Indian Wells (EUA) – Classificada para as oitavas de final do WTA 1000 de Indian Wells após o abandono da norte-americana Coco Gauff, a filipina Alexandra Eala lamentou a forma como a partida terminou, mas também saiu de quadra contente com seu desempenho nos dez games que disputou ao marcar 6/2 e 2/0.
“Sempre é uma decisão difícil desistir de uma partida, eu sei. Ninguém gosta de ganhar assim e ninguém gosta de perder assim. Apesar de tudo, estou muito feliz com a minha atuação. Estou muito contente com o meu desempenho e espero conseguir aproveitar ao máximo o bom momento”, comentou a jovem de 20 anos.
“Acho que adquiri certa experiência ao longo dos anos em como lidar com essas situações de alta pressão. É claro que a coisa fica mais séria quando você joga contra grandes nomes e em quadras grandes. O que eu tento fazer é me concentrar apenas na próxima coisa. Tento não pensar no panorama geral e me concentro no que posso controlar”, acrescentou Eala.
Sua próxima adversária no torneio californiano será a tcheca Linda Noskova. “Para ser completamente sincera, ainda não pensei nisso. Acabei de sair da quadra. Linda é uma jogadora incrível, muito poderosa e, mesmo tão jovem, muito experiente. Estou animada, vou entrar em quadra bem preparada e com muita motivação”.
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Nas redes sociais, a filipina fez uma publicação sobre o Dia Internacional da Mulher e por isso na entrevista coletiva foi questionada sobre o que acredita faltar para alcançar uma igualdade plena. “Não sei ao certo qual é a diferença entre a WTA e a ATP, simplesmente porque não participo do circuito da ATP”, começou Eala.
“Acho que a WTA é uma ótima plataforma para nós, tenistas profissionais, e nos oferece muitas oportunidades. Sou muito grata por tudo o que construíram para nós, por nos darem a chance de nos tornarmos estrelas e fazer o que amamos em palcos tão grandiosos. É tudo o que vou dizer sobre isso”, complementou.
Inspiração para novas gerações
Eala sabe que tem elevado o tênis a outro patamar nas Filipinas e espera poder contribuir para a difusão do esporte. “Falando por experiência própria, o tênis cresceu muito no meu país, e acho que isso contribui bastante para o fato de as pessoas virem me apoiar, porque o tênis está muito popular agora. As pessoas estão desenvolvendo um interesse genuíno pelo esporte”.
Além de destacar seu caso, Eala também lembrou que outras jogadores estão fazendo coisas similares. “No Aberto da Austrália, havia quatro mulheres do Sudeste Asiático na chave principal. Isso atraiu um público diferente — Lanlana, Mai, Janice e eu — que talvez não estivesse tão presente em outros anos”, comentou a filipina.
“Outro exemplo é minha amiga Zeynep, da Turquia, que tem atraído muitos turcos e pessoas do Oriente Médio. Portanto, acredito que se o tênis conseguir se desenvolver nesses países, o esporte crescerá naturalmente e, consequentemente, surgirão competidores de alto nível. Essa é a minha opinião”, disse a tenista de 20 anos.













Respeito Eala. Mas não achei uma atuação tão boa assim. A direita estava erratica. Pra mim, se gauff estivesse bem venceria!
ela deve estar “muito preocupada” com seu comentario…….