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Apenas pela 3ª vez desde 2007, Djoko chega em Miami zerado

Foto: Peter Staples/ATP Tour

Indian Wells (EUA) – Recordista de títulos de Grand Slam e um dos maiores colecionadores de taças da história, o sérvio Novak Djokovic vive um começo de temporada fora do padrão. Pela terceira vez desde 2007 ele chegará para a disputa do Masters 1000 de Miami sem ter conquistado um título.

Com um calendário cada vez mais reduzido, o número 1 do mundo disputou apenas três torneios em 2024, ajudou a Sérvia a chegar nas quartas de final da United Cup, depois foi até as semifinais do Australian Open e agora no Masters 1000 de Indian Wells foi surpreendido na terceira rodada.

Djokovic costuma largar com tudo nas temporadas, sempre conquistando títulos nos primeiros meses do ano. O jejum até o momento é algo raro em sua carreira, que aconteceu apenas em duas outras oportunidades (2022 e 2018) desde a temporada de 2007, quando largou vencendo Adelaide.

A maior espera do sérvio por um título desde 2007 aconteceu seis anos atrás, com sua primeira conquista vindo apenas em Wimbledon. Em 2022, ele também levou um pouco mais de tempo para levantar uma taça, sendo a primeira daquele ano a do Masters 1000 de Roma.

O próprio Djokovic reconhece não estar muito acostumado com a situação. “Está bem, faz parte do esporte. Você apenas tem que aceitar isso. Alguns você ganha, outros você perde. Espero ganhar mais alguns e continuar vencendo”, afirmou o sérvio.

Nos primeiros meses do ano, Djokovic acumula na carreira 10 títulos do Australian Open, cinco no ATP 500 de Dubai, outros cinco no Masters 1000 de Indian Wells e mais dois no ATP 250 de Doha. Ele terá a chance de acabar com o jejum em Miami, onde já foi seis vezes campeão.

8 Comentários
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Geraldo Cristóvão
Geraldo Cristóvão
1 mês atrás

MOTIVAÇÃO, O motivo para entrar em Ação
Trabalhar em alta performance precisa de motivação. Em aproximadamente 17 anos da vida esportiva de Djokovic, a motivação era superar Roger Federer e Rafael Nadal. Em números, Djoko já pulverizou os recordes de Federer. Rafael Nadal, outro expoente do tênis, embora ainda não aposentado, mas cambaleante em final de carreira, não apresenta nenhum perigo competitivo. Então, a fortaleza mental de Djokovic desabou. Pergunto: Ainda tem sentido para Djokovic desperdiçar tempo do convívio familiar? Abdicar de prazeres da convivência social? Sofrer com treinamentos duros e dietas mirabolantes? Ser contestado de sua capacidade atlética em detrimento de seu legado?
VALE A PENA???

natanael
natanael
1 mês atrás
Responder para  Geraldo Cristóvão

falou muito e falou tudo….poderia sair a francesa e deixar a nova geração tomar conta

Paulo Mala
Paulo Mala
1 mês atrás
Responder para  Geraldo Cristóvão

Ele até tem motivação. Para superar o Fedal, não basta apenas ter 1 ou 2 slams a mais. Precisa bem mais…
O fato do Alcaraz ter barrado ele em Wimbledon e Sinner na Austrália, são grandes motivos para buscar uma nova vitória.
Vejo que a decadência vem mesmo pela idade.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Mala

Contra Federer: 4 Slams, 110 semanas #1, 3 temporadas #1, 12 Masters 1000, 1 Finals a mais e nada relevante a menos.

Contra Nadal: 2 Slams, 211 semanas #1, 3 temporadas #1, 4 Masters 1000, 7 Finals a mais e 1 Olimpíada a menos.

Sim, o GOAT Djoko já superou o Fedal nos números que importam com boa margem.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sem espaço para discussão. Na cara não…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Na cara sim, kkkkk.

Hugo
Hugo
1 mês atrás

Caminhando firme rumo aos 30 Grand Slams. Fenômeno absoluto.

natanael
natanael
1 mês atrás
Responder para  Hugo

firme onde???? kkkkkkkkkkkk

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