Alcaraz sem Ferrero: problema ou solução?

Foto: FFT

No momento em que começa a preparação para a nova temporada, tendo como meta imediata a conquista do único troféu de Grand Slam que lhe falta, Carlos Alcaraz chocou o mundo do tênis ao anunciar o encerramento das oito temporadas de trabalho e de enorme sucesso ao lado de Juan Carlos Ferrero.

A separação surpreendeu a própria imprensa espanhola, geralmente bem antenada sobre os bastidores de seus tenistas. Foi divulgada por Alcaraz através de suas redes sociais, num tom todo amistoso, cheio de agradecimentos e elogios. Mas uma postagem feita logo depois pelo treinador deu a entender que foi uma dispensa: “Gostaria de ter continuado” diz muita coisa, apesar dos afagos protocolares.

Não se discute a importância de Ferrero na formação do pupilo. Foi ele quem moldou o tênis de Alcaraz, a quem passou a orientar ainda com 15 anos, logo depois de se separar do alemão Alexander Zverev. Fez um trabalho paciente e conseguiu extrair o melhor do talentosíssimo garoto.

A parceria conquistou 24 títulos, seis deles de nível Grand Slam, e chegou duas vezes à liderança do ranking, somando 50 semanas. E viveu em 2025 sua melhor temporada em termos de números, nível técnico e façanhas. Daí o inesperado da situação.

É bem verdade que Samuel López passou a dividir a função de orientar e viajar com Carlitos em 2024 e isso foi o primeiro sinal de que eram necessárias mudanças. Pouco antes, no final de 2023, diante de resultados fracos, Ferrero reclamou de atitude mais profissional de Alcaraz e disparou um “o ano não termina em setembro”. A chegada de López conseguiu diminuir a tensão e caberá a ele agora seguir como técnico único.

Ninguém ainda se atreveu a apontar motivos, mas os rumores são um tanto óbvios. Ferrero tem um estilo disciplinador e nunca poupou críticas ou ironias quando ao comportamento mais relaxado de Carlitos em determinadas ocasiões, incluindo o documentário da Netflix lançado durante Miami, justamente o torneio que marcou a pior derrota de Alcaraz no ano, eliminado na estreia pelo veterano David Goffin.

Analistas espanhóis não se cansam de apontar um exagero no calendário do número 1, que disputou nada menos que 80 partidas nesta temporada, mesmo tendo ficado de fora de Madri, Xangai e da fase final da Copa Davis. Nos três casos, os motivos foram físicos, que apareceram durante a presença em torneios menores.

A gota d´água pode ser a presença constante de Alcaraz em exibições, como foram os casos dos Six Kings Slam e da Laver Cup e dos recentes confrontos nos EUA, contra Frances Tiafoe e João Fonseca, o que certamente conturba a chamada pré-temporada.

Assim, este começo de 2026 traz curiosas interrogações para o dueto que domina o circuito há dois anos. Enquanto Alcaraz não terá mais a presença e a experiência de Ferrero, o italiano Jannik Sinner não convenceu – ao menos até agora – o australiano Darren Cahill a seguir junto ao italiano Simone Vegnazzi. São perdas de peso.

Se isso colocar molho no tênis masculino, não há do que reclamar.

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João
João
1 mês atrás

Para enfrentar esse bando de fanfarrões superestimados que dominam o circuito, tendo um preparador físico já está de bom tamanho.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  João

Se o Sinner não existisse eu estaria de pleno acordo…

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás

Será que no tênis, um técnico tem tanta importância?
Federer em 2004, fez uma das melhores temporadas dele, com 11 títulos (3 Slam), sem a figura do técnico, durante a carreira, teve outras temporadas que dispensou a necessidade de um treinador.
Muitos vezes confundimos, a figura do mentor com a do técnico.
Geralmente no circuito, quem tem importância é o pai (ou mãe), que contrata o treinador conforme a necessidade (com aceitação do tenista).
Muitas vezes, a figura do profissional, tem a mesma importância de um fisioterapeuta, um preparador físico, é quase um “celetista”.

Fabio
Fabio
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Kyrgios sem treinador chegou à final de Wimbledon.

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

É sempre reconfortante se iludir, Claudinho.

A procissão agora carrega uma vela de 1,83 e topo platinado, com destino a El Palmar, na região de Múrcia.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  José Afonso

Olá Afonsinho, o jovem espanhol vai continuar dominante, deveria contratar Ivanisevic para dar uma “polida” no saque.
O circuito corre grande risco com a mudança, Alcaraz pode evoluir mais, não devemos esquecer, 22 anos.

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Deveria mesmo, Claudinho, mas duvido que ele vá querer alguém duro como o alemão. Provavelmente quer ficar mais tranquilo em Ibiza, sem ninguém incomodando.

Por isso, a procissão segue.

Roberto Canessa
Roberto Canessa
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Talvez se Federer tivesse um treinador em determinados momentos, não teria perdido tanta chance.
2005 mesmo, semi do AO perdeu o jogo tendo match point e saque, numa subida a rede bem mais ou menos, sacando pra o jogo no Finals e com 30×15 pra ser campeão, deixou o título escapa.
Talvez um treinador nesses momentos teria feito toda diferença, e hj ele teria uns 27 ou 28 GS e uns 8 ou 9 Finals

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Olá Roberto.
Em 2005, Federer tinha técnico, Tony Roche.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Acompanhei toda a carreira do Federer. Era para ter 30 slam, 50 master mil e ao menos 10 Finals, além de no mínimo 500 semanas na liderança. Foram tantos erros que ao fim e ao cabo, tais desventuras cortaram suas conquistas quase à metade.

Nando Parrado
Nando Parrado
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

As finais de GS que ele perdeu mesmo, tirando as contra Nadal e aquele Wimbledon de 2015, as outras eu sempre achei muito estranha a derrota.
Wimbledon 2014, quando tava 5×4, não entendi oq Federer fez, 4 erros não forçados de quem parecia ter medo de Djokovic, isso foi se concretizar na final do US Open de 2015, q eu acho que até a final foi o melhor GS que Federer jogou, pegando uma chave difícil, e simplesmente passando o carro em todo mundo, e Djokovic passando aos trancos e barrancos, só teve aquele resultado na semi contra Cilic pq o croata tava machucado, e de repente na final Federer parecia um cara de 16 anos fazendo a primeira final da vida. Era quase uma certeza, tem break point, vai ser erro não forçado, e Djokovic tava jogando no mesmo modo que ele jogou o torneio todo, e diante do história de tremidas, parecia ter certeza de que a vitória já era garantida e que não precisava jogar muito.
Vc vê os principais títulos de Del Potro mesmo, parece ter sido duas doações que Federer deu ao argentino, jamais um Djokovic ou Nadal perderiam IW18 e US09 pra Del Potro naquela condição.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Nando Parrado

Em Wimbledon 2014, Djoko vacilou primeiro ao não fechar o jogo em 3×1, sacando pro jogo em 5-3 e perdendo o set por 5-7. Aquele último game do quinto set foi a confirmação da fragilidade da esquerda do suíço, com 2 na rede e uma madeirada; o outro erro foi de direita.

No USO 2015, Djoko chegou sem qualquer risco à final (teve mais dificuldades em Wimbledon 2014 e 2015). Você tem razão: o medo do sérvio falou mais alto, com apenas 4 quebras em 23 oportunidades.

Vacilo do Djoko em finais só contra o Alcaraz 2023.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Depois deste ano ele fez mudanças significativas na raquete. Se tivesse feito antes teria sido fatalmente 3 a 0.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Depois das mudanças perdeu em WB 2019, AO 2020 e em finais de masters 1000.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, apesar de Federer ter sido o jogador mais técnico e de maior habilidade de todos os tempos, perdeu jogos importantes para tenistas acostumados a infinitas correrias dentro das quadras, como Nadal, Djokovic, Murray e Cãnas.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Nando Parrado

Sua análise avaliando somente sobre o prisma Roger Federer, faz até um sentido, mas, felizmente, em esportes, há o oponente.
Não tem como descartar que o outro tinha armas, vontade, força e todo o conjunto de atributos necessários para vencer e o sérvio saiu vencedor na maioria das vezes, justamente por esse conjunto de atributos.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Foram muitos vacilos (como diz o Danilo/Daniel C), né, Ronildo?

Quem vacila menos se torna GOAT e não o contrário.

Djoko vacilou também quando não tratou imediatamente da lesão no cotovelo em 2017 e quando não se vacinou em 2022, fora a questão do glúten (mas aqui não tinha como ele descobrir sozinho). Deveria ter 35 GS, 55 Masters 1000 e 600 semanas #1, porém se tornou o maioral da mesma forma, pois foi quem vacilou menos dos três.

Abs!

Tulio
Tulio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Quem vacilou menos foi o Nadal que tinha menos tenis e so nao ganhou mais devido às lesões! No confrontos de Sland estamos na frente

Julio Marinho
Julio Marinho
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Vou ter que concordar, nisso. Federer vacilou mais, e o principal erro, o erro-mater dele foi não entender que Nadal e Djokovic eram outro quilate de jogador. Que um slice bem feito e uma subida na rede, ou um set passando por cima, não iria garantir a vitória. Tem que ficar esperto, atento e focado até o fim. Quem explicaria o Federer ficar anos a fio trocando back contra forehand do Nadal, ou dar slices incansáveis no Djok, que não entrava no jogo de um novo slice e sempre afundava. Quando se comprometeu com a esquerda entrando na quadra e na paralela, fez muito mais estrago. Esses caras mais talentosos são os mais fáceis de certa forma se deixarem levar pela ideia de que o talento vai garantir tudo, ainda mais quando ganham de 99% do circuito dessa forma. O Sinner e o Alcaraz estão nessa pegada agora, em que os sets estão apertados e uma leitura melhor de saque, um estudo melhor sobre o padrão do adversário fazem a diferença. O Federer foi espetacular, um dos maiores, mas com um pouco menos de arte, que encantou e teve a legião de fãs que teve, por um pouco mais de pragmatismo, teria revertido uns 4 slams e mais alguns Masters (lembro tb da final de MC em 2014).

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não concordo que foram vacilos Paulo. Por isso usei o termo desventura, que acho mais adequado para este caso das capacidades do Federer estarem num nível bem superior aos de suas conquistas.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Podemos chamá-lo agora de Roger Vacilederer rs.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Se isso tivesse acontecido, meu caríssimo Ronildo, números teriam importância?
Se você falar que sim, demonstra só o que já sabemos.
Se falar que não, então, Roger Federer continua sendo o cara e sua lamentação do que poderia ter sido, perde todo o sentido.
De qualquer forma, a sinuca de bica está armada.
Rsss.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Veja Luiz Fabriciano, a Aura de Roger Federer era Unica. Assim, quando falamos da qualidade do tênis, os números, embora tenham importância, são subjetivos. De modo que nem sempre mais é proporcionalmente igual a melhor.

https://youtu.be/ty4LykfzjVc?si=r2murUmdEelW463s

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Pronto, você sempre gostou e sempre gostará mais dele, então, fique apenas com isso e os números ainda definem quem é o melhor, em qualquer modalidade.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Não é simples assim Luiz Fabriciano. Senna foi melhor que Hamilton e Schumacher, no entanto seus números são menores. Não podemos ignorar as desventuras que são ocasionadadas por diversos meios.

Tavares
Tavares
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Federer era um génio…foi o que foi, com com toda a excelência e “tragédia” que isso acrescentou, e devemos ser gratos por esse quadro. Tal como foi.

Dantas Filho
Dantas Filho
1 mês atrás
Responder para  Tavares

Meu caro dono de frigorífico:
– Federer É gênio. E ele continua sendo no indicativo do presente mesmo.

Zé Lay
Zé Lay
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Vou dar apenad um exemplo:
– Se slgum técnico que treinou o Federer já tivesse vislumbrado là em 2005/2006 que se o Federer pegasse a esquerda na subida (on the rise), talvez a história FEDAL pudesse ser bastante diferente.

O técnico lhe abre – ou lhe esconde, por pura falta de conhecimento – os atalhos

Vc disconcorda???

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Zé Lay

Federer entre 2003 e 2010, o suíço ficou entre os dois primeiros do ranking (durante os oito anos, em cinco deles ficou com número um).
Perdia para Nadal na terra, mesmo assim fez 4 finais de Roland Garros, na pior das hipóteses, era o segundo melhor jogador de saibro do período.
Caro Zé Lay, vc acha que o suíço precisava de alguém para dizer que ele deveria pegar a esquerda na subida?
Mudar a empunhadura para uma semi-western, assim como Nadal, para ter mais topspin no saibro?
Investir na musculação para aguentar as batalhas do tênis?
Usar um raquete com cabeça maior mesmo numa época onde ninguém usava (2003 a 2010)?
O suíço foi dominante, acredito, que na história do tênis nunca teve um período com tanto domínio de um mesmo tenista…
Após 2010, foi engolido por um estilo novo de jogo, um estilo criado para derrota-lo.

Ze Lay
Ze Lay
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Ei acho que precisava sim, JClaudio – com todo o respeito.

Mas Federer foi só um exemplo de comp mesmos os tenistas semi-deiaes precisam as vezes do direcionamenro de alguém.

Agora imagine os relés mortais, tenistas comuns no Top200 ou Top300.

Imagine entao um Joao Fonseca acelerando o aprendizado dele com um treinador Top, ao invés de treinadores que estao aprendendo junto com ele.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Pobre Roger Federer.
Grande vencedor, porém, derrotado pela conspiração.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Pobre ele não é….

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Sim, é…

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Concordo com você, ainda mais para jogadores geniais como eles. Penso que a família é fundamental, tanto para auxiliar como para atrapalhar.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Não acredito, caro JClaudio. Vimos Alcaraz em muitas partidas perdido na estratégia. Wimbledon 2025 é um bom exemplo. Com tantos compromissos extra quadra , cabe ao Treinador a análise da melhor para encarar oponentes, cada vez mais jovens e imprevisíveis. Isto antes e durante as partidas . Ferrero várias vezes interviu com sucesso até na maneira de receber . Federer demorou barbaridade na troca de Equipamento , e não largou mais Ivan Ljubicic, que o convenceu ao Back chapado pegando tudo na subida . Ficou sem perder de Nadal fora do Saibro, de 2015 até aposentadoria… Suíço ficou 7 anos consecutivos com o Croata…Abs !

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Olá, caro Sérgio.
A figura do técnico nunca foi uma coisa essencial, hoje, com a tecnologia ficou pior.
Outro dia estava vendo o Finals, Alcaraz contra Sinner, a câmera da transmissão pegou o box do Alcaraz por trás.
Tinha três laptop aberto no box, com dados sobre o jogo (que estava acontecendo naquele momento).
Praticamente não existe mais “achismo” na parte técnica, toda informação é resultado de dados.
Aquela coisa romantica, de um mentor, que pega o tenista ainda menino, ensina o espírito do jogo, sempre vai existir, creio que será apenas na formaçã9.
Depois que o cabra está pronto, batendo dos dois lados com gosto, vai apenas contratar pessoas para “polir” seus golpes (um mero funcionário).

Julio Marinho
Julio Marinho
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ali o que fez diferença, caro Sérgio, foi pegar alguém que anos a fio se fiou no back (e saque) como principal arma e entendia os caminhos do golpe, inclusive como evitar melhor as armadilhas. Por isso, concordo, um técnico pode fazer diferença. E em caras talentoso, não menos, mas mais. Porque quando se pode fazer de tudo, é muito mais fácil se perder. O Nadal era um gigante na estratégia até porque tinha um jogo mais limitado. Há não muito pouco, vi uma entrevista com os jogadores de como Nadal era irritantemente previsivel. Houve uma época que achei que ele nunca mais bateria uma bola no forehand do Federer, tamanho pragmatismo. E a primeira coisa que ele fazia era tirar a confiança do golpe do Federer. Muitos, erroneamente, consideravam o Back do Federer frágil. Nunca foi. Mas era o único golpe ali que se fosse insistentemente massacrado, perdia confiança e encurtava. E assim foi. Até que encontrou o caminho. Entrar na quadra e ser agressivo com o golpe. Fez toda a diferença com o croata.

Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Assino em baixo.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Técnicos de Federer:
Até 1999: Peter Carter
2000-2003: Peter Lundgren
2005-2007: Tony Roche
2008: José Higueras
2010-2013: Paul Annacone 
2014-2015: Stefan Edberg 
2016–2022: Ivan Ljubičić
2008-2022: Severin Luthi (ora sozinho, ora em dupla com outro técnico).

O único ano inteiro em que o suíço jogou sem técnico foi 2004, quando de fato foi vitorioso, cabendo ressaltar, entretanto, que aproveitou uma relativa entressafra entre o final da era Sampras/Agassi e o surgimento de Nadal/Djokovic.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Olá André
Bom levantamento, apenas para ajudar.
Entre a saída do Roche (começo de 2007) até o início do Higueras (2008), Federer jogou sem técnico.
Voltou acontecer em 2013, com a saída do Annacone (outubro de 2013) até a contratação do Edberg (início de 2014).
Federer era um tenista muito interessante, ele buscava visões diferentes para agregar no seu jogo, muitas vezes fazia parcerias pontuais com treinadores, mas sempre foi o treinador dele mesmo.
Agora a opinião sobre entressafra é algo pessoal, não creio nisso, é algo repetido por aqui.
Cada época, sua dificuldade.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Qualifiquei a entressafra como relativa. Ou seja, entressafra em relação a duas épocas de fenômenos que rivalizaram no domínio do circuito, tais como Sampras/Agassi antes e Djokovic/Nadal, além dele próprio, depois.
Longe de mim tirar o mérito do genial suíço em liderar o ranking por 237 semanas consecutivas, entre fevereiro de 2004 e agosto de 2008. Um recorde que durará por muitos anos.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Não resisti, caro André.
Ranking de 2004…
Federer, Roddick, Hewitt, Safin, Moya, Coria, Agassi, Gaudio, Henman, Nalbadian (top 10)
Ganzalez, Lopez, Nadal (51)Ferrero, Stepanek, Verdasco, Guga (40), Ferrer, Berdich…entre alguns coadjuvantes…
Caro, André, onde vc encontra entressafra num ranking assim?

Ze Lay
Ze Lay
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Entresafra (na visâo dos torcedores atiais) signofica não y goat”.

Mas na verdade a grande maioria nao percebeu o furacãonque foi a chegada de federer no início de 2004.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Na boa , caro JClaudio. A Turminha da Kombi, quando apareceu neste espaço, mostrou que jamais viu os citados jogarem. Sempre o Papinho de ” Reis Magos ” seguindo o líder , Sr PA. 90 % começou a acompanhar a partir de 2011 . Sem nenhuma noção da capacidade deste jogadores listados no Ranking ATP 2004. Nem de ” goat ” entendem direito o significado…rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Dos Reis Magos citados pelo PA, apenas Gonzales aparece na lista acima e como coadjuvante.
La mano de piedra saiu da carreira com apenas esse título.

Maga
Maga
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Se Federer não tivesse sido tão autoconfiante e mais humildade para ter tido um técnico, teria ganhado mais títulos, na minha opinião. Só talento não basta, é preciso alguém para estudar e orientar como enfrentar determinados adversários.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Maga

Olá Maga, não fiz o levantamento, mas acho que entre o Big 3, Federer foi aquele que teve mais técnicos durante a carreira.
Acredito, que os treinadores queriam trabalhar com ele, era algo especial, a técnica do suíço era única, algo que ficará marcado na carreira de todos.
Acho que ele ganhou bastante (títulos e jogos), a maior parte de sua carreira, o suíço tinha a maioria dos recordes do circuito, apenas nos anos 2020, ele foi ultrapassado. Tanto Nadal, como Djokovic passaram a maior parte da carreira como segundo do suíço, mesmo quando ele não estava em primeiro, ou vencia jogos importantes.

Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Sim! O técnico certo faz toda a diferença.

Groff
Groff
1 mês atrás

Minha impressão dessa escolha é negativa. O Mosquito entendia o jogo e o potencial do Alcaraz talvez melhor do que ele próprio. A ver.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás

Solução.
Eu sou dos que pensam que mudar treinador durante a carreira faz bem para o tenista.
Consegue agregar e ver outros aspectos táticos e técnicos, por exemplo.
Um fora da curva como o Alcaraz só irá se beneficiar.
De modo algum depreciando o excepcional trabalho que o Ferrero fez com ele.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Pois é Paulo. Vejo isso ser mais ainda necessário no caso das mulheres. Já é uma batalha para a mulher, perante a sociedade, ser um indivíduo independente. Então no caso de uma jovem que tem uma habilidade acima da média, a postura mais profissional que vejo para os técnicos da academia é estarem sempre com o cargo à disposição, talvez até sugerindo nomes para a família contratar, de acordo com o progresso na carreira que ela tiver, ao invés de colarem na jovem como se ela fosse uma “criação” deles.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Senti tristeza por esta separação. As muitas lágrimas de Ferrero nas conquistas de Alcaraz são inesquecíveis. Se há algum tenista com boa habilidade no circuito e com bastante pretensão para crescer tá aí a oportunidade de contratar o melhor treinador da última década do circuito, se ele estiver disponível.
Além do mais isto causou uma tremenda oscilação nos fenômenos que regem os acontecimentos futuros, fazendo as previsões se tornarem ainda mais incertas do que já são naturalmente.

Marco Aurelio
Marco Aurelio
1 mês atrás

Tudo por causa de $$$. Isso vão custar caro ao Alcaraz. Tipo uns Slams…

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás

O mestre, um homem sensato. O pupilo, um fanfarrão.

Deve acreditar que o talento vai ser suficiente.

O preço vai ser cobrado mais cedo ou mais tarde.

Mitzi.
Mitzi.
1 mês atrás
Responder para  José Afonso

Quando a coisa desandar ele volta pro Ferrero.

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás

Olá, Dalcim e internautas…

Primeiro, baita tiro no pé, quando via os jogos do Alcaraz, percebi entre os integrantes, que alguns ali, sequer falava com Ferrero, a exceção, Samuel Lopes, e o Albert Molina.

Não sei porque, mas acho gente demais no box do espanhol, é muita gente palpitando em alguns momentos dos jogos dele. Bastaria apenas, o treinador, e 2 pessoas, já seria suficiente, minha opinião.

Para mim, tem treta neste assunto, não só Alcaraz, mas acho que teve influência de mais gente, o pai dele por exemplo, e até o agente Albert Molina, é o que acho, obviamente , não virá a público.

Mas Ferrero, já soltou essa nas redes sociais, como o DAcim frisou : “Gostaria de ter contiunuado…..”

Mitzi.
Mitzi.
1 mês atrás
Responder para  evaldo moreira

Também acho que tem treta, e penso que tem a ver com dinheiro.
Talvez Alcaraz decidiu prorizar o nome da academia da família e não mais da Equelite , do Ferrero. Tipo fazer em Murcia o que o Nadal fez em Maiorca.
Se ele aparecer com o logotipo da academia da família junto com o da Nike,… bingo!

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás
Responder para  Mitzi.

Concordo contigo, se aparecer, bingo mesmo.

Nicola Sanguinetti
Nicola Sanguinetti
1 mês atrás

Precipitado, na minha opinião – por parte do Alcaraz, obviamente, no alto de seus 23/24 anos.

Se o técnico faz ou não tanra.diferença? Só quem nunxa teve um técnico de verdade.pode dizer que não faz, pois para a imensa maioria dos mortais – exceto Rafael Nadal, que aliás não conta pois deste mundo ele não é – o técnico é aquele que te ensina o algo a mais, aquele que destrava seu potencial e o faz se desenvolver e enxergar o jogo além do óbvio, pois para te ensinar “esquerda e direita” qualquer professor que você contrata no clube pode fazer.

Aquele que te ensina o salto a mais, que enxerga suas deficiências e virtudes e a trabalha para tirar o melhor do potencial que você tem, são muito poucos.

Mas… o azar de uns – no caso do Alcaraz – pode ser a sorte de outros, pois o “Mosquito” está livre, leve e solto e poderia.muito bem vir parar no Brasil e destravar todo o potencial de nossa maior jóia, após fazer o mesmo com Sasha e Alcaraz.

Mas vamos aguardar para saber quem será o “sortudo da vez”!

Jmsa
Jmsa
1 mês atrás

O criatura ficou maior que o criador ,lembra quando a Sabrina Sato saiu do pânico ?
Boris Becker é mais o estilo de alcaraz e por incrível que pareça sinner é mais o estilo do Ferrero .

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Jmsa

Ferrero, por sua vez, ficou muito maior que seu técnico, quando ainda era tenista.
Na lista histórica, dos grandes, ficando apenas naqueles que venceram GS, nenhum técnico permaneceu maior que seu pupilo.

Então, sempre foi e sempre será assim: a criatura vai superar o criador.

Fabio
Fabio
1 mês atrás

Com esse ou aquele treinador, Alcaraz e Sinner continuarão dominando o circuito.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Fabio

É o que penso também.

Roberto Canessa
Roberto Canessa
1 mês atrás

Dalcim, mudando de assunto, Monfils disse em entrevista que se aposenta em 2026, após Masters 1000 de Paris.
A questão é, se ele consegue se classificar pra o Finals, ele abriria mão da vaga só pra se despedir em Paris?
Pq um jogador que já jogou 2 vezes o Finals não pode ser descartada a possibilidade de jogar uma terceira.

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás

Se eu fosse o Sinner, tentaria fechar com o Ferrero. Certamente agregaria muito ao italiano.

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás
Responder para  Luciano Antonio

Rapaz, já pensou ?
Agora, não sei se Cahill vai continuar, Sinner tenta demovê-lo da idéia, mas com certeza Ferrero agregaria muitas coisas também, com certeza.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  evaldo moreira

Não lês mesmo os comentários, caro Evaldo. E olha que rodas um bocado pelos Sites rs . Além de Cahill está confirmadíssimo, seu Staff aumentou com outro fisio. Ferrero é mais fácil voltar do que ser contratado pelo jovem Italiano. Anote. Abs !

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Fala , Sérgio….
Voce disse , que é mais fácil o Ferrero voltar, do que ser contratado pelo Sinner.
Vou discordar, e vc não lê os coments direito, kkkk, e falei aqui mesmo nesta pasta, que o Ferrero só falava com duas pessoas, isso eu observando nas partidas do Alcaraz, o resto todos com cara de b…., mal olhava na do Ferrero.

Esse pai do Alcaraz, de bobo não tem nada, e acredite, a longo prazo, quem vai treinar o Alcaraz no futuro, para assumir as rédeas devez, vai o irmão mais velho, resta saber se ele tem o dom para isso, kkkkkkkkkkkk. Outra coisa, quem administra a grana do Alcaraz, é o pai dele, como o próprio disse numa entrevista.

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Alcaraz não está sem treinador, só vai ser treinado por outro, que já faz parte da equipe dele. Djoko também é treinado por aquele careca, que inclusive o ajudou a levar o Ouro Olímpico.

Penso que o Ferrero era importante, só que dava declarações fortes como aquela no final de 2023. O espanhol deve ter se cansado desse tipo de perfil disciplinador, não acredito nesse papo de questão financeira.

Ele claro quer ser o maior de todos, já disse isso, mas quer também aproveitar a vida. Hoje ele é novo, funciona, mas não acho que seja sustentável a longo prazo. É um perfil diferente de tenitas como Sinner e Djokovic.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

” Não acho que ele seja sustentável” . De onde tira essas pérolas, Mestrinho Jonas ? . Um cara com 6 Slam, 8 Masters 1000 e 24 Conquistas, com apenas 22 aninhos, e o Sr mostrando enorme sabedoria rs . Sinner já possui 24 anos , e demorou mais que Carlitos a amadurecer. Provavelmente sairá em vantagem nesta temporada, e com méritos . Mas Samuel Mendez permanece, e sem dúvidas alguma , ” goat ” e Murray estavam a milhas de distância a nível de maturidade nesta altura ( 2009 ) , se compararmos com o jovem Espanhol. Agora , que esta decisão vai custar a liderança do Ranking em 2026 , não tenho dúvidas. Daí que 237 Semanas Consecutivas no Topo do Ranking é praticamente um recorde imbatível. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ele tem 22 anos, hoje o corpo dele aguenta o tranco de um circuito de tênis que é e vai continuar sendo exigente. Ele tenta e ainda consegue conciliar os prazeres da vida com o profissionalismo que é necessário para se estar no topo.

Quando for bem mais velho o corpo vai mudar e a vida particular também: Nadal, Djoko e Federer se casaram, tiveram filhos etc, não é fácil ser número 1 e continuar vencendo Grand Slams assim.

Hoje vejo um Sinner mais focado que ele, mais disposto a pagar o preço durantes os anos que seguem. Essa é minha opinião.

E sobre a 237 semanas, penso que é difícil acontecer uma nova entressafra no tênis, em que tenistas como Baghdatis ou Gonzales fazem final de Slam. Quem aproveitou aproveitou mas não adiantou muito, o Djokovic acabou ficando com os principais recordes do esporte e detém até hoje, abs!

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Não foi entressafra porque Nadal venceu Federer em quadra dura já em 2004. As 237 semanas consecutivas são a confirmação do quanto Federer foi único e o melhor na história do tênis.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ele foi freguês de um jogador que sequer estava preparado para ser número 1 ainda, tanto que o chamavam de Saibral.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Quantos Masters 1000 nas duras o tal ” saibral” levou já em 2005 , meu Sr ???. É óbvio que Paulo Almeida não lhe explicou , que o apelido era devido a ser praticamente imbatível na superfície. Federer sabia que teria que defender N 1, já sabendo que N 2 , começava a Temporada com ao menos 1 Slam no bolso. Mesmo assim Touro Miura fez finais em Wimbledon 2006 , 2007 e 2008 . Estava mais que preparado sim senhor. Este é o preço de começar a acompanhar somente a partir de 2011…rs. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quantos Slams nas hards Nadal ganhou até 2008? Quantos Slams na grama?

Já se perguntou por qual motivo o último US Open do Federer foi lá em 2008?

Masters 1000 até aquele Polonês papai do Federer em Wb levou.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Ser eliminado nos SLAM antes da final , somente demonstra que não havia entressafra alguma. ” goat ” e Murray não conseguiram ultrapassar o Espanhol em 2007 , 2008 , 2009 e 2010. Ao contrário, Rafa Nadal tomou o N 1 em 2008 , e Federer retomou em 2009 . E o tal ” goat ” que já tinha SLAM desde 2008 ???. Continuou no banquinho até 2011, sendo apenas 1 ano mais jovem que o ” despreparado”. Na boa , 14 Roland Garros e 237 Semanas Consecutivas como N 1, são os dois únicos recordes inalcançáveis. ” goat ” conseguiu apenas 122 … Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ser eliminado antes de todas as finais de Slam nas hards antes de 2009 apenas demonstra que Nadal não tinha nível ainda no piso para ser campeão. Chegou a ser eliminado pelo Ferrer (!!!). Nadal era uma aberração no saibro, tanto que é o maior de todos por lá.

Murray e Djoko não são tão precoces quanto Nadal, mas veja: Djokovic venceu seu primeiro Slam aos 20 anos, ainda longe do auge. Seu primeiro ATP Finals veio aos 21, assumiu o topo do ranking aos 24 mas já botava Federer e Nadal no bolso aos 23. Chora mais que tá pouco, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Incrível,caro Ronildo, não respeitarem a imensa precocidade de Rafa Nadal, a mesma de Carlos Alcaraz, que botou ” goat ” no banquinho como N 3, durante 4 Temporadas consecutivas. De 2007 a 2011 , ele e Andy Murray, não conseguiram tirar Touro Miura do N 2. Preferem apelar para estorinha da entressafra, do que reconhecer a enorme supremacia de Roger Federer no seu auge. Em 2005 no mesmo Masters 1000 de Miami , Espanhol levou Suíço ao quinto Set na Final. De quebra, obteve 12 Conquistas assumindo de vez o N 2. Aja recalque para Mestrinho Jonas e seus blueCaps da ” Turbinada ” …rsrs. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mas ninguém negou que Rafa é precoce, acabei de dizer que ele já era pai do Federer com pouca idade. Ele não respeitava mesmo.

Era um cenário parecido com o atual: Federer e Nadal sem adversários, assim como Sinner e Alcaraz.

A diferença a meu ver é que Nadal não era tão bom quanto Alcaraz é nas hards. Foi fazer a primeira final lá só em 2009 e seu primeiro US Open veio apenas em 2010. A concorrência da época era ainda mais fraca.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Sem dúvidas uma das maiores asneiras escritas neste espaço. E repetidas a exaustão pela Turminha da Kombi. O Mundo do Esporte Tênis não reconhece nada disso . E nem Djokovic como ” goat ” . Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu discordo de você, Nadal discorda, Borg discorda, Sampras discorda, Connors discorda, os números (marcas e recordes) discordam… pode espernear à vontade, abs.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Quem seriam Rafael Nadal e Pete Sampras, que consideram Djokovic o GOAT, no Mundo do Esporte Tênis não é mesmo?

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Figuras desconhecidas, caro Paulo rsrsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Mas SR é bem mais qualificado que esses dois, nobre PF.

Dantas Filho
Dantas Filho
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Sim, respeitamos as “opiniões” de ambos Nadal e Sampras. Ainda assim, tratam-se de opiniões, apenas.

Mesmo porque, é melhor eles não discordarem de alguns torcedores, para eles não serem eventualmente agredidos pelos tais no meio de um aeroporto, apenas por discordarem…

Imagine, se até no caso do Editor de um site no Brasil, ele evita as polêmicas por receio “dos fanáticos” e também “dos não fanáticos”, imagine alguém muito mais público como Nadal ou Sampras.. com medo de encontrar uns estarolas pelo caminho.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Um mote de gente ligada justamente ao tênis aponta Novak Djokovic como o GOAT, caríssimo desinformado e arrogante.
Conferido!
Rsrsrsrsrs Abs!

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sim, Nadal é apenas 1 exemplo, pois houve vários outros grandes tenistas como Nalbandian, Safin, González, Rios, Gustavo Kuerten, Rodyck, Berdych, Soderling, entre outros.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Sampras, Nadal, Mouratoglou, Medvedev, Zverev, Alcaraz, Connors, etc.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Mouratoglou? Não lembro dele como tenista.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

O técnico da maior vencedora de Slam da Era Aberta.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Entendi, estes aí disseram que Djokovic foi o melhor que eles já viram jogar. Ok, há muitos outros que afirmaram ser Federer.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

24
428
7
40
Double Career Masters
Pode ficar com essa migalha terciária aí de 237.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ele é único mesmo. Tinha vantagem de 15 slam no final de 2010 e agora tem desvantagem de 4 em relação ao recordista.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, foi envelhecendo e perdendo vantagem para Djokovic 6 anos mais jovem.

Marcos Gomes
Marcos Gomes
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Oi Ronildo, nao ligue para Os 3 Estarolas.

Sâo os “Café com Leite’ dos comentários.

Daqui a pouc9 aparecem os demais para repetir os números ou retrucar. É só esperar…

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Marcos Gomes

Agora que o queridão perdeu a corrida, os números não importam mais?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Marcos Gomes

Carlos W?
O grande Lupin apareceu?

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Marcos Gomes

É uma turma terrível Marcos. Não aceitam a superioridade técnica de Federer sobre Djokovic por causa de números de conquistas.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Errado. Djoko venceu a temporada 2023 jogando contra os “Super Bigs” com diferença de idade superior a 10 anos.

Última edição 1 mês atrás by Paulo Sérgio
Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, mas estamos falando de rivalidade Federer- Djokovic. O fato foi que Federer percebeu mais no final de sua carreira por ser 6 anos mais velho.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Final de carreira com 29 anos rs

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Em 2015, ano em que Federer completaria 34 anos, estava 20 a 18 para Federer. Djokovic começou a levar vantagem somente à partir daí.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ele começou a perder em 2011 e em 2015 o goat tinha 29 anos.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Em 2015 tinha 28 anos Paulo. Porém o craque suíço chegou neste ano com 20 a 18. Se levarmos em consideração que Sampras parou aos 31, já podemos ter uma ideia de quão significativo isto é.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Roger Federer tem minha compaixão.

Lucca Carrão
Lucca Carrão
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Verdade. Mas Djokovic venceu os Superbigs quando estes ainda não estavam em seu auge.

Depois de atingirem seu ápice, os Superbigs são imbatíveis e só perdem um para o outro ou quando quiserem ir embora de um torneio mais cedo para assistir a uma nova temporada do Stranger Things no netflick!

E o tênis dos superbigs hoje bateria qualquer um, em qualquer época (de Laver a Djokovic).

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Lucca Carrão

Valeu Lupin.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Qual a diferença entre Alcaraz e Djokovic?

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Djokovic desejou ser o melhor do mundo e fez tudo que lhe era possível para atingir tal meta. Alcaraz também alimenta este desejo, porém até aqui não mostra a mesma concentração na carreira que Djokovic teve, o que lhe acarreta derrotas pra vários tipos de tenistas, embora tenha conquistado muito mais títulos que Djokovic com a mesma idade. São muito diferentes. Não dá para comparar Alcaraz nem com Federer, o melhor de todos, visto que com a idade de Alcaraz, Federer não tinha conquistado nenhum slam ainda.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

O tema era idade Ronildo, nada de determinação ou outras coisas.
Vou responder: 16 anos.
A desculpa esfarrapada de 6 anos para Mr. Federer, não é aceita nem pelo próprio.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Há vários fatores envolvidos Luiz. Qual derrota você acha que foi pior para Alcaraz? Contra Djokovic com 37 anos, considerado um dos melhores de todos os tempos ou para Fabian Marozsan, 19 anos que não tinha sido campeão de nada ainda? Ora, se Alcaraz pôde perder para Fabian Marozsan, foi perfeitamente plausível ele ter perdido para Djokovic, ainda que este esteja em final de carreira. Evidentemente que Alcaraz poderia ser totalmente imbatível se fosse completamente focado na carreira como Djokovic foi. Como não é, vemos estas derrotas ocasionais. Ou seja, as derrotas de Alcaraz para Djokovic não são parâmetros confiáveis para tirar conclusões, justamente pela falta deste foco absoluto que não vemos em Alcaraz atualmente.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

A derrota para Djokovic certamente doeu muito mais que para o Marozsan. Esses derrotas são aquelas que um excepcional tenista, como Carlos pensa: putz, pisquei o olho hoje fora do time. Mas, amanhã engulo ele.
Perder para Djokovic, fez e faz qualquer um passar a noite acordado, buscando uma solução para o próximo encontro.
Vide palavras recentes de Marcos Baghdatis, um dos três reis magos.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Luiz, porque esta alusão a Baghdatis, o tenista sorridente nas vitórias e nas derrotas ser um dos 3 Reis Magos?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Uai, como não sabes o por que?

Derzur
Derzur
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Eu achava sensacional o Djokão ter três GS de carreira, feito difícil em vista de Nadal no saibro (principalmente) e Federer na grama na maior parte da trajetória. Mas ganhar a final olímpica no saibro contra Alcaraz foi pra arrebentar de vez essa discussão de GOAT.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Se ele quer aproveitar os prazeres da vida enquanto é jovem, está mais que certo.

Ser “goat” ou recordista de qualquer coisa só vale algo para nós que somos idólatras de caras que sequer conhecemos. Deuses falsos que criamos só para tentar aumentar nosso ego e diminuir o dos outros.

Tem mais é que aproveitar a fama e a fortuna que já acumulou porque de alguma coisa ele vai se arrepender de qualquer jeito, seja dos recordes ou da juventude perdida. Fazendo assim, pelo menos ele tem uma chance de conseguir os dois.

Abs

Última edição 1 mês atrás by José Yoh
Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Fale por você sobre essa questão de ser idólatra de tenista. Esses caras são cheios de defeitos, assim como eu e você.

Eu não falei que o espanhol está certo ou errado, cada atleta tem seus próprios objetivos. Alcaraz já declarou querer se sentar à mesa de Djokovic, Nadal e Federer. Acha que ele precisa ser mais claro?

Penso que a longo prazo é mais difícil alcançar esse objetivo sem o foco ideal. No entanto, se ele quer fazer dessa forma que o faça e seja feliz, abs.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Ok, mudo minha frase para:
“Ser “goat” ou recordista de qualquer coisa só vale algo para os idólatras de caras que sequer conhecemos”

Se vc diz que não idolatra o sérvio… eu quase que acredito, kkkk

Quanto ao Alcaraz, imagino (e só imagino) que ele pensa que fazer as coisas com leveza vão levar a resultados melhores, e ele terá uma vida melhor. Considerando a quantidade de tenistas com doenças mentais, acho que ele está certo.
Abs

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Opa, só vi agora sua resposta.

Bom, meu tenista preferido é o Djoko, seguido pelo Nadal. Gosto também de Federer e Sinner. Se for seguir essa lógica de achismo, também quase acredito que você não gosta do Djoko e idolatra Federer rsrs.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Defina sustentabilidade, por favor, SR.
Definitivamente tu ainda não discerniu sobre precocidade x sustentabilidade.

Realista
Realista
1 mês atrás

Só sei que o telefone do Ferrero deve estar tocando o dia todo com tenistas ligando. Mas se eu fosse ele, só atenderia se fosse Fonseca, Sinner, Draper ou Mensik.

Sobre o outro lado, espero que o Alcaraz não se torne um Kyrgios, um jogador de grande potencial sem muita dedicação. O Ferrero era o cara que o disciplinava. Brincadeira, impossível decepcionar tanto como o australiano. Hehe

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

O q vai acontecer só Deus sabe, mas minha expectativa é um 2026 com mais atribulações para o craque espanhol. No texto acima o Dalcim destacou o estilo disciplinador do Ferrero, e Alcaraz às vezes foge desse perfil, parece querer “viver a vida” agora, ao invés de aguardar um pouco mais de tempo, quando poderá fazer isso nadando em dinheiro. A participação em exibições, o q pode interferir na pré temporada, também pode ter contribuído para a ruptura. Embora alguns as vezes esqueçam desse “pequeno” detalhe, o q conta no esporte é vencer, o vice é apenas o o último q perdeu, essa é a realidade, e o espanhol deve ter em mente pra encarar um cara focado como Sinner ele não pode se “distrair”…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

No esporte tão importante quanto vencer é aprender com as derrotas. Jannik Sinner vem demonstrando pra quem quiser. Financeiramente a pedida de Ferrero para 2026 , não agradou também a Papai Alcaraz. E este lado disciplinador de Juan Carlos causou alguns atritos, mas que eram contornáveis. Para a maioria de Ex-Tenistas Espanhóis, foi uma bola fora de Carlitos, que já procura alguém para agregar ao Staff. Enquanto isso Sinner demoveu Darren Cahill da aposentadoria, e ele fica mais um ano. Jovem Italiano vai chegar com tudo na briga pelo Tri no AOPEN 2026. Mas se não vencer , Sr LF 1, nada muda . Quanto ao documentário da Net Flix , até Rafa Nadal afirma que não condiz com a realidade do que conhece de Carlos Alcaraz. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Meu caro vc pra variar distorce os fatos ou é confuso. Vc sabe da realidade dos fatos relacionados a ruptura tanto quanto eu, ou seja, sua impressão e a minha não passam de suposições, que podem ou não ser confirmadas. Mas esperar compreensão de uma pessoa arrogante como vc é uma causa perdida…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Arrogante é uma sujeito que posta groselhas sem se informar. O que postei está já em TênisBrasil, vindo direto da Espanha. Sem essa de suposições criatura . És de longe o comentarista mais sem noção deste espaço. Papinho de arrogância, já deu . Abs !

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Sua visão do esporte (“o vice é apenas o último q perdeu”) é uma visão ocidental-capitalista. Para a maioria dos países, e para mim também, o esporte é uma forma de aprimorar corpo e mente, não importa tanto vencer.

Acho que mais importante que vencer é saber perder já que cedo ou tarde fatalmente irá perder (até mesmo os recordes).

Abs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Yoh, talvez o esporte tenha nascido assim mesmo, lá na Grécia antiga, culminando nos já tão conhecidos Jogos Olímpicos.
Depois que o profissionalismo tomou conta e o din din é quem determina como as coisas devem ser, essa coisa de o esporte ser apenas uma forma de aprimorar corpo e mente, é apenas uma lembrança romântica de uma era, bem remota.
Hoje, os vices se sentem tão frustrados ao ponto de alguns, jamais terem uma performance igual novamente, por um longo tempo, quiçá até o final de suas carreiras.
Agassi escreve em sua biografia que o primeiro troféu foi de vice e que ele mesmo, orientado por seu pai, o destruiu completamente logo após recebe-lo.

Neves da Cunha
Neves da Cunha
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Mas e você Luiz Fabriciano? Você é o melhor do mundo em sua área ou encabeça o topo da lista de perdedores sendo o segundo?

Caso você não seja o primeiro do mundo em sua área de atuação, você se sente frustrado com isso?

Eu – apenss para citar um exemplo bastante próximo – tenho competido apenas comigo mesmo para tentar ser melhor que ontem e hoje.

No intento acima tenho sucesso algumas vezes e noutras não. Mas nem por isso… sinto me frustrado. Sinto- me aliás “Muito bem, Obrigado!”. E vida que segue.

Mas e você, como lida com suas opiniões? E ainda em tempo: elas também se aplicam a você, ou apenas aos outros?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Neves da Cunha

O ponto não é minha vida pessoal.
Mas a resposta ao José Yoh pode servir a você também.
Esteja à vontade.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Pois pense no mesmo Agassi hoje, sem recordes relevantes, diversas derrotas na carreira. Uma hora o cara tem de aprender que a glória é passageira, e que perder faz parte do esporte. Basta ver o caso do Federer ou do Sampras. Tudo passa ou passará.

No nível profissional, claro que ser vice pode não ser agradável para os melhores tenistas. Mas nós, torcedores, precisamos parar de pensar que só ser campeão importa, pois isso impede o reconhecimento – e consequentemente o patrocínio – de nomes menos conhecidos que poderiam ter um futuro melhor, e isso em todos os esportes.

Abs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

“No nível profissional, claro que ser vice pode não ser agradável para os melhores tenistas. ”
Esse foi o ponto!
Não discuti sobre filosofia para uma vida melhor, falei sobre fatos de carreiras bastante vitoriosas, carregadas de muitas frustrações. Basta vermos as caras dos vices nas cerimônias de premiações (Nadal tem a mais simbólica de todas) e lembrarmos de seus discursos, tanto ali, em frente ao grande público, quanto nas ingratas entrevistas obrigatórias na sala de imprensa.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Perdão se eu não soube expressar direito. O que eu não achei legal foi a frase “o q conta no esporte é vencer, o vice é apenas o o último q perdeu, essa é a realidade”.

É um pensamento que deprecia um segundo ou terceiro lugar, e torna nosso país um local onde os investimentos só vão para os campeões, é isso que eu quis dizer.
Abs

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás

Pelo amor de Deus, o cara nadando em dinheiro, e tem dinheiro para sustentar umas 10 gerações se brincar…, isso me faz pensar que, todo o trabalho que o Ferrero fez, pegando o menino aos 15 anos, e não foi o Ferrero que foi atrás dele, preciso averiguar essa informação, mas suponhamos que seja o albert Molina, porque está com ele desde criança.

Ai continuando, Ferrero vai moldando e lapidando o pupilo, vai agregando isso e aquilo, e os resultados, é o que vemos hoje, para mim, falta de respeito, é como se o Ferrero não tivesso feito nada, agregado nada, orientado nada….tudo porquer o técnico, colocou a proposta na mesa, e ai, quem foi que recusou ??? E se foi em termos de academia, como supostamente foi noticiado ???

Carlos Alcaraz ? O pai dele ??? O Albert Molina ???. Quem influenciou mais na decisão, para mim falta de respeito total, se o cara só quer treinar o básico e viver a vida na fanfarrice , direito dele.

Para mim, neste 2026, podem anotar, Alcaraz não fica naliderança por muito tempo, Sinner não vai demorar em tomar a ponta novamente, vamos aguardar.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Parece que a Nauhany Silva não vai disputar a chave Júnior do AO. Vai focar em torneio profissional mesmo.

Acho que é uma boa opção. Fica treinando, disputa uns poucos torneios profissionais que pode. O importante é não derreter o cérebro nestes horários macabros que alguns torneios no Brasil colocam os jogos de ITF e Challenger.

Noah Machado
Noah Machado
1 mês atrás

Dalcim: esquecendo um pouco o assunto Alcaraz, como vc. vê a passagem do Ferreiro vomo treinador do Zverev? Po tos altos e baixos, o que agregou e o que o Sasha perdeu (e evoluiu) após a saída do Ferrero de seu time?

Se puder responder, obviamente.

Obg!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Segundo a imprensa espanhola, a relação entre Ferrero e o círculo próximo de Alcaraz, especialmente seu pai, estava tensa há vários meses. Carlos e família desejam estabelecer o centro de treinamento em Murcia, promovendo a academia do tenista, o que exigiria que Ferrero e sua equipe se mudassem de Alicante para Murcia, coisa que o técnico resistia.
Mas a gota d’água parece estar relacionada com a remuneração de Ferrero. A porcentagem do prize money do Alcaraz cobrada pelo técnico era alta. Quando Alcaraz estava começando, o impacto dessa renda não era tão alto e visível quanto agora, com os impressionantes US$ 19 milhões de prize money ganho pelo n°1 nessa temporada. O círculo familiar de Carlos propôs uma redução, prontamente negada por Ferrero.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

O Dalcim sempre arranja uns termos interessantes. Gostei do “afagos protocolares”.
Porque se a ruptura foi por iniciativa do Alcaraz. então eu acrescentaria “obrigatórios por questão de educação”.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

São gentis eufemismos de quem sabe como rolam as coisas na verdade, kkkk
Abs

Fernando
Fernando
1 mês atrás

Parece que a questão foi dinheiro, Dalcim. Contam as más línguas que Ferrero pediu um pouco mais do que Alcaraz estava disposto a oferecer.

levI sIlvA
levI sIlvA
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim, será que o Ferrero ganha muito mesmo? Pra mim, ele devia estar com o salário alto, por conta da altíssima performance do pupilo, que diga-se de passagem, tem muito da mão dele junto a Alcatraz, não é verdade?
Me soa que, alguém que entrou depois no time, achou que estava por baixo com um. contrato diferente, ainda que tenha entrado com o bonde andando…ou melhor, voando, né?
De repente, não foi um aumento pra Ferrero que ficou complicado pra Alcaraz, mas outro membro da equipe que exigiu ganhar de forma semelhante, ou rebaixar salário do “mosquito”…e ele (Ferrero) não aceitou… daí, ‘bye, bye, só longe there well…’…!

Danilo
Danilo
1 mês atrás

Se fosse apostar, acho que o Sinner vai se aproveitar dessa troca do Alcaraz, que não foi boa para o espanhol. Após a derrota em Wimbledon, onde que foi dominado pelo Sinner, o Alcaraz veio para o US Open diferente, com um saque e uma direita mais agressivos e surpreendeu o italiano, que por sua vez, fez ajustes (e declarou que tentaria mudanças no jogo), e jogou demais na temporada de quadras cobertas. Agora seria o momento do Alcaraz vir com uma proposta diferente no início de 2026, mas nesse contexto, sei não… Aliás se foi o Ferrero que provocou a mudança que vimos no US Open e não o outro, pior ainda…

E os técnicos nesse nível fazem sim a diferença. – O Becker ajudou demais o Djokovic onde ele era menos eficiente – saque e jogo mais inteligente com subidas eficientes pra rede, quando as evoluções com o Vajda haviam estagnado
– O Moya foi fundamental pro Nadal ser mais agressivo, principalmente com o revés, permitindo que ele mantivesse a competitividade após os 30 (se mantivesse o estilo defensivo para-brisa, perderia muito mais inclusive no saibro)
– O Federer deu sorte com o Ljubicic, que finalmente mostrou pro suíço a importância de um jogo mais tático (com melhor preparação do ponto) e maior uso da esquerda batida e na subida, ao invés do slice. Pena que, no caso do suíço, somente esse último teve essa visão. Os que vieram antes (exceto o Lundgren), mais foram peças de decoração e não enxergaram coisas óbvias que os fãs enxergavam. O preço disso foi muito caro, fazendo o suíço perder diversos GS, sendo pelo menos uns 2/3 para cada rival do Big 3, que eu duvido que perderia se tivesse um técnico com mais visão. Sempre disse isso e repito: pelo jogo e talento que apresentou na carreira, o suíço com um acompanhamento melhor deveria ter encerrado com uns 25-27 GS e seus rivais com algo entre 17-20 GS. Azar dele, sorte dos outros.

Zan
Zan
1 mês atrás
Responder para  Danilo

Realmente, caro Danilo. Federer na carreira, provavelmente, fez mais “A mi manera” que o próprio Carlitos. Houvesse mudado de raquete para um aro maior antes ou adaptado o backhand antes, ou ainda tivesse se aplicado mais na parte tática em vez de insistir em algo que não estava funcionando somente para destruir mentalmente o adversario no que ele fazia de melhor, como ele mesmo já disse, provavelmente teria a quantidade de slams que vc apontou. Se Alcaraz vai conseguir se adaptar antes, somente o tempo mostrará. Se apimentar os jogos nos próximos anos. será ótimo. para nós, telespactadores.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Danilo

Interessante ponto de vista, caro Danilo. Vai de encontro (e não ao encontro) à opinião de que técnico conta pouco depois que o tenista amadurece tenisticamente, sobretudo se possuir um talento inato fora do comum, como no caso do Federer e também do Alcaraz.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Danilo

Realidade: fez ajustes e perdeu em Cinci 2018, WB 2019 e AO 2020. Com ajustes ou sem ajustes, perdeu 13 finais de Big Titles para o maior de todos.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Paris-Bercy 2018 também. Com Ljubicic ficou 5×1 pro Djokovic, contando também o Australian Open 2016. Fez efeito contra o Nadal, contra o Djoko só uma vitória.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não me lembrei dessas duas.

FugiL
FugiL
1 mês atrás

Ao que parece Dalcim, como sempre o problema foi $$ e concorrência de academias… é o preço que a Espanha paga por revelar tantos jogadores tops.. Que problema bom né?

Zé da Sanfona
Zé da Sanfona
1 mês atrás

Os próximos anos nos dirão como essa mudança afetará a rivalidade entre Alcaraz e Sinner. E se a mudança surtirá um efeito positivo ou negativo vamos descobrir.

Mas caso seja negativa,abrirá caminho para Sinner rechear mais ainda sua coleçâo de GS nos próximos dois anos, visto que a concorrência com Alcaraz tem sido bastanre acirrada pelos principais teoféus, já descartando tenistas em declínio ou com pouca relevância, como Zverev, Djokovic ou Tsitsipas.

Ferrero abocanhava uma.boa fatia da premiação do pupilo e isso nâo incluia (ou incluia) as premiações pelas exibições. Era pouco para uns ou muito para outros e essa foi uma das causas do rompimento. A outra é que o técnico de uma estrela não pode tentar controlar a vida do pupilo, principalmente quando o pupilo já se tornou maior que ele. Erro craSSo.

Zan
Zan
1 mês atrás

Olá Dalcim. O papel do técnico, como se viu no caso Alcaraz, foi essencial para levar Alcaraz onde chegou, sabemos. Duas dúvidas que gostaria de ver sua opinião, desde que possível, claro: Primeiro: Considera que a nova regra de permitir coaching na quadra, cantando onde bater, com a visão que Ferreiro tem, foi essencial para Alcaraz ganhar o que ganhou? Segundo: mês passado estava jogando tênis em São Paulo, próximo ao Ibira, e do lado apareceu a Naná para treinar. Foi incrivel ver como a bola dela anda muito. Sua colega de treino não ficava muito atrás. Parecia Pietra, mas não sei ao certo. Por que acha que Naná não tem um técnico como Mouratoglou ou Ferreiro para “adota-la” como fizeram com Alcaraz ou Victoria? Digo isso porque onde vi Naná treinando é tido como local popular. Creio que poder estar no meio de torneios europeus impulsionaria a evolução dela, pois talento que ela tem é evidente.

Última edição 1 mês atrás by Zan
Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Prezado Dalcim e demais frequentadores do blog , desejo a vcs um feliz natal e um 2026 repleto de saúde, felicidade e tênis!

SANDRA
SANDRA
1 mês atrás

Dalcim , quanto mais dinheiro pior rssss para esses já milionários do tênis ! Feliz natal!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Já provoquei as terceiretes muito com as derrotas do Wawrinka, o que sempre fez parte do jg aqui no blog. Mas não há como negar que ele foi um grande jogador, talvez o que apresentasse o melhor BH do circuito quando estava afiado; esse cara simplesmente competiu com o Big3 no auge dos 3. Vai se aposentar no ano de 2026 com toda a dignidade e creio q será homenageado como um dos expoentes do tênis nos últimos na ultima década…

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás

Fico imaginando, aquela parceria entre o Sascha/Ferrero, se o alemão tivesse aceitado o metodo de trabalho do Ferrero, teria chegado longe, mas o alemão é mimado demais, e de personaliade forte, resultado, ruptura, e fala de de todos os lados.

Tempos depois, aparece o prodigio espanhol, treinado por quem ? Juan Carlos Ferrero, e o resultado, sabemos, muitos títulos e comemorações.

Agora vem a ruptura, e já não acho mais , que o fator seja o financeiro, foi de relacionamento, de divergências, que por hora, a impresnsa espanhola está noticiando, e não vai demorar, para alguém abrir a boca.

Alcaraz, mudou muito, e amadureceu, tem um jogo vastos de repertório, mas isso só , não se ganha o jogo, é instável, ao contrário da máquina Sinner, que ao meu ver, não vai demorar para pegar a ponta.

RECORDE, para alguém que quer chegar, vai ter que remar muito, mas muito, vide o BIG 3, chegaram aonde chegaram, por muito esforço, disciplina dentro e fora das quadras, mas o espanhol fanfarrão, quer curtir a vida, só tem que lembrar , que o tenis está evoluindo muito, e já já, vai aparecer outros jogadores de 1 linha, para enfrentá-los.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  evaldo moreira

Espanhol fanfarrão ? . Quem aos 22 anos atingiu 6 Slam em todos os Pisos ?. Jogou 15 Torneios na Temporada contra 12 de Sinner e Djokovic. Venceu 2 Slam e 3 Masters 1000 num total de 8 Conquistas em 2025 . Atingiu as mesmas 24 conquistas do também jovem Italiano, que já possui 24 anos. O documentário da Net Flix deveria ser proibido para menores rs . Pela mor , caríssimo Evaldo . Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Learn Tien pouco se importou com o imenso favoritismo ( devido as ausências de última hora) , e mandou ver no ATP Finals Next Gen 2025 . Somente não foi Campeão Invicto pois perdeu Match-points, na primeira partida . Curiosamente enfrentou na Final o até então invicto Belga, e mandou um 3 x 0 . Com o aumento da premiação pela ATP/Árabes, levou 527 mil dólares neste início de temporada. Perdeu apenas 39 mil pela não invencibilidade. Parece que o experiente Michael Chang , não considera o Evento como” atraso” para a pré-temporada. Aguardemos. Abs !

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em termos de estilo de jogo, Learner Tien está para Alex De Minaur assim como João Fonseca está para Jannik Sinner.
Considerando o sonoro 13-0 no H2H entre o italiano e o australiano, a expectativa é que o brasileiro continue derrotando o simpático asiático-americano.

Augusta Veiga
Augusta Veiga
1 mês atrás

Nao me recordo de uma colocação tão bem feita neste blog – nos comentários, já que as postagens do Editor são perfeitas – como a do nosso colega Ronildo:

“Números são subjetivos” por si só carrega uma definição – perfeita, diga-se de passagem – sobre o quão irrelevante podem ser a maioria dos recordes do tênis. Eles nos dizem que as 506 semanas na liderança de Mike Bryan ou mesmo o recorde de 377 torneios vencidos por Martina NavratiLOVE (sendo 167 em simples e 59 GS) e única tenista a fechar o “Boxed set”, ou seja, ganhar todos os GS em simples, duplas e duplas mistas, honraria essa que tenista nenhum do masculino ousaria sequer.sonhar. sem mencionar que também fechou o decada Slam, ganhando ao menos em GS por ano durante dez anos consecutivos, podem não ser feitos de primeira grandeza, na opinião de.muitos.

Dentre as razões que são comumente utilizadas para jusrificar tal fato estão: feitos que foram alcançados em outras épocas, pesos diferentes dados aos recordes alcançados por tenistas do gênero feminino, convicções baseadas na idolatria ou fanatismo). Há ainda outros, que.mencionam o nível de tênis praticado, para determinar a superioridade e para esses, números sequer contam, pois para esses os números escondem de forma subjetiva a relevância de alguns tenistas sobre outros.

Por tudo isso a frase “Números são subjetivos” pode ser.considerada uma das melhores frases deste blog em 2025.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Augusta Veiga

Lupin apareceu

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Augusta Veiga

Para seu conhecimento, Margaret Court tem o Set Boxed duplo, ou seja, um degrauzinho acima da gloriosa Martina.

Augusta Veiga
Augusta Veiga
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Ahhh que bom que lembrou:

– outro recorde feminino inalcansável para o masculino!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Augusta Veiga

“Números são subjetivos” – isso vindo de alguém que se gaba de ser matemático.

Carlo VW tem uma preferência por Terceirões, tanto no masculino quanto no feminino.

“Navratilove” não tem recorde de Slams, de semanas #1, temporadas #1 e nem de WTA1000. É a Terceirona mesma, atrás de Graf e Williams. Somar geladeiras com livros não vai mudar esse fato e muito menos colocá-la no patamar do masculino. Os 14 Slams do Sampras em 5 sets valem mais do que os 18 dela em 3 sets.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sei que já esgotamos o assunto… mas queria inserir mais alguns pontos após tantos anos sem falar sobre isso.

Beyónce é a recordista de grammys, Thriller é o álbum mais vendido. Seriam números para considerá-los GOATs da música? Qual seria o critério?

Bubka bateu o recorde do salto com vara 35 vezes sendo o último em 1994 (!). Duplantis quebrou o recorde de Bubka em 2020 e o fez por mais 13 vezes, com equipamentos melhores, qual deles seria o maior?

Federer foi recordista de slams por 13 anos, só foi batido por Nadal em 2022 quando o suíço já estava aposentado (parece tanto tempo). É um recorde de respeito, diz muito sobre a dominância dele. Recorde que tenho dúvidas se Djokovic irá bater.

Independente de quem é o maior ou não – e essa questão não quero ressucitar – números são subjetivos, tem viés do observador e dependem de quando e das condições em que foram obtidos.
Abs

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Comparar música com esporte? E Duplantis já é o goat do salto com varas com seus 14 recordes e bicampeonato olímpico.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Aliás, Duplantis quebrou 14 vezes sobre marcas já expressivas de Bubka. Lembrando que há limite para o salto humano, se não me engano é 6,50, o que tornam os feitos do sueco mais notáveis. Sobre Djoko: reverter uma desvantagem de 15 no final de 2010 e transformá-la em vantagem (24 a 20) é notável por ter enfrentado diretamente Federer e Nadal. O sérvio enfrentou a era mais difícil da história do tênis.

Última edição 1 mês atrás by Paulo Sérgio
Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  José Yoh

Esse assunto nunca se esgota.

Achei essa analogia com música, arte que depende de gosto pessoal, meio descabida. Esses artistas tiveram muito suporte da mídia para atingirem esses “números”, enquanto outros não. Esporte é outro departamento: você joga partidas, ganha ou perde. Não há o que discutir nos resultados.

Ora, Federer apareceu primeiro e acumulou muito até 28 anos completos. Depois foram apenas 5 Slams em 12 anos até se aposentar. No final, foi ultrapassado pelos 2 maiores rivais. Se Djokovic vai manter por 13 anos, ninguém sabe, mas sabem que ele venceu a disputa no Big 3.

Vejo isso como uma ginástica argumentativa apenas, mas também poderia dizer que os Slams do Djokovic foram mais difíceis (venceu mais finais em cima do Big 4) para favorecer o sérvio. Dá pra ir por esse lado também, mas somar coisas diferentes não faz nenhum sentido matemático e a IA já confirmou pra mim.

Augusta Veiga
Augusta Veiga
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

É absolutamente impossível articular uma discussão com quem enxerga apenas um gênero como merecedor do direito de ostentar uma alcunha…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Augusta Veiga

“Por que não faz sentido somar simples + duplas

1️⃣ São modalidades diferentes

Simples: desempenho individual total

Duplas: desempenho compartilhado (sinergia, parceiro, tática diferente)

Matematicamente:

As variáveis são diferentes

O “peso” do mérito não é o mesmo

Não é a mesma população estatística

Somar isso é como:

somar gols + assistências e chamar de “títulos” ”

É, Carlo, seu Nobel de Matemática ficou um pouco inviável.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Augusta Veiga

Mas somente nesse micro universo que números são subjetivos, ou 2 + 2 = você decide?
Se para se vencer um mísero jogo de tênis, mesmo que seja na mais remota quadra pública, são necessários atingir números, imagina para ser considerado o melhor no esporte.

José Mudeh
José Mudeh
1 mês atrás

Existe um ponto pouco debatido nesse tipo de análise: o poder excessivo que alguns técnicos passaram a reivindicar, como se o talento, a leitura de jogo e a maturidade do atleta fossem sempre secundários. Há treinadores que se comportam como sócios vitalícios da carreira alheia, querendo salários de estrela, calendário sob medida e autoridade absoluta — tudo isso às custas do jogador, que é quem entra em quadra, apanha, se lesiona e carrega a pressão real.

Nem todo grande jogador precisa de um técnico onipresente para sempre. Em determinado estágio, o atleta já sabe o que faz, conhece o próprio corpo, entende o circuito e toma decisões estratégicas. Técnico não é tutor eterno nem dono da carreira. É suporte — e suporte não pode virar chantagem emocional nem financeira.

Quando o discurso vira “sem mim você não é nada”, o problema deixa de ser esportivo e passa a ser vaidade. Há jogadores que precisam, sim, de orientação diária. Outros, já prontos, precisam apenas de ajustes pontuais. Tratar todo afastamento como tragédia é ignorar que, no alto rendimento, autonomia também é sinal de maturidade — e não de rebeldia.

No fim, o tênis continua sendo jogado pelo atleta, não pelo técnico no box.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Mudeh

Excelente!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  José Mudeh

Concordo principalmente quando diz que “há jogadores que precisam, sim, de orientação diária. Outros, já prontos, precisam apenas de ajustes pontuais”.

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  José Mudeh

Não sei se é o caso do Ferrero, mas é uma realidade para muitos atletas e técnicos.
Abs

Última edição 1 mês atrás by José Yoh
Emiliano Ramos
Emiliano Ramos
1 mês atrás
Responder para  José Mudeh

Mas não quando sem a orientação mais adequada ele talvez sequer tivesse chegado a número 1 ainda, E sequer seria “a estrela” que você menciona.

Eu creio que se ele não tivesse a orientação correta ainda estaria ali brigando pelo primeiro ou pelo segundo Slam, e que todo o processo estaria atrasado em um ou dois anos.
Mas como a relação é cimercial, importante é que ambos entendam que encerrou.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Agora veremos se Alcaraz permanecerá sorridente e cordial nas entrevistas como sempre foi. Ou se mostrará tenso, pronto para desviar de longos “espetos” que alguns jornalistas “sedentos de sangue” estarão salivantemente prontos para usar.

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Dalcim, por que a Naná não mais irá jogar o AusOpen Jr? Penso qie um bom resultado lá lhe daria uma ótima e sempre bem-vinda repercussão mundial…

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Claro que o técnico faz uma boa diferença, ainda mais na atualidade em que vencer ou perder está nos detalhes.

O próprio Big 3 está aí pra provar. Djoko rompeu com Becker e só foi encontrar parte do seu tênis de novo ao voltar com o Vajda em abril de 2018. Nadal com Moya… Federer com Ljubicic etc.

No caso do Alcaraz, esse auxiliar técnico já estava presente e o conhece bem. Ferrero certamente fará falta em alguns pontos, mas isso não significa que o espanhol irá estagnar.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Dalcim, você conhece mais ou menos os custos das viagens do juniores nos grand slam? O torneio paga alguma coisa ou a ITF? Ou é tudo por conta da família do atleta?

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado Dalcim

Até o Gustavo Kuerten já recebeu ajuda deste programa!

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
1 mês atrás

Esse pai do Alcatraz, no mínimo tem um caráter duvidoso , até que prove o contrário , rebateu a fala do Ferrero, mas porque que não falou o motivo mesmo !?

A entrevista do Ferrero foi pontual e nada de polêmica , com exceção de algo que ele não quis dizer…. Isso tá claro na entrevista dele.

Agora , porque que o pai do Alcatraz não quis dizer então !? Para isso já deu, aliás porém , podem anotar , se eles ficarem falando algo que não condiz, não tenho dúvidas que Ferrero falara a verdade.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

O fato é que ambas as partes preferiram não revelar os reais motivos que levaram ao rompimento.
Segundo notícia publicada por Tênis Brasil, Ferrero, na sua longa entrevista ao diário espanhol Marca, “contou que havia algumas questões em que ambas as partes discordavam e lamentou uma falta de negociação para tentar resolver esses pontos”.
Adiante o treinador afirma que “o aspecto financeiro não foi o que motivou o rompimento” e também “não vê a incompatibilidade entre as academias como uma questão para o rompimento”.
Ora, se não foi dinheiro nem a questão das academias, que raios foram essas questões em relação as quais houve discordâncias incontornáveis?
– O perfil excessivamente disciplinador do Ferrero?
– Ele já não queria acompanhar o pupilo em todos os torneios, fora os 4 GS?

De todo modo, o Ferrero mostrou-se bem abalado na entrevista ao Marca, dando a entender que o empresário de Carlos deu um ultimato, vedando a possibilidade de uma conversa tête-à-tête.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Pode até ser ciúmes do pai com a relação que Ferrerro desenvolveu com Alcaraz. Neste caso nem Alcaraz vai conseguir responder estas questões!

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Pode ser. Mas houve uma proposta concreta de renovação do contrato, da qual o Ferrero em princípio discordou de alguns pontos não revelados, mas que, pelo que eu entendi da sua entrevista, não seriam incontornáveis, já que não eram relacionados à remuneração nem ao centro de treinamento.
Contudo, o empresário/família do Alcaraz não quiseram conversa e decidiram prontamente romper.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Samuel Mendez, assistente de Ferrero em sua Academia há anos , entrou no Staff ( por indicação do mesmo ), com missão de melhoria no Serviço em relação a 2024 ) . Papai Alcaraz quer os Treinamentos na Academia da família ( também espetacular) . Samuel já foi de vez e vai permanecer com a anuência de Juan Carlos. Para Carlitos seu Pai dita as regras . E Ferrero vai ceder em tudo. A médio prazo, sua volta é pule de dez . A não ser que Alcaraz atropele Sinner, coisa que não acredito. Juan Carlos Ferrero foi eleito pela ATP , melhor Treinador de 2025 . Além da melhoria no Serviço, Carlos nunca jogou tão bem em Indoor. Levou Amesterdã , Tóquio e chegou invicto a Final do ATP Finals contra o melhor disparado na superfície, o jovem Italiano. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Correção: Samuel Lopez ( sem essa de Mendez ) , fundou a Academia Equilite em 1990 . Depois renomeada Academia Ferrero . Este também ganhou em 2022 da ATP, título de melhor Treinador da temporada , junto a Carlos Alcaraz. Abs !

João da Conceição
João da Conceição
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nonguém quer dizer nafa além das notas oficiais pois todos assinam contratos de confidencialidade – na entrada e na saída.

Sem dúvida o problema não foi dinheiro – já que ambos possuem o suficiente – mas sim como ele seria dividido… pois tanto o “melhor técnico do mundo em 2025” quanto o “melhor tenista em simples masculino de 2025” acharam que mericiam mais nesta porcentagem e que por serem os melhores não deveriam ceder em suas exigências para a renovação.

Você é bem mais inteligente que os 3 Estarolss do blog.. e não há dúvidas que compreende.

Norton de Souza
Norton de Souza
1 mês atrás

Outra exibição do C. Alcaraz já marcada. Desta vez para o Brasil (no allianz Parque), contra o mesmo João Fonseca, que tem tudo para terminar 2026 no Top15 ou Top10.

E desta vez Alcaraz não precisará dividir o soldo com o chupim (poderá embolsar o valor completo de sua prwmiação.

E nada de chamar tenistas em declínio como Tsitsipas ou Djokovic, mas preferiu uma estrela ascendente como João para repetir.

Novamente, o que faz mais sentido:
– Receber as migalhas da ATP por 7 dificímos jogos em um. Torneio que no futuro acabará com seu físico, ou uma pequena fortuna por uma exibição onde os artistas embolsam sem ter que sustentar a associação (Atp, Itf… onde vivem batendo que só os números deles importam)?

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Norton de Souza

Já antecipo o placar: 2×1 para o João.
Exibição tem duas regras: duração em torno de duas horas para valer o ingresso e vitória do tenista da casa.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Pois é.
Até Guga sem o quadril ganhou de Djokovic, no Rio, no auge da forma.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Em 2010 Guga derrotou o Agassi numa exibição no Rio. O americano também já estava aposentado mas tinha quadril.
Em 2012 o Bellucci ganhou do Federer numa exibição em São Paulo.
Placar de 2×1 em todos os jogos e mais ou menos duas horas de duração. É o padrão.

Martina
Martina
1 mês atrás

E que ano da Bia Hadda Maia:

Poder se dar ao luxo de fechar o ano num “TOP 60” e ainda assim considerar um “mau ano” é privilégio para muito, muito poucos(as).

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Draper, primeiro grande desfalque para o AO…

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Segundo. O primeiro foi o Rune.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Federer 10 Safin 2
Nadal 2 Safin 0 (quadra dura)
Kuerten 4 Safin 3
Del Potro 1 Safin 0
Safin 7 Hewitt 7
Safin 6 Nalbandian 3
Safin 4 Sampras 3
Safin 2 Djokovic 0

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Uma das melhores partidas da década 2001-2010 foi Safin 3×2 Federer na SF do AO 2005, com 9-7 no quinto set.
O suíço era o n° 1 e o russo o n° 4 do ranking.
Essa partida está disponível no canal do AO no youtube. Recomendo.
Dois dias depois, Safin sagrar-se-ia campeão derrotando o n° 3 Lleyton Hewitt.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Sofrido este início de carreira do Federer. Só tinha casca grossa naquele tempo!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Acho q a vida noturna perdeu mais do q o evento…

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Isso inegavelmete foi um jogaço, dos melhores que eu vi.
Safin, o mesmo que derrotava o prime Federer na semifinal na Austrália, perdia título pro pavoroso Johansson na mesma Austrália.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Começaram cedo os chutes relacionados a temporada 2026: um dos Woodies citou que não acredita em títulos de GS para o Alcaraz. Será que não está sendo um pouco (muito) precipitado? Sem dúvida que sim. Um jogador do nível e do potencial do espanhol nunca pode ser descartado, embora, na minha opinião, a ausência do Ferrero possa ser prejudicial a ele. Agora se será ou quanto será prejudicial, se for o caso, só o tempo dirá. Acho que o australiano fez uma previsão, ou melhor, chutou muito alto, e antes do jogo começar…

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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