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Mesmo na era da IA, superstições e rituais seguem tenistas

Superstições e rituais são coisas intimamente ligadas ao esporte, ainda mais os individuais, e o tênis nos permite observar uma série delas, mesmo estando em pleno século 21 onde a Inteligência Artificial cresce exponencialmente. Isso está relacionado a crenças que os atletas mentalizam na busca de sorte, proteção ou melhor desempenho durante as competições.

Muitas superstições têm raízes culturais e históricas, sendo passadas de geração em geração. Alguns atletas acreditam que seguir esses rituais lhes dá uma sensação de controle sobre o resultado do jogo, ajudando a reduzir a ansiedade e aumentar a confiança. Além disso, as superstições podem funcionar como uma forma de concentração e foco, preparando mentalmente o atleta para a competição. Para os entusiasmadas deste esporte, plataformas como a Superbet oferecem facilidade e comodidade para seguir e apostar nas partidas e jogadores que mais aprecia.

A influência das superstições no desempenho dos jogadores
As superstições são crenças que muitas pessoas têm e que podem influenciar o seu comportamento e desempenho em diversas áreas da vida, incluindo o esporte. No caso dos jogadores, é comum que muitos deles tenham superstições antes de um jogo, como usar sempre o mesmo par de meias, ou realizar um determinado ritual antes de entrar em quadra.

Isso é considerado útil como um apoio psicológico, mas obviamente não deve ser o único recurso para alcançar o sucesso.

Superstições famosas entre os tenistas
Algumas superstições são bem conhecidas e envolvem vários tenistas. Richard Gasquet, por exemplo, faz questão de jogar com a mesma bola caso tenha vencido o ponto anterior e sempre pede para os boleiros prestarem atenção nisso. Na mesma linha, Thiago Wild passou a pedir a mesma bola com que ganhou o ponto anterior. Se você observar bem, Gasquet possui outro ritual: quando está na devolução de saque, ele faz um sinal de cruz no chão, utilizando sua raquete.

Também tradicional é não fazer a barba se o jogador vence uma partida. Assim, é bem comum alguns finalistas ou campeões terminarem o torneio com barba crescida ou mal feita. Um fato curioso ocorreu com Roger Federer, que tinha essa mesma superstição, mas foi obrigado a abandonar o ritual no período em que foi patrocinado por uma lâmina de barbear.

O mesmo Federer tinha uma obsessão pelo número 8. E ele seguiu isso à risca ao longo de sua carreira. Fazia oito aces no aquecimento de uma partida, levava oito raquetes e oito toalhas para a quadra e usava oito garrafas de água. Não por acaso, fundou sua agência esportiva com o nome de Team8.

Rituais e excentricidades
Os rituais de Rafael Nadal também sempre chamaram a atenção. Quando entra em quadra, ele jamais coloca a raqueteira diretamente sobre o banco, mas usa primeiro uma toalha para depois colocar o material. Depois, vem a questão das duas garrafas de água, dispostas uma à frente e outra atrás, das quais ele jamais toma dois goles seguidos.

Serena Williams chamava a atenção por usar o mesmo par de meias durante todo o torneio no início da carreira. Depois, trocou a superstição por outra e sempre amarrava os seus calçados da mesma maneira antes de cada partida.

Um dos casos mais curiosos e relevado apenas em sua autobiografia coube ao norte-americano Andre Agassi. Ele contra que, na campanha que lhe deu o título de Roland Garros em 1999, ele entrou para a primeira partida sem cueca por absoluto esquecimento. E, como foi vencendo, se recusou a usar roupa de baixo até erguer o troféu.

Já o supercampeão Novak Djokovic jamais toma banho duas vezes seguidas sob o mesmo chuveiro.

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