O João dos sonhos está de volta

O retorno de João Fonseca às quadras sintéticas, em que pôde jogar tão pouco em janeiro, foi um espetáculo. O carioca de 19 anos despejou toda sua imensa qualidade técnica contra o bom belga Raphael Collignon ao mesmo tempo em que se mostrou muito consistente nas trocas de bola e com excelente cobertura de quadra.

É bem verdade que o 77º do ranking chegou a sacar para vencer o primeiro set antes de ser dominado no tiebreak. Porém, Fonseca teve muito mais chances de quebra e volume de jogo ao longo dessa primeira série, em que exigiu do adversário esforço defensivo constante. Collignon também teve o mérito de achar excelentes primeiros saques quando ficou trás do placar, seja num 15-30 ou num break-point.

O mais positivo foi ver Fonseca muito solto para disparar golpes espetaculares de fundo de quadra, mas ao mesmo tempo ser bastante conservador e consciente nos momentos em que precisou trabalhar os pontos, deixando a pressa de lado. Abusou também de slices, inclusive o de paralela no forehand do belga, o que o deixou bem pouco à vontade. E, quando foi à rede, jogou com categoria e precisão absolutas. Taticamente, o saque aberto no ‘iguais’ e sobre o corpo na ‘vantagem’ funcionou muito bem e a devolução profunda colocou Collignon em constante pressão.

Ele reencontra agora o russo Karen Khachanov, a quem levou ao terceiro set no sintético coberto de Paris, um oponente muito oportuno com o primeiro saque e na distribuição da base. Quem passar, pegará o instável Tommy Paul ou o imprevisível Zizou Bergs antes de provavelmente cruzar com Jannik Sinner. Os otimistas como eu já podem sonhar com o primeiro teste de João diante dos líderes absolutos do circuito.

Enquanto isso…

Por um momento, um breve momento, Bia Haddad pareceu a velha Bia Haddad. Foi ali, entre o tiebreak que definiu o segundo set e os três primeiros games da série decisiva, quando vimos a canhota montar na bola, bater com raiva, jogar com apuro tático e precisão técnica, vibrando na hora certa.

Confesso que tive esperança. Poderia ser o momento de virada, aquela fagulha que precisa ser reacesa para que Bia volte a jogar mais solta, confiante, proativa. Ledo engano. Um game tenso, um serviço medroso e tudo foi por água abaixo em minutos.

E olha que a espanhola Jessica Bouzas também não jogou tudo isso, embora tenha se aplicado corretamente nas paralelas que deixam a brasileira tão indefesa. E qualquer adversária já sabe muito bem disso. A top 50 deu muita chance, perdeu até a calma e nem assim Bia aproveitou para enfim voltar a vencer.

É evidente que nossa número 1 não pode continuar sem um treinador, alguém que me dê norte, corrija o saque tão pouco contundente e principalmente recupere a consistência nos golpes. Sempre que vai à rede, Bia costuma se dar bem, mas o golpe de preparação muitas vezes é curto ou lento. Aos 30 anos, convenhamos, o tempo também joga contra ela.

Na próxima semana, Bia volta ao nível 125, o que provavelmente lhe dará adversárias menos gabaritadas. O problema é conter a ansiedade e superar a pressão cada vez maior da necessidade de vitórias. Nesse duríssimo esporte chamado tênis, essa talvez seja a pior das encruzilhadas.

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Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Perfeito. Para acrescentar, como foi importante largar Saibro lento de Buenos Aires e Rio Open, e passar pela sintética em Los Angeles. Jogou o Torneio a vera , e ganhou de volta a confiança antes da lesão, ou seja , a mesma da Basiléia. Abs !

Aurelio
Aurelio
1 mês atrás

Durante muito tempo (2 anos? 3 anos?) a Bia acreditava fielmente que o caminho certo para voltar ao seu melhor tênis era “seguir trabalhando” – tudo do mesmo jeito, com as mesmas práticas, as mesmas estratégias… (o mesmo técnico)

Felizmente algo aconteceu e ela finalmente percebeu que aquele caminho não dava mais, que os problemas (graves) não seriam corrigidos daquela forma; e esse era o principal ponto.

Agora merece “um período de graça” em que possa encontrar “quem” (o treinador) e “como” (estratégias de treino, de jogo, de calendário) para voltar a ter um tênis competitivo.

O que vier nesse meio tempo é pra ser sumariamente desconsiderado. Surpresa seria se, como milagre, começasse a jogar bem de novo sem as mudanças necessárias.

O potencial não deixou de existir, mas é claro que não há também garantias. Tudo depende de muitos fatores, a começar por ela própria; o quanto estiver disposta a desconstruir e reconstruir seu jogo.

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Aurelio

“Felizmente algo aconteceu e ela finalmente percebeu que aquele caminho não dava mais, que os problemas (graves) não seriam corrigidos daquela forma…”

Na verdade n sabemos se percebeu coisa alguma.. de repente foi o próprio Rafael que pediu pra sair, não vendo mais salvação pra Bia voltar aos tempos áureos e evitando queimar(ainda mais) seu cartaz como treinador para projetos futuros..

Aurelio
Aurelio
1 mês atrás
Responder para  Refaelov

E bem possível… o duro é que não há, infelizmente, quase nada de transparência em relação a Bia como jogadora:
– não dá entrevistas onde se aprofunda nem como ou porque da escolha de seu calendário
– não explica o que tem feito para melhorar os pontos críticos do seu jogo
– não diz quais são suas prioridades de momento ou o que está pensando

…e por aí vai. Ruim, porque dá muita margem a interpretações e especulações – de torcedores, entusiastas e até parte da imprensa especializada. Todos tentando adivinhar cada um desses aspectos.

Da mesma forma que o Maxime teve sua chance de dar sua versão quando foi desligado, o mesmo aconteceu com o Rafael. Mesmo que fosse uma versão abrandada, mais polida, já seria melhor que nada.

Hoje mesmo Charleston confirmou a presença da Bia. Pra que insistir num torneio 500 com Pegula, Anisimova, etc, onde quase todas as jogadoras estão em melhor fase e melhor rankeadas que ela? Porque não ir ao invés disso para Bogotá onde seria cabeça de chave e teria um mínimo de chance de avançar?

Só a Bia pode responder. O que eu me pergunto é porque os jornalistas especializados não vão atrás dela para responder essas e outras perguntas. Ou será que ela está se escondendo dos jornalistas? Se for o caso, não deixa de ser uma notícia a ser explorada.

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Aurelio

“…não explica o que tem feito para melhorar os pontos críticos do seu jogo…”

Nas pouquíssimas entrevistas que dá nesse sentido ela já deixou claro q n tem feito nada nesse sentido, porque justamente não vê nenhum problema tecnicamente com seu jogo.. ela e o Paraccioli falaram enfaticamente algumas vezes que “nos treinamentos tudo dá certo e as coisas nao estao acontecendo nas partidas oficiais por questões mentais”.. teria q ver se pelo menos com relação a essas “questões mentais” ela tem feito algum trabalho específico..

Aurelio
Aurelio
1 mês atrás
Responder para  Refaelov

“nos treinamentos tudo dá certo” –> isso daí tem cara de ser item da cartilha do Palaccioli. :-)

Claro que não há nexo entre essa suposta obrigação causal entre treinos e jogos.

E não precisa ser nenhum gênio pra ver que precisa de ajustes técnicos.

E a gente só pode esperar que essas falas (e pensamentos) da cartilha sejam também deixados pra trás. Seja por influencia do novo técnico (ou até mesmo da mãe), seja por consciência da própria atleta após tanto tempo “agarrada” nessa situação.

Jpão Mendonça
Jpão Mendonça
1 mês atrás
Responder para  Aurelio

Ouvi dizer que há três jornalistas especializados e dois ex-tenistas atrás dela, a seguindo por todos os lugares.

Rola a lenda que estão fazendo um dossiê secreto entitulado” O segredo de Bia”.

Rola a lemda que vão lançar uma biografia não autorizada e que a Netflix já se interessou.

E então você saberá de tudo tudo tudo…

Rafael
Rafael
1 mês atrás

O João jogou demais. Que forehand incrível que ele tem. Que ele siga evoluindo!

João Mendonça
João Mendonça
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Wild também tinha um forehand que andava muito aos 19…

Chegaram a compará-lo com Fernando Gonzalez e até mesmo com Federer por conta disso.

Julio Marinho
Julio Marinho
1 mês atrás

Realmente, Dalcim. Desde a Basiléia contra o Munar foi o melhor jogo dele. Calmo, esperto de pernas. E o tanto de voleio de muita sensibilidade que deu. A melhor coisa para mim foi não ver aquele desespero de fugir para o forehand, trabalhando bem com o back e guardando os aumentos de velocidade para momentos específicos. Foi um outro nível do João.

Roger Porciúncula
Roger Porciúncula
1 mês atrás

O problema é que a mídia endeusou o João. Disseram, talvez pela sua precocidade, que ele seria melhor que o Big3. Ledo engano. Começou a perder para tenistas abaixo do seu ranking e parece que entrou em parafuso. Ele tem muito a aprender ainda. Ainda poderá ser um top tem. Aguardemos, o futuro dirá.

Kleber Julio
Kleber Julio
1 mês atrás

O João Fonseca jogou uma excelente partida.
Mais solto em quadra, boa movimentação, paciência nas trocas de bola, se defendeu bem com o backhand e venceu muitos pontos com forehand brilhante e potente.
Cometeu alguns erros não forçados, mas soube controlar a ansiedade.
Conseguiu se recuperar da quebra sofrida na parte final do primeiro set, devolveu a quebra e arrassou no tiebreak.
Se mantiver esse nível de tênis, tem chances concretas de vencer o Krachanov.
Estarei na torcida.

Antagonista
Antagonista
1 mês atrás

Quanto fuzuê por uma vitória contra o 77º do mundo…. Mas tem boas chances no próximo jogo. O Russo acabou de ter a experiência emocionante de ter ficado preso no meio de um conflito militar, iniciado pelo ataque surpresa dos EUA. Não deve ter tido muito tempo para treinar…

João Mendonça
João Mendonça
1 mês atrás

O bom foi ver um “padrão” e uma “tática muito bem definida”, mostrando evolução tática e amadurecimento.

Vamos ver se esse padrão mantém-se nos momentos mais difíceis e como sua porção atlética se comporta no decorrer de IW. Caso contrário, veremos mais altos e baixos.

Com relação a BHM:

– Será que ainda há motivação para seguir neste momento? – é a grande questão – em minha opinião…

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  João Mendonça

“…e como sua porção atlética se comporta no decorrer de IW…”

Esse é o X da questão colega, também estou curioso para ver o que apresentará fisicamente o Joao numa sequência de jogos, sobretudo qnd for preciso um 3° set..

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  João Mendonça

Veremos altos e baixos até o amadurecimento. Djokovic e Murray amadureceram próximo aos 24 anos . Bem depois de Federer e principalmente de Rafa Nadal. Este com uma incrível precocidade , com Alcaraz tentando se aproximar. Sinner 22/23 , muitos diziam que suas lesões eram irreversíveis. Memória nunca foi o forte, dos comentaristas de Insta e grupos de Whatsapp, meu caro. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Alcaraz já passou Nadal em precocidade.

João Mendonça
João Mendonça
1 mês atrás

E ahhh..
Estou aqui aguardando anciosamente pela estréia.
Apenas para poder contar quantos Winners ele fez, quantos aces, dropshots e smashes.
Vou poder ver e rever o jogo em Slow diversas vezes… só para apreciar suas lindas subidas a rede… e curtir seus deliciosos voleios. UI!
E ao final de IW vou adicionar tudo as minhas estatísticas… Quem sabe não surge um novo recorde que todos desconheciam???
GO-GO-GOAT!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  João Mendonça

Nem precisa esperar: é só rever a final do M1000 2021 ou do USO 2023 (23/27 acertos), um verdadeiro show de voleios/saque-voleios do Mestre.

Luiz Otavio
Luiz Otavio
1 mês atrás

João jogou muito bem ontem. A questão é este “sonhos”. Se ele voltar a jogar bem e conseguir fechar este ano no top 20 será excelente, se for top 30 ainda acho muito bom. No entanto vai se começar de novo o outro extremo que ele tem ganhar GS, fazer novo big 3 e por ai vai…. Ai perde uma e voltamos ao trocar de tecnico, so tem direta, não tem movimentação…

Reginaldo Pereira
Reginaldo Pereira
1 mês atrás
Responder para  Luiz Otavio

Concordo plenamente!

Fonsequismo fonsequisado
Fonsequismo fonsequisado
1 mês atrás

Vdd, pelo pouco que assisti já senti que ele tava bem melhor doq outros torneios, parece que manteve o nível do torneio de exibição, vamos torcer pra manter assim

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Bia perdeu mais uma, vi partes do jogo, as inconsistências de sempre, as derrotas dela precocemente nos eventos nunca são inesperadas…
JF venceu, não vi a partida, mas pelo post do Dalcim deve ter jogado bem, repetindo a performance de Las Vegas. Vai encarar agora um adversário mais duro, mas ele me parece ter mais movimentação do que o russo, que sempre é perigoso. Se tiver solidez e consistência, como na manchete do site, terá grande chance de avançar…

Luiz
Luiz
1 mês atrás

Creio que a Bia, tendo em vista a dificuldade de voltar aos seus melhores tempos, e já com seus trinta anos, deveria estudar seriamente a decisão de se dedicar às duplas, onde sempre se deu bem.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Luiz

Também acho que ela deveria focar em duplas, teria o gostinho de vitória e troféu novamente.
Mas pelo ranking atual, por hora os cheques de simples pagam mais mesmo nessa situação calamitosa. Na Austrália recebeu 105k dólares só pra jogar a R1.

Thiago Silva
Thiago Silva
1 mês atrás
Responder para  Luiz

Eu acredito que deve ser o plano dela pra daqui a uns dois anos, se não conseguir se recuperar em simples, mas trinta anos ainda tem lenha pra queimar, a Cirstea tá com 35 e ainda vence torneios.

Ronaldo de Souza Lima
Ronaldo de Souza Lima
1 mês atrás

É um Garoto excelente, educado, carismático, mas é um tenista pra ficar entre os 30 ou 50 do mundo. Prá ultrapassar esse ranking o preço a pagar é mto alto. Treinamento pesado, renunciar as baladas com as gatinhas e não se deixar levar pelos elogios exagerados depois de alguma vitória que não acrescenta nada. E isso para um garoto criado na zona Sul Carioca a pão de ló acho bastante improvável. Será pouco mais que um Luiz Mattar dos anos 80. Me desculpe a sinceridade.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Ronaldo de Souza Lima

Olha, Ronaldo, o fato dele ser de família rica não quer dizer necessariamente que ele não esteja disposto a maiores sacrifícios. Temos o caso da Jessica Pegula, que também é de família rica e tem se mantido no Top 5, e por vezes entre as 3 primeiras do mundo.

João Mendonça
João Mendonça
1 mês atrás
Responder para  Ronaldo de Souza Lima

Tae.. “pouco mais que Mattar” é um tremendo elogio – na minha opinião.

Mattar foi excelente tenista (Top30, se não me engano vencendo uns poucos torneios).

Talvez agora os torcedores comecem a dar algum valor aos feitos alcançados pelo T. Bellucci, reconhecendo o quão difícil é chegar a 21 do ranking, já que o João mesmo com todo seu potencial o máximo que conseguiu até o momento foi chegar perto.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  João Mendonça

19 anos, não se esqueça.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

A queda de rendimento de Stefanos Tsitsipas é maior que o da Beatriz Haddad Maia.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Claro, ele é tri em Monte Carlo, já ganhou um Finals, M1000, vice em RG e no AOpen, entre outros.
Infinitamente maior.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Agora que a queda da Bia vai se aprofundar ainda mais kkk…

Berg
Berg
1 mês atrás

Que o João tem um nível assustador isso não se discuti. O problema dele é ser consistente torneio a torneio. Capaz de amassar um top 20 e logo em seguida ser engolido por um top 100. Se essa bendita regularidade vier, rumo ao top 10. Caso contrário, terá apenas lampejos, como o de hoje.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Berg

Gostaria que o caríssimo expert , citasse os jogadores com 19 anos e meio , que lhe mostraram consistência torneio a torneio. Não vale Bjorn Borg e Rafa Nadal…Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

E alcaraz

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Cadê a memória, Paulinho ???. Bastou Carlitos terminar aos 21 como Top 3 ( atrás de Zverev) , para ” sumidades” deste espaço, considera-lo Inconsistente até mesmo em relação a Sasha . Lembras dos argumentos dos resultadistas de plantão ? . E estamos falando de um verdadeiro fenômeno para mim desde 2021 …rs. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você não entendeu que eu acrescentei Alcaraz?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Ora , tu é que não entendestes a resposta . Carlitos aos 19 e meio , se tornou o mais jovem N 1 da Era Profissional. Mesmo assim foi questionado por ” Inconsistência” aos 21 , por ter ficado atrás de Zverev. Alcaraz não disputou 3 Masters 1000 por lesão. Para a maioria dos comentaristas, o que importa é o resultado de momento. JF atingiu Top 24 , através de resultados inquestionáveis. A maioria atribui Inconsistência, a alguém que ficou de fora por lombalgia , de alguns Torneios muito importantes a nível de Ranking. Abs !

Berg
Berg
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não estou criticando o nível dele, estou dizendo e você mesmo reforça a minha tese que ele não é um fenômeno como muitos dizem. Ele é uma promessa, que pode ou não virar um grande campeão. Inclusive os que você citou, aí sim, são os únicos e verdadeiros fenômenos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Berg

Discordo. Carlos Alcaraz é tão fenômeno de precocidade, quanto Borg e Nadal . O mais jovem N 1 da história aos 19 , e o único a vencer 6 Slam em todos os Pisos aos 22 anos. Procure saber do Big 4 + Wawrinka, quantos venceram ATP 500 e 250., e atingiram N 24 , aos 19 anos . A cobrança encima de JF , são dos que não conhecem a história do Esporte. Abs !

Berg
Berg
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ora meu amigo, foi você mesmo que não citou o Alcaraz na sua fala… Agora ele já é um fenômeno para você? Claro que o Carlitos é um fenômeno e ninguém tá cobrando JF ser fenômeno, parte da mídia e alguns fanáticos que criaram isso. O que estamos cobrando é evolução, evolução parecida com a Tien, Mensik, Fils… Titulos e top 10 são consequências.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Berg

Tien, Fiels e Mensik, já possuem 20/21 anos . Aos 19 , ATP 500 , 250 , e Top 24 , somente JF . Para vencer ATP Finals Next Gen, ele precisou bater Mensik e Tien. Óbvio que Tcheco subiu bem no Ranking ao bater Djokovic na final do Masters 1000 de Miami . Abs !

Berg
Berg
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Falou bem amigão. Mensik ganhou só um master 1000, e somente em cima de Djokovic. Tá bom pra você? Você mesmo se perde nos seus argumentos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Berg

Aprenda a ler ( coisa que não faz no Site ) , que verás que não tem essa de se perder. Cravei Alcaraz fenômeno em 2021 e Sinner em 2022. JF foi melhor que Tien e Mensik aos 19 ( ambos são mais velhos) , sabichão não estava por aqui, e pelo jeito acompanhas o Esporte faz muito pouco tempo rs. Abs !

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

A decadência técnica e principalmente mental do tênis da Bia é evidente e, penso eu, irreversível, infelizmente. A idade chegando e todas as outras só evoluindo. Ela ja ficou para trás. Nos deu muitas alegrias mas ficou no passado. Que venha Naná, Victoria e outras…

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Dalcim, fala sério, você ainda acredita em uma recuperação do jogo da Bia, que a possibilite retornar a um top 10 e ser competitiva em Slams?
Eu, não mais. O mental dela ficou para trás e a idade chegou (vai fazer 30 anos). Do jeito que está nem da Naná mais ela consegue mais ganhar…

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
1 mês atrás

Calma pessoal, muita calma nessa hora na minha opinião já vai parar no kaxa9 já e daí já volta toda a frustração de vcs de novo né?? Kkkk não adianta não eu não me iludo com o JF pra mim é só top 20 no máximo! Essa geração de esportistas brasileiro não tem a pegada de outrora. Ex Guga nunca mais pode esquecer meus gafanhotos. Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Frustração? . Khashanov é favorito, meu caro. Impressionante a falta de noção…rsrs. Abs !

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sério mesmo que vc acha o kacha9 favorito espero que não tenha doido muito vc fala isso em ?? Posso te apontar Reiter do JF então junto comigo?? Kkk

Olavo Gustavo
Olavo Gustavo
1 mês atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Na verdade nós criticamos bastante pois somos todos uns frustrados, independente do resultado do Fonseca vs Kachanov na próxima rodada.

E caso o Fonseca ganhe (lembrando que ele não é favorito), vamos achar outro para criticar pode ser a Bia, o Wild, o Monteiro ou mesmo um dos Bigs, para cutucar a torcida do Big asversário. Na ausência de vetores para aliviar nossa frustração, criticamos o blog, o site e tem alguns que criticam até mesmo o redator.

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
1 mês atrás
Responder para  Olavo Gustavo

Isso mesmo! Concordo plenamente com você meu querido tá duido que eu sou Reiter!? Do JF não acredito que vc não tinha percebido isso ainda cara grave uma coisa de uma vez por todas já serve pra turma toda aí do blog se até o Dalcin já sabe que estou aqui pra comentar sempre na contra mão de praticamente todos porque acho que só eu aqui nesse blog tem coragem de reitar o JF e sempre vou fazer não importa a resposta ou opinião de alguém, ao contrário tá tudo certo quanto a isso não tenho nenhum problema com nada nem ninguém eu sou blindado a qualquer coisa e a qualquer comentário pode mandar não sou dodói não levo nada absolutamente nada pro pessoal diferente de alguns aqui né? Ai paciência ou me aguenta ou não lê simples assim abs!!

Olavo Gustavo
Olavo Gustavo
1 mês atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Compreendo totalmente. Todos os frustrados – como eu – são blindados (ou será brindados?) e precisamos exercer nosso reiterismo para seguirmos funcionais.

Com relação ao JF… sei lá entende. Pode ser que sim, mas também pode ser que não e o talvez com certeza impera.

Mas quem vai saber? Não tenho bola de cristal e o único que tem certeza absoluta via de regra é o ignorante: quanto menos conhecimento temos sobre algo, mais defendemos nosso ponto de visto com argumentos do tipo “eu falo mesmo” (Vide também os fanáticos do Blog, por exemplo e um ou outro – como eu – que despeja seu reiterismo nos comentários.

Rogerio Cia Batta
Rogerio Cia Batta
1 mês atrás

Uma pena – na minha opinião – Carlos alcaraz ser comparado ao Big3 por Juan Carlos Ferrero, conforme apontado na matéria “Ferrero monta o jogador perfeito e exalta Alcaraz ao lado do Big 3” neste mesmo veículo.

Alcaraz – assim como Sinner – são Superbigs , e como tal, aproveitam-se da vantagem de melhor preparação atlética e melhores equipamentos se comparados aos que tiveram os Bigs lá no início do ano 2000, quando estes começaram a se destacar – além de apresentar uma versatilidade bastante superior aos Bigs para transitar por qualquer tipo de piso.

Por tudo isso – e apenas por isso – Alcaraz e Sinner devem sempre ser alçados um patamar acima dos tenistas da geração anterior.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Rogerio Cia Batta

Como, se não conquistaram metade do que a geração anterior conquistou?
Tem um, que ainda é top3, que tem mais tempo no topo que Sinner, Alcaraz e Rafael Nadal juntos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Tu insistes com isto . Como alguém aos 22 anos, pode ter o número de conquistas de alguém aos 38 anos e meio ? . Este de 22 , possui 6 SLAM e 8 Masters 1000 , ou seja , na mesma idade , é superior a um jogador que ficou de 2007 a 2011, como N 3 , e somente obteve o SLAM 2 , no ano que completou 24 ( 2011 ) . Já está com 50 Semanas como N 1 , contra Zero do ” goat ” até os 24 anos . . Sr LF 2. é um fanático exacerbado…rsrs. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se ele é um fanático exacerbado, como rotular aquele rapaz, o SR1, ou único, que ao invés de reconhecer a derrota valoriza o numero de winners do queridinho na partida? Seria esse rapaz ponderado? Não, é um fanático xiita e sem bom senso. Aqui é diversão garantida kkkkkkk. Abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Desde quando tens capacidade para reconhecer uma atuação magnífica de um Sr de 38 anos , metendo 94 Winners pra cima do chamado, melhor defensor do Circuito???. Não és do ramo , não conheces nada do Esporte, és apenas um médiocre comentarista de resultados. Quem jogou a Final mais longa no All England Club, foi Roger Federer nesta partida. E os aplausos de Pé em 2023 , não eram de fanáticos não criatura. Foram dados por amantes deste maravilhoso Esporte, que o eterno diversão garantida, jamais entenderá. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Pois é, já ficou impossível descrever suas características. Ele nem desconfiou que não lhe dou mais atenção.
Ademais, ignorou completamente que retruquei a afirmação que disse que Alcaraz e Sinner devem ser sempre alçados a um patamar superior à geração anterior. Para variar, querendo impor sua pseudo-sabedoria e conhecimento.
Abraço.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Ignorei ? . Jura ???. Leia de novo meu comentário. Não juntas le’ com cre’, camarada . Tens um incrível déficit de atenção. E ainda tiras onda de que és Top 2 no que fazes ??? …Sei…rs. Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

“Eu odeio Roger Federer”.

Frase clássica do blog, e dita por um certo “diversão garantida”.

Quem seria mais fanático e xiita do que isso? Difícil, hein kkkk

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Primeira grande zebra: Musetti fora, levando 61 no set2…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Cx9 errou o matchpoint no tiebreak de forma bisonha e deu chance ao JF para ir ao set3. Na torcida…

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 mês atrás

Acabei de ver na íntegra a partida do João. Ele jogou muito!

Está de parabéns. Depois eu comento com mais calma.

Mas foi uma vitória maiúscula, e contra um ótimo adversário.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

E o atual Top 41 , bate o favorito atual Top 15 , em 2 horas e 15 min , com todos os golpes do Esporte. Segundo ” sumidades ” do Site , e parte deste espaço, o ” gordo ” JF , com seu Staff perdido , não aguentaria 3 Sets com ninguém. Levou Khashanov a jogar raquete no chão, tamanha a variação numa vitória pra lá de justa . Repito, ninguém segura JF , que aos 21/22 , estará dentro do Top 10 . Ver Franco Davin no Box , que além de Del Potro , botou Gaston Gaudio levando RG , e atingindo Top 5 , me dá total certeza de acerto nesta previsão. A conferir. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Grande vitoria do JF, uma vitoria do tipo que aumenta muito a confiança, pelo adversário superado e em especial por salvar os 2 mpoints. Ele e o russo batem muito forte na bola, mas ele tem mais movimentação; poderia ter jogado com mais variações, mas vamos deixar isso para o futuro. O importante é estar na segunda semana.

Nesse momento Djoko também vai caminhando p avançar…

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

Este título aí em cima deu sorte pro João.
Claro que o torcedor quer sempre uma vitória em ‘sets’ diretos, mas o russo era favorito pelo ‘ranking’ e uma virada salvando ‘match-points’ dá confiança.
O fato inegável é que o João Fonseca tem golpes pra jogar de igual pra igual com qualquer Top 20 ou mesmo alguns Top 10. Faltam-lhe alguns atributos, mas qual tenista que não tem pontos fracos? E ele, ao contrário do sérvio recordista de Slams, tem o tempo ao seu favor.
Vai encarar o Tommy Paul, outro que além de favorito, joga em casa. Se ganhar, ótimo. Se não, é erguer a cabeça e seguir em frente no aprendizado.
Djokovic – e por falar nele, perdeu o primeiro ‘set’ talvez por falta de ritmo. Na hora que puseram W40 nas engrenagens, embalou.

Última edição 1 mês atrás by Maurício Sabbag
Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Alcaraz esta num momento espetacular, física e tecnicamente. É o favorito destacado do evento, nesse nível acho que nem o Sinner pode desafia-lo nesse momento. Impressionante…

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Sim, possivelmente vencerá todos os títulos que disputar.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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