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Paolini bate Cirstea e alcança final inédita de WTA 1000

Jasmine Paolini (Foto: Dubai Duty Free Tennis Championships)

Dubai (Emirados Árabes) – Pela primeira vez na carreira, a italiana Jasmine Paolini disputará o título de um WTA 1000. Nesta sexta-feira, a jogadora de 28 anos e 26ª colocada do ranking superou em sets diretos a romena Sorana Cirstea, 22ª do mundo, com parciais de 6/2 e 7/6 (8-6) em 1h57 de partida, e se classificou para a decisão do torneio de Dubai.

Campeã do WTA 250 de Portoroz em 2021, Paolini disputou outras três finais na elite do circuito e busca o maior título de sua vida. Até então, seu melhor resultado em um evento de nível 1000 havia acontecido em Cincinnati na temporada passada, quando chegou às quartas. Ela se torna também a quarta jogadora da Itália a alcançar uma decisão deste gabarito, repetindo Flavia Pennetta (campeã em Indian Wells 2014), Sara Errani (vice em Roma 2014) e Camila Giorgi (campeã em Montréal 2021).

A finalista aguarda agora pela vencedora do duelo entre a polonesa Iga Swiatek e a desafiante russa Anna Kalinskaya, que nunca levantou um troféu de WTA na carreira e tem retrospecto de 1 a 1 diante da italiana. Já contra a número 1 do mundo, Paolini tem duas derrotas em dois encontros.

Dominante no primeiro set, Paolini conseguiu a primeira quebra do jogo no quarto game e não teve seu saque ameaçado em nenhum momento. Vencendo por 5/2, ela aproveitou o segundo set-point que teve e quebrou o serviço de Cirstea mais uma vez para vencer a parcial.

O segundo set começou idêntico ao primeiro, com a italiana superando o serviço da adversária no quarto game e abrindo 3/1. Desta vez, porém, a romena reagiu logo em seguida e as duas voltaram a trocar quebras nos dois games seguintes. No décimo, Paolini chegou a desperdiçar um match-point no saque da rival, enquanto Cirstea não aproveitou nenhum dos cinco set-points ao sacar para vencer a parcial no 12º game.

A definição então foi para o tiebreak, que teve oito pontos consecutivos vencidos pelas devolvedoras. Cirstea novamente teve o saque com 6/5 para empatar o jogo e não concluiu, permitindo que Paolini ganhasse três pontos seguidos e carimbasse sua vaga para a decisão.

6 Comentários
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Andrade
Andrade
1 mês atrás

Depois que derrotou Bia, embalou, tá na final, joga muito bem a italiana, espero que seja a campeã!

Thiago
Thiago
1 mês atrás

Vai agradecer pra sempre à Bia, pela entregada inacreditável na R1.

Ubiratan (Black)
1 mês atrás

É, parabéns! fez sua parte, jogou o que foi necessário para chegar aí. Ao contrário do aqueles outros sempre falam, qualquer uma que está ali é capaz.

Paulo
Paulo
1 mês atrás

Q zebra eim. Ganhou da Bia e foi embora.

Carlos Alberto Ribeiro da Silva
Carlos Alberto Ribeiro da Silva
1 mês atrás

A Bia foi a única que ganhou um set da Paolini. O maior problema foi a forma como a Bia levou a virada, perdendo 10 games seguidos e levando um pneu no terceiro set. Talvez, se tivesse conseguido controlar melhor as emoções, a Bia pudesse impor mais dificuldades para a Paolini. De qualquer forma, depois que ganhou da Bia, a Paolini superou a Leilah Fernandez, Maria Sakkari, foi beneficiada pela desistência da Rybakina, e na semifinal ganhou da Cirstea. Isso é digno de aplausos. Porém, acho que na final a favorita é a russa Anna Kalinskaya, porque, pra chegar na final eliminou em sequência adversárias mais difíceis como a Ostapenko, Gauff e Swiatek. Mais ou menos como fez a Barbora Krejcikova, campeã de 2023, que, pra chegar ao título, eliminou em sequência as três melhores do ranking na época (Pegula, Sabalenka e Swiatec).

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Tão pequenina mas tão aguerrida! Tamanho não é mesmo documento…

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