Itália usa força da torcida para o tetra na Copa Davis

Flavio Cobolli (Foto: FITP)

Mesmo sem o todo-poderoso Jannik Sinner, a Itália fez valer a condição de jogar em casa e conquistou o terceiro título consecutivo da renovada e controversa Copa Davis e o quarto no geral neste domingo de bons jogos.

Flavio Cobolli e Matteo Berrettini conseguiram dobrar adversários sem grande tradição, como Áustria e Bélgica, e impediram por fim o sétimo título da Espanha, que também não contou com o contundido Carlos Alcaraz. A ótima parceria entre Simone Bolelli e Andrea Vavassori sequer precisou jogar.

Foi portanto uma fase final basicamente disputada pelo segundo escalão. O time de David Ferrer contou com Pablo Carreño e Jaume Nunas nas simples e o excelente duplista Marcel Granolers, ao lado de Pedro Martinez, para derrubar a Alemanha de Alexander Zverev no sábado, depois de superar num tremendo sufoco a República Tcheca. Talvez merecessem mais o título do que a própria Itália.

Apesar de arquibancadas um tanto vazias na maioria dos confrontos, esta fase final da Davis ao menos exibiu partidas de intensa entrega e enormes emoções, casos da dupla de Puetz/Krawietz contra Zeballos/Molteni e do incrível tiebreak decisivo de 32 pontos entre Cobolli e Zizou Bergs, um dos melhores momentos de toda a temporada.

O mesmo Cobolli, que havia começado muito bem o ano, com ótimos resultados em diferentes pisos, vinha de uma queda acentuada de consistência nos últimos meses, mas acabou se tornando o herói do time. Não apenas substituiu Sinner, como também suportou tremenda pressão. A vitória sobre Munar neste domingo, que garantiu o troféu, foi bem exigente.

Nas palavras do diretor do torneio, o espanhol Feliciano López, a Federação Internacional continua aberta a diálogos sobre formatos, mas qualquer mudança não deve acontecer nos próximos três anos. Mesmo porque já existe um contrato assinado com Bolonha para receber essa fase final com oito países, o que automaticamente exime a Itália de jogar as etapas classificatórias e a coloca diretamente para decidir o título no octogonal de novembro. O que é compreensível em questões promocionais e um absurdo em termos esportivos.

Sem sorte de novo

O time de Jaime Oncins continua mesmo sem sorte. Mais um sorteio da Davis e mais um adversário difícil e fora de casa, como aconteceu já tantas vezes, frente Dinamarca, França e Grécia. Desta vez, teremos de ir em fevereiro ao Canadá, o que certamente significa jogar sobre quadra sintética coberta. Esse até não é o maior problema do grupo, já que o próprio Marcos Daniel, auxiliar técnico de Oncins, afirmou há pouco tempo que hoje os brasileiros de ponta até gostam mais de jogar no piso duro, como é o caso de João Fonseca.

A tarefa ficará mais difícil conforme a escalação do Canadá. Desde que eles conquistaram o título em 2022, já no novo formato da Davis, Félix Auger-Aliassime se ausentou das fases iniciais da Davis. Ele certamente seria o adversário mais perigoso, pois reconhecidamente a quadra sintética coberta tem sido sua superfície de melhor desempenho. O experiente e canhoto Denis Shapovalov perdeu duas vezes seguidas para Fonseca nessas condições, na Basileia e em Paris, e assim talvez seja um nome a ser preterido e substituído pelo ótimo sacador Gabriel Diallo.

Embora fosse muito melhor atuar em casa, onde também sobraria espaço para ótima promoção do tênis, jogar fora e num piso veloz não é o pior dos mundos para o grupo atual, que venceu Holger Rune e Stefanos Tsitsipas em condições desfavoráveis. Claro que Fonseca será peça crucial nos jogos de simples, com pouca chance de o nosso número 2 fazer frente, mas hoje Oncins terá diversas e ótimas opções de dupla, que tende a ser um ponto crucial.

Em caso de vitória, o Brasil jogaria a segunda e decisiva rodada do qualificatório, em setembro, contra França ou Eslováquia. E como os franceses são favoritos, fica a perspectiva de o confronto acontecer aqui, com um Fonseca ainda mais calejado do que agora e quem sabe um número 2 recuperado, seja Thiago Wild ou Thiago Monteiro, seja João Lucas Reis ou Felipe Meligeni.

Em outros confrontos interessants do quali do Davis, o Chile receberá a Sérvia, a Bélgica irá até a Bulgária, a Argentina oga fora contra a Coreia e a Hungria atuará em casa diante dos Estados Unidos. A segunda e decisiva rodada promete ter Argentina x Holanda, EUA x República Tcheca, Alemanha x Croácia e Grã-Bretanha x Austrália.

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Rafael Wüthrich
Rafael Wüthrich
3 meses atrás

Piqué acabou com a Davis. Impressionante como perdeu relevância esportiva, repercussão e compromisso entre os jogadores. Acho que até dinheiro, no fim das contas. Que ridículo.

SANDRO
SANDRO
3 meses atrás
Responder para  Rafael Wüthrich

Djokovic se absteve por 5 anos de disputar a Davis Cup para dar prioridade a Grand Slams e torneios da ATP, Djokovic tem apenas 01 título da Davis e 10 títulos do Austrália Open, alguém imagina Djokovic abrindo mão de disputar o Australian Open por 5 anos???
Federer, durante toda a sua carreira profissional, se absteve por 9 anos de disputar a Davis Cup para dar prioridade a Grand Slams e torneios da ATP, Federer tem apenas 01 título da Davis e 8 títulos de Wimbledon, alguém imagina Federer abrindo mão de disputar o Wimbledon por 9 anos?
Nadal, durante toda a sua carreira profissional, se absteve por 11 anos de disputar a Davis Cup para dar prioridade a Grand Slams e torneios da ATP, Nadal tem 05 títulos da Davis e 14 títulos de Roland Garros, alguém imagina Nadal abrindo mão de disputar o Roland Garros por 11 anos?
As abstenções do BIG 3 em disputar a Davis Cup no “formato antigo” é a maior prova que não foi Piqué que acabou com a Davis!!! Culpar o Piqué pelo desinteresse de tenistas TOP pela Davis, além de uma falácia é uma tremenda covardia!!!
Em termos de relevância, a Davis Cup nunca teve a mesma relevância que Grande Slams e torneios ATP seja no formato antigo ou no atual… Se tivesse tal relevância, duvido que Djokovic e Federer teriam apenas um título de David Cup no currículo…
A Davis Cup é o tipo de torneio que para um tenista TOP como Federer e Djokovic, basta ter 01 título no currículo, só para dizer que não tem nenhum, depois que ganham esse título, já na faz sentido gastar energia para conquistar outros títulos da Davis já que a prioridade são os Grand Slams e torneios da ATP…

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás
Responder para  SANDRO

Isso poderia ter sido resolvido se a ITF tivesse feito negócio com a ATP ao invés de ter feito negócio com a Kosmos de Piqué.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Ronildo

Exato, caro Ronildo. ATP e ITF não se entendem de jeito algum. E no final das contas, os Slam continuam com a maior pontuação. Mas pontuar a United Cup e Zero ponto para Copa Davis e Ouro Olímpico, é algo sem nenhum sentido . A FIFA fazia de tudo para esvaziar o Futebol Olímpico, mas não teve jeito . Foi obrigada , assim como ATP, a permitir Profissionais e ao menos 3 jogadores acima dos 23 . A dona NBA também não teve saída. Esta abriu a porteira para alegria de LeBron, Duran e Brinquedinho Assassino. Este se disse arrependido de não ter participado de outras edições. Acabou com o jogo na última final Olímpica. Abs !

Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
3 meses atrás
Responder para  SANDRO

Pois é, e já me parecia um formato desgastado. O problema é que é pós Finals. Deveria ser pós US Open, tipo, duas semanas depois.

gustavooeh
gustavooeh
3 meses atrás
Responder para  SANDRO

A Davis não é sobre tops, mas sim sobre o esporte.. atraía a atenção de países menos badalados e fomentava o esporte para além dos já muito badalados top 3,5 ou 10…Neste formato novo, definitivamente o interesse é o dinheiro e não o esporte…

Thiago
Thiago
3 meses atrás

Acho estranho não colocar Heide como possível raquete 2. Tem muito mais potencial que Reis, embora este tenha feito uma temporada notável (mas tem teto muito mais baixo que os demais citados).

andre
andre
3 meses atrás

campeonato comprado. o time da casa já entra na fase final sem precisar jogar só pq ganhou o contrato. vc já ve que a maracutaia é gigante

SANDRO
SANDRO
3 meses atrás
Responder para  andre

Não há maracutaia nenhuma!
A United Cup, que é outro torneio de Seleções Nacionais de Tênis, teve todas as suas edições disputadas na Austrália, e em todas estas edições a equipe anfitriã da Austrália já estava pré-classificada!!!
Isso normal nas competições que envolvem Seleções Nacionais, a equipe anfitriã que sedia o torneio não pode ficar de fora… Como você organiza a festa na sua casa e sua equipe fica de fora? Isso acontece com os esportes de Seleções Nacionais de futebol, vôlei, basquete, tênis, judô etc, a equipe do país que sedia o torneio está pré-classificada…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  andre

O Erro maior é ter apenas uma Sede . Daria para ter duas e evitar queimar etapas. Equipes multicampeas como USA e Austrália, tendo que se deslocar e participar de todas , de igual com as demais , e a anfitriã somente precisando jogar três etapas. Vamos combinar que isto é um grande equívoco . Abs !

Refaelov
Refaelov
3 meses atrás

Quanto ao atual formato da Davis: o formato atual com toda a dose decisiva num único país nao me agrada mas, o verdadeiro absurdo e inaceitável é essa sede final ser a mesma por no mínimo 3 anos, com o país em questão ja entrando diretamente na fase final por 3 anos seguidos..

Qnt ao sorteio BR: realmente cenário muito espinhoso, qlqr chance de classificação passará por um fds muito espinhoso do Fonseca e, qnt ao possível n°2, senti falta de uma citação ao Heide, o mais jovem dentre os postulantes no momento..

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás

Que coisa vergonhosa . Quer dizer que o mandante já entra nas Oitavas ? . Não vejo mais esta competição com este esdrúxulo regulamento. Não existe Time que possa bater Itália em Bolonha, se Jannik resolver participar . No ATP Finals com contrato renovado até 2030, a coisa já está feia. Lamentável a atual Copa Davis !!!. Abs !

SANDRO
SANDRO
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em competições entre seleções nacionais, a equipe do país que sedia a “Fase Final” está pré-classificada normalmente, isso não é nenhum absurdo!! Isso acontece em competições de Seleções Nacionais de Judô, Vôlei, Basquete, Futebol etc… A Squadra Azurra já provou que pode ser Campeã em qualquer lugar jogando dentro ou fora da Itália, até porque este em 2025 foi apenas o primeiro título da Squadra Azurra jogando dentro da Itália, todos os demais títulos foram jogando fora, em 1976 no Chile, em 2023 na Espanha e em 2024 na Espanha… Isso prova que a Itália não precisa jogar em casa para ser Campeão, o time ganhou porque é forte mesmo!!!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  SANDRO

Novamente. Equivocadamente o Sr se dirigiu a pessoa errada

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mas o argumento dele está errado?
A Itália de fato não é tetra, mas só nesse final de semana que se sagrou campeã dentro de casa?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Pra variar a preguiça de ler todos os comentários. Fazer o que ???. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Li tudo e não alterou o fato da Itália ter três títulos fora e apenas um dentro de “casa”.
Desenhe para mim, please.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Desenhar pra que ? . Não tens competência para entender , que as mudanças absurdas no regulamento, transformaram a Copa Davis num Torneio descartável. A figura que chama Olimpíadas de ” gincana” , fez toda a narrativa apenas por ser a Itália. Assim como tu , desprezava a antiga . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você além de querer ser o centro das atenções és leviano, pois, jamais disse em post algum que desprezava ou que admirava Copa Davis. Não me lembro de escrever nenhuma opinião a respeito dessa competição.
Por que o “assim como tu, desprezava”, tão contundente?
Voltando ao assunto principal, a Itália continua tetra e apenas seu último caneco foi em casa. Talvez ano que vem ela se torne penta, com um bi em casa.
Só sei que não vou acompanhar.
Obrigado pelo deferimento à minha pessoa.

Evandro
Evandro
3 meses atrás

Por mais que haja maracutaia, e na minha opinião há, o que Espanha e Itália estão fazendo no Finals e na Davis, nesta sem seus melhores jogadores, é de preocupar aqueles que apreciam tênis. Nova hegemonia sem graça pintando por aí… (que deixou o tênis inassistível em outros tempos)

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás

Quem conhece a história da Copa Davis sabe da sua enorme relevância no passado. É falácia dizer o contrário. Bjorn Borg ficou 33 partidas invicto na competição, e simplesmente pulava o AOPEN junto com os Norte-Americanos . Sampras chegou a derrotar Kafelnikov no Saibro coberto, escolhido pelos Russos , que acharam que levariam fácil. Realmente os 5 Sets começaram a pesar demais , e nem oito nem oitenta. Piquet deu o tiro de misericórdia. Feliciano Lopez está aceitando sugestões, mas já fez a esdrúxula renovação, tentando aproveitar efeito Sinner. O próprio tratou de pular por excesso de Torneios disputados na Temporada. Não foi o mesmo que perdeu N 1 por estar suspenso por 3 meses ????.. Sei…Abs !

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Isner amassou o Federer na Davis de 2012 em plena Suíça, jogando no saibro coberto escolhido pelos helvéticos, os quais, imagino eu, acharam que levariam fácil. Só que não. Tomaram um histórico vareio dos ianques. Mardy Fish derrotou o Wawrinka e a dupla Fish-Mike Bryan fechou o caixão, aniquilando a dupla campeã olímpica Federer-Wawrinka. Como desgraça pouca é bobagem, depois da vitória assegurada, Ryan Harrison ainda atropelou Michael Lammer e Isner não tomou conhecimento de Marco Chiudinelli.
Resultado: Suíça 0x5 EUA.
Se ainda restavam dúvidas sobre a imprevisibilidade da Copa Davis, este confronto certamente as dissipou.

Paulo F.
Paulo F.
3 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Não lembrava disso.
Putz, o “goat” levou pau no saibro até de um Isner?
kkkkkkkkkkkk
Ah, já sei, em 2012 ele já estava velho, monodesculpose e etc.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Paulo F.

Pra variar não sabias de nada. Só que foi na primeira rodada. Já em 2014, levaram pra cima da França no Saibro e na Final da Copa Davis , desinformadissimo Sr PF. PS : Neste mesmo 2012 , Federer bateu ” goat ” e Murray na sequência e levou Wimbledon pela sétima vez , recuperando no ato o N 1. Rsrsrs,Abs !

Paulo F.
Paulo F.
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nossa, obrigado por avisar….
Nem sabia que a Suíça havia levado a Davis em 2014….
Graças ao Wawrinka, que moeu os franceses na final.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Exato. Os Suíços , que se tornaram ambos Campeões de Roland Garros, acharam também que seria uma baba . Os Franceses cometeram o mesmo erro, contra os Helveticos , escolheram coincidentemente o Saibro, e também perderam a Copa Davis dentro de Casa. Agora , que é menos imprevisível todos os jogos em Indoor em Bolonha ( com SInner presente) , e a dona da Casa já entrando precisando bater apenas 3 Times , parece sim . A conferir. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  André Aguiar

PS : Federer ganhou primeiro Set ( 6 x 4 ) , e tivemos o tradicional Tiebreak no Quarto. Nada de ” amasso”, e sim incríveis 34 Aces do Gigante em pleno Saibro…Abs !

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Certo…um amassinho então, já que o servebot americano não precisou nem de cinco sets para varrer da quadra o então n° 3 do mundo jogando em casa.
Logo após a derrota inapelável, um ainda atônito Federer declarou: “eu e Wawrinka iremos nos reerguer na dupla”. Bom, só foram se reerguer dois anos depois na França, quando conquistaram a saladeira, pois após as derrotas dos dois em simples, ele e Wawrinka tomaram uma virada (1×3) constrangedora da desentrosada dupla Mardy Fish-Mike Bryan (Bob Bryan ficara nos EUA acompanhando o nascimento do filho).
Suíça 0x5 EUA foi certamente uma das maiores zebras da história da Copa Davis.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  André Aguiar

Menos meu caro. Larga IA, pois Federer jamais daria este tipo de declaração. Varrer é conversa de quem não assistiu . Se reerguerem imediatamente, pois citada partida foi de primeira rodada. A Campeã em 2012 foi Espanha. Foram da repescagem em 2013, ao Título em 2014 , de forma direta. Na Época não tinha esse papo de regulamento de Sede . E outra , EUA jamais será Zebra na Copa Davis de Tênis. Pode ser lá no Site …rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É, o fato permanece inalterado.
Sorry!

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Um dos jogos mais lindos do Federer foi Federer vs Gasquet na Davis de 2014. Gasquet, coitadinho, parecia uma criancinha jogando contra um adulto.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Ronildo

Aliás, como quase todos os outros adultos que ele enfrentou, certo?

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Que nada Luiz Fabriciano. Gasquet era um grande tenista. Ainda muito jovem enfrentou um Nadal já campeão em RG e não passou vergonha.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Ronildo

Um jogo isolado, mas, beleza.
A para constar, gostava dele também.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
3 meses atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Copa Davis está tão relevante que depois de 5 dias, o post tem a incrível marca de 39 comentários.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Constatação que não lês mesmos a grande maioria dos comentários. Somente o tal ” Sr Caixa Alta ” é que encheu a bola da Davis. E qualquer pasta que não fale de ” goat ” , tem poucos comentários. A começar pelo Kombista L.F. 2 , aquele mesmo que dorme nos jogos de JF , e não posta ( nem as terças rs) , quando Sinner e Alcaraz estão em evidência…. rsrs. Abs !

Jmsa
Jmsa
3 meses atrás

A continuar assim ,Espanha e Itália em pouco tempo vai dominar o tênis masculino ,mas isso é fruto de um trabalho de base bem feito .

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás
Responder para  Jmsa

Já não dominam?

Finais em 2025:
Roland Garros: Alcaraz x Sinner
Wimbledon: Sinner x Alcaraz
US Open: Alcaraz x Sinner
ATP Finals: Sinner x Alcaraz
Copa Davis: Itália x Espanha

Dominique DeCoco
Dominique DeCoco
3 meses atrás

Dalcim, Davis duas semanas depois do US Open seria a solução? E Laver Cup pós Finals?
Eu acho a ideia da Laver Cup muito boa, porém deveria valer classificação pra Davis do ano seguinte, os atletas do país que ganhar, e a Davis ser no momento em que os atletas ainda não estejam tão quebrados.
16 países, talvez duas semanas de torneio, evidente que acabando com essa bizarrice de duas semanas de Masters 1000, até Miami e IW.

SANDRA
SANDRA
3 meses atrás

Dalcim , será que o João Fonseca tem físico para a temporada 2026 ? Ele vai ter que jogar mais jogos que 2025

José Afonso
José Afonso
3 meses atrás

Marmelada.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás

Então caro Dalcim. Como Mensik e Tien, acima dos 20 , podem estar inscritos no ATP Finals Next Gen 2025 ? . Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 meses atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Aí que está. Alteraram na edição passada de 21 para 20 anos . De 2017 ante’ então, era 21. Arthur Fils jogou dois . Fiquei confuso no próprio Site da ATP …Abs !

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás

A previsão do tempo para domingo em Ribeirão Preto vai ser máxima de 36 graus e umidade do ar em 20%. As condições mais insalubres para a prática de esportes ao ar livre deve ser no período das 10 horas às 15 horas. Haverá duas decisões. Certamente haverão atletas jogando neste horário. Acredito que em breve algum tenista morrerá durante alguma partida em decorrência de clima severo. Brasil e Austrália são os principais candidatos a este evento funesto. À partir daí, quando um tenista morrer em quadra, os organizadores perceberão que há outras opções de horário para colocar estas partidas em dias de muito calor. No domingo por exemplo, uma final poderia iniciar às 8 da manhã e outra às 16 horas.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 meses atrás

“Rafa Nadal Academy anuncia unidade no Brasil”.

Falando de um modo geral – não só da academia dele – pra ser aceito(a) nesses lugares, é preciso ter $$$$$$$$$$$$. O que acentua ainda mais a elitização do tênis.
Então eu acho que pra ao menos minimizar esse círculo vicioso, estas academias deveriam reservar ao menos algumas vagas pra atletas de comunidades pobres. Claro que haveria muito mais candidatos/as do que vagas. Mas pra isto existem os testes.
No Brasil, faltam quadras públicas. A maioria está nos clubes, os quais cobram mensalidades que a maioria não tem condição de arcar.
Nem vou comparar com Itália, Espanha, Estados Unidos… países de primeiro mundo. Mas acho bem plausível nos compararmos com a Argentina, terceiro mundo como o Brasil. E que é um celeiro de tenistas Top 100.
Aqui, o que vimos? Nem o Guga tri de Roland Garros e sendo número 1 do mundo, nem a Maria Esther Bueno com vários títulos de ‘Slam’, ninguém conseguiu mudar este quadro desanimador.
Não é de hoje que ficamos dependentes de pontos fora da curva, como acontece recentemente com o João Fonseca.

Ronildo
Ronildo
3 meses atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Sim Maurício. Eles tem poder orçamentário. Se dessem oportunidade para algumas crianças mais pobres, poderiam fazer contratos agenciando a carreira deles. O que poderia render um bom lucro a longo prazo.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
3 meses atrás
Responder para  Ronildo

Prezado Ronildo, a impressão que me dá, como leigo, é que a CBT está “deitada eternamente em berço esplêndido”.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 meses atrás

Flamengo ganhou com seu jogo feio, mas jamais será amado mundialmente.
Assinado: torcedor do Vasco apaixonado pelo Federer rs.

Paulo F.
Paulo F.
3 meses atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Hahahahahahahahahaha !!!!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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