PLACAR

Evans destaca potência e variedade de Alcaraz

Foto: Darren Carroll/USTA

Nova York (EUA) – Derrotado pelo espanhol Carlos Alcaraz na terceira rodada do US Open, no último sábado, Daniel Evans analisou saiu de quadra frustrado com o resultado negativo, mas feliz com a grande apresentação que os dois fizeram em uma partida bastante disputada e definida em quatro sets, na qual o britânico conseguiu dar um bom trabalho para o atual número 1 do mundo.

Questionado sobre as maiores forças do espanhol, Evans destacou a potência e a variedade de golpes. “Para mim, o que se destaca é o quão pesado ele bate na bola. Muitas pessoas batem na bola com bastante força em comparação a mim no backhand, mas o dele parece mais pesado. É difícil contra-atacá-lo com sua força”, afirmou o britânico para o Express.

“Ele empurra você para trás e então pode jogar o drop shot, pode acertar você, é muito imprevisível, tem muita variedade. Pode fazer tantas coisas que às vezes toma decisões erradas. Várias vezes ele me deixou escapar de situações desesperadoras por não escolher o golpe certo para executar, mas se isso melhorar é quase impossível vencê-lo”, acrescentou o 28º colocado no ranking da ATP.

A incrível passada que Evans levou para sofrer a quebra que definiu o quarto e último set, em um ponto no qual encurralou Alcaraz, não foi esquecida pelo britânico, que comentou a linda jogada defensiva do rival. “Aquela passada tirou todo o ânimo que me restava”, brincou.

“Na maioria das vezes você ganha o ponto, mas contra os caras do topo é diferente. Você não verá isso com muita frequência na quadra externa, só acontece com esses caras. Ele persegue todas as bolas e obviamente teve um pouco de sorte no golpe”, complementou o britânico de 33 anos.

Mesmo derrotado, Evans disse que conseguiu aproveitar um pouco a partida. “Eu me diverti lá. O resultado não foi agradável, mas você não precisa ficar infeliz o tempo todo em quadra. O tênis estava bom, era uma ótima atmosfera. Imagino que houvesse algumas pessoas muito famosas na multidão, o que é legal de se fazer parte, embora perder ainda seja frustrante”, finalizou.

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