Felipe Priante
Especial para TenisBrasil
Rio de Janeiro (RJ) – Em uma partida de altos e baixos, o mineiro Marcelo Melo e o carioca João Fonseca levaram a melhor sobre os alemães Jakob Schnaitter e Mark Wallner no match-tiebreak, garantindo assim seu lugar na final de duplas do Rio Open contra o holandês Robin Haase e o alemão Constantin Frantzen, que bateram Guido Andreozzi e Manuel Guinard por 7/6 (17-15), 2/6 e 10-8.
Para os brasileiros, a força da torcida teve um peso importante nos momentos cruciais. “A atmosfera na quadra, o barulho que fizeram quando chegou o match-point foi impressionante. Isso faz a gente ganhar um jogo, nessa hora esquecemos a dor e qualquer outra coisa”, afirmou o experiente Melo.
Dupla é assim, é muito rápido. A gente estava com a partida sob controle e de repente os caras estão na frente. A torcida ajudou bastante com a atmosfera”, comentou Fonseca, que também salientou a importância também do apoio entre ele e Melo dentro de quadra. “Um motivando o outro foi importante para a vitória”, disse o carioca.
Fonseca já antecipa como será jogar a Copa Davis em setembro, quando o Brasil vai receber a Suíça em casa. “Depois de um bom tempo vamos ter uma Davis aqui, que vai ser minha primeira no Brasil. Independente de onde for vai ser uma grande atmosfera, com batucada. Já deu um gostinho e fico até arrepiado quando a galera estava gritando: ‘Brasil, Brasil’”.
Mudança de data e troca de experiência
Questionados sobre a mudança de data, com a partida saindo da noite de sexta-feira para o começo da tarde de sábado, Melo garantiu que foi uma alteração acertada. “A gente vinha de dois jogos na central nesse mesmo horário”, falou o mineiro, pontuando a boa adaptação às condições do local.
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Além de ter mais tempo para treinar com Melo, Fonseca também teve mais tempo para digerir a eliminação em simples. “Dormi afobado e triste, mas sabia que teria uma boa oportunidade no dia seguinte”, comentou o carioca, em referência à data original da semi de duplas.
Fonseca mais uma vez falou sobre a importância de poder aprender com a vivência que Melo tem no circuito. “São dois títulos de Grand Slam e nove Masters 1000. Ele é um cara que já jogou muitas finais e conhece bem o circuito. Vou tirando informações e trazendo isso para meu caminho. É muito importante fora das quadras”.













Fonseca tem que focar nas duplas kkk
Só se ele tiver alguma deficiência física. A simples dá muito mais status, dinheiro, patrocínio e evolução profissional.