Toledo (Espanha) – Desde que o espanhol Carlos Alcaraz despontou no circuito, pela primeira vez ele não tem mais a seu lado o treinador Juan Carlos Ferrero, com quem rompeu no fim de 2025. Em entrevista à Ten Golf, o ex-técnico do número 1 do mundo falou sobre sua empreitada no golfe e também sobre o desempenho do ex-pupilo no Australian Open.
“É difícil vê-lo competindo e ver toda a sua equipe nas arquibancadas, não é uma sensação fácil. Estou feliz com o desempenho dele e com o fato de ainda não ter perdido um set na competição. Ele está jogando em um nível muito alto, parabéns para ele e espero que continue assim”, afirmou Ferrero.
O treinador disse que depois do que aconteceu com o Carlos, precisava de uma mudança de ares. “Considero necessário, especialmente por um tempo. É muito claro que o tênis é a minha vida e continuará sendo, porque ainda trabalho na minha academia de tênis e também estou recebendo várias propostas dos circuitos masculino e até feminino”.
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Ferrero explicou como foi parar na equipe de Ángel Ayora. “Conversei com Juan Ochoa, seu treinador, e eles me deram a oportunidade de mergulhar um pouco mais no mundo do golfe. É um período de teste, mas estou gostando. Estou com eles para tentar ajudá-lo a melhorar nesses aspectos mentais, porque acho que o golfe é um jogo muito mental”.
Apesar de não ser especialista, o ex-tenista profissional garante que tem contato com o golfe há anos. “Jogo desde 2000. Comecei com Sergio García, que me deu algumas aulas e somos amigos bastante próximos. Tive a oportunidade de ser seu caddie e de estar no Masters em Augusta algumas vezes, então o mundo do golfe não me é totalmente estranho”.













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