A visão do espectador (e do expectador) sobre o tênis

Desde o ano 2000, TenisBrasil propõe uma divertida enquete a seus leitores e a um painel de convidados, entre jornalistas, treinadores e jogadores, para saber quem foram os melhores da temporada encerrada e, ainda mais interessante, o que se espera do ano seguinte.

Os destaques de 2025 tem algumas questões que me deixam curioso sobre a reação do público. No masculino, será que vai dar Carlos Alcaraz ou Jannik Sinner como o principal nome? Cada um ganhou dois Grand Slam, o espanhol terminou como número 1, mas o italiano fez finais em todos os Slam e ainda levou o Finals. É uma disputa bem parelha.

O feminino também está bem dividido, ainda que eu preveja soberania de Aryna Sabalenka por ter se mantido como número 1 ao longo de todo o ano. Mas Iga Swiatek ganhou Wimbledon e reagiu, enquanto Elena Rybakina terminou o calendário em ascensão e Coco Gauff fez um grande Roland Garros.

Quanto ao tênis brasileiro, claro que João Fonseca domina a discussão e aí há duas questões sobre ele que também gostarei de ver o palpite da moçada: qual teria sido seu maior feito e sua mais relevante vitória num ano incrível e totalmente inesperado. Para votar, clique aqui.

Fico atento especialmente às previsões e às tendências, cuja enquete entrou no ar nesta segunda-feira e todos poderão votar até o fim de semana (clique aqui para isso). O tom das respostas tradicionalmente é otimista e o índice de acerto, bem esse varia muito. Vamos ver como foram as previsões feitas para 2025?

Alexander Zverev e Qinwen Zheng eram os mais cotados para ganhar o primeiro Grand Slam, enquanto Gael Monfils e Stan Wawrinka apareceram nos candidatos à aposentadoria. E nada.

No entanto a maioria cravou corretamente que Novak Djokovic chegaria ao 100º título de ATP como principal realização da temporada e que Sinner levaria ao menos mais dois Slam. Incrível que o retorno ao número 1 teve a pior votação para Alcaraz, com menos de 10%. Sabalenka recebeu metade dos votos para terminar como líder, seguida por Iga, e isso se comprovou.

Quanto ao tênis brasileiro, Bia Haddad certamente decepcionou porque quase 40% apostavam em um novo título de WTA, perto de 20% acreditavam na disputa de seu primeiro Finals e 15% pensaram na briga pelo top 5. Imagino que, lá nos “Melhores”, onde se pergunta sobre quem se esperava mais, isso vai pesar muito para ela.

O leitor se mostrou muito atento à disparada de Fonseca, que chegou a ter 82% de votos como o maior postulante a grande salto em 2025. O carioca também recebeu 29% das indicações populares como vencedor de seu primeiro ATP. Dito e feito.

Minhas previsões para 2026? Acho que Amanda Anisimova tem a maior chance de ganhar o primeiro Grand Slam, Sinner deve voltar ao número 1 ainda no primeiro semestre, Alcaraz tem grande chance de recuperar o troféu de Wimbledon, Djokovic irá superar os 103 troféus de Roger Federer e Gauff lutará pela ponta do ranking com mais um Slam.

E quem vai terminar o ano na frente? Sempre uma pergunta difícil e instigante. Eu ficaria com a consistência de Sinner e de Sabalenka, mas tomara que essa disputa aconteça diante de frequentes batalhas pela liderança, principalmente nos Slam.

Por fim, apostaria que Fonseca entrará no top 20, Bia vencerá ao menos mais um WTA, Naná Silva dará o maior salto entre os jovens brasileiros e Luísa Stefani ganhará seu primeiro Slam de duplas femininas. E quem sabe já na Austrália.

Aguardo seus palpites aqui, seja você um espectador ou um expectador, e lá nos nossos painéis de votação!

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Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Errei sobre o centésimo título de Djokovic, porém acredito que ele não chegará aos 103 de Federer visto ter vencido apenas um ATP 250 em 2025. Quanto ao tênis feminino, independentemente do salto de qualidade que Anisimova ou Galff derem, acredito que este será o ano a Rybakina, inclusive alcançando o número 1.

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ele venceu dois ATP 250 em 2025, não apenas um.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  José Afonso

Finalmente absolutamente certo !!! , caríssimo José Afonso. Djokovic pulou Roma ( fez 10 Finais), para atingir o Centésimo no poderoso ATP 250 de Genebra ( 2 tiebreaks contra Hurcakz) . Pulou Masters 1000 de Paris e levou o 101 , no não menos poderoso ATP 250 de Atenas ( novo quintal de casa rs ) . Encerrou a Temporada dando um bico no ATP Finals 2025 . Jogou 50 partidas e perdeu 11 , num total de 12 Torneios. O mesmo número de Jannik Sinner, contra 15 de Carlos Alcaraz. Abs !

Welington Balbino
Welington Balbino
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ele venceu 2 atp 250 e não 1.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás

Djokovic vai vencer 3 ATPs esse ano? Bom talvez 250 Almaty, 250 Atenas e vou checar se tem mais algum ATP 250 com top80 entre os cabeças de chave, aí pode ser também.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

Fritz era o quarto do mundo em Genebra e Musetti o nono em Atenas, mas não importa onde e contra quem ganhar: você vai espernear horrores se ele chegar a 104 ATP’s.

André Borges
André Borges
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Em Atenas Musetti era o unico que sabia segurar uma raquete e ainda entregou a final num acordo de cavalheiros

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  André Borges

Complementando:

1) Hurkacz (aquele mesmo que aplicou pneu no Federer) eliminou o Fritz na semifinal e jogou demais contra o GOAT. Foi mais uma daquelas vitórias improváveis de virada e com quebra abaixo no terceiro set;

2) Musetti também perdeu de virada com 7-5 no terceiro. Sim, acordo de cavalheiros com 3 horas de duração em uma batalha épica. Tudo combinado.

Segure o desespero que pode vir mais em Adelaide.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Obvio que o combinado seria 7×5 no terceiro né? Igual todas as exibições por aí… ou vc acha q eles iam combinar um WO ou um 6×1 6×0? Cada coisa q eu tenho que ler….

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

Realmente, é cada coisa que eu tenho que ler. Infelizmente não dá pra “desler” seus absurdos.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás

As apostas pro feminino brasileiro são apostas muito legais, mas soaram mais como torcida do que como aposta (e são minha torcida tambem)

Claudia Marques
Claudia Marques
1 mês atrás

Na minha opinião de eSpectador, Djokovic continua muito longe dos 300 títulos de Martina Navratlova, sendo: 167 de simples (recorde na Era Aberta), 177 de duplas (recorde na Era Aberta), e 59 de Grand Slam (18 de simples, 31 de duplas, 10 de duplas mistas), totalizando 59 Grand Slams.

Enquanto as mulheres efetivamente detém os recordes, os homens apenas ‘cantam de galo’ por 100 ou 103 (um terço).

E viva a melhor atleta do tênis de todos os tempos!

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Claudia Marques

OK, Carlo VW.
Somador de alicates + laranjas = couves

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Claudia Marques

O mais legal é que a sua teoria de “Superbigs” vai de encontro (que significa entrar em choque, se opor) com a teoria de somar leões com elevadores. E Inclusive você disse há poucos meses que ela não seria nada hoje. As “Superbigs” Sabalenka e Swiatek nem tomariam conhecimento, provavelmente aplicando bicicletas na tcheca.

Ou você fica com a primeira ou com a segunda teoria (uma pior e mais sem lógica do que a outra), mas com as duas é impossível: tornar lógicas duas coisas ilógicas e ainda por cima contraditórias. Caso consiga, merecerá o Nobel de Matemática.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Como se diz na Bahia: “Pegou no pulo”.

João Duílio Souza
João Duílio Souza
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Bom ver os três juntos…. rs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Rs. Dessa sinuca de 10 bicos ele só sai com a ajuda de Iemanjá.

Claudia Marques
Claudia Marques
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Desculpe, mas voces tem algo contra o tênis feminino???

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Claudia Marques

Não, Carlo. A Martina foi a terceira da história no simples feminino (sua principal categoria) com seus 18 GS, atrás de Graf e Williams. Dos números que você postou, é o único que é parâmetro para ser GOAT. A esmagadora maioria dos outros títulos dela são pequenos.

Em relação aos números nas categorias coletivas (duplas femininas e mistas), só me manifesto quando você nos mostrar o Nobel de Matemática.

levI sIlvA
levI sIlvA
1 mês atrás
Responder para  Claudia Marques

Por vezes, a pessoa sabe ler e escrever…e nada além disso…! Interpretação zero…!

SANDRA
SANDRA
1 mês atrás

Dalcim , se tênis fosse matemática eu diria que tanto Sinner quanto Alcaraz iriam continuar ganhando. Mas vc acha que o físico deles vão continuar dando conta do recado ? E a vontade deles ? Antigamente tinhamos 3 brigando pelo too, e se for pela minha torcida João Fonseca e Djokovic vão ganhar um slam rssss

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  SANDRA

Entre 2005 e 2008 quando Djokovic ganhou seu primeiro SLAM , cara Sandra , Federer e Nadal mandavam no Circuito com um puxando o outro. Sérvio somente foi vencer o segundo em 2011. A rivalidade Sinner e Alcaraz mal começou. Basta ver as melhorias do jovem Italiano depois do USOPEN. Lembrando que Carlitos ainda não possui AOPEN…Abs !

Dominique DeCococ
Dominique DeCococ
1 mês atrás

Minhas apostas:

Djokovic termina o ano sem título e se aposenta
Sinner ganha ao menos 2 GS, ler-se, ao menos, e termina o ano como n1
Alcaraz ganha Wimbledon, e talvez só ele
Zverev terminará mais um ano no top 3
João Fonseca fará final de Masters 1000
Cilic vai ganhar um título nesses ATP 250 bem fraco
Medvedev ganha um Masters 1000
Auger Alliasime vai voltar a cair no ranking
Tsitsipas sai do top 100 e vai começar a falar sobre aposentadoria
Fritz vai eliminar Alcaraz em um GS

Julio Marinho
Julio Marinho
1 mês atrás
Responder para  Dominique DeCococ

Apostas interessantes, embora ficaria triste com a parte do Alcaraz. Mas vejo tudo como possível, exceto que Tsitsipas não são do top100. Mas dificilmente volta ao top20. Mas vai ficar ali no top50 enquanto quiser.

Luiz Fulga
Luiz Fulga
1 mês atrás
Responder para  Dominique DeCococ

Legal!

Daria também para fazer previsões para os demais tenistas brasileiros? (Para os dois Thiagos, Haddad Maia, Luiza, Victoria e Naná e outros?)

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Previsões para 2026:

– Sinner fecha a temporada como número 1 do mundo, a não ser que tenha alguma lesão grave;

– Djokovic supera os 103 títulos do Federer, mas ainda bem longe dos 49 pequenos títulos do suíço;

– Alcaraz vence Roland Garros, Sinner vence Australian Open e US Open;

– Wimbledon 2026 será o último torneio de Grand Slam com chances reais do Djokovic vencer, ele terá então 39 anos. Se não levar, o campeão será o Alcaraz;

– Fonseca e Tien estarão no top 15;

– Di Menor, Aliassime, Shelton e Zverev terminarão a temporada fora do top 10, enquanto Medvedev retornará ao posto. Djokovic vai encerrar a temporada como número 4 novamente.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Djokovic já dançou em vários ATPs 250 ( inclusive no monumental Belgradao ), e vens falar da pequenez do Craque Suíço. O cara fez 13 Finais consecutivas em Halle ( era 250 e virou 500 ),onde é Decacampeão ( ” goat ” ficou zerado ). Na rapidíssima Basiléia ( era 250 e virou 500 ) , também Decacampeão ( ” goat ” levou apenas 1). Óbvio que teve mais conquistas em ATPs 250 e 500 , que Sérvio ,fujão dos preparatórios para Wimbledon. O conhecido recalque do Mestre Jonas continua. Djokovic somente supera os 103 de Federer, se for com 250 e 500 , para desespero do sabichão. Sem lesões de Sinner e Alcaraz em Wimbledon, Zero chances, pois não resiste ao peso de bola dos garotos. A conferir. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu não disse que ele é pequeno, afirmei o óbvio: Djokovic conquistou 72 grandes títulos em sua carreira, não faz sentido ir atrás de 49 pequenos títulos logo agora, não acha?

Segunda sua lógica, o Flamengo campeão da Libertadores inveja o Fluminense campeão da Taça Guanabara (suposição).

No mais, Federer vai acabar sendo superado pelo sérvio novamente. Para isso Djoko precisa vencer 3 títulos, sejam eles minúsculos iguais aos do Federer ou gigantes, não faz diferença.

Não é uma questão de peso de bola, Djoko cansou de botar Federer e Nadal no bolso. Jogadores com peso e velocidade de bola até maiores que os dele. A questão é o corpo, a idade chega. Poderia nos apontar um tenista no simples masculino campeão de Grand Slam aos 38 anos? Aguardo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Eu assisti aos 38 , encurralar ” goat ” , com direito a 94 winners, na Final mais longa no All England Club . O próprio Sérvio reconheceu, com quem ficou as principais estatísticas da partida. Bem diferente do passeio e humilhação , que ” goat ” passa em todas as Semis de SLAM. Até com Zverev, perdeu o tiebreak do primeiro Set, apertou a mão, e saiu de fininho…rs. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aos fatos:

Federer venceu seu último Grand Slam aos 36 anos, em cima do fenômeno Cilic. Ele nunca venceu Wimbledon em cima do Djokovic, isso foi um sonho não concretizado.

O suíço não esteve sequer perto de vencer Ouro Olímpico ou ATP Finals, em idade avançada. Aliás, ele nem tem Ouro em simples mesmo. Espero ter ajudado, abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

A principal estatística são sets vencidos, Sr. SR. Djoko venceu 3 e Federer 2.

Rsrs, abs!

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djokovic é tão fujão da grama, que tem “apenas” 7 Wimbledons, ganhando tão somente 3 para cima de um tal de Roger Federer.
E isso que não pôde disputar o de 2020, onde seria o franco favorito.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Bobagem. Federer ganhou pra cima de Djokovic e Murray em sequência, pra retornar ao N 1 em Wimbledon 2012. ” goat ” perdeu em sequência duas para Alcaraz ( Finais ) e uma Semi para Jannik Sinner lá mesmo. E tomando passeio nas duas últimas. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Final de Wimbledon Federer nunca venceu Djokovic.
Para quem venceu 7 vezes na grama sagrada, Halle e Queens fizeram uma falta pro Djoko…

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nunca houve alguém que resistiu tanto ao peso do forehand do Nadal no saibro quanto Novak Djokovic, caríssimo desinformado.

Evandro
Evandro
1 mês atrás

Ah, Dalcim, me enganou!
Qual é a melhor previsão para Fonseca? Está assim, não é?
Interpretei como sendo qual é o melhor dos mundos. Kkkk
Aí, votei na primeira final de Slam, claro!
Entrar no top 20 é barbada! Espero que sim, pois sou expectador!!!!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Creio que:
– Sinner e Alcaraz vencerão 2 GS cada;
– Anisimova vencerá seu primeiro GS
– Iga vencerá RG novamente
– Djoko não vencerá GS ou M1000
– Federer continuará com seu recorde de 94 winners e uma bandeja intocados

Torço para que:
– Fonseca vença um M1000

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Com relação ao Djoko espero que estejas errado, nobre Luiz Fernando!
Pelo menos mais um de cada.
kkkk
Abraço e Boas Festas, extensivo à família!

Daniele Alvarez
Daniele Alvarez
1 mês atrás

Previsões para 2026:
– Ronildo continuará tendo as previsões mais aSSertivas do Blog;
– O circuito masculino em simples continuará sendo dominado por sinner e Alcaraz;
– Vai ser triste ternque dar adeus a Wawrinka e Monfils
– Tudo indica que Iga nao conseguirá voltar ao topo;
– Nenhum tenista masculino de simples conseguirá bater os monstruosos recordes do tênis feminino, e continuarão os ignorando que eles existem paea fomentar a discussão

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Daniele Alvarez

OK, Calo VW.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Daniele Alvarez

Tenho certeza que quando Djokovic se aposentar meus índices vão melhorar!
Kkkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Daniele Alvarez

O Lupin brasileiro superou o francês porque os seus disfarces incluem os dois gêneros, masculino e feminino.

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
1 mês atrás

Em 2026 o domínio da dupla Alcaraz e Sinner seguirá firme, mas qualquer torneio que ambos não estiverem estará completamente aberto para surpresas. De todas, João fazendo uma graça é, claro, a minha grande torcida.

Djoko é uma incógnita por conta do físico. Minha torcida: quanto mais sérvio em quadra melhor, mas qualquer jogo pode ser o último. Então qualquer coisa que vier é lucro.

Aryna estará firme no topo, mas cedendo vitórias a suas rivais que poderão premiar novas vencedoras de GS. No feminino o elemento surpresa é potencialmente maior do que no masculino. Torcida maior é ver a Bia voltando a competir.

Boas festas a todos os amigos do Blog e especialmente ao mestre Dalcim! Que 2026 venha repleto de grandes jogos para que tenhamos o prazer de acompanhar essas deliciosas crônicas sobre o mundo do tênis!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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