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Djokovic: “As minhas expectativas não são muito altas”

Foto: Rolex Monte-Carlo Masters

Monte Carlo (Mônaco) – Embora seja o atual número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic chega para a disputa do Masters 1000 de Monte Carlo com algumas dúvidas e precisando construir novamente a confiança que o levou ao recorde de títulos de Grand Slam. Com oito vitórias e três derrotas na temporada, ele mostra cautela ao avaliar suas expectativas para seu primeiro torneio de saibro do ano

“As minhas expectativas não são muito altas pela forma como tenho jogado este ano nos torneios e também pelos resultados que tive em Mônaco nos anos anteriores, que não foram bons. Por isso mantenho as minhas expectativas baixas. Para mim, se trata de construir meu jogo em quadras de saibro e tentar chegar ao pico novamente”, observou Djokovic.

O sérvio explica que é um daqueles jogadores que precisa de um pouco mais de tempo para atingir o nível mais alto. “No início da minha carreira eu fui melhor em Monte Carlo, ganhei em 2013 e 2015, mas nas últimas cinco ou seis edições não tive tanto sucesso. Espero que isso possa mudar. Não joguei em Miami, então tive tempo extra para treinar no saibro e ajustar meu corpo e jogo a esta superfície”.

Bicampeão do torneio, ‘Nole’ não consegue passar das quartas de final nas últimas sete participações, mas mesmo assim adora jogar em Monte Carlo. “É minha residência há muitos anos, meus dois filhos nasceram aqui e por isso me considero em casa. Já passei inúmeras horas treinando neste clube, conheço as pessoas que trabalham nas quadras”, falou o líder do ranking.

Questionado sobre o fim da parceria com Goran Ivanisevic, ele manteve afirmou que os dois sentiram que era hora de seguir em frente. “Demos o máximo juntos e ele continua sendo um dos treinadores de maior sucesso na história do tênis. O que fizemos é algo que não pode ser apagado. Os resultados e a história falam por si e ele continua sendo um bom amigo meu e da minha família”, pontuou o sérvio

Djokovic também falou sobre o grande momento de Jannik Sinner, o melhor jogador do mundo este ano até agora para ele. “Teve um sucesso tremendo, melhorou muito em seu jogo no geral, principalmente no saque, na movimentação e mentalmente. A diferença dos últimos seis meses é que agora Jannik está vencendo as partidas grandes. Ele aprendeu com suas experiências anteriores e se tornou um jogador mais duro”.

45 Comentários
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Federer eterno GOAT
Federer eterno GOAT
1 mês atrás

kkkkk até ele admite que não dá mais… acabou

Djoko maior de todos
Djoko maior de todos
1 mês atrás
Responder para  Federer eterno GOAT

Ele parando hj, ainda n existe nenhum que chegue perto do que ele fez

Ana
Ana
1 mês atrás
Responder para  Djoko maior de todos

Verdade. Acredito que ninguém chegará….

Bruno
Bruno
1 mês atrás
Responder para  Federer eterno GOAT

Depois de destruir tudo, realmente está na hora de descansar.kkk

João
João
1 mês atrás

Bonita foto do Djoko, ilustrando uma bonita matéria que mostra a incrível serenidade mental desse gênio.
Sabe perfeitamente o que foi, sabe onde está e não tem medo de dizer coisas teoricamente desfavorávies a ele ao contrário de outros que só conseguem conviver com pensamento mágicamente positivo sem lastro na realidade.
E além de fazer uma perfeita análise do momento, ainda sobra tempo para ser magnânimo com um amigo que não aceitou bem o fim de um ciclo.
Se continuar com esse pensamento cristalino e equilibrado nos próximos torneios, saiam de baixo, a esperada disputa acirrada entre Sinner e Hewitt, OPS, quiz dizer Alcaraz, na verdade pode ser entre Djoko e Sinner.

Marcos Ribeiro
Marcos Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  João

Tirando a kagada monumental quanto à vacina na pandemia, eu tb acho o Djoko realista e equilibrado.

Mas o seu grande problema atual não é mental e nem a idade, é o Sinner e talvez o Alcaraz, por enquanto.

Ana
Ana
1 mês atrás
Responder para  Marcos Ribeiro

Quando o Med ganhou o US open dele achei que ele jamais ganharia do Med novamente

Luis Ricardo
Luis Ricardo
1 mês atrás
Responder para  Marcos Ribeiro

negativo…..o problema do Nole é a idade “sim”

Belarmino Jr
Belarmino Jr
1 mês atrás

Vai encerrar a carreira sem saber fazer um smash descente, voleios e drops medonhos, mas o maior vencedor da história, apesar de nem de perto ser o GOAT. Talvez entre os cinco.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

Smash na descendente ele sempre fez e conseguiu fazer smashes deCentes desde 2018 no mínimo.

Flávio
Flávio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pois é Paulo Almeida o cara vem falar asneias do Djkovic,ora bolas o sérvio é um jogador completo que sabe usar slice, curtas, lob, smash , voleio lógico que não era perfeito como ra o maetro,Federer, que isso não quer dizer que não tenha e já provou a sua qualidde e o tal aí vem dizer asneiras que ele não sabe kkk, agora aposto que ele deve achar a iGA técnica, né QUE SÓ usa pancadaria grossa com apenas 5% de técnica,pois não sabe usar curtas, slice,lob, smash realmente é cada um aqui viu vai entender.

Luis Ricardo
Luis Ricardo
1 mês atrás
Responder para  Flávio

CARA ….nem quando se comenta do Djoko ( ou qualquer outro) vc consegue esquecer a IGA ?? inacreditável e se for por ” pancadaria ” onde vc coloca a ” refinada” Sabalenka ??
vai entender vc cara , até no tênis ” masculino” vc quer falar da Iga ???

Flávio
Flávio
1 mês atrás
Responder para  Luis Ricardo

Luiz Ricardo eu sabia que você iria aparece, pois você não aguenta ler a verdade sobre a polaca. kkkkkkkkk Agora sobre a Sabalenka é verdade que ela ainda usa muita força, mas se nota uma evolução técnica dela com alguns slices, curtas e smash e a IGA é a mesa limitação ou você vai ficar ainda teimando em não enxergar até hoje? Abraço zé viajante.. rsrs.

Belarmino Jr
Belarmino Jr
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

Decente.

Ramon
Ramon
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

O cara é o maior vencedor de grand slams, master 1000, atp finals, além de ultrapassar as 400 semanas na liderança do ranking e vc vem me falar que esse cara não é o goat, q mundo vc vive meu amigo?

Paulo Mala
Paulo Mala
1 mês atrás
Responder para  Ramon

Ele conseguiu esses números em.uma época mais fácil que o Federer e Sampras, aonde as velicidades de pisos e bolas eram bem diferentes e os adversários mais difíceis. Djoko venceu jogando em pisos quase tudo igual e não surgiu um grande jogador, só agora com Alcaraz e Sinner de melhorzinhos.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Mala

Entressafra 2003-2007, lesão do Nadal em 2009 e do Djokovic em 2017/2018 pra você. Sem isso, Federer não teria nem 10 Slams.

Rsrsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo Mala

As mais de 20 vitórias sobre Federer, contava com o que?
Pisos, bolas ou era outro jogador que não Roger Federer?

Rafael Lucena
Rafael Lucena
1 mês atrás
Responder para  Paulo Mala

Realmente, ele tem 1311 jogos no total, sendo 59 contra o Nadal, 50 contra o Federer, totalizando 109. Só contra esse dois ele fez 8,31% dos jogos da carreira e bateu firme em ambos. Mas era forte mesmo foram os 4 anos do início do Federer, com um Sampras aposentado e nada mais. Confia. Dica: a realidade não muda por não te agradar, lide com isso como um adulto, ao invés de fazer manobras mentais como uma criança.

Ana
Ana
1 mês atrás
Responder para  Ramon

Kkkk

José Ferreira
José Ferreira
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

O que quer dizer “descente”???

Vagner Paiva
Vagner Paiva
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

E quem é o GOAT pra você? O Nalbandian.?????

Kkkkkkk ….

Leandro Augusto
Leandro Augusto
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

Ele já é o melhor sem precisar fazer um smash decente como vc diz, se for contar o que realmente ele faz melhor nos fundamentos acho que vou escrever até amanhã

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Belarmino Jr

Talvez se ele tivesse smash, drops e voleios decentes, o 3×0 nas finais de Wimbledon, fossem 0x3, não achas?

Fernando Venezian
Fernando Venezian
1 mês atrás

Nole sempre entrava como favorito em todos os torneios. Agora que os olhares estão voltados para outros jogadores, o sérvio jogará livre, leve e solto! É aí que o homi ficará perigoso

Souza Oliveira
Souza Oliveira
1 mês atrás

Relaxa sérvio você e um baita jogador e isso é show Nunca será e tá tudo certo #Paz

Última edição 1 mês atrás by Souza Oliveira
Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

O GOAT de todos os esportes está bem humilde. Talvez surpreenda e faça um bom torneio.

José Alexandre
José Alexandre
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

“Goat de todos os esportes”, Paulo e seus likes são engraçados rs.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  José Alexandre

Em nenhum outro esporte houve um Big 3 se enfrentando por 14-16 anos, logo Djoko é o GOAT de todos os esportes mesmo.

Abs!

Marcos Ribeiro
Marcos Ribeiro
1 mês atrás

Djoko costuma ser realista e viu que, para ter chances de vitória, precisava largar antes dos principais concorrentes na corrida no saibro. E foi o que fez. Isso deve ajudá-lo, principalmente nas 1as. rodadas de Monte Carlo. Nas últimas, menos.

Balbino Neto
Balbino Neto
1 mês atrás

O sérvio parte da sua realidade em Monte Carlo para comentar sobre suas expectativas. Nada mais honesto e equilibrado para falar de si mesmo nas suas atuais condições e retrospecto. Como trata-se de um gênio do tênis, tudo é esperado. A não presença de Rafael Nadal pode ter influência nessa auto avaliação cautelosa, pois parece claro que o espanhol está muito focado em Roland Garros e o mesmo pode estar acontecendo com Djokovic, , como se estivessem se preparando e coordenando seus jogos para tentarem de enfrentar em jogos históricos de despedidas de ambos. Essa é a maior expectativa que ronda o circuito e de vingar, promete batalhas inesquecíveis. Torçamos!!!

Osvaldo
Osvaldo
1 mês atrás

a carreira dele já acabou e ele ainda não percebeu… ex-tenista em atividade

Luis Ynoquio
Luis Ynoquio
1 mês atrás
Responder para  Osvaldo

Está falando do Nadal?

Rafael Lucena
Rafael Lucena
1 mês atrás
Responder para  Luis Ynoquio

Claro que não, Nadal nem em atividade está. Ele fica tietando os torneios e viajando pra manter engajamento, mas esse já passou.

RODRIGO
RODRIGO
1 mês atrás

Beleza. Mas se for se aposentar , não esquece de avisar. Talvez ninguém perceba se isso acontecer. Esse pegou a entressafra mais moleza da história do tênis. Não chega aos pés de FEDERER!!!

Jefferson
Jefferson
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

Para elogiar um não é necessário desmerecer o outro. Os 2 são gênios no esporte. E no confronto direto Djokovic tem 27 vitórias contra 23 derrotas, número bem interessante para alguém “que não chega aos pés” do Federer.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Jefferson

O comentário do Rodrigo não foi nem elogioso a um, tampouco desmerecedor a outro.
Foi simplesmente sem noção.

Rafael Lucena
Rafael Lucena
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

É como o luto, existe a fase de negação. A realidade é o que é, ela pode ser dura pra alguns que esperam que ela seja moldada pra agradar a própria vontade. Daí, surgem esses comentários: a pessoa tem plena consciência que o que diz não é real, mas cria essa ilusão pra não sofrer, já que o jogador favorito dele (Federer) foi completamente amassado e superado por outro que ele não gosta.

Silvio
Silvio
1 mês atrás

JA TA ENTREGANDO O BONÉ…KKKKKKK

Joselito
Joselito
1 mês atrás

Nadal fora, Alcaraz com proteção, Triple Career Golden Masters loading.

Carlos Alberto Ribeiro da Silva
Carlos Alberto Ribeiro da Silva
1 mês atrás

No começo de 2024 o Sinner acumulou 16 vitórias seguidas e essa sequência foi quebrada na derrota para o Alcaraz na semifinal de Indian Wells. Nesse período de invencibilidade do Sinner, começou a se especular se ele conseguiria bater o recorde de vitórias consecutivas da história do tênis masculino e aí lembraram de umas das grandes sequência de vitórias que foi a do Djokovic na temporada de 2011 quando ele acumulou 41 vitórias consecutivas no início daquele ano e só foi perder a invencibilidade na semifinal de Roland Garros por 3 sets a 1 para o Roger Federer. Naquele jogo o Federer (que depois perdeu a final para o Nadal) conquistava sua 14ª vitória sobre o Djokovic e o histórico dos confrontos entre os dois ficava 14 a 9 para o Federer. Como o histórico de confrontos entre Federer e Djokovic terminou 27 a 23 para o sérvio, significa que, depois de Roland Garros 2011 até a semifinal do Australia Open 2020, último jogo entre Federer e Djokovic, o sérvio ganhou 18 jogos e o suíço 9. Ou seja, a cada três jogos entre os dois, Djokovic ganhava dois e o Federer um. Isso mostra o grande mérito do Djokovic que foi buscar a evolução no seu jogo para conseguir virar o histórico de confrontos contra os seu dois maiores rivais, não só nos confrontos diretos como na conquista dos torneios mais importantes do circuito. É isso que vai ficar pra história. É disso que vão lembrar daqui 50/100 anos. Eu, assim como muitos, considero o Big 3 os três maiores gênios do tênis até agora. Porém, acho que existe uma ordem de importância entre os três, e, o melhor, pelas suas conquistas, é o Djokovic.

João Faria
João Faria
1 mês atrás

Excelente análise.

João Silva
João Silva
1 mês atrás

Seria legal se ele ganhasse pelo menos mais 1 Slam para se isolar entre homens e mulheres (se for Wimbledon empata com Federer) como o maior vencedor e passar os 103 torneios ATP do Federer, ele tem 98… ou seja pelo menos mais 6 títulos ATP.

Bruno
Bruno
1 mês atrás

Não sabe smashes e fez o que fez, imagina se soubesse. Me fez lembrar a piada da tartaruga, vive 100 anos sem exercício, imagina se fizesse.
O cara é o melhor de todos os tempos. GOAT !! Lógica e coerência não se compra

vera
vera
1 mês atrás

Djokovic jogou bem, sem espetáculos até porque nãp foi muito exigido Ganhou com folga.Idemoooo champion.

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