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Colômbia, Dinamarca e Coreia do Sul se garantem nos playoffs

Maria Paulina Pérez (Foto: Federação Colombiana de Tênis)

Bogotá (Colômbia) – Enquanto as seleções de elite disputavam uma vaga para a fase final da Billie Jean King Cup, vários outros países se enfrentaram neste fim de semana em três diferentes zonais, visando uma classificação para os playoffs. Juntando-se às oito equipes eliminadas no qualificatório mundial, mais oito equipes da América do Sul, Europa e Ásia vão jogar em novembro a etapa que vale uma vaga justamente para a fase classificatória do ano que vem.

No continente sul-americano, a Colômbia se juntou à Argentina, que já havia se classificado no sábado, e roubou a liderança do zonal. Já na Europa, Clara Tauson comandou mais uma vitória da Dinamarca, desta vez sobre a Letônia, que não contou com Jelena Ostapenko. Eliminada pelo Brasil nos playoffs do ano passado, a Coreia do Sul garantiu a segunda posição na Ásia e voltará a brigar por uma vaga na elite no ano que vem.

Grupo I – Europa
Denominado como uma chave de seleções da Europa e África, esse zonal contou apenas com a participação de países europeus. Ao todo, 12 equipes disputaram o quadrante, sendo divididos em três grupos, nos quais cada campeão se garantia automaticamente para os playoffs, enquanto os segundos colocados jogariam uma nova eliminatória para definir um quarto e último classificado.

Por sua vez, as equipes que terminassem em terceiro se enfrentariam apenas para definir posições finais, e os três últimos colocados brigariam por apenas uma vaga de sobrevivência. Os dois perdedores são rebaixados para o Grupo II.

Nesse cenário, Áustria, Holanda e Sérvia lideraram seus grupos e ficaram com os três primeiros postos para os playoffs. Já a Dinamarca de Claura Tauson venceu a disputa pela quarta vaga contra a Grécia de Maria Sakkari e a Letônia. Por fim, entre os lanternas da chave, Portugal superou Noruega e Bulgária, que caíram para a segunda divisão.

Grupo I – Américas
Na chave dedicada à América do Sul, Colômbia e a Argentina foram as duas únicas seleções a vencerem quatro dos cinco confrontos realizados, garantindo vaga nos playoffs. Lideradas por Maria Lourdes Carle e Maria Paulina Pérez, respectivamente, a campanha de ambos os times foi idêntica, com 12 vitórias e três derrotas em 15 jogos, mas as colombianas ficaram na frente por terem vencido o confronto direto. Por outro lado, Peru, com apenas um triunfo, e Equador, que perdeu os seus cinco duelos, acabaram rebaixados.

Grupo I – Ásia/Oceania
No combinado do continente asiático com a Oceania, China e Coreia do Sul prevaleceram. Com 13 vitórias em 15 jogos, as chinesas levaram a melhor nos cinco confrontos que realizaram nesta semana e voltam a disputar os playoffs após dois anos. Já as sul-coreanas, eliminadas pelo Brasil no ano passado em Brasília, conseguiram a segunda melhor campanha graças ao número maior de jogos vencidos, com três a mais do que a Índia e quatro em relação à Nova Zelândia. Na contramão, Taiwan e Nações do Pacífico foram rebaixados para o Grupo II.

Quem disputará os playoffs em novembro?
Além das oito equipes que se classificaram através dos zonais das Américas, Europa/África e Ásia/Oceania, vão complementar a chave os oito times derrotados nos Qualifiers deste fim de semana. Dessa forma, os participantes serão os seguintes:

Classificados dos Grupos I: Argentina e Colômbia (Américas); Holanda, Áustria, Sérvia e Dinamarca (Europa/África); e China e Coréia do Sul (Ásia/Oceania).

Eliminados nos Qualifiers: México, Suíça, França, Bélgica, Cazaquistão, Eslovênia, Brasil/Alemanha e Ucrânia/Romênia.

A disputa nos playoffs vale o quê?
Os vencedores dos oito duelos que acontecerão em novembro garantem vaga para os Qualifiers de 2025, a mesma etapa em que o Brasil enfrentou a Alemanha nesta semana, que classifica as equipes ganhadoras para a fase final do Grupo Mundial. Já os times derrotados, voltam para a disputa do Grupo I regional em abril do ano que vem.

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