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Kostyuk passa fácil por algoz de Bia e faz seu melhor Slam

Marta Kostyuk (Foto: WTA)

Melbourne (Austrália) – Responsável pela eliminação de Beatriz Haddad Maia, a quali russa Maria Timofeeva, de apenas 20 anos, não conseguiu ir muito mais longe. Neste domingo, logo na rodada seguinte, ela foi superada com tranquilidade pela ucraniana Marta Kostyuk, que anotou parciais de 6/2 e 6/1 em 1h16 de confronto.

Atual 37 do mundo, a ucraniana de 21 anos garantiu a melhor campanha da carreira em Grand Slam, superando as oitavas de Roland Garros em 2021. Nas quartas, Kostyuk terá um páreo bem mais duro pela frente, vai desafiar a norte-americana Coco Gauff, que ainda não perdeu na temporada e chega como ampla favorita.

Kostyuk também conseguiu igualar o melhor desempenho de uma ucraniana no Melbourne Park, repetindo o feito da compatriota Elina Svitolina, que também chegou às quartas no torneio em 2018 e 2019. Com a campanha até então, ela deve entrar no top 30 pela primeira vez, alcançando provisoriamente o 28º lugar.

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O começo da partida foi aberto, com chances para as duas jogadoras. Kostyuk conseguiu aproveitar um dos dois break-points que teve no segundo game e salvou os dois que enfrentou no terceiro. A ucraniana se manteve na frente até anotar novo break no oitavo e último game.

Na segunda parcial, o domínio da ucraniana foi ainda maior, com mais duas quebras a seu favor, uma no quarto game e outra no sexto. Novamente ela salvou os dois break-points que enfrentou e desta vez limitou a rival a apenas um game vencido. Kostyuk fechou a partida com cinco winners a mais (19 a 14) e seis erros não forçados a menos (14 a 20).

14 Comentários
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Leo realista
Leo realista
1 mês atrás

Resultado normal. Fez o jogo que se esperava da brasileira.

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  Leo realista

Sim, a Kostyuk realizou o que a nossa Bia não foi capaz. Mostrou, em quadra, quem era a favorita e não amarelou…

Flávio
Flávio
1 mês atrás
Responder para  Paulo A.

A BIA passou um vexame, pois era óbvio que a menina Timofeeva não iria longe e tem uns bolas fora aqui que acha normal a Bia, que é uma quase top 10 pagar vexame só não foi vexame maior do que a charmosa Sakkari,de fato, joga nada.

Cabelo de Boneca, o retorno
Cabelo de Boneca, o retorno
1 mês atrás

Eis a resposta aos emocionados que buscam de inúmeras maneiras justificar e buscar consolo nas derrotas da Beatriz Maia
A menina é linda, mas longe de poder oferecer perigo a tenistas realmente qualificadas

Flávio
Flávio
1 mês atrás

Exatamente cabelo de boneca.

Celio
Celio
1 mês atrás

Vamos ver se o Meligeni continua enchendo a bola da Bia. Acho o feito notavel ser a 10 do mundo mas parece que quando ela perde é só pelo emocional, e na minha opiniao ha muito a melhorar, como movimentacao lateral, devolucao de saque, angulacoes, e nao vejo comentaristas debatendo sobre isso, parece proibido.

Flávio
Flávio
1 mês atrás
Responder para  Celio

Verdade Celio,ela precisa melhorar o seu jogo variar com slices e curtas porque seu jogo é previsível.

Leo realista
Leo realista
1 mês atrás
Responder para  Celio

Concordo. Acontece isso mesmo. Parece que temos que a endeusar sempre. Parece proibido criticar… E quando alguém critica, aparece uns clamando: “vc não pode criticar, vc já foi décimo do mundo em seu trabalho?” kkkkkkk

Michael Sousa
Michael Sousa
1 mês atrás

Bia tinha tudo pra chegar nas quartas, caminho era bastante favorável. Ano que vem talvez não tenha uma chave tão fácil.

Luk
Luk
1 mês atrás

presença de rede da ucraniana, fez a diferença. E como são bonitas.

Renato Dalessi
Renato Dalessi
1 mês atrás

Simplesmente vergonhoso. A Bia pre Isa repensar a forma de jogar e firmar a cabeca

Carlos Alberto Ribeiro da Silva
Carlos Alberto Ribeiro da Silva
1 mês atrás

O grande desafio pra Bia e pra todos os tenistas que alcançam as posições mais avançadas do ranking é administrar a parte mental quando joga como favorita tendo que defender o ranking da temporada anterior. Além disso, acho que o maior problema da Bia na parte técnica é uma deficiência na movimentação lateral. Então, quando ela enfrenta uma jogadora como a Timofeeva que consegue se movimentar muito bem e chega em todas as bolas, aí a Bia se sente pressionada, acaba se deixando levar pelas emoções, e não consegue encontrar soluções. A Kostyuk conseguiu neutralizar a Timofeeva porque também se movimenta muito bem, estava bastante determinada, e mostrou uma evolução tanto no controle emocional quanto na parte técnica conseguindo fazer sempre as escolhas certas pra ganhar os pontos. Grande jogo da Kostyuk e parabéns a ela pelo resultado. Se jogar com essa determinação e força mental contra a Coco Gauff, acho que terá suas chances. Aposto em 80% de chance para a Gauff e 20% para a Kostyuk. Quanto à Timofeeva, acho que ela mostrou muitas qualidades, ganhou três jogos do quali e três da chave principal, tem 20 anos, e acredito que começará a se destacar no circuito. Então, os desafios da Bia para conseguir se manter no top 20 tendem a aumentar com a chegada dos grandes talentos da nova geração.

Leo realista
Leo realista
1 mês atrás

Ela nunca vai ter uma movimentação muito boa. Ela é alta e consequentemente pesada… O que ela tem de fazer é usar ao seu favor suas características, seja sacando bem melhor e sendo mais agressiva e objetiva, sem trocar tantas bolas e ir para o ponto o mais breve possível.

Alixa
Alixa
1 mês atrás

A Bia tem muito tênis sim, o problema são os apagões, pra que quer se manter no topo não pode perder jogos como os que ela costuma perder… A primeira rodada de Adelaide é um exemplo… E esse jogo contra russa outro… O elite tropheu mostrou que ela tem condições de ganhar de qualquer uma, mas se não apresentar variação e mesmo estar com o o que é forte como o saque em dia… Fica difícil… Torço muito por ela e pelos brasileiros que competem é um esporte difícil de se manter… Mas não vejo ela passando dessa classificação que alcançou… Posso estar errada. Mas com a nova geração chegando vai ficar cada vez mais difícil… Isso sem falar nas tops de hj.

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