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Após 3ª “dobradinha”, Djoko mira Slam de temporada

Paris (França) – Campeão dos dois primeiros Grand Slam do ano pela terceira vez na carreira, repetindo 2016 e 2021, o sérvio Novak Djokovic agora começa a vislumbrar novamente a possibilidade de conquistar os quatro maiores títulos do circuito no mesmo ano, algo que só aconteceu uma vez desde a Era Aberta e apenas três na história dos Slam.

Djokovic entra em Wimbledon como principal favorito, tendo conquistado o título nas últimas quatro edições. Além dele, o único campeão do torneio em atividade é o britânico Andy Murray, que começou a temporada da grama com um título em challenger, mas ainda está longe de seus melhores momentos.

Em 2021, o sérvio ficou muito perto de conseguir o tão sonhado Grand Slam de temporada, algo que só o australiano Rod Laver (1969 e 1962) e o norte-americano Don Budge (1938) conseguiram até então entre os homens. Ele venceu os três primeiros e foi até a final do US Open, perdendo para o russo Daniil Medvedev.

O US Open parece ser, neste momento, o principal obstáculo na caminhada de Djokovic rumo a mais uma marca. Isso porque no torneio norte-americano é que tem ocorrido uma maior variedade de campeões nos últimos anos. Inclusive, lá é o único dos quatro Slam que consagrou, até então, um campeão nascido depois de ‘Nole’,

Além da busca por vencer os quatro Slam num mesmo ano, o sérvio também tenta superar o recorde de vitórias nos principais torneios do tênis mundial. Com a vitória na final de Roland Garros, ele tem agora 348 em Grand Slam e precisa de mais 21 para igualar as 369 do suíço Roger Federer. Se vencer Wimbledon e o US Open ficará a apenas 7 da marca.

 

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