Sinner e Sabalenka embalam na reta de chegada

Os tiebreaks decidiram as duas finais de Indian Wells neste domingo, um desfecho mais do que justo para os quatro personagens que mais brilharam nestas duas semanas de calor e frio no deserto californiano, condições que mudam consideravelmente o jeito de se jogar no Tennis Paradise.

Jannik Sinner completou o quadro e agora tem um troféu em cada torneio de nível Masters 1000 disputado sobre o piso sintético, uma façanha que apenas Andre Agassi, Roger Federer e Novak Djokovic obtiveram. E completou a tarefa sem perder um único set, tendo seus dois jogos mais duros decididos em dois desempates, contra João Fonseca e na final deste domingo diante de Daniil Medvedev.

Enfrentou as condições tão extremas do torneio porque entendeu que, após os insucessos do início de temporada, precisava se preparar com todo cuidado. Assim, chegou bem mais cedo a Indian Wells e experimentou cada diferença, que incluiu também a mudança de marca de bola, que também exigiu adaptações constantes. Muito veloz no começo, muita lenta no fim.

Foi algo, por exemplo, que atrapalhou claramente Carlos Alcaraz. O espanhol demorou para achar soluções diante do tênis espetacular praticado pelo renovado Daniil Medvedev. O russo, em suas próprias palavras, encontrou enfim o balanço entre agressividade e consistência e isso tem permitido a ele fazer um excelente início de temporada. Está com justiça de volta ao top 10, de onde nunca deveria ter saído.

Malvadão merecia ter esticado a final deste domingo ao terceiro set porque fez uma exibição novamente muito bem controlada diante de Sinner, a ponto de sair de quadra com mais ralis vencidos. Falhou, é verdade, na reta final do segundo tiebreak, deixando escapar liderança de 4-0. Na velocidade de um Fórmula 1, Jannik ganhou sete pontos seguidos e fez sua homenagem particular à outra estrela italiana do dia, o jovem piloto Kimi Antonelli.

Sinner recupera 1.000 pontos na luta direta com Alcaraz pela ponta do ranking e manda recado: deve chegar à Roma, primeiro torneio em que voltará a defender pontos, lá no meio de maio, com sede de conquistas. A única preocupação é com seu físico, que pelo menos duas vezes deu sinal de alguma avaria nestas duas últimas semanas.

De qualquer forma, Indian Wells esquentou a expectativa por Miami, que tem tido uma superfície ligeiramente mais veloz do que a do Tennis Paradise nos anos mais recentes. E isso é tudo o que Sinner e Medvedev podem desejar.

Final feminina de tirar o fôlego

A final feminina foi um espetáculo, aquele tipo de show em que não faltaram empenho, susto, frustração, tremedeira, superação e acima de tudo altíssima qualidade técnica dos dois lados. Aryna Sabalenka e Elena Rybakina deixaram bem claro porque merecem hoje figurar na ponta do ranking, com promessa de novas árduas batalhas ao longo da temporada.

A cazaque fez um primeiro set notável, colocando para fora todo seu poderoso arsenal de golpes, em que a profundidade da bola conteve o ímpeto da número 1 e a deixou por momentos sem saber o que fazer. A quebra logo no início do segundo set parecia determinar o bicampeonato de Rybakina, mas Aryna reagiu imediatamente, com duas quebras sucessivas, a primeira de zero, que enfim lhe deram maior tranquilidade. Rybakina teve duas chances de recuperar e aí Sabalenka mostrou sua notável força mental.

Entre golpes espetaculares dos dois lados, backhands afiadíssimos e corajosos, a bielorrussa voltou a tirar o serviço no terceiro game e aí foi a vez de Elena mostrar resiliência. Deixou escapar 15-40 no oitavo game mas, na hora de Sabalenka fechar, o primeiro serviço não veio e a cazaque foi muito oportuna com as devoluções. A tensão era evidente e Rybakina evitou cinco break-points no game de maior instabilidade das jogadoras na partida.

A definição no tiebreak foi o resultado mais justo diante de tamanho equilíbrio de forças. Rybakina teve 5-3 e 6-5, ambos com saque a favor, no que parecia decisivo. Debaixo de 35 graus, Sabalenka jogou de forma notável e concretizou uma vitória memorável. Vingou, em grau menor, as derrotas na decisão de Melbourne e do WTA Finals, e deixou a certeza de quanto será duro tirá-la da ponta do ranking.

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Ronildo
Ronildo
26 dias atrás

Prefiro a Rybakina, principalmente por jogar tênis de maneira silenciosa, sem berros. Mas reconheço que Sabalenka não merecia mais uma derrota numa final. Isso faria muito mal ao seu mental.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
26 dias atrás
Responder para  Ronildo

E a competitividade da WTA é vista com Casa cheia e no Mundo inteiro. Daí Chineses e Árabes pagarem uma baba . Os últimos já levaram o WTA Finals . Somente estes fanáticos sem noção, para não saber apreciar uma Final como esta. A premiação é justíssima do jeito que está. Martina Navratilova estava assistindo de pé , só para se ter noção do grande espetáculo, caro Ronildo. Abs !

Joâo Mendonça
Joâo Mendonça
26 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É que não se trata apenas de fanatismo – como aliás você de forma perfeita frisou – mas sim de um misto de fanatismo com machismo estruturou (vide uns e outros toda vez bater na tecla que não se deveria comparar tênis feminino com masculino pois ‘homens são fisicamente mais fortes’ (sic).

Aliás a presença da recordista em GS apenas enobrece a final (59 GS, sendo 18 de simples, 31 de duplas e 10 em duplas mistas), tendo ganho por diversas vezes simples, duplas e duplas mistas durante o mesmo GS, apenas para acabar com o mito dos ‘pequenos machos’ de plantão de que a mulher não aguentaria jogos de 5 sets.

Última edição 26 dias atrás by Joâo Mendonça
Paulo F.
Paulo F.
26 dias atrás
Responder para  Ronildo

Sabalenka ganhou mais um troféu que lhe faltava e se isola da idiotinha da Iga.
Apenas lamento a derrota da Leninha linda.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

A ” idiotinha” estava a 4 anos consecutivos ( 2022 ) dentro do Top 2 . Possui ainda mais Conquistas tanto em Slam , quanto em Masters 1000 , idem para Semanas Consecutivas como N 1 , que a indiscutível grande Sabalenka. Na boa , é difícil entender qualquer comentário vindo do Sr PF …rs. Abs !

Ronildo
Ronildo
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Não dá para entender essa marcação sua com a Swiatek, Paulo. Essa palavra que você usou para ela pode ser aplicada a muitas pessoas, mas não para alguém como Swiatek. No caso dela é justamente ao contrário. Seria: esperta, inteligente, sábia, perspicaz, arguta, atilada, astuta, lúcida, brilhante, culta.

João Mendonça
João Mendonça
25 dias atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo,

Só mesmo tua elegância para combater tamanha deselegância… rs

Ronildo
Ronildo
25 dias atrás
Responder para  João Mendonça

Obrigado João! Fico imaginando a capacidade mental de uma atleta para figurar algum tempo como número 1!

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Ronildo

Culta? Daonde?
Faltou um adjetivo para ela: lacradorazinha chata.

Elisângela Teixeira
Elisângela Teixeira
26 dias atrás

Estes berros da Sabalenka são terríveis.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
25 dias atrás
Responder para  Elisângela Teixeira

Insuportável demais, kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Rafael
Rafael
26 dias atrás

Que bom ver o Malvadão de volta. Ele faz bem ao tennis. E parabens ao Sinner. Sempre compenetrado e ganhando mais um masters 1000! Que venha Miami!!

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
26 dias atrás

2026 está sendo o ano das revanches entre Sabalenka e Rybakina. No AO, Rybakina se vingou da derrota sofrida na final do mesmo torneio em 2023. Em Indian Wells foi a vez da Sabalenka devolver a derrota sofrida na final de 2023. Duas grandes tenistas que merecem estar no topo do ranking e me parecem um degrau acima das suas principais concorrentes neste momento. No tênis masculino, achei muito bom o Medevedev ter encontrado um jeito de subir o seu nível e conseguir jogar de igual pra igual contra o Alcaraz e Sinner. Tomara que o russo consiga manter o nível e acompanhar os dois líderes do ranking.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás

E de quebra , vale dar uma olhada nas declarações de Medvedev maduro na Turma, aos 30 anos , sobre o Patamar de Sinner e Alcaraz perante o Big 3 . Fez Finais de Slam contra Djokovic e Nadal . Está aqui mesmo em TênisBrasil, meu caro. Abs !

Fabio
Fabio
26 dias atrás

Foram dois excelentes jogos, mas confesso que achei a final feminina mais emocionante e renhida (como diria meu pai). Enfim, não gosto da Sabalenka nem tanto pela gritaria, mas mais pela má postura quando perde um jogo ou final. Mas falando somente de tênis, seria justo qualquer uma das duas ganhar. E bem vindo de volta ao clube dos 10 melhores, malvadão: me pareceu melhor até do que na época em que foi número 1 do ranking.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
26 dias atrás

Eu, particularmente, sempre vi os gemidos e gritos dos(as) tenistas profissionais como consequência dos grandes esforços que eles(as) fazem para alcançar a bola e jogá-la para a quadra adversária. Eu sempre vi que um atleta é diferente do outro. Então, entendo que a Sabalenka não é pior que a Rybakina porque grita quando joga, nem a cazaque é melhor que a bielorrussa porque joga em silêncio. Pra mim elas são apenas diferentes entre si neste aspecto. Eu não me incomodo nem um pouco com os gritos da Sabalenka quando está jogando. E tenho certeza de que muitos que reclamam dos gritos da atual líder do ranking durante um jogo, não sabem o quanto de esforço é necessário empregar para jogar o tênis profissional no alto nível.

Joâo Mendonça
Joâo Mendonça
26 dias atrás

Conforme previsto, o físico começa a cobrar o preço dos Superbigs, que iniciaram o ano num ritmo pra lá de alucinante: se na Sexta foi Alcaraz que diminuiu o ritmo e consequentemente deu brechas para Medvedev, Sinner, mais experiente e extremamente frio, soube dosar melhor a energia e novamente acelerar e vencer o russo nos pontos decisivos – assim como fez contra Fonseca – para levar o caneco em IW.

Medvedev aliás, esta semana provou que os Superbigs não são invencíveis, assim como os Bigs não o eram. No entanto, também ficou claro que assim como os Bigs, os ‘Supers’ formam uma barreira quase intrasponível – fazendo em dois uma tarefa outrora coube a Murray, Djokovic, Nadal e Federer e somente jogadores do calibre de Medvedev – ou alguém num dia de ‘sorte’ conseguirão vencer essa ‘Super Muralha’.

A vitória de Sinner – como bem frisado por JND – joga gasolina na disputa pela corrida de 2026. Se Sinner depois de alguns tropeços pelo caminho (como no ausOpen onde ele passou mal e perdeu para si mesmo…) parece distante no ranking , sua proximidade na corrida após o título deve ter plantado uma pulga gigantesca atrás da orelha de Alcaraz, já que Miami permitirá a Sinner a possibilidade de reduzir em muito a diferença entre ambos.

Do outro lado da moeda, eu não descartaria a desistência de um – ou ambos – para poupar físico para o restante da temporada, que se mostrará bastante longa e exigente.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Joâo Mendonça

Gostaria de entender, por que depois de tanto esmero para escrever uma análise, me sai com uma conclusão para lá de infantil, ao dizer que no AOpen Sinner perdeu para ele mesmo?
Então, posso concluir também que Daniil Medvedev perdeu para ele mesmo o segundo set, pois teve 4×0 e saque no tiebreak e não fez mais nada?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

O mestre dos disfarces Lupin se perde sozinho no fanatismo contra o Djoko. E olha que eu fiz a análise da partida, demonstrando que o sérvio salvou 13 de 16 break points com winners ou erros forçados do Sinner.

João Mendonça
João Mendonça
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Bem… esmero tem o redator desta, que nos presenteia com belos textos postagem após postagem e ano após ano, enquanto o meu é apenas uma opinião de torcedor (vulgo pitaco) e que contém apenas uma opinião pessoal.

Quanto a você “poder ou não poder” concluir algo trata-se de direito seu.

Portanto exerça-o!

Sdds!

Última edição 25 dias atrás by João Mendonça
Paulo A.
Paulo A.
26 dias atrás

Dalcim, o Brasil está com uma safra de jovens jogadores excelente, capitaneados, por óbvio, pelo JF. Mas há tambem o Guto, Victoria, Naná, Chabalgoity, Storck, Natália e outros. A que se deve esse boom? Mera coincidência ou há alguma outra explicação?

Paulo A.
Paulo A.
26 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Tomara que, desta vez, seja diferente com alguns deles.

Maurício
Maurício
26 dias atrás

Concordo com o que o ex jogador Fognini disse: “Hoje em dia está mais fácil vencer slam”. Antigamente tinha que encarar Delpo ou Stan nas quartas, Novak ou Murray nas semis e Nadal ou Federer na final. Bem mais difícil!

Rafael Sousa
Rafael Sousa
26 dias atrás
Responder para  Maurício

Sim, hoje está mais fácil porque “só” tem que ganhar do Alcaraz ou Sinner na final. O problema é que ninguém consegue.. Rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Rafael Sousa

Boa Rafael. Fognini difícilmente teria êxito. Malvadão com a palavra…rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Maurício

Eu só acho que Fognini não distribuiu os nomes dessa forma, uma vez que Nadal e Djokovic venceram mais Slams que Federer, então, caberia ter colocado esse último nome em outra posição.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Qualquer ordem dava no mesmo . Não tens jeito cidadão . És fanático até debaixo d’água. Pela mor , criatura… Djokovic venceu apenas 4 AOPEN mais que Federer. Único SLAM que teve supremacia . Suíço em Wimbledon e USOPEN e Nadal nem merece resposta . Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djokovic ganhou 4 AO e 2 RG a mais do que Federer e 1 WB e 1 USO a menos, resultando em 4 Slams a mais. O suíço terminou com Single Career Slam e o sérvio com Triple Career Slam. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

A questão de Fognini era a dificuldade de bater um dos 3 . Como Federer é Hexacampeão no AOPEN, Octacampeão em Wimbledon e Pentacampeão Consecutivo no USOPEN, a ordem não deveria mexer tanto com a mente de fanáticos Kombistas. A supremacia de Federer é mais Títulos em dois Slam , contra 1 de Djokovic e 1 de Nadal . Nada a ver com h2h .Abs !

Marquinhos
Marquinhos
24 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sérgio, Federer tem mais títulos que Novak e Nadal no U. S Open e Wimbledon, e venceu os dois torneios por cinco anos seguidos feito que nenhum outro tenista tem. É penta legítimo dos dois maiores e mais importantes slam do calendário.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
24 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Federer só é recordista ee Wimbledon. O recorde do US OPEN é de Bill Tilden.
Quanto a comparação com Djoko: tem mais WB e US OPEN, mas perde no AO e em RG.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não. Ele teve supremacia no AO e em RG, com 10 a 6 e 3 a 1, respectivamente. Federer ganhou mais WB e US Open, com 8 a 7 e 5 a 4, respectivamente. No entanto, o recordista do slam americano é Bill Tilden, conforme pesquisa do Tênis Brasil. Federer só tem o recorde de Wimbledon, Nadal o de Roland Garros e Djoko o do Australian Open.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Irrelevante isso.

O que importa é que o suíço continua sendo a maior referência quando se fala do esporte tênis.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
24 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

O que importa é que Djoko é o recordista nas estatísticas principais do tênis e só Alcaraz tem condições de superá-lo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Vixe, agora a porca vai torcer o rabo…

Marquinhos
Marquinhos
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quanta infantilidade, né, Sérgio? Parece criança mimada. Se ele quer Novak na final, ele que escreva assim….

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
25 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Impressionante como até nas coisas mais pequenas e bobinhas vocês gostam de diminuir o Federer.

Com certeza , isso tem a ver com insegurança rs

Não. A posição do Sérgio não está errada. Tanto faz. Pois qualquer dos três foi um pesadelo de se enfrentar em finais…

Além disso, por mais que os nolistas façam birra, o suíço continua sendo uma referência do tênis maior do que o Djoko é.

E na semana passada vimos mais um exemplo que atesta isso. Pois Alcaraz brincou dizendo sentir que parecia estar enfrentando “um Federer em todas as suas partidas”.

Aí eu te pergunto – por que ele não usou os nomes Nadal ou Djoko?

Simples! Porque para ele, e para a maioria dos tenistas, o Federer continua sendo a referência máxima.

Marquinhos
Marquinhos
24 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Perfeito, Rodrigo! Ele usou Roger como exemplo que, para ele, é o melhor rival que se pode enfrentar.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
24 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Talvez seja mesmo, afinal, um garoto com extrema qualidade física e tenística, ter tanta dificuldade em deslanchar contra um oponente 16 anos mais velho, deve ser difícil de aceitar.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
24 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ei Rodrigo, impossível diminuir Roger Federer.
Relaxe cara, afinal, Alcaraz jamais o enfrentou. O que não dá, é diminuir os outros.
Veja que seus colegas reviram as palavras do Fognini, coisa que nem sabemos se foram ditas assim mesmo.
Roger Federer tem admiradores no mundo todo e ninguém é louco de contestar isso. Eu, pelo menos, falo de embates na bola, dentro de quadra.
Grande abraço.

Educardo M. Alberto
Educardo M. Alberto
24 dias atrás
Responder para  Maurício

Oi Mauricio,

Rolou uma rinha de fanáticos a partir de sua postagem inicial? E olha que o tema central de sua postagem foi…

Fognini.

FugiL
FugiL
26 dias atrás

O tênis tem que agradecer a vitória de Aryna e lamentar a derrota do Malvadão.. Rybakina e Sinner são jogadores excepcionais, mas parecem dois robôs, sem emoção, sem carisma…Sinner um pouco menos, consegue de certa forma expor suas alegrias e frustações, mas a tal de Rybakina, pelamor… Se ganhar ou perder, a expressão não muda.. Será que foi obrigada a jogar tênis na infância?

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
25 dias atrás
Responder para  FugiL

Ótimo análise! A sabalenka não esconde Q é feliz! Isso é muito bom pra auto estima, óbvio que cada pessoa possui sua forma de se externa, mais a iga e a cazaque são muito tristes em quadra isso deve ser pior em casa pelo menos é o que eu acho.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Valdemar Lopes

O Sr esqueceu a promessa se JF ganhasse mais de 5 games de Sinner na partida? . Ganhou 6 somente no Primeiro Set. O Robô sem carisma, é o preferido do público segundo ATP nos últimos 2 anos , batendo Alcaraz. Quanto ao comentário sobre a excelente Rybakina, simplesmente lamentável, ao menos a meu ver . Abs !

FugiL
FugiL
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O sabe tudo do site sempre a postos…. Dalcim está perdendo um talento que com certeza ia agregar muito aqui, SQN….

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  FugiL

E tu é aquele que repete as mesmas groselhas no Site ??? … Rsrsrs , Abs !

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sim! Eu não esqueçi da promessa já respondi em outro reportagem aqui no blog mais te respondo também, era uma pegadinha!! Do malandro ieee uuuu KKK ou vc realmente acreditou que eu ia deixar vcs aqui em paz sem eu pra Reita o JF e na maioria das vezes ir na contramão dos comentários se vcs aqui até porque eu não tenho medo de me dispor por nada adoro ser polêmico doa a quem doer isso é personalidade não gosto de comentários óbvios eu estou aqui pra justamente por lenha na fogueira. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Exato. E adora Nicks também . Pegadinha coisa alguma . Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
25 dias atrás
Responder para  FugiL

O Bjorn Borg também era frio assim. Tanto é que o chamavam de “Iceborg”.
Já Jimmy Connors e John McEnroe eram o oposto. Não raras vezes um ou outro era desclassificado por se exceder.

Wanderson
Wanderson
25 dias atrás
Responder para  FugiL

Duas portas em questão de carisma

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás

“Os únicos recordes imbatíves do tênis são os 14 RG e as 237 semanas consecutivas”.
Fonte: meu ódio pelo Novak Djokovic,

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Até parece que 10 AO são mamata rs

Última edição 25 dias atrás by Paulo Sérgio
Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, favas contadas para Sinner e Alcaraz superarem 24 GSs, 10 AO, 7 Finals.
Mamão com açúcar para ambos, não?
kkkkkkkkkkkkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exato. Mamata são 14 rs . Federer chegou a 6 AOPEN . Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Se comporta como uma criança. Djokovic ficou “apenas ” 122 Semanas Consecutivas no Topo do Ranking e parou em 3 RG . Perdeu todas as Finais em Paris , assim como Federer, para o dono deste recorde imbatível. Procure reviver o que os Franceses puseram na quadra . Nada a ver com ódio de nada , caríssimo fanático …Abs !

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se comporta como criança quem dá como certo os recordes de Djokovic serem batidos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Onde isso está escrito, criatura ???. Alcaraz bateu a precocidade de Borg e Nadal com 7 Slam em todos os pisos antes dos 23 . Tem chances de quebrar…A criança posta dá como certo ???. Isso eu chamo de desespero infantil. Quem é que pode prever longevidade num Esporte de alta precisão como este ? . Teu problema é que não gostas de Tênis , e sim do homem Djokovic. Podes crer. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Está subentendido…Só achas inalcançáveis recordes que convenientemente não pertencem a Novak Djokovic.

Joâo Mendonça
Joâo Mendonça
25 dias atrás

Aliás… Tien está a 25 pontos do décimo colocado na corrida (enquanto João Fonseca nem entre os 100 está) …. que é o melhor prognóstico do ranking futuro…

Se isso não é “flertar com o Top 10”, o que seria então?

Última edição 25 dias atrás by Joâo Mendonça
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Joâo Mendonça

Iga no momento está na décima colocação na Corrida, volte em Novembro e de preferência com este Nick . Aguardemos. Abs !

João Mendonça
João Mendonça
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mas pera lá:
– Estar em 12o. na corrida a 25 pontos do décimo colocado e vir fazendo uma temporada consistente não é “flertar com o top 10”??

Esclarece aeee, vai! rs

Quanto a Iga ou JF, torço para ambos e também acho que vão subir conforme a temporada evolui.

Última edição 25 dias atrás by João Mendonça
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  João Mendonça

Em março é cedo para se basear na Corrida, principalmente com um jogador que peca pela falta de agressividade. Depois da surra que tomou , pode se abalar pois é ainda imaturo , assim como JF . Acredito que TOP 20 , espelha mais sua realidade em 2026. Iga está TOP 10 neste início na Corrida. Mas com experiência de sobra para galgar o suficiente, até TOP 3 ou 4 , mesmo estando oscilando demais. Óbvio que isto é somente a minha opinião de momento. PS : Olhe sua posição atual no Ranking de entradas. Abs !

João Mendonça
João Mendonça
25 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Iga logo menos deve voltar pra sua posição de direito (arriba).

Já JF – conforme eu mencionei *por aí”, deve sofrer um pouco, pois como ele caiu bastanre no ranking “perdeu a onda” dependeria de bom sorteio já na chave de Miami para poder subir, o que não ocorreu, pois está em rota de colisão com Alcaraz já na segunda rodada. Depois segue para o saibro lento de Monte Carlo que inicia sua temporada no saibro, onde suas chances são baixas, só reencontrando uma rápida quando a temporada de grama recomeçar.

Já Tien deve acelerar um.pouco o avanço, já que seu tênis mais técnico, tático e de menos força e mais paciência para construir os pontos deve dar frutos já nesta temporada de saibro, enquanto JF – na minha opinião – precisaria evoluir um pouco para almejar algo.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
25 dias atrás

Vimos JF contra Sinner, por sinal uma partida espetacular do brazuca, e provavelmente o veremos frente a Alcaraz em Miami, pois creio que há grande chance dele vencer sua partida inicial e aí encarar o espanhol. Se jogar no nível demonstrado contra o italiano vai ser complicado vencê-lo! Claro que em Miami temos o detalhe do nível do mar, que torna o jogo mais lento, será muito interessante ver como as coisas fluirão. Na torcida…

SANDRA
SANDRA
25 dias atrás

Fonseca não da uma dentro nos sorteios Dalcim ! Que tristeza

levI sIlvA
levI sIlvA
24 dias atrás
Responder para  SANDRA

Será que, do outro lado da rede não estão nem um pouquinho preocupados, Sandra?!?

João Mendonça
João Mendonça
25 dias atrás

Dalcim:

Procede que Medvedev sugeriu abertamente que precisaria testar o Sinner para doping logo após a final???

A fonte onde eu encontrei a ‘fofoca’ não e confiavel, por isso estou perguntando.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
24 dias atrás
Responder para  João Mendonça

Não vejo como que isso possa ser verídico, uma vez que os testes antidoping não são feitos a pedido de alguém.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
25 dias atrás

Sorteio ingrato pro João, mas tanto o Marozan quanto o Alcaraz também não devem estar “pulando de alegria desta altura” ao já terem que enfrentar o brasileiro logo de cara.
Mas pro João Fonseca, é a tal história: fazer o jogo dele, não dar bobeira e como disse certa vez o Vicente Matheus, saudoso presidente corintiano, ” Quem tá na chuva é pra se queimar! “

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
25 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Para complicar Alcaraz vai dar tudo em Miami. Já venceu o Torneio e sabe que depois na Gira de Saibro Europeu, defende “apenas ” 4300 pontos…Abs !

Paulo F.
Paulo F.
25 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Caso João vença o húngaro para pegar Alcaraz na sequência, ótimo para ele.
Irá acumulando excelente experiência.

Vandenberg
Vandenberg
25 dias atrás

O Malvadão mais uma vez jogando o fino do tênis, contudo pipocando na hora de pisar na cabeça. Foi assim contra o Nadal e contra o prório Sinner nas finais do Australian Open. Desse jeito fica dificil se tornar um Big.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
24 dias atrás

Tenho duvida sobre o que é mais difícil: torcer pra Bia ou pro jacaré (crocodilo?) nos filmes do Tarzan?

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
24 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Ora, mas temos outras opções. Torcer pra Sabakenka parar de gritar, torcer pro Kyrgios se dedicar mais à carreira e parar de polemizar em redes sociais…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
23 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Ai não seria difícil, seria impossível…

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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