola

Aliás, importante mencionar:
Acho Bia e Bellucci top of the top (foram Top 10 e top 20).

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
11 dias atrás

Mesmo em se considerando que o sérvio foi beneficiado pelo abandono de 2 adversários em sequência – poderia ter parado nas quartas-de-final frente ao Musetti – acontece que o acaso acontece com qualquer um, e ele não tem culpa.
Obviamente que ele não gostou do desfecho da final, mas ficou no lucro em termos de ‘ranking’ e com um desempenho acima das expectativas em termos de campeonato.
Já quanto à final, de repente me veio à mente o jargão do Sandoval Quaresma – da escolinha do prof. Raimundo. ” – Tava indo tããão beem…”

Alexandre
Alexandre
11 dias atrás

Salve Dalcim,

Que maravilhoso ver a historia do tenis acontecer diante dos meus olhos. Muito feliz pela qualidade do jogo na final. O Alcaraz e realmente um tenista fantastico.

Uma coisa me chamou a atencao e queria pedir a sua opiniao. La pelo quarto set algumas bolas cheias de spin colocadas no centro da quadra e com com muita profundidade atrapalharam e muito a devolucao do Alcaraz. Penso que o Nole usou isso como uma estrategia, nao apenas para dificultar a devolucao mas como para se poupar da correria do rally no cross court na mudanca de direcao da bola.

O Carlitos bate muito bem na corrida para as laterais e acho que gosta de fazer isso mas fiquei com a impressao de que ele se atrapalhou nessa bola do meio. O que voce acha? E algo que pode ser explorado?

Muito obrigado pela sempre linda cobertura do tenis e um grande abraco a vc e em toda a sua equipe.

Última edição 11 dias atrás by Alexandre
Fernando
Fernando
11 dias atrás

Reitero o que disse em outro post: era pra ter saído diante de L. Muzetti. Houve o golpe de sorte. Pulou uma rodada por WO, outro golpe de sorte. Sem isso, dificilmente teria chegado à final. A idade chega para todos. Deveria estar ao lado do Nadal na plateia, curtindo a aposentadoria. Você é o GOAT, Djokovic. Agora chega. É hora de se retirar bem, com dignidade.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Fernando

E o que seria se retirar sem dignidade?
Tomando um pneu na Central e depois, ao lado dos amiguinhos chorando em um torneio de exibição?
Talvez ele não queira isso.

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Isso de não reconhecer pela milésima vez a lesão do Suíço é uma … deixa pra lá que não passa . Roger Federer jamais abandonou uma de suas 1532 partidas . Recorde absoluto. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

Todas as lesões são reconhecidas.
Somente ele (Mr. Federer) é capaz de defender o motivo de jamais ter abandonado um jogo e nem ele nem ninguém tem o direito de torcer o nariz para quem teve que sair antes do final.
Musetti fez isso poucos dias atrás. A ala que quer ver o sérvio enterrado, até hoje diz que o italiano ganhou o jogo.
É para rir ou não?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Federer jamais jogou novamente. Tu realmente parece que tem bloqueio…Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Uai kkkk

Mas aí você mesmo concordou com o Fernando, sem perceber.

Porque se você considera indigno o Federer se despedir, com pneu, por estar velho, é justamente isso que pode ocorrer com o sérvio, ora mais.

Se bem que o Federer só tomou o pneu (e vc sabe) porque estava lesionado. E não porque não fosse páreo pro adversário em questão.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

É porque ele sugeriu que Djokovic se retirasse agora. Sem nenhuma lesão e chegando em todas as semis de GS, até numa final.

Camarada Paulo
Camarada Paulo
11 dias atrás

Dalcim, com essa derrota na final, podemos agora cravar que o maior em m GS é Nadal? Pq fez 14 finais em RG e n perdeu nenhuma. Sequer teve 5 sets

Hendrix
Hendrix
11 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim, como adendo na resenha do colega. Você não considera 14x RG em 14 finais superior a 10x AO em 11 finais? Se sim, porque?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Hendrix

Puxa, na simples matemática, 14 é superior a qualquer número, dos 13 para baixo.
Talvez houvesse discussão se fossem 14×0, no caso Nadal em RG e uma possível 14×1, no caso Djokovic no AO.

André Aguiar
André Aguiar
11 dias atrás

O título do post, por si só, dispensa comentários.

Paulo A.
Paulo A.
11 dias atrás

O Djoko mencionou em sua entrevista coletiva que sentiu problemas de saúde recorrentes na final que, por óbvio, o atrapalharam e o tem prejudicado, diminuindo suas chances nos Slams. Fiquei curioso sobre; alguém sabe do que se trata?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 dias atrás
Responder para  Paulo A.

A chamada sequela ou Covid longa. Ele jamais falaria…Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Fiquei aguardando a homenagem a ele, que você prometeu durante todo o ano passado.

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Rapaz, é preocupante. Postei duas vezes que diretor do AOPEN perguntou e ” goat ” respondeu: ” Não existe prazo para aposentadoria”. O CEO então afirmou que homenagens no Torneio, somente após a definição. Tua preguiça de ler , ou problemas de memória , acontecem quase diariamente. Se liga !!!. PS : Djokovic na cerimônia final , deixou tudo no ar novamente. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

Mas eu queria sua garantia cumprida, como sabes de tudo, que teríamos cerimônia, rsss.
Esqueceste de combinar com Djokovic também.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Quem manda é o CEO do Torneio. Djokovic somente enrola . Pagou outro mico na última coletiva falando em Olimpíadas de 2028 . Ele e tu não sabem o que dizem . Abs !

Sandra
Sandra
11 dias atrás

Só espero que o tombo dele não seja tão rápido como está sendo sua carreira até agora

João
João
11 dias atrás

Boa noite mestre, mais um excelente texto, um dúvida, a gente sabe que o Djoko não está mais no seu auge, mas é impressão minha ou o saque dele e o Foreand dele é melhor do que quando estava no auge físico. Abc

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E o que seria essa mudança tática no saque, Dalcim?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Boa!

Sergio
Sergio
11 dias atrás

Caro Dalcim, por favor me diga o que você acha desta história de número 1 mais “fake” da história aventada por colega aqui do site. Para mim é tão risível quanto ridícula. Tem fundamento esse argumento?
Obrigado.

José Afonso
José Afonso
10 dias atrás
Responder para  Sergio

O Mestre Dalcim, embora grande autoridade no conhecimento do esporte, não concorda comigo e está tudo bem. Em vez de recorrer a argumentos de autoridade, que tal pensar e enfrentar os argumentos lógicos?

Por que segue sendo fake? Ele ainda não conseguiu o número 1 com disputa completa (últimos 12 meses) contra o principal rival.

Nos últimos 12 meses, Sinner esteve suspenso 3 meses, impedido de jogar 4 Masters 1000. Isso é um fato ou invenção minha?

Em 2022, Novak (e todos os participantes) não recebeu os 2000 pontos do titulo de Wimbledon. Fato ou invenção?

A partida de ontem trouxe ao número 1 fake um grande feito, mas lembremos que ele já começou o ano com sorte, considerando que o número 1 legítimo e seu maior rival foi eliminado pelo vovô de quase 39 anos.

Vovô este que deu uma surra nele no 1º set, até começar a perder a energia, pelo fator físico. Então ele não precisou enfrentar o maior rival e ainda enfrentou um adversário 16 anos mais velho, numa idade bem avançada.

Deu sorte na semifinal também, de pegar um adversário amarelão que não conseguiu jogar contra ele mesmo com uma perna só em parte do jogo.

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  José Afonso

Sr José Afonso, na boa . Descobristes um jeito de chamar atenção pela pior maneira possível. Desmerecendo um fenômeno como Carlos Alcaraz. Este não teve culpa se Sinner jogando os mesmos 12 Torneios em 2024 e 2025 , não defendeu seus Títulos em Halle ( caiu na segunda) e no Masters de Shangai ( caiu na terceira) , daí dançou no Ranking . Alcaraz defendeu RG e o bateu na FInal do USOPEN ,ou seja , venceu jovem Italiano na Final de 2 Slam. Procure se informar pois Carlitos meteu 3 x 0 e 3 x 1 pra cima de ” goat ” também nos dois últimos Slam . Isso é confronto direto. Vá pesquisar, e pare de pagar micos . Daí não merecer mais respostas . PS : Carlitos não jogou 3 Masters por lesão, inclusive Madrid . Abs !

José Afonso
José Afonso
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

Caríssimo Sérgio Ribeiro, não adianta ficar bravo e lutar contra fatos.

Eu não disse que ele é culpado, mas é fato que ele teve bastante ajuda do destino para se tornar número 1. Creio que ninguém negue isso, isso é fato.

O que muda é a conclusão sobre a premissa verdadeira: enquanto vocês o consideram número legítimo 1 apesar dessa ajuda do destino, eu (e alguns outros) considero fake, por não ter ainda conseguido —apenas— pelo próprio mérito. Abs!

Última edição 9 dias atrás by José Afonso
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  José Afonso

Quando vens com o tal Fato ! , pioras mais ainda , meu caro. Se alguém com 7 Slam e 8 Masters 1000 , aos 22 ( recorde da história) , não merece ser N 1 , com quase 3000 pontos de vantagem, ninguém faz juiz ao Posto . Bi Campeão de Wimbledon para cima de Djokovic e do AOPEN , onde o cara jamais tinha perdido uma sequer. 3 x 0 em Finals contra ” goat ” e 2 x 1 contra Sinner. Este não defendeu USOPEN 2025 e AOPEN 2026 , levando o mais jovem N 1 da história, ao lugar que lhe pertence de fato e de direito. Abs !

José Afonso
José Afonso
8 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Meu caro amigo Sérgio Ribeiro, os feitos são grandes, mas atingir o número 1 exige superar os demais em —pontos— numa mesma temporada, não em feitos.

É só olhar para a temporada de 2024: Alcaraz ganhou 2 Slams e Zverev zero Slams. Quem ficou na frente do ranking?

Contra fatos e contra a matemática não há argumentos, rsrs. Abs!

Hendrix
Hendrix
11 dias atrás

Dalcim,
Voce acredita que a derrota do Sinner na semifinal do AO, seguida pelo título do Alcaraz no mesmo torneio, pode desequilibrar o duelo dos dois nos próximos torneios em favor do espanhol? Temo que o italiano sinta um abalo de confiança e passe a duvidar um pouco mais de si nos confrontos diretos.
Abs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Lembrando que ele terá o período equivalente à suspensão do ano passado para se recuperar.

Evaldo Moreira
11 dias atrás

Meu Deus do céu , todo o post é a mesma ladainha …. Tem 4 anos que Federer parou e ainda os caras falam nele ?

Qualquer tópico , e os caras falam as mesma coisas , rapaz … É paixão demais kkklklk

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Evaldo Moreira

É o que eu sempre tentei destacar aqui…rs

EDVAL
EDVAL
11 dias atrás

Buenas dalcin
Sempre tive uma dúvida;
Esse fenômeno antDjokovic que existe aqui no Brasil por parte das Fedalretes, existe só aqui no Brasil ou é um fenômeno mundial?
Pq tudo bem, vc pode ter um preferido dos três, mas não pode tirar a importância dos outros dois, e eu sinto,.pelo menos aqui no blog, uma tendência, mais da parte das viúvas do Federer, esculachar os feitos do Djokovic.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
10 dias atrás
Responder para  EDVAL

Isso é desonesto.

O Djokovic jamais foi o único rebaixado.

Como ele ainda joga, é natural que se fale mais dele hoje que continua em evidência e aparece nos principais palcos.

No entanto, aqui no blog, o Federer tem mais haters do que ele. Já que o número de fãs do sérvio que postam aqui é maior…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Federer é mencionado porque é a torcida dele que dá xiliques com o sérvio, cara pálida.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Não Rodrigo, nenhum tenista tem mais adversários aqui no Blog que Djokovic.
Nem hoje, nem quando Federer estava na ativa.
Hoje, ainda tem como agravante a união das duas torcidas, o Fedal, contra, para apimentar mais o caldo.
A única isenção que percebo, é a do xará Luiz Fernando, que não aderiu aos Federistas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Isenção???. Para um cara que mandou ” Odeio Roger Federer” ??? . Não sei que Mundo habitam os LFs . É certo que o do Tênis nem pensar . Somente ” goat ” e briguinhas de torcidinhas , como no futebol kkkkkkkkkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Seu curso de falta de entendimento está extrapolando os limites.
Eu falei isenção porque é o único que percebo que não se uniu ao Fedal para fazer campanha contra o sérvio. Continua nadalista roxo e admira os feitos que o sérvio vem construindo dia-a-dia.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não mereces nem resposta . O cara depois de ver Nadal ficar de 2013 até aposentadoria ( Onze anos ) sem vencer Sérvio fora do Saibro, não imaginou que Federer voltasse em 2017 tirando Slam do Espanhol , já aos 36 anos . Resolveu virar baba ovo mor dos Kombistas. Isenção pras tuas …deixa pra lá. Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Exatamente.

O Luiz Fernando jamais teve isenção nenhuma! Sempre detestou o Federer, e sempre se uniu aos nolistas para atacá-lo ou expô-lo ao ridículo.

Inclusive, costumava chamar o suíço de “cansadão”. Eu não esqueço…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Discordo frontalmente, Fabriciano.

Observo o blog há mais de uma década. Nos últimos anos a torcida do Djokovic se tornou muito maior aqui. Isso pra mim é claro.

E diferentemente do que você escreveu, até hoje nunca vi nenhum nadalista atacando o Djoko.

Aliás, pelo contrário, a tendência é de se unirem com os fãs do sérvio só por raiva do Federer.

Paulo Estarola
Paulo Estarola
10 dias atrás
Responder para  EDVAL

Oi Edval. Tendência em todos os esportes…

Mas o caso é antigo e eles foram muito provocados quando o Federer estava no auge, no mesmo nível (trara-se de chumbo trocado).

Mas isso deve se reduzir quando Djoko se aposentar.

E então você verá as provocações trocarem de personagem (deverá ser sinner, alcaraz e quem vier depois).

Marquinhos
Marquinhos
10 dias atrás
Responder para  EDVAL

Sem pé nem cabeça. A torcida do servio é a pior que tem aqui pra quem acompanha o blog desde 2011 como eu.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Boa rs.

Paulo F.
Paulo F.
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Receba, Marquinhos! kkkkkkk

José Yoh
José Yoh
10 dias atrás
Responder para  EDVAL

E o oposto também vale.

Bem, só pelo fato de voce chamar torcedores do Federer de “viúvas” e “Fedalretes” já explica muito o ódio de cada torcida – e digo de ambas as partes – sobre o sentimento antiFederer ou antiDjoko… uma pena.
Abs

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás

Vi Djoko claramente tirar a faca dos dentes ao perder o serviço pela 1ª vez no 2° set e não apenas não recolocá-la como guardá-la na raqueteira. Estranho isso para quem estava com tanta gana de realizar a façanha superlativa de levantar o AO#11 e o Slam#25. Ele alega uma perda de energia, num momento em que sua mente deveria estar focada a deixar tudo na quadra. Alguma coisa desligou ali que ele não sabe explicar o que foi e sobre a qual parece não ter controle.

Fernando Brack
Fernando Brack
11 dias atrás

Lorenzo Musetti comunica sua desistência do Rio Open. Esse é um jogador que sofreu uma lesão de verdade.

Danilo
Danilo
10 dias atrás

Estou convencido que o Djokovic está vivendo uma espécie de surto de negação da realidade. Acostumado a bater em adversários fraquíssimos durante 5 anos (geração Zverev, Fritz, Ruud e afins – bons jogadores, mas apenas isso) e inflar seus números além do que deveria, não contava com a ascensão repentina de dois fenômenos, o que atrapalhou os planos megalomaníacos de se isolar completamente nas conquistas de Slams, e com isso, segue se forçando a continuar jogando na esperança de ganhar grandes torneios com esses dois jogando para provar pro mundo que é “o cara”

O recalque de falta de popularidade em relação a Federer e Nadal é tão grande que ele tenta desesperadamente conseguir mais e mais recordes como forma de “descontar” essa frustração mal resolvida (que deveria ter sido medicada com terapia). As declarações de que nunca conseguiu ser amigo de ambos e que se sentiu menosprezado no início da carreira não me deixam mentir (novamente isso é uma visão deturpada – foi o próprio que impactou sua própria popularidade com atitudes inadequadas dentro e fora das quadras)

Além disso, sempre gostou de ser o centro das atenções (no início da carreira até dancinha e imitar os jogadores), outro motivo para não querer largar o osso. Agora que Federer e Nadal se foram, é a oportunidade dele ter um pouco mais de popularidade e visibilidade que sempre sonhou.

Marquinhos
Marquinhos
10 dias atrás
Responder para  Danilo

Bi-terceirão.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
5 dias atrás
Responder para  Danilo

Perfeito o comentário do Danilo.

Resumiu em poucas palavras exatamente o que o Djokovic é.

Paulo F.
Paulo F.
10 dias atrás

Parabéns gigante Alcaraz ao adentar um grupo tão seleto da história do tênis e com tanta precocidade.
Mas sabendo do tipo de pessoas que tu tens como torcedores, é impossível torcer por ti.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
10 dias atrás
Responder para  Paulo F.

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Olha, precisa fazer um esforço viu kkkkk…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Alcaraz terá toda minha torcida toda vez que for enfrentar Jannick Sinner em qualquer torneio.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Também não gosto do Dick Vigarista

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Como poderias gostar depois de tantas surras ??? . E quando vence , o oponente lidera Todas as estatísticas. Paulinho e LF podem dar as mãos a nível de fanatismo. Pra complicar , Jannik Sinner eleito duas vezes ( 24 e 25 ), o preferido da galera segundo ATP. Tadinho do ” goat ” …. Rsrsrs, Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

24 slam sem suspensão por doping > 4 slam com suspensão de 3 meses;
H2H o goat perde de 6 a 5 apesar da diferença de 14 anos de idade;
Principal partida: final do atp final e mais um recorde isolado para o goat.

Tadinho do goat rs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeirosa

“A nível de” seus comentários, não importa que tenista A ou B tenha 100 pontos e o meu favorito apenas 1, desde que vença o jogo, que é o que vale.
Me causa espanto sincero, toda vez que leio você se apegando às cascas da cebola para justificar uma derrota.
Jannick Sinner perdeu pontos no ranking, faturou menos dinheiro, viu o h2h diminuir, foi impedido de jogar outra final etc.
Que adiantou ter estatísticas maiores? Só você mesmo para se agarrar a isso.
E para concluir, Alcaraz pode ganhar do sérvio + 10 vezes esse ano que no confronto com o italiano, continuarei com o espanhol.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Comece por assitir aos jogos . Com a tua idade já deverias ter percebido, que muitas vezes um Tenista joga barbaridade e perde . Isso somente aumenta o feito do seu oponente. Tu definitivamente não gostas do Esporte. Gostas do homem Djokovic que está no Poster do teu quarto. O resto é torcidinhas e detestar os que batem no Sérvio . A bola da vez é o jovem Italiano, és caso perdido…rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
9 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Certo.
Estamos combinados. Me deixe com meu poster no quarto e cuide de sua vida.

Mitzi
Mitzi
10 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

A minha também!

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Você já pensou numa coisa tão sem nexo, Fabriciano? Já parou pra pensar? Uma torcida se basear num preconceito específico que só ele retroalimenta.
E o pior, é que não tem nenhum fundamento! Nem todo fã do Alcaraz foi fã do Federer. Eu, por exemplo, não sou fã nem do Alcaraz e nem do Sinner rs
A simples cogitação disso transcende a minha compreensão. Significa que o Federer virou um fantasma, uma assombração que o cara não supera.
Se eu não gosto do Novak, então eu nunca casaria com uma mulher sérvia? Ou então, eu vou parar de comer lasanha, porque descobri que Paulo F. gosta também?

Paulo F.
Paulo F.
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

De minha parte eu digo: não deixarei de gostar de churrasco se tu gosta também.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
8 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Pois é.
Quando disse que sempre que Alcaraz for enfrentar Sinner, torcerei pelo espanhol, e aqui falo somente desses dois, advém do fato que não curto o italiano por vários fatores, mesmo que Alcaraz tenha se tornado o maior algoz do sérvio, pois é o único a ter impedido o 25º e quebrado a hegemonia de jamais perder uma final no AO.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Pois é. E parabéns por saber separar as coisas. Não se deixando levar por preconceitos mesquinhos como o mencionado acima. O cara não tendo mais um Federer para mirar, precisa criar um novo rs. Eu, por outro lado, continuarei dando valor ao bom tênis, seja de quem o apresente. Fiquei encantado com a atuação do Novak na semifinal contra o Sinner. E eu não tenho vergonha nenhuma de assumir isso. Assim como vou meter pau nele e criticá-lo quando ele merecer. Essa é a vantagem de ser independente, e não tentar agradar uma tribo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Sou testemunha que você sempre meteu o pau em Federer toda vez que ele anunciava que não iria jogar Roland Garros.
Isso é hombridade.

Tulio
Tulio
9 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Nao gosta porque o Miura Jr virou pai o Djokovic, agora toda vez que eles se encontrarem ele vai ter que pedir bença!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 dias atrás
Responder para  Tulio

Pai com 5×5 no h2h só com o cara próximo dos 40 anos? Na verdade é uma vergonha só ter conseguido empatar agora, com o GOAT moribundo em quadra no domingo.

Tulio
Tulio
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

O que importa é as finais de Sland! 3 x 0 para Miura Junior e 5x 4 para Miura!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Tulio

Não, o que importa é quem tem mais Slams, semanas #1, temporadas #1, Finals, Masters 1000 e Big Titles.

Nadal tem zero Finals e pífias 209 semanas. Acorda, Túlio!

Tulio
Tulio
8 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Disputou 20 sland há mais também! Ai fica mais fácil, ainda mais com a estressafa.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 dias atrás
Responder para  Tulio

Nem merece resposta. Precisa melhorar o português, isso sim.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
8 dias atrás
Responder para  Tulio

Tulio,

Vamos basear nossas opiniões nos fatos? Djoko é o recordista de vitórias contra top 10 e top 5 na história dos slam. Além disso, venceu campeões de slam em 17 finais dos 24 vencidos. Nadal tem menos vitórias contra top 10 e top 5 comparado a Djoko e Federer. Não estou dando minha opinião, são fatos.

Emilio Rossetti Pacheco
Emilio Rossetti Pacheco
10 dias atrás

Dalcim,

Djoko não deveria estar nem na semi, e deu muita sorte com o w.o nas oitavas e com o abandono do Musetti nas quartas. Aí teve físico para bater de frente com Jannik, mas “gastou” e chegou sem para enfrentar Carlitos. Djoko ainda teve sorte tremenda com Sinner, que perdeu um caminhão de chances e ele aproveitou as duas nos dois sets finais. Uma conformação assim penso que não haverá mais, então duvido muito que Djoko chegue aos 25 Slams. Mas para mim o grande momento desse Aus Open foi o fato de um número 3 do mundo não massacrar Carlitos rapidamente, com ele andando em quadra. Carlitos confirmou TODOS os seus serviços sem pular para sacar. Ainda estou para entender como isso é possível. Ah sim, Djoko é o GOAT, isso é inegável. Abraços!

Emilio Rossetti Pacheco
Emilio Rossetti Pacheco
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado mestre. Meu comentário parte um pouco da frustração de não ter visto os dois líderes do ranking decidindo o torneio. Talvez estivessem jogando até agora. A impressão é de que Djoko está passando da hora de se aposentar. Abraço.

Fernando Brack
Fernando Brack
10 dias atrás
Responder para  Emilio Rossetti Pacheco

Zverev não só não massacrou o espanhol perneta como levou um baile de winners nos games de saque do adversário. Como vc disse, Alcaraz nem pulava pra sacar, mas deslocava Zverev pra lateral. Em seguida, disparava uma 2ª bola vencedora, devido à preguiça do alemão em retornar ao centro da quadra. Alcaraz empilhou essas bolas, aproveitando-se da notável falta de empenho do oponente.

Fernando Brack
Fernando Brack
10 dias atrás
Responder para  Emilio Rossetti Pacheco

Ah, sim, e errou ou executou de forma pífia um caminhão de devoluções de 2° saque. Um horror de performance em uma oportunidade tão preciosa.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
10 dias atrás
Responder para  Emilio Rossetti Pacheco

Quando se diz que tenista A perdeu um caminhão de chances, não deveríamos ponderar também que tenista B defendeu o mesmo caminhão de chances?
Djokovic sacou muito contra o italiano. O jogo não é só de um lado, meu caro.
E foi mais que comprovado que em condições físicas parelhas, nem Sinner nem Alcaraz têm jogos fáceis ou mais completos que o GOAT, definido por você.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
10 dias atrás

Gostei muito do podcast. Fui escutando enquanto fazia umas tarefas. Convidados com informações objetivas e interessantes, as quais me tiraram dúvidas que pairavam na minha cabeça. Como por exemplo, as polêmicas em torno do fechamento do teto no jogo do Sinner, e as tais cãibras do Alcaraz contra o Zverev. Além de falar sobre o desempenho da Bia no saque.
Nível 5 estrelas. Recomendo.
E falando mais um pouco sobre o Djokovic, eu o vejo num dilema: o nível da ambição não condiz com o atual estado do físico. Ele quer 25 ‘Slams’. Ele quer 110 títulos pra superar Federer (103) e o Connors. Ele quer jogar as Olimpíadas de 2028. E assim por diante.
Ora pitondas, eu também quero um monte de coisas, mas a vida é assim mesmo. Não conheço ninguém que conseguiu tudo o que deseja.
Chegar à final de um ‘Slam’ nessa idade é uma façanha que ao meu ver deveria ser muito comemorada.
Eu sempre admirei a longevidade do Jimmy Connors (semi do US Open aos 39, por exemplo). Mas o Djokovic o está superando neste quesito. E isto não é pouca coisa. Envolve trabalho, resiliência, disciplina, renúncia.
Então o que vimos nesta final histórica? De um lado, um fenômeno de longevidade, um ponto fora da curva. E do outro lado, outro fenômeno, só que de precocidade. Alcaraz é um prodígio com P maiúsculo.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 dias atrás

Bia, lamentável, melhor não postar mais nada…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 dias atrás

Dalcim, creio que vc concorda que hj temos um domínio do atual Big 2 semelhante ao de Rafa e Federer em 2008-2010. Quem vc vê com potencial real de ser o próximo Djoko em 2 anos? Cito este período pq sinceramente não vejo ninguém com potencial de ameaça-los no curto prazo…

Sérgio Ribeirosa
Sérgio Ribeirosa
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Perfeito. Abs !

rafael luis
rafael luis
10 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

]dalcim, desculpe mas discordo em relacao ao Fonseca. Vamos ser realistas gente.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
9 dias atrás
Responder para  rafael luis

Também discordo.

Acho que é o Fonseca é menor do que a super promessa que tantos disseram que ele seria.

Mas é claro que eu torço para estar errado…

Maxwel
Maxwel
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcin Fonseca para entrar aí tem que trabalhar demais. Vejo ele muito longe de qualquer top 10 principalmente no que diz respeito a movimentação e físico.

Ronildo
Ronildo
10 dias atrás

Será que o Rune ainda está sustentando o desafio pra ver quem vai ter mais slans ao fim da carreira entre ele e o Alcaraz?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
10 dias atrás
Responder para  Ronildo

Uma boa dose de bebida alcóolica destilada no frio do norte europeu faz as pessoas dizerem qualquer coisa…

Marquinhos
Marquinhos
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Até que Novak é goat….

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
7 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Exato, até que alguém com 20 é superior a quem tem 24.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
7 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Aí, só enchendo a cara para dizer o contrário.

Evaldo
Evaldo
9 dias atrás

Dalcim,

Estão falando, conforme a matéria que vi a pouco, aqui na Tenibrasil (Roddick e Toni Nadal), fazendo críicas, e om porque Carlos Alcaraz não citou por exemplo, tipo um agradeciemnto ao Juan Carlos Ferrero, ele simplesmente não fez questão nenhuma.

Para ambos, faltou bom senso, e ambos, dizem que para tal coisa não ter acontecido, então, algo aconteceu entre eles, mas no insta, vi na pagina de Ferrero enaltecendo a conquita do espanhol.

Do seu ponto de vista, Dalcim, isso que falaram, eles tem razão, ou de fato, sabe-se lá porque que ambos fizeram essas criticas ?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E Ferrero chegou a declarar que não estava acompanhando o AOPEN . Lembrando sempre que Samu foi indicação do próprio Ferrero, e trabalharam anos na Academia de Mosquito. Nada como o tempo para aparar as arestas. A sequência do excelente trabalho é nítida . Ao menos a meu ver . Abs !

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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