Toronto (Canadá) – Ter um sistema de apoio confiável quando se vive viajando e competindo no circuito da ATP pode fazer toda a diferença. Para o canadense Felix Auger-Aliassime, essa força vem da noiva Nina Ghaibi, que conheceu aos 18 anos.
Agora com 24 anos, Aliassime encontrou não apenas o amor, mas também uma melhor amiga que entende os desafios do estilo de vida de um atleta profissional. “Cada pessoa é diferente. Existem grandes jogadores por aí, solteiros, ou procurando, ou não procurando. É muito pessoal. Relacionamentos são muito diferentes de uma pessoa para outra. Mas, para mim, ter Nina e tê-la ao meu lado nessa jornada como tenista profissional significou muito”, disse Felix ao ATPTour.com no mês passado.
“Eu a conheci quando tinha 18 anos e ela sempre foi incrível em entender o que eu tenho que passar. Ela me apoia, me escuta e até me dá ótimos conselhos, seja sobre tênis ou não. Nós realmente tentamos nos apoiar em tudo e, ao mesmo tempo, somos melhores amigos. É a melhor coisa da minha vida tê-la comigo.”
“Os resultados no tênis podem ter altos e baixos”, disse Aliassime, que tem um retrospecto de 26-16 na temporada. “Mas ter alguém como ela, ou mesmo minha equipe, pessoas que estão sempre ao meu lado, é fundamental”, explicou o campeão de Adelaide e Montpellier este ano e vice do ATP 500 de Dubai. “É ótimo saber que, mesmo quando o tênis está em alta e baixa, as pessoas que mais importam não vêm e vão com os resultados. Elas ficam, e essa estabilidade faz toda a diferença.”
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Nina tem uma carreira própria e agenda agitada. Ela compete em eventos equestres profissionais desde 2017 e passa um tempo viajando pelo mundo para competir, assim como seu parceiro. Apesar dos desafios, a dupla tem superado com sucesso as longas distâncias até agora, garantindo que se priorizem sempre que possível.
“Ela tem sua própria carreira, então também está ocupada. Mas tentamos nos ver a cada quatro semanas”, disse Aliassime. “Sempre que estou por perto e tenho alguns dias de folga, vou vê-la se tiver uma folga ou se estiver jogando um torneio perto de casa, na Alemanha, Bélgica ou Holanda. Tento ir vê-la.”
Nestas duas semanas, o número 27 do mundo chegou às quartas de final do US Open pela segunda vez. Buscando chegar à sua segunda semifinal de Grand Slam, a primeira desde Nova York em 2021, o canadense enfrentará Alex de Minaur.














Curioso como a grande maioria dos homens negros de sucesso optam por se relacionar com mulheres de outras etnias, em especial brancas ou de pele clara. Por isso o tema “solidão da mulher negra” tem estado em voga nos debates e nos escritos acadêmicos.
Ele não é preto.
Rapaz… cabelo crespo, tom de pele escuro, lábios grandes… acredito que ele passaria por qualquer comissão heteroidentificadora para cotistas negros aqui no Brasil. Se não como preto, como pardo.
O que vc está dizendo é isso, é que é pardo e não preto? Ou o considera indígena, por acaso?
O pai é africano.
Obrigado pela informação, Mestre Dalcim.
O tal do João viajou ao dizer “ele não é preto”.
E eu sou o Messi…
Kkkkk, boa. O rapaz viajou na maionese.