Felipe Priante
Especial para TenisBrasil
Rio de Janeiro (RJ) – Depois de um primeiro set muito duro contra o cearense Thiago Monteiro, o carioca João Fonseca conseguiu encaixar melhor seu jogo a partir do tiebreak e depois disso conseguiu se impor no decorrer da disputa. Para ele, o que mudou o panorama do confronto foi a agressividade que impôs em seus games de devolução.
“Consegui fazer mais pontos com ele sacando, fui mais agressivo com a evolução, não dei muito ritmo e tempo de bola para ele, aí pude ser mais agressivo”, comentou o cabeça de chave número 3 do Rio Open após a vitória desta terça-feira.
Na segunda rodada, Fonseca medirá forças com o peruano Ignacio Buse, alguém que ele conhece muito bem “Buse é um grande amigo, estamos juntos desde o Cosat (torneios juvenis sul-americanos). Ele é um menino trabalhador, sabemos o nível que consegue jogar. Ele será zebra na partida e não vai ter pressão alguma, mas estou confiante”.
A vitória contra Monteiro foi a primeira do carioca de 19 anos em simples na temporada, porém um dia antes ele já havia conquistado seu primeiro triunfo em 2026 nas duplas com Marcelo Melo, algo que ele considerou importante para entrar mais solto em quadra.
“A dupla com certeza me ajudou bastante a ter mais ritmo, sentir o ambiente da quadra central. Ver como tinha que sacar e o que fazer na primeira bola. Ajuda estar no ambiente, foi com certeza algo que consegui trazer para o jogo de hoje”, comentou Fonseca, que por isso chegou confiante para sua estreia em simples no Rio.
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“Entrei em quadra com uma mentalidade boa, confiança boa e a torcida me ajudou muito. Estou me sentindo bem, foi uma vitória difícil, um jogo difícil depois de um começo tenso para os dois lados, com os dois fazendo bons games de saque sem deixar oportunidades para o outro. No tiebreak eu consegui elevar o nível, fui confiante e agressivo”, resumiu.
Jogando em sua cidade natal, o carioca não esconde que o Rio Open é um torneio especial. “Aqui tenho uma história muito legal, amigos, família e todos torcendo. Conseguir uma vitória aqui depois de dois anos é especial. Vamos ver se dessa vez a gente consegue passar das quartas”, finalizou o jovem tenista.















“Ele será zebra na partida”? Imagina se não ganhar!
Acho que esse tipo de colocação é desnecessária. Ele realmente atraiu para si uma “obrigação de ganhar”, se colocou como franco favorito, e eu acho esse negócio de favoritismo uma grande furada. Ego inflado e vaidade são perfeitamente dispensáveis, mas o João vai entender isso em algum momento. Por mais que exista uma diferença técnica, um momento melhor, o adversário está lá e pode surpreender.
Vencer o Monteiro era obrigação.
Bela vitória do João, meio que esperado, Monteiro jogou muito bem , mas enfrentou a jovialidade do Fonseca. Já fiz esse comentário em outro posto mas estou na bronca com ATP mesmo sabendo que dificilmente lerão esse comentário. Pegador de bola é para pegar bola e não toalha, não deveriam obrigar crianças e adolescentes a manusear toalhas que estão encharcadas de suor, meleca, talvez catarro, sequer usam luvas. Quer se enxugar ? Se enxuguem na virada do saques, simples assim. Não recordo de nenhum outro esporte onde essa prática é permitida. Já imaginaram isso no vôlei ou no basquete ????
O certo é ter um suporte pra toalha
Isso mesmo
Santista, gostei muito do aspecto de lucidez do seu comentário. Muitos aqui só sabem enxergar a bolinha correndo, e olhe lá…