PLACAR

Em Turim, Zverev quer coroar grande ano de retorno

Foto: Chengdu Open

Turim (Itália) – Depois de perder boa parte da temporada passada por causa de uma grave torção no tornozelo sofrida na semifinal de Roland Garros, o alemão Alexander Zverev voltou a competir em 2023 e já conseguiu voltar ao ATP Finals, se classificando para a disputa em Turim como o sétimo melhor do ano. Ele espera coroar a grande temporada na competição e quem sabe conquistar o tricampeonato.

“Acho que no início do ano eu ainda estava controlando a dor, ainda estava lidando com ela. Não estava me movendo da maneira que queria, não estava deslizando pela quadra. Se você olhar para as partidas que joguei, foi mais isso para mim”, comentou Zverev, que pouco a pouco conseguiu elevar o nível e em julho venceu seu primeiro título desde a lesão, faturando o ATP 500 de Hamburgo

“Estou jogando um bom nível de tênis e ganhando torneios novamente, o que é o mais importante. Isso foi algo que senti falta no início do ano, quando não me sentia como que estava de volta com a mesma mentalidade de vencer torneios e a mesma mentalidade de tentar ser um dos melhores”, observou o alemão, que em setembro faturou mais um título, desta vez em Chengdu.

Classificado para o Finals, Zverev diz que é um prestígio estar lá. “Você é um dos oito melhores jogadores do mundo, então automaticamente se sente honrado por estar naquele evento. O que há de especial é que durante as semanas normais você tem tempo para encontrar seu ritmo, encontrar seu jogo”, falou o atual número 8 do mundo.

“Mas você enfrenta um dos oito melhores jogadores do mundo desde a primeira partida, e essa é a parte especial. Acho que é por isso que todos os jogadores estão ansiosos por isso e lutam tanto para estar lá”, acrescentou o germânico de 26 anos, campeão do Finals em 2018 e depois repetiu a dose em 2021.

“Em outros torneios, se eu tivesse perdido para Novak (Djokovic) ou Daniil (Medvedev), teria ficado fora, mas lá voltei e fui bicampeão. Acho que aproveitar o momento é importante. Ser um dos oito melhores jogadores do mundo e poder competir com eles é algo que gosto de fazer. É um evento de prestígio, uma honra só de estar lá”, encerrou Zverev.

PUBLICIDADE

VÍDEOS

Bopanna entra para a história do tênis aos 43 anos

A emoção de Hsieh e Mertens com o novo título de Slam

PUBLICIDADE