Fonseca e Alcaraz entregam o prometido

Foto: Juarez Santos

Quem tratou o inédito duelo entre João Fonseca e o número 1 do mundo Carlos Alcaraz como uma partida de exibição, deve ter ficado bem satisfeito com o que os dois tenistas entregaram na noite desta segunda-feira, na improvisada quadra sintética montada no estádio de beisebol do Miami Marlin. Ficou aliás um tanto estranha.

O jovem dueto, cheio de recursos técnicos, fez pontos bem disputados e lances de grande categoria. Não economizaram na força do saque ou do forehand, o que deixou o jogo alegre e forçado, outra característica clara de ambos.

O exagero na preciosidade custou erros bobos dos dois lados, mas é exatamente isso o que acontece num jogo amistoso, em que existe o claro compromisso de se fazer lances diferentes e com grau de dificuldade maior. Tanto Fonseca como Alcaraz entregaram o prometido, tanto no fundo como na rede.

Houve também competitividade, apesar de os dois ainda estarem em pleno trabalho de pré-temporada, ou seja, com foco maior na parte física do que técnica. Alcaraz vinha da exibição da noite anterior em Nova Jersey, onde perdeu para Frances Tiafoe no tiebreakão do terceiro set, e por vezes pareceu lento para chegar em bolas exigentes.

Fonseca foi bem, até porque parecia estar mais concentrado. Equilibrou o primeiro set, recuperando uma quebra no sexto game, mas voltou a ser quebrado e aí viu Alcaraz cometer um punhado de falhas antes de fechar a parcial. O carioca conseguiu fugir mais do backhand no segundo set e com isso abriu distância no placar e ameaçou até ‘pneu’, antes de o espanhol reagir.

O brasileiro começou muito bem o match-tiebreak, em que Alcaraz parecia desconfortável, e teve um forehand na corrida para chegar a incríveis 6-0. A bola ficou na rede e a partir daí o experiente líder do ranking iniciou uma espetacular reação, no seu melhor momento na partida, mostrando aquela recuperação da força e precisão do forehand que marcou sua notável temporada.

João pareceu ligeiramente frustrado pelo resultado, provavelmente porque encarou a partida com maior seriedade. Mas não há motivos para isso. Jogou bem, incluindo a cobertura de quadra, e comprovou seu enorme potencial. Tudo muito positivo para mirar o início da temporada, dentro de quatro semanas, na Austrália.

Melhores do Ano

Já está no ar a tradicional pesquisa que TenisBrasil faz desde o ano 2000 para saber de seus leitores o que consideraram de mais importante na temporada encerrada. As mesmas questões serão feitas a um selecionado painel de convidados, entre jogadores, treinadores e jornalistas, para que o quadro fique mais completo.

Clique aqui para acessar a pesquisa e registrar seus palpites. Na próxima semana, saem os resultados e começa outra divertida enquete: as previsões para 2026.

 

 

Subscribe
Notificar
guest
85 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
SANDRA
SANDRA
1 mês atrás

Dalcim , quando tempo de férias o tenista acaba tendo entre exibições e pré temporada?

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E esse livre é completamente livre? Duas semanas de pizza, japones e picanha com gordura, cervejinha e indo dormir 5 da manha e acordando 14h? Ou é livre só de atividades, dieta e cuidados mantidos? Digo pra um Alcaraz, Sinner ou João da vida… o Kyrgios eu sei o que ele faz nas férias rs

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Show, valeu Dalcim

sergio
sergio
1 mês atrás

Olá Dalcim, bom dia! Realmente foi um jogo muito gostoso de se ver.. Mas fiquei com a impressão que existe ainda uma diferença grande entre os dois….sei que o joão tem muito a crescer…estou mais falando do presente… vc concorda que está um pouco longe ainda?

Eduardo P.
Eduardo P.
1 mês atrás

Dalcim, tem uma falha na pesquisa!

Na pergunta 22, “Qual o grande momento do tênis brasileiro em 2025?”, ficou faltando a opção correta que é: “Todos os anteriores”.

Que momento para o tênis brasileiro!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Roteiro das exibições altamente patrocinadas em Nova Jersey e Miami:
Jogos decididos preferencialmente no match tiebreak.
Nos jogos de simples priorizar ralis, incluir algumas jogadas de efeito e evitar muitas brincadeiras, as quais ficam reservadas para o jogo de duplas mistas.
Tenista local (Tiafoe) vence Alcaraz.
Alcaraz vence o jovem sensação (Fonseca).
Pegula vence uma e Anisimova a outra.

Tenistas profissionais sabem jogar em exibições sem que a maioria do público perceba que cumprem um roteiro de entretenimento pré-estabelecido.

Última edição 1 mês atrás by André Aguiar
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Descreveste o roteiro na íntegra.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Por isso são profissionais…. se muitos conseguem jogar até os torneios regulares sem que ninguem perceba que cumprem o roteiro que os apostadores determinam, imagina nas exibições

Daniel Neto
Daniel Neto
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

No futebol fica mais evidente e ainda assim, nada se faz ou fala

Tom França
Tom França
1 mês atrás

Acho que João meio que menosprezou quando ganhava de 5×0 no tie-break. Foi praticamente a única hora do jogo, onde Alcaraz levou a sério, porque sentiu que seria vergonhoso pra ele, uma derrota tão acachapante, mesmo em um jogo de exibição. Fica a lição pra JF, que nunca menospreze ninguém, achando que o jogo já tá ganho. Principalmente um número 1 do mundo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Tom França

Vamos combinar que não existe no Circuito quem menospreze Carlos Alcaraz. Nem Jannik Sinner. Se me permite, o termo utilizado por ti , é completamente equivocado. Ao contrário, JF é quem estava levando mais a sério a ” exibição ” . Carlitos visivelmente longe do seu melhor, tem recursos de sobra para virar qualquer partida . Isto ficou bem claro em RG 2025. Obviamente que isto é apenas a minha opinião. Abs !

Mitzi.
Mitzi.
1 mês atrás

Não gostei da narração dos jogos

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Mitzi.

Péssima, no segundo comparativo com futebol já foi pro mute como de praxe

Groff
Groff
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

Não acompanhei, mas é incrível essa educação “monoesporte” dos transmissores. Muito irritante. Entendo você perfeitamente. Os caras vivem disso e não têm repertório no Brasil para falar de tênis. Incrível! Pelo menos o pessoal do basquete que faz NBA sabe do que fala (especificamente a Alana).

Carlos Souza
Carlos Souza
1 mês atrás
Responder para  Mitzi.

Ouvi dizer que em 2026 os jogos do canal da Disney serão narrados pelo Pato donald e comentados pelo Pateta.

A se ver…

José Mario
José Mario
1 mês atrás

Foi mais um show do superbig Alcaraz. Dwpois de um início morno, entregou em quadra lances espetaculares – apesar de ainda “frio” oela pré-temporada – e quando reaolveu jogar para recuperar-se um super tie-break, mostrou ao João um pouco do nível em que ele deverá jogar se quiser dividir os holofotes para Supervigs.

Alcaraz mostrou também porque os Superbigs são tão superiores se comparados aos Bigs (Big4).

O ano de 2026 promete. Os Tops terão imensas dificuldades para ganhar qualquer coisa acima de um 500, onde os Super’s entrarem com fome de vitória.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  José Mario

O Big 4 tinha várias diferenças entre si. O primeiro cuja técnica e habilidade foi algo jamais visto na história do tênis, era o melhor de todos. Havia ainda o que tinha o melhor golpe da história e outro com um superfísico que ao fim e ao cabo levou alguma vantagem sobre os demais. E o quarto com uma técnica refinada, era melhor que os outros dois, porém não acreditando na maior parte da carreira, não conseguiu tirar o devido proveito.

Última edição 1 mês atrás by Ronildo
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Boa tentativa Ronildo.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não citei o nome de ninguém!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

E nem precisava mesmo.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Fala Luiz Fabriciano

Quis dizer, não citei o nome dos esportistas. Assim a interpretação fica livre, acredito.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

E eu reforço, nem precisava. Rsss.
Só quem nunca leu um comentário seu não sabe de quem estás falando.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  José Mario

São tão superiores que: 24 > 22 > 20 >>>>>> 6 > 4. Números sempre ditam os maiores. Fato!

Ainda tem sua adorada televisão em preto e branco dos anos 1960, Carlo? Deve ser seu brinquedo de estimação preferido para assistir ao seu programa predileto, rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Fato ! rs . Andas perambulando bastante pelos Sites políticos da vida , caríssimo Piloto. Já que nós de Esportes, andas mal das pernas… Rsrsrs, Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  José Mario

OK, Carlo VW.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

Djokovic é no mínimo o maior dos esportes individuais, já que a comparação com coletivos é mais difícil, segundo o autor.

Já está no YouTube esse ótimo vídeo: https://m.youtube.com/watch?v=zkVGZVhY530&pp=2AYF

Será que haverá choro?

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Acrescenta-se que um dos maiores atletas individuais de todos os tempos, o GOAT da natação, é fãzaço do Nole: Michael Phelps.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Lembro dos dois se cumprimentando nas Olimpíadas do Rio. Foto histórica.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

E Phelps que foi “caçar” o Djokovic na Vila Olímpica do Rio, pois queria muito conhecê-lo pessoalmente.

Danilo
Danilo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Cara, o Phelps com certeza é o maior dos esportes individuais. E o argumento é simples. Djokovic por mais dominante que tenha sido, teve em Nadal e Federer competidores à sua altura. Do Phelps. Ninguém nunca chegou perto. Ele tem 28 medalhas olímpicas e o segundo que tem mais tem 13.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Danilo

Mas é justamente ESSE o argumento que coloca Djoko como maior dos esportes individuais, meu caro: somente no tênis masculino três jogadores batalharam por 14-16 anos pelo posto de GOAT, com o sérvio saindo vitorioso e com todos os principais recordes (Slams, semanas #1, temporadas #1, Finals, Masters 1000, e Big Titles, fora Triple Career Slam, Double Golden Masters, Nole Slam, maior pontuação por temporada, maior pontuação da história da ATP, número 1 mais velho da história, zerou o esporte com o ouro olímpico etc).

Em nenhuma outra modalidade, coletiva ou individual, os 3 maiores se enfrentaram e por tanto tempo. Houve no máximo um Big 2 curto entre Graf e Navratilova com 18 jogos, com a Serena vindo depois.

Dominar sendo o único fenômeno do momento histórico é mais “fácil”. De qualquer forma, não é correto contar os ouros do Phelps por equipe, já que estamos falando de desempenho individual.

Poderia também entrar no aspecto subjetivo, já que tênis é bem mais complexo do que natação ou corrida, esportes de explosão e velocidade e de pouca longevidade. Porém, nem é preciso. O que Djokovic não tem precedentes. Phelps e Bolt vêm depois dele.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

O mais absurdo é que ele alcançou todos os principais recordes do tênis. Algum tenista pode até bater algum de seus principais recordes, como o de masters 1000, por exemplo. No entanto, atingir todas principais marcas jogando contra os outros dois maiores é surreal.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

É o que valoriza ainda mais os feitos. Se Nadal ou Federer tivessem saído os vencedores, eu também consideraria um deles o maior dos esportes. Sem fingimento. Até já escrevi isso.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Danilo

*o que Djokovic realizou não tem precedentes

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Danilo

Mas é aí que ele se tornou o maior.
Se Phelps tivessem Federer e Nadal na cola, o número de medalhas seria bem menor.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Na verdade foi Federer que teve Nadal e Djokovic na cola.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Foi até ser ultrapassado.
Depois, ficou no retrovisor.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Perfeito , caro Ronildo . ” goat ” já N 3 em 2007 , ficou no banquinho até 2011 para finalmente atingir N 1 . Ele era apenas 1 ano mais jovem que N 2. Mas deu tempo de vencer 24 e perder 13 Finais de SLAM…Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nos apoiamos só no 24, por enquanto.
Agora se for falar das derrotas, só em Wimbledon foram 3, para o mesmo.
E se ainda persiste no batido argumento de melhor na mesma idade, ficar no banquinho até 2011 e depois ultrapassar em + 100 do segundo, deve ser bem melhor que gastar o combustível todo de uma só vez.
Talvez todos prefiram ter mais ao final que ter muitas só no começo, exceto, SR.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Bobagem sem tamanho. Suíço possui 20 SLAM e Rafa Nadal 22 . Federer é o maior vencedor de partidas do Big 3 . E em ATPs , com 103 , somente perde para os 109 de Jimmy Connors. Sem essa de + 100 do segundo. O Combustível do Craque Suíço foi até às Quartas de Wimbledon 2021 ( 3 Semanas para 40 anos ) . Na boa , Sr LF 2. Volte para a cama e sonhe com seu ” goat ” … rsrs. PS : Federer bateu Djokovic e Murray em sequência para levar Wimbledon 2012 , e no ato retornar ao N 1. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

2014, 2015 e 2019.
Tenho alguma sensação com esses números, mas não lembro quem qual é.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ótimo vídeo???. Vi como foi impactante com menos de uma dúzia de respostas…rs . Sei que o caríssimo Piloto é bem mais velho que o cara do video , mas te imagino como pai do mesmo rs . Novak Djokovic, não pega nem TOP 5 . Como não pegaria contra os oponentes do verdadeiro maior Atleta do Século 20 , um tal de Pelé. Bateu mesmo o desespero na Turminha da Kombi. Que tal aguardarmos o impacto das homenagens dos Aussies ao Sérvio, no próximo mês???. PS : E tome de ” joinhas ” dos mesmos … Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sabia que tu chorarias forte, rsrs.

Viu mesmo ou está enxergando mal? Foram 7 mil visualizações, 660 likes e 161 comentários.

Está mais pra um irmão, enquanto que seria seu bisneto com facilidade, kkkkk.

Está cada vez mais difícil esconder que Djokovic é o GOAT dos individuais e em relação a coletivos, acho que fica até mais fácil eliminar a concorrência, já que dependem de outros. Pelé dependia de 10 e até foi “campeão” em 1962 sem jogar.

Segure o choro, rsrsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pelé fez um golaço contra o México abrindo os trabalhos na Copa de 62 . Sua simples presença no grupo inspirou seu lendário parceiro Mané Garrincha ( jamais perderam uma partida juntos ) . A fera começou a fazer gol de tudo que é jeito ( até de cabeça e perna esquerda) , além de um golaço de falta. Teu desconhecimento do Esporte é impressionante. Daí tanto tempo insistindo com Maradona. Superado de maneira absurda até por Lionel Messi e CR 7 . Teu Craque terminou com Zero Champions e Zero La liga…Foi vendido a preço de bananas para o Napoli. Postas sem noção nenhuma… Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sei. Agora a presença do Pelé no grupo “iluminou” o Garrincha, como se ele precisasse muito. Saiu machucado ainda na fase de grupos, ou seja, não fez diferença na Copa

Pra um tenista ganhar um título assim, precisaria vencer só 1 ou 2 rodadas e contar com mais 5 W/O ou retiradas, já que não tem substituição no tênis. Bem provável de acontecer, né?

Maradona era o segundo até a Copa de 22; hoje é o terceiro, pois tem Copa sendo protagonista e mais um vice. Naquela época, o italiano era o torneio mais importante da Europa e ele conseguiu vencer com um clube pouco badalado. As referências do futebol eram Pelé e Maradona antes de Messi e CR7 e tu sabes disso.

Rsrsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

E o outro tenta por que tenta defender o título de maior entendedor de esportes. Piada!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E tu tentas nada acrescentar nos debates. E sempre consegues . Bota piada nisso . Maradona foi o Craque do Barcelona 82 , cujo seu time , tomou um Chocolate da Seleção de Zico e CIA …rs. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

*Ganhar um Slam: vence as 2 primeiras rodadas e só W/O ou RET. até a final. Pode confiar que um dia acontece!

Ruy Machado
Ruy Machado
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Se julgarmos os números para definir o maior atleta da história, coloque Aleksandr Karelin como o maior de todos! 887 vitórias em 889 lutas! Provavelmente, o N2 e N3 da história da Greco Romana lutaram contra ele. Mas o “Urso Russo” não deu chance a ninguém… Abc

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Ruy Machado

Pode entrar no debate. Não conheço o esporte, mas acho que o número 2 é o cubano que foi pentacampeão olímpico consecutivo. Abs.

Ana Carolina
Ana Carolina
1 mês atrás
Responder para  Ruy Machado

Pois é Ruy Machado. Mas o fato é que nem no tênis djokovic detém a maioria dos recordes, que pertencem ou ao tênis feminino, ou as duplas, fato esse ignorado pelos idólatras do sérvio.

Alegam que não se.compara modalidades diferentes, no entanto na frase seguinte comparam com Phelps.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Ana Carolina

Sim, ele detém e você faz ginásticas hilárias para tentar escondê-las, como somar categorias diferentes dentro do esporte tênis. Ninguém cai nessa. Sua querida Navratilova tem 18 Slams no feminino e é a terceira da história. Simples.

Dá pra comparar de forma subjetiva, como eu fiz, mas um fato objetivo é: não houve Big 3 em nenhum outro esporte ou categoria dentro de um mesmo esporte. Desafio qualquer um a me provar o contrário. Boa sorte, Carlo VW.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ana Carolina

Lupin mudou de gênero?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ruy Machado

Karelin perdeu para um azarão em sua última olímpiada. O cubano é pentacampeão

Valdir
Valdir
1 mês atrás

Alcaraz sempre reclama do calendário, mas é o segundo ano seguido que ele fica jogando exibições em dezembro.
Ele já jogou 4 exibições desde o US OPEN, mas não jogou Xangai e Davis.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Valdir

Realmente, é improcedente reclamar de calendário quando se faz uma penca de exibições.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Quem reclama do Calendário é quem o disputa de verdade. Alcaraz, Sinner, Sabalenka, Swiatek…rs. Abs !

Carver
Carver
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Vcs realmente acham que jogar um torneio profissional é comparável com uma partida de exibição?

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Carver

Óbivo que não!

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Valdir

Ele reclama do calendario justamente porque atrapalha jogar exibições que pagam muito mais e exigem muito menos. Quem nao quer ter mais tempo pra ganhar o máximo se esforçando o mínimo?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

Federer e Nadal jogavam até em quadra metade Grama e metade Saibro. Os maiores públicos da história do Tênis foram : Federer x Nadal ( África do Sul) , Federer x Zverev ( México) , Kim Kljsters x Serena em Bruxelas. As ” exibições” não começaram somente agora não, caro Andre Borges. Cadê a memória? rs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás

Seria fantástico, especialmente para nós brasileiros, se JF vier a dar uma quebrada na hegemonia da atual dupla.
E que não padeça por ter “ousado” se intrometer na dupla como Djokovic padeceu por ter estraçalhado outra.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Estraçalhado ? . Jura ???. ” goat ” fora supremacia no AOPEN ( 10 x 6 ) . Perde em todos os outros 3 Slam . USOPEN ( Federer é Pentacampeão Consecutivo) , Wimbledon ( Federer é Octa ) e RG ( 14 x 3 Touro Miura) . Que dureza!!!. Rsrsrs,Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

24 > 22 > 20

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djokovic supera ambos no confronto direto, ttem mais Finals, todos os títulos importantes (os Big Titles),tem todos os Masters e por duas vezes, apenas um Wimbledon a menos e apenas um US Open a menos do que Federer, único tricampeão de RG na era do maior saibrista de todos os tempos, tendo o triplo de títulos do que Federer em RG. Que dureza sim… para a duplinha midiática aposentada!
Sei
Conferido!
Rsrsrsrs ! Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Exato: É o mais eficiente jogador da Era Profissional, até que se prove o contrário. ” goat ” jamais. Para muitos , Jannik Sinner já é o Sérvio melhorado . E nem botei Tourinho Assassino ( 6 Slam, 8 Masters 1000 ) , com apenas 22 aninhos ( o mais jovem N 1 da história) , na parada … Rsrsrs, Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não apenas o mais eficiente, é o GOAT.
Não por causa de torcidinha ou gostinho pessoal.
Por suas várias conquistas e méritos.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nos dê só um exemplo, do alguém mais eficiente dentre todos e que por isso mesmo, não tornou-se o melhor, entre seus correlatos.
Serve para qualquer seguimento, esporte, arte etc.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

N 1 e N 2 , já são mais eficientes na mesma idade . Sendo que Carlos Alcaraz cometeu a heresia de suplantar a incrível Precocidade de Bjorn Borg e Rafa Nadal . Seis SLAM em Todos os pisos aos 22 aninhos. Além de ser o mais jovem N 1 da história do Esporte. Quanto a longevidade de ambos ? , somente o tempo dirá. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em algum momento você vai deixar esse argumento de mesma idade.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

PS : Mais eficiente que CR7 , impossível. Inclusive o Robozão , tem a mesma mentalidade do Sérvio. Compensar a diferença entre genialidade com físico no limite extremo. Difícilmente após aposentadoria, será lembrado como ” goat ” do Esporte. Constatação que não se resume somente a números. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

CR7, achei que viria algo mais substancial.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

CR7 sem copa?

Claudio Garcia
Claudio Garcia
1 mês atrás

E terminou o ano para o “inflado” Djokovic.

E.seus feitos seguem inflacionados na narrativa de sua torcida, pois se ele sequer detém os maiores recordes de sua modalidade – seus feitos se restringem a “simples masculino” – como pode ele ser o maior da historia?

E se Djokovic nao detém os recordes, tampouco é o melhor na “bola jogada”. Alcaraz e Sinner estão em outro nível.

Então o que sobra a ele? Sobra a ele os recordes de simples masculino e sobra a última página do noticiário do tênis.

As ao menos 2025 foi positivo: apenas do ano nao ter acabado ele nao cometeu – ate.o presente.m9mento – nenhuma presepada.

Mas o que se destaca aqui então? Destaca-se a idolatria pura e viceral, daquelas que sequer é necessária uma teoria mais evoluída, e apenas Freud (com a adição das respectivas leveduras) dá conta de explicar – em teoria – de qual mal padece sua notória torc8da.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Claudio Garcia

A modalidade do sérvio é o tênis simples masculino, do qual é o detentor dos principais recordes. Recomendo ver o vídeo várias vezes para absorção adequada.

Vai começar a somar bananas com elefantes de novo, Carlo VW? Se nem Gauss, Euler e Laplace conseguiriam explicar isso, imagine Freud que não é da área.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Claudio Garcia

Qual é o esporte que ele pratica?
E venceu tudo?

Olavo Nardo
Olavo Nardo
1 mês atrás
Responder para  Claudio Garcia
Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Pessoal, onde vocês estavam semana passada e retrasada? Pensei que só os tenistas faziam pré-temporada, mas vejo que os comentaristas também fazem, e voltaram super afiados!

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Até o José Nilton Dalcim é citado nesta matéria:https://textosdoberg.wordpress.com/2022/09/16/roger-federer-o-principe/
Vocês conhecem?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Uma matéria bem extensa e detalhada… pra data em que foi escrita. As qualidades dele permanecem, os recordes, nem todos.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Uma parte do texto que denota a espécie de caráter de Federer:

*O suíço boa-praça descartou a recomendação de morar em Mônaco, para fugir dos impostos. “O que se faz de bom lá?”, indagou. “Não gosto de Mônaco. Vou ficar na Suíça.” *

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

Comunicar erro

Comunique a redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nessa página.

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente ao TenisBrasil.