Deu a lógica por linhas tortas

A França tinha o melhor grupo, jogava em casa e em suas condições prediletas. A vitória era natural e assim foi. Com apenas um set perdido, o time de Paul-Henri Mathieu bateu o Brasil em Orléans e vai jogar as oitavas de final da Copa Davis, enquanto a ainda jovem equipe de Jaime Oncins terá de aguardar adversário em setembro para tentar de novo o qualificatório em 2026.

João Fonseca e Thiago Wild no entanto fizeram sua parte. O carioca de 18 anos, vindo de duas vitórias na Davis do ano passado e em momento de confiança neste início de temporada, não jogou seu melhor tênis contra o experiente Ugo Humbert. Equilibrou o quanto pôde o primeiro set, apesar de claramente estar desconfortável com o tempo da bola no piso tão veloz, deixando muito golpe na rede. O poderoso 15º do mundo só se soltou mesmo a partir da quebra que lhe deu a primeira série – não usou tão bem seu saque de canhoto – e aí sim foi bem superior, principalmente nas devoluções.

O ‘timing’ também pareceu o problema de Wild no primeiro set contra Arthur Fils, que fez o que quis, apesar de não se mostrar à vontade nas bolas baixas. O paranaense enfim conseguiu alongar mais os pontos e a partida ficou equilibrada e o set, aberto. Até que veio a falha do juiz. É bem verdade que Wild se enrolou nesse game. Abriu 40-15 e foi cedendo break-points. Aí, no terceiro deles, tentou curta e não foi firme no voleio para concluir. A bola ficou na mão do francês, que mandou longe. Para sua sorte, o juiz de cadeira viu a bola resvalar no brasileiro e determinou a quebra. Todo mundo errou. Foi mais fácil culpar o árbitro.

Mais tarde, Fils reconheceu que não viu a bola tocar no brasileiro e o próprio paranaense desculpou o adversário, dizendo que faria o mesmo se fosse a seu favor. Sinceridade absoluta. Wild reagiu mal ao cumprimentar o garoto francês na rede, no início de um bate-boca que precisou ser contido por capitães e juiz. Porém, garante que foi só o calor do momento e que depois se entendeu com Fils. Bom.

A Davis não exige marcação eletrônica das linhas e usa a arbitragem tradicional e o sistema de desafios. Também não possui checagem de lances, o que talvez resolveria o imbróglio do ponto controvertido e daria o 40-40 para Wild ainda tentar se manter vivo na partida. Há muitos recursos técnicos disponíveis hoje para simplificar essas polêmicas e causar justiça. Com seus 125 anos, a Davis precisa se modernizar.

Por fim, a pequena decepção brasileira coube à dupla, único ponto em que eu realmente acreditava no favoritismo brasileiro. Além de estarem jogando juntos há meses, Rafael Matos e Marcelo Melo têm muita experiência e enfrentaram um estranho dueto francês, em que Benjamin Bonzi sequer é especialista no assunto e muito menos atuou ao lado de Pierre Herbert, que convenhamos não é mais o mesmo ganhador de cinco Grand Slam. O canhoto gaúcho jogou melhor que Melo, mas ainda assim errou bolas fáceis, como acontece em qualquer partida de duplas. Foi no detalhe. Pena que ao menos não aumentamos a ansiedade francesa.

‘Encontrão’ derruba Chile

Em outro momento confuso do fim de semana, Zizou Bergs foi tão eufórico para a virada de lado, assim que tirou o serviço e garantiu o direito de sacar para a vitória, que no caminho deu um tremendo ‘encontrão’ e levou Cristian Garin ao chão. Para mim, obviamente não proposital.

Garin, que mostrou depois um olho roxo, exigiu a desclassificação do belga, mas o supervisor Carlos Ramos considerou acidental. O chileno se recusou a voltar para a quadra e perdeu por sucessivas advertências.

Dessa forma, ficam definidas as oitavas de final do Grupo Mundial da Copa Davis, a ser disputadas entre 12 e 14 de setembro: a Holanda, que não precisou jogar por ser a atual vice, jogará em casa contra a Argentina e a Austrália receberá a Bélgica. Todo desfalcado, o Canadá perdeu em casa para a Hungria, que cruzará com a Áustria, enquanto a Alemanha terá de ir ao Japão.

Os EUA recebem os tchecos, a Espanha sedia contra a Dinamarca – Holger Rune foi essencial na dura virada contra a Sérvia – e a França terá de ir à Croácia. Os sete classificados se juntam à campeã Itália nas quartas de final de Bolonha, no final de novembro.

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Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Para o Fenômeno não se tratava de um ATP 500 qualquer. Ia jogar num Torneio de meio Século ( 1972 ), pela primeira vez , e que nenhum Espanhol levou o Caneco. Tentava seu primeiro Título INDOOR , numa quadra absurdamente lenta para os padrões de Roterdã, ( Ashe e Federer os maiores vencedores). Aos 21 anos , Carlos Alcaraz alcança seu Título de número 17 ( Sinner possui 19 aos 23 ) , com todos os méritos, e bota lenha para o ATP 500 de Doha , que contará com a presença de Djokovic e SINNER. Não tenho dúvidas que Carlitos está numa curva ascendente. A conferir. Abs !

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Não nutro simpatia por Alcaraz mas devo reconhecer que ele está jogando um tênis de alto nível

Jota
Jota
1 ano atrás

Torneios atp 250/500 na Europa e torneios atp 250/500 na América Latina e a maioria dos top ficam na Europa, claro. Vir
Para cá é muito longe e custoso mesmo.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Alcaraz venceu uma partida equilibrada, na qual ele teve q jogar em alto nível por 3 sets. O polonês também jogou demais, a bem da verdade. Amanha o espanhol me parece franco favorito contra o Di Menor, que não tem potencia ou um golpe. matador para encarar um top como ele. Mas no esporte ninguém vence na véspera, então vamos aguardar.
Claro que pra quem acompanha não ha como não procurar comparar o momento de dois gigantes como Alcaraz e Sinner depois de ver qualquer um deles jogar. Hoje, na minha visão, a vantagem do italiano me parece clara, pois achei o espanhol, comparado ao italiano, com menor velocidade da bola e um serviço bem inferior…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Alcaraz e o polonês vão fazendo um set 1 espetacular, com ambos jogando em altíssimo nível. Fico com a impressão de q se fosse um piso mais veloz o polonês prevaleceria, mas essa quadra é menos rápida. No momento 44!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás

Goldenvic retorna em Doha.

Neri Malheiros
Neri Malheiros
1 ano atrás

Sem me importar com juízos e de ser tachado de ufanismo, patriotismo e outras coisas mais, vou dizer o que penso sobre nossa tenista número 1 depois da campanha frustrante até certo ponto na Austrália. Bia voltará às quadras neste domingo com ótimas chances de avançar até a terceira rodada para encarar Gauff, num confronto inédito no circuito. A depender do seu estado emocional, para mim o maior obstáculo para ter a consistência tão necessária para brigar e permanecer no topo, não me surpreenderia se ela passar também pela talentosa estadunidense que, vez ou outra, igualmente sofre com o saque e dá seus vacilos. O último Australian Open é um claro exemplo, ao cair nas quartas diante de uma Badosa inspirada e cheia de confiança.

Meses atrás, numa pesquisa que fiz sobre as ocupantes do top 10 no período de 2019 até a metade de 2024, aqui publicada, Sabalenka se mostrou a mais consistente no recorte temporal, com maior número de aparições. A mesma busca, se avançada para o top 20, apontava que Bia já tinha vencido praticamente todas as 20 melhores do mundo, algumas mais de uma vez, com poucas exceções, como Ostapenko, Collins, Osaka (derrota de Bia em 2015 e abandono de Osaka no torneio de Tóquio sem entrar em quadra no ano de 2022) e Pavlyuchenkova (não lembro de outras agora), Sabalenka e Gauff, a quem nunca enfrentou, e Boulter e Kudermetova, derrotadas após a conclusão do levantamento.

Recentemente, mesmo com uma carreira de dar inveja a muitas tenistas de primeira linha, a brasileira não se acomodou e agregou mais um novo técnico e um novo fisioterapeuta à equipe. Ainda me parece muito cedo para cobrar mudanças, embora, num cenário com tanta escassez de outras conterrâneas para dividir a pressão por vitórias e bons desempenhos, seja inevitável que ela sofra várias críticas depreciativas e cobranças precipitadas. Pouco me interessa se Bia é nascida no Brasil. Torço por ela como o faço em relação à carismática Jabeur, Sabalenka, Osaka, Azarenka e outras mais. Já disse e repito: acredito firmemente que a ainda jovem Bia nos dará muitas alegrias e quebrará mais alguns tabus de meados do século passado. Tudo a seu tempo.

Neri Malheiros
Neri Malheiros
1 ano atrás
Responder para  Neri Malheiros

Lembrei que nesse período pesquisado e que era, originalmente para englobar os cinco últimos anos, acabei incluindo 2019 porque 2020 foi atípico em virtude da pandemia, e que Barty e Serena ainda estavam no circuito e Bia também jamais as enfrentou. Ao todo, foram mais de 40 tenistas que se revezaram no top 10 na época abrangida pelo levantamento.

Vítor Barsotti
Vítor Barsotti
1 ano atrás

Dalcim, comparei aqui o Top 50 do ranking da ATP atual com o de maio de 2016 e uma coisa me chamou a atenção: lá tínhamos 8 tenistas abaixo dos 25 anos e 12 acima dos 30 e hoje são 20 abaixo dos 25 (mais que o dobro) e 5 acima dos 30 (menos da metade)!

Com quase dez anos de evolução da medicina e dos equipamentos não era para a longevidade estar aumentando? Sei que são dados frios, e que pode haver viés nesse recorte temporal, mas como você interpreta isso?

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Só não entendo uma coisa… Como que dois atletas que conseguem acompanhar o movimento de uma bolinha de tenis a mais de150 km/h, não consegue enxergar um homem à sua frente? Me expliquem isso …

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Marcos

É que o cérebro do Zizou Bergs estava num estado de biocacofonia convergente reversa, o que acabou por acarretar uma disfunção cognitiva oftalmológica em caráter de semiprecariedade conjuntiva.

Zan
Zan
1 ano atrás
Responder para  Marcos

Marcos, o belga, que durante o jogo estava no modo “atenção na bolinha e nos movimentos do adversario”, ficou super empolgado e ativou o modo “vou pra galera sem pensar em mais nada”…. imprudente, mas compreensível… provavelmente não veríamos um Federer, Guga, Medvedev ou Leheka fazendo isso, mas talvez sim um Hewitt, um Kyrgios, um Bergs…. É o que ocorre quando vc dirige um carro e, por uns instantes de distração, ao sair do modo “atenção pro que ocorre no transito”, olha pro celular e bate num carro, num pedestre…. Imprudente, não deveria ocorrer, mas é compreensível.

Neri Malheiros
Neri Malheiros
1 ano atrás
Responder para  Zan

Muito boas, Maurício e Zan! O Maurício com as costumeiras sacadas de ótimo humor e o Zan com uma explicação mais que convincente do momento de distração de ambos. Infelizmente, Garin foi o pedestre que atravessava na faixa sem lembrar que existem motoristas imprudentes.

Armando Polis
Armando Polis
1 ano atrás

Alcaraz e di Menaur facoritíssimos a fazer final em Roterdan. Rublev ou Hurcacz podem surpreender, mas nao sao favoritos e tsitsipas pode ser um WC indigesto.

Ja em Dallas, Fritz e Paul devem “brigar” por uma vaga na final, enquanto a metade de baixo da baixo da chave está aberta, pois temos um “Top 5” ue nao me convence. Até o bellucci rem chance.

Ja aqui “pertinho” em Rosario… nao deunpara nenhum brasileiro. Sequer ss quartas chegamos..

Mas vida que segue.

Apenas para constar, Esrados unidos (e agora europa), estao endurecendo asnregrasnpara receber estrangeiros pobres e sem rumo. Muito cuidado a quem vai. Se antes tinhamos o antissemitismo, ou agora remosno antiSULamitismo, com nossos “colegas” do Norte praticando a discriminaçao contra sulamericanos, asiaticos e africanos.

Vamos ver onde isso vai dar.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Rune é um fanfarrão de primeira linha, algo lamentável, pois me parece um jogador de grande potencial. No comportamento ele se assemelha a Kyrgios, aparenta ser um cara sem dedicação a carreira, acomodado, possivelmente por vir de uma família com recursos. Nesse primeiro set contra o magistral Martinez só um cego não observou sua apatia no ultimo game…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Ao contrário de Nick Kyrgios, Rune jogou Simples e Duplas, e levou a Dinamarca a rebaixar Sérvia em virada sensacional saindo de 0 x 2 . Ia abrir mão do cachê que Krajicek costuma pagar aos TOPs em Roterdã???. Sinner não apareceria independentemente do $$$$$$. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Kyrgios fez final de W, ganhou set do Djoko nessa partida e continuava sendo o… Kyrgios. O Rune me parece desleixado com o esporte e com a carreira, um cara como ele que sempre aparenta faltar um pouco de fisico só tem uma explicação: noitadas. Se não for isso, seria falta de empenho mesmo, difícil dizer qual seria pior. Mas querer que um sabe tudo como vc imagine que uma opinião distinta da sua pode estar certa é pedir muito…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Desleixado és tu que comenta sem nem se dar o trabalho de pesquisar . E obviamente não sabias que depois da odisseia da Copa Davis , Rune jogou na véspera partida duríssima de mais de 2 horas contra Sonego , com direito a Tiebreak de arrepiar. É obvio que todos que jogaram ATP 250 Francês , na mesma semana , e largaram como Aliassime , também tiveram falta de empenho. És um caso perdido caríssimo SR Fernandinho…rs . Ps : Nunca soube o que eu acho do Dinamarquês. Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sérgio, com todo respeito, mas tem horas que isso fica chato. Longe de mim querer defender um cara tribal como esse Luiz Fernando. Mas, nesse caso, ele tem razão.

Ele só fez opinar que o Rune não foca tanto no preparo físico. Não sei dizer se ele está certo, mas é a opinião dele, uai. Ponto final.

É chato esse negócio de vc achar que sabe tudo, ou que é o único do blog que vê os jogos ou que acompanha carreiras.

Ah, outra coisa chatíssima de ver no blog é quando o time dos “Paulos” lacram com frases de efeito das mais ridículas, e depois dão uma chuvinha de likes um para outro kkkk

Se isso não for só um consórcio muito paneleiro, são a mesma pessoa.

Aliás, se este último caso for o que de fato ocorre é caso de internação…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Rodrigo, Victor Hugo, Gilvan, Gilvandro, André Borges, Oscar Riote?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

E aí ??

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O eterno GOAT recebeu 8 likes por um “nunca sera” e tem gente reclamando ainda de bons comentários. É mole ou quer mais?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Vou fazer duas observações sobre o q vc postou.
Em primeiro lugar parabéns pela lucidez, de expor a realidade de que cada um pode ter uma opinião e as divergências muitas vezes não significam q este ou aquele esteja certo ou errado.
Quanto a ser tribal, muitos de nós o são, neste espaço. Eu frequento o blog desde 2008 e a partir do primeiro momento me posicionei claramente contra a “tribo” que atribuía as vitorias dos adversários a expedientes ilícitos, que comemorava doenças e contusões de jogadores rivais e assim por diante. Agiria novamente da mesma forma se tivesse entrado ontem, sem hesitar…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Entendi, Luiz Fernando.

Sim, vc é bem antigo nesse blog. Assim como eu.

Eu nunca atribuí ao Nadal qualquer acusação sobre doping. Até porque, sinceramente, eu nunca achei isso.

Nadal e Djokovic sempre foram dois monstros do preparo físico. E acho que o Djokovic é ainda mais do que o espanhol.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Kkkkkk, só vi agora.

Quais seriam essas frases de efeito? Lembrando que só há 3 Paulos em atividade há muito tempo (eu, Sérgio e F.) e Jonas é o GOAT dos likes. Você não iria gostar quando havia a opção de likes negativos, pois provavelmente receberia os -10 do Sr. Ribeiro também, rsrs.

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim , o que fazem os jogadores para conseguirem jogarem no calorão ? Não sei como não desmaiam ! Haja preparo físico !

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás

Muito bom o último podcast Tênis Brasil. Dos que ouvi, foram os melhores comentários sobre a recente etapa da Davis, com destaque para as observações acerca dos incindentes ocorridos entre França x Brasil e Bélgica x Chile. Paulo “Davis” Cleto dispensa apresentações, mas gostei bastante das análises do Luiz Mattar também. Inteligente e bem articulado. Seria um excelente comentarista de tênis para a TV. Sugiro convidá-lo mais vezes, Dalcim.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Duvido que 100% das atletas femininas de alto desempenho não estejam pensando, mesmo que escondido, “Obrigada, Trampe, por banir meninas e mulheres trans de competirem no feminino”. Duvido!

Valdir
Valdir
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Sem pesquisar no Google me fala o nome de 3 atletas trans de alto desempenho que sejam destaque em suas modalidades.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valdir

Mas a questão é: a tendência de irem aparecendo com o passar do tempo.

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

Tb acho

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Valdir

Sem pesquisar não sei

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Valdir

O problema de permitir que atletas transgêneros compitam em categorias femininas não é uma questão de “transfobia”, mas sim de justiça esportiva e biologia. O esporte sempre foi separado por categorias de sexo porque há diferenças fisiológicas inegáveis entre homens e mulheres, especialmente no alto rendimento. Isso não é opinião, é fato científico.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Quem é Trampe ? kkkkkkkk. Abs !

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Só vc não entendeu, que novidade kkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Tu é que não entendeu que não é este lunático que tem que banir quem quer que seja. Existem profissionais bem mais gabaritados que este Tirano , pra legislar no Esporte. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Bem , recomendo uma olhado na matéria de hoje do TênisBrasil com Rafa Nadal. Além da maneira que está lidando até aqui com a aposentadoria, e principalmente, como seus grandes rivais tiveram importância no nível de Tênis apresentado. Tolo é aquele que não percebe que pra bater um grande oponente, se atinge o inimaginável. Senna repetiu várias vezes em relação ao Professor Alan Prost. Abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Que surpresa, um Bellucci competitivo em Rotterdam…

valmir da Silva batista
valmir da Silva batista
1 ano atrás

Djokovic só não foi mais longe por causa de Nadal e Federer. Federer só não foi mais longe por causa de Djokovic e Nadal. Nadal só não foi mais longe por causa de Federer e Djokovic. Esta talvez seja a leitura mais justa e menos precipitada, para além da frieza dos números, fator que gabarita de comodidade os tolos que tentam forjar graus de inferioridade entre o sérvio, o suíço e o espanhol, no que se refere à simples comparação de um com o outro. Entre os três, o melhor nunca existiu…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

E pra quem não é fanático, não foi tão difícil perceber, que nas duas décadas de domínio do Big 3 , um sempre puxou o outro. Estamos agora ( a partir de 2024 ) , presenciando o mais velho ( Jannik SInner) , fazer o trabalho de Roger Federer. Já mostrou para Carlitos, que se não fizer alguma coisa ( já está tentando) , vai ficar para trás. Ontem o Espanhol foi só elogios para o Italiano. Fonseca pode vir a antecipar fatos , se ficar atento aos outros dois . Mas evidentemente, tudo a seu tempo. Abs !

Victor
Victor
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Continuando tua hipótese: Daí Carlos começa a ganhar tudo e todos pq joga muito, aprimorou técnicas, mental, alimentação, raquete, etc etc etc, bate os recordes do Sinner. O que os torcedores do Federer, ops, Sinner fazem? Começam a odiar o Alcaraz.
Já vi esse filme antes.

Orlando Lemos
Orlando Lemos
1 ano atrás
Responder para  Victor

Sempre!

E onde o ídolo vai… o fanático vai atrás.

E vai começar novamente toda vez que alguém não se referir do ídolo do cara como um ser divino:
– “Detratores” / “Torcedores do amarelão” / ou todas essas babaquices que acompanham os ‘idolatrandos’ quando brigam pelos ‘idolatrados’. E o pior e mais sem sentido de todos, quando o assunto e os argumentos se esgotam, ou os indivíduos são desprovidos de capacidade de argumentação:

– “4 > 3 > 0. Portanto, o meu é melhor que o seu. kkk”. <- esse chega a ser bizarro.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Orlando Lemos

Grande capacidade de argumentação é relacionar o Djokovic ao incidente que aconteceu na Davis. O que dizer de uma bizarrice dessas?

Os números continuam sendo os melhores argumentos contra devaneios subjetivos. Isso posto, Djokovic é o GOAT inconteste.

Orlando Lemos
Orlando Lemos
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Desculpe, mas estamos discutindo aqui a idolatria do torcedor, e não se “A é melhor que B”.

Acho que pegaste o bonde errado…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Victor

Já mesmo? . Duvido,meu caro. Com esta mentalidade pequena não vais muito longe neste Esporte. Odiar é não saber apreciar o Esporte bem jogado . O Big 3 fez , cada um a seu modo , elevar o Tênis a um patamar jamais visto. Dificilmente entenderás Sr Victor. Abs!

Victor
Victor
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Olha aí o ódio gratuito.
Viu, Orlando Lemos?

Orlando Lemos
Orlando Lemos
1 ano atrás
Responder para  Victor

Victor

Também achei…

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Orlando Lemos

Pois é.
Sergio Ribeiro sendo o torcedor fanático q tanto critica nos outros…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Impressionante que não tens nunca a noção do que postas. Já que vives de perambular com este Nick de prenome, por tudo quanto é Site , ao menos de fanatismos, já tens idade suficiente pra saber o que significa…rs. Abs !

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

E vc continua me lendo… acho que sem noção é vc kkkk

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás

Como vejo alguns tenistas:
– Gael Monfils – the show-man;
– Rafael Nadal – o resiliente e lutador;
– Novak Djokovic – o recordista negacionista;
– Roger Federer – o querido dos amantes do tênis-arte;
– Alcaraz – o carismático da mídia;
– Sinner – o carismático da mídia só que não;
– Nick Kyrgios – o falastrão;
– John McEnroe – o encrenqueiro;
– Jimmy Connors – o esquentado;
– Andrey Rublev – ajudante do Connors;
– Tsitsipas – o que se acha;
– Zizou Bergs: o desastrado.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

Faltou o Thiago Wild: aprendiz de encrenqueiro

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

hahahaha……boa. Dei muita risada quando li o nome do Bergs…….hehehe

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

Ele é torcedor do Federer rs.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Não. Sempre torci pro Murray, disse isso em ocasiões anteriores. O Federer é um tenista que eu reconheço o talento, e só.
E agora “viúvo” do Murray, simpatizo tanto com o Alcaraz quanto com o Sinner.

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

E como vês o tenista de quem dizes ser viúvo?

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

Eu vejo com os olhos. rs

José Yoh
José Yoh
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

Eu via o Murray como “o sexto sentido”: ele conversava com fantasmas.
Abs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás

A culpa da agressão não é só do Djokovic: Zizou se inspirou também no seu xará do futebol e na verdade quis dar uma cabeçada no peito do Garin, mas errou por falta de treinamento. Vamos distribuir a responsabilidade de forma mais justa.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Boa.
E o futebolista foi certeiro.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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