Melbourne (Austrália) – Como era de se esperar, a número 1 do mundo não teve grande dificuldade para avançar à terceira rodada do Australian Open, torneio em que busca sua quarta final consecutiva. Aryna Sabalenka gastou apenas 72 minutos para superar a chinesa Zhuoxuan Bai, que está fora do top 700, com parciais de 6/3 e 6/1.
A bielorrussa ergueu o troféu em Melbourne em 2023 e 2024 e ficou muito perto do tri no ano passado, quando foi superada na final por Madison Keys. Apesar disso, não corre qualquer risco de perder a liderança do ranking.
“Primeiro set estava indo bem e de repente ela passou a jogar melhor”, contou Sabalenka. Ela se disse satisfeita com sua atuação, mas acredita que ainda há alguns pontos para melhorar. “Estou focada em dar um passo por vez e controlar ao máximo as emoções”.
Para chegar a sua 102ª vitória em torneios de Grand Slam, Sabalenka tentou dominar todos os pontos desde o começo da partida e rapidamente abriu 5/0. Só então a chinesa ficou mais firme e chegou a tirar um serviço da cabeça 1, que fechou a série com 14 winners mas também 14 erros.
A história praticamente se repetiu no segundo set, quando Sabalenka disparou com 4/0 e teve três chances para outra quebra. Bai se segurou, mas por fim cedeu o serviço no sétimo game diante das boas devoluções. Neste set, Aryna subiu de eficiência com o primeiro saque, atingindo 78% de acerto. Totalizou a partida com quatro aces.
Sua adversária de sexta-feira sairá da partida a ser disputada nesta madrugada entre a britânica e cabeça 28 Emma Raducanu e agora austríaca Anastasia Potapova. A bielorrussa tem 3 a 0 sobre a campeão do US Open de 2021 e 2 a 0 sobre a russa de nascimento.











Não acho que ela ganha o AO, provavelmente a campeã sairá da outra chave, muito mais forte, com jogadoras muito mais perigosas. A chave da Sabalenka tem 1 jogadora que pode derrubá-la, já do outro lado da Swiatek, tem Anisimova, Rybakina, Naomi Osaka…
A questão não é você achar se “ela ganha o AO” ou não, até porque, seu grau de periculosidade é, no mínimo, igual ao das tenistas “perigosas” por você mencionadas. Sua pseudo avaliação peca em não destacar que Swiatek, Anisimova, Rybakina e Naomi Osaka, por você citadas, também podem conquistar o Australian Open 2026 ou não. Note-se que minha afirmação não é no sentido de achar que elas não ganham o Australian Open 2026, mesmo porque, não sou tão desavisado assim…